A família do ex-prefeito Manoel Batista Chaves Filho (PSD), conhecido como Manoel da Lenha, de Ingá, não teve uma boa notícia nesta quarta-feira (29). O ex-gestor morreu em julho do ano passado. Ele foi a primeira vítima da Covid-19 entre os mandatários paraibanos. E nesta quarta o Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou as contas da gestão dele referentes ao exercício de 2018. Entre as irregularidades apontadas estão excesso de gastos com combustíveis, débito na execução orçamentária e contratação de servidores sem concurso público.
No voto, o conselheiro substituto Renato Sérgio Santiago Melo ainda enfatizou o desequilíbrio financeiro entre ativo e passivo, atraso nos repasses do duodécimo ao Legislativo e inconformidades nos procedimentