<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>crime eleitoral &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/crime-eleitoral/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Dec 2021 15:00:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>
	<item>
		<title>Xeque-Mate: STJ manda processo contra ex-presidente da Câmara de Cabedelo para o eleitoral</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/xeque-mate-stj-manda-processo-contra-ex-presidente-da-camara-de-cabedelo-para-o-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 14:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[caixa 2]]></category>
		<category><![CDATA[crime eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[lúcio josé]]></category>
		<category><![CDATA[xeque-mate]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=4604</guid>

					<description><![CDATA[A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, mandar para a Justiça Eleitoral o processo da operação Xeque-Mate que pesa contra o ex-presidente da Câmara de Cabedelo, Lúcio José do Nascimento Araújo. O ex-parlamentar é acusado de ter integrado uma suposta organização criminosa instalada na prefeitura e na Câmara Municipal da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, mandar para a Justiça Eleitoral o processo da operação Xeque-Mate que pesa contra o ex-presidente da Câmara de Cabedelo, Lúcio José do Nascimento Araújo. O ex-parlamentar é acusado de ter integrado uma suposta organização criminosa instalada na prefeitura e na Câmara Municipal da cidade. A decisão dos magistrados foi tomada nesta segunda-feira (13), durante análise de habeas corpus protocolado pelos advogados Iarley Maia e Raphael Corlett. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão anula, também, sentença condenatória proferida pelo juízo estadual. Lúcio José chegou a ser afastado do cargo em abril de 2018, junto com o ex-prefeito Leto Viana e a então primeira-dama e vice-presidente da Câmara, Jacqueline França. Eles foram acusados pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, e pela Polícia Federal de terem montado um esquema de desvio de recursos públicos e contratação de servidores fantasmas na cidade portuária durante a gestão de Viana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/condenacao-de-leto-viana-e-mais-oito-e-so-a-primeira-outras-virao-da-xeque-mate/">Condenação de Leto Viana e mais oito é só a primeira. Outras virão da Xeque-Mate</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a transferência de foro, os advogados do ex-vereador alegaram que os crimes apontados contra o cliente deles tinham conexão com &#8220;caixa 2&#8221;, ressaltando fragmentos da denúncia protocolada pelo Ministério Público. Entre os pontos ressaltados, está a decisão do prefeito de bancar a eleição de vereadores da cidade, para ter a fidelidade deles, bem como a redação de cartas-renúncia emitidas pelos parlamentares eleitos que não tinham a plena confiança de Leto Viana. Os argumentos foram aceitos pelos magistrados, apesar do não conhecimento do HC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado direcionado ao Tribunal de Justiça da Paraíba, na manhã desta segunda-feira, o relator do habeas corpus, ministro Reynaldo Soares da Fonseca, informou a decisão unânime da 5ª Turma. &#8220;Reconhecida a incompetência da Justiça Estadual, devem ser considerados nulos os atos decisórios, ressalvada a possibilidade de ratificação pelo juízo competente&#8221;, diz a comunicação assinada pelo magistrado. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério Público recomenda cassação da prefeita e do vice de Bayeux por crime eleitoral</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-recomenda-cassacao-da-prefeita-e-do-vice-de-bayeux-por-crime-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 09:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bayeux]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[crime eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[luciene gomes]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=4577</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação dos mandatos da prefeita de Bayeux, Luciene Gomes (PDT), e do vice, Clecitoni Francisco de Albuquerque Silva, por prática de crime eleitoral nas eleições de 2020. O documento assinado pela promotora da 61ª Zona Eleitoral, Maria Edligia Chaves Leite, foi expedido nesta quinta-feira (9). A Ação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação dos mandatos da prefeita de Bayeux, Luciene Gomes (PDT), e do vice, Clecitoni Francisco de Albuquerque Silva, por prática de crime eleitoral nas eleições de 2020. O documento assinado pela promotora da 61ª Zona Eleitoral, Maria Edligia Chaves Leite, foi expedido nesta quinta-feira (9). A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) pede que sejam aplicadas &#8220;sanções de multa, inelegibilidade e cassação do registro ou diploma, em virtude da prática de abuso de poder político com viés econômico, de condutas vedadas&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Luciene Gomes, que era vereadora, foi eleita Prefeita de Bayeux, por meio de eleições indiretas realizadas pela Câmara Municipal de Bayeux em agosto de 2020. Ela sucedeu no cargo o ex-prefeito Berg Lima, que renunciou após ser afastado do cargo por decisão da Justiça. A acusação do Ministério Público é que ela teria usado o mandato tampão para fazer nomeações em desconformidade com a lei eleitoral para se favorecer na disputa pela reeleição. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Conforme demonstrado na Exordial da ação, em consulta ao Portal da Transparência, notou-se nos gráficos de setembro e outubro de 2020, o aumento de R$ 416.717,10, referentes a contratação de servidores por tempo determinado, ou seja, um aumento de 15.02% na folha neste tipo de contratação em plena campanha eleitoral&#8221;, diz a promotora no parecer.  Segundo ela, já em agosto daquele ano foram contratados 288 servidores comissionados. Em setembro, o número saltou para 410 com remuneração calculada em R$ 830.530,35, isto é, um aumento equivalente a 42,36%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Foi alegado que o gestor que antecedeu Luciene Andrade fez algumas contratações as vésperas de sair do cargo (é sabido por todos que até do dia 15/08/2020 eram permitidas contratações por excepcional interesse público), o que em parte é verdade, inclusive esse assunto foi objeto de ação de improbidade impetrada pelo Ministério Público contra ex-gestores de Bayeux, mas infelizmente esses dados foram retirados deste processo a pedido da parte ré, o que dificulta a busca da verdade real&#8221;, diz a análise da promotora. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/em-despacho-juiza-critica-morosidade-da-justica-para-julgar-acao-que-pede-a-cassacao-da-prefeita-de-bayeux/">Em despacho recente, emitido pela juíza substituta Conceição de Lourdes Marsicano de Brito Cordeiro, da 61ª Zona Eleitoral de Bayeux, ela criticou a morosidade na análise do caso.</a> “Tata-se de Ação de Investigação Judicial Eleitoral, cujo feito “se arrasta” desde o ano de 2020, nesse compasso, está em vias de fazer aniversário de inércia pela falta da prestação jurisdicional, o que leva não só o desprestigio da Justiça, mas também o descrédito no Poder Judiciário. Oportuno salientar, que matéria dessa natureza, tem PRIORIDADE na conclusão da instrução, enfim…” </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a><ins><a href="https://fmadserver.com/adserver/www/delivery/ck.php?oaparams=2__bannerid=196__zoneid=64__source=%7Bobfs%3A%7D__OXLCA=1__cb=230b15e3f8__oadest=https%3A%2F%2Fwww.joaopessoa.pb.gov.br%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></ins></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TSE investiga se atos pró-Bolsonaro no 7 de Setembro configuram propaganda eleitoral antecipada</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tse-investiga-se-atos-pro-bolsonaro-no-7-de-setembro-configuram-propaganda-eleitoral-antecipada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 14:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[7 de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[atos]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[brasília]]></category>
		<category><![CDATA[crime eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=3583</guid>

					<description><![CDATA[Os atos em prol do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no 7 de Setembro entraram mira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Luís Felipe Salomão, quer saber se houve financiamento dos eventos e, em caso positivo, quem financiou. Imagens divulgadas pelos apoiadores do presidente durante os atos mostraram distribuição de camisas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os atos em prol do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no 7 de Setembro entraram mira do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Luís Felipe Salomão, quer saber se houve financiamento dos eventos e, em caso positivo, quem financiou. Imagens divulgadas pelos apoiadores do presidente durante os atos mostraram distribuição de camisas e notas de R$ 100 para pessoas que participaram das manifestações que tinham bandeiras autoritárias, como a defesa do fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Salomão quer investigar também se os atos configuraram propaganda eleitoral antecipada. O ministro incluiu o novo ramo de investigação em um inquérito que corre no TSE. O corregedor quer saber se houve pagamento de transporte e diárias para manifestantes, e quem esteve por trás da organização do evento. Bolsonaro discursou nos atos realizados em Brasília e em São Paulo. Nos dois casos, o ministro entende que pode ter havido propaganda antecipada visando as eleições do ano que vem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas novas apurações, segundo matéria do G1, são consideradas um desdobramento relevante da investigação sobre os atos. Também é a primeira consequência judicial dos atos, principalmente porque vai focar em esclarecer se foi uma manifestação espontânea e se teve conteúdo eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O corregedor ampliou o objeto de apuração para saber se houve:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. abuso de poder econômico e político<br>. uso indevido dos meios de comunicação social<br>. corrupção<br>. fraude<br>. condutas vedadas a agentes públicos<br>. propaganda extemporânea (antecipada), em relação aos ataques contra o sistema eletrônico de votação e à legitimidade das eleições de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se: </strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPE descarta crime eleitoral e quer que ação da Calvário contra Ricardo volte para Justiça comum</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mpe-descarta-crime-eleitoral-e-quer-que-acao-da-calvario-contra-ricardo-volte-para-justica-comum/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 10:17:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[crime eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=2875</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério Público Eleitoral (MPE) defendeu nesta semana que a ação movida contra o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), decorrente da operação Calvário, remetida à Justiça Eleitoral, na Paraíba, volte a tramitar na Justiça comum. O órgão concluiu, ao analisar o caso, que não houve crime de natureza eleitoral praticado pelo ex-gestor nos delitos apontados pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral (MPE) defendeu nesta semana que a ação movida contra o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), decorrente da operação Calvário, remetida à Justiça Eleitoral, na Paraíba, volte a tramitar na Justiça comum. O órgão concluiu, ao analisar o caso, que não houve crime de natureza eleitoral praticado pelo ex-gestor nos delitos apontados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). O requerimento foi encaminhado ao juiz da 1ª Zona Eleitoral para que seja reconhecida a incompetência da Justiça Eleitoral no caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento da promotora eleitoral Jovana Tabosa é que o processo precisa ser remetido à 3ª Vara Criminal da Capital. Em seu parecer, ela argumentou que na denúncia feita contra Ricardo Vieira Coutinho, o MPPB revela um inédito modelo de gestão pública implantado no Estado da Paraíba, a partir das tratativas para a contratação da Cruz Vermelha do Brasil &#8211; Filial do Rio Grande do Sul para gerir o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, concretizado após prévio pagamento de propina e fraude ao processo de dispensa de licitação nº 27/2011.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a promotora de Justiça, da análise da denúncia é possível extrair-se que, em meados de outubro de 2010, houve acordo entre Ricardo Coutinho, então candidato ao cargo de governador, e o representante da Cruz Vermelha, Daniel Gomes, para que continuassem a trabalhar juntos em projetos na área da saúde. Para tanto, Daniel destinou recursos que seriam usados na campanha eleitoral do ex-governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a promotoria, a mera transcrição, na denúncia, de trechos contendo referências à campanha eleitoral de 2010 não implica, por si só, na existência de delitos de cunho eleitoral. Além disso, a contrapartida ofertada ao recebimento da propina seria a implementação de mecanismos de desvio de recursos públicos, através da terceirização da gestão hospitalar, o que efetivamente veio a se concretizar mediante o uso de organizações sociais, cujo ato inicial foi a contratação fraudulenta da Cruz Vermelha Brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jovana Tabosa argumentou que ilações ou probabilidades/possibilidades de ocorrência de fato criminoso eleitoral não ensejam o deslocamento de competência, sendo fundamental a indicação de dados objetivos e concretos, sob a carga de indícios efetivos. “Se a própria denúncia não narra qualquer crime eleitoral que, diga-se de passagem, sequer foi objeto de investigação, não há razão para o feito tramitar na Justiça Eleitoral”, diz o parecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPE enfatiza ainda que o Código Eleitoral não tipifica o delito de “Caixa Dois”, de modo que a ação de usar dinheiro de origem criminosa em campanha não está prevista como sendo crime eleitoral e que, se fosse reconhecida a competência da justiça eleitoral no caso, ocorreria “a esdrúxula situação” de tramitação na justiça especializada de crimes de corrupção passiva, peculato e fraude à licitação sem paralelismo com qualquer delito eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entenda o caso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPPB ajuizou ação penal contra o ex-governador Ricardo Coutinho e outros, pela prática de crimes de corrupção passiva, fraude à licitação e peculato. O ex-mandatário é acusado de ter comandado um esquema de desvio de recursos da saúde e da educação por meio de fraudes a licitações e superfaturamento de contratos firmados com organizações sociais, notadamente a Cruz Vermelha do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi distribuída à 3ª Vara Criminal de João Pessoa-PB (processo nº 0003269-66.2020.815.2002), com posterior decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes (Reclamação nº 46987) declarando a incompetência da Justiça Estadual Comum e determinado a remessa dos autos, especificamente em relação ao reclamante Ricardo Coutinho, à Justiça Eleitoral do Estado, por entender presente, na denúncia, imputações que denotam a prática de crime eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação aportou na Justiça Eleitoral e foi tombada sob o nº 0600082-08.2021.6.15.0070, tendo o juízo da 1ª Zona Eleitoral determinado abertura de vistas ao MPE para se manifestar sobre o caso. A promotora eleitoral, Jovana Tabosa, promoveu o arquivamento da persecução relacionada ao fato eleitoral, após concluir que não houve crime dessa natureza e requereu a remessa do processo à Justiça comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do MPPB</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se: </strong><a href="https://chat.whatsapp.com/LjSHneKlLUKKzBM0oa0Lpd">https://chat.whatsapp.com/LjSHneKlLUKKzBM0oa0Lpd</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
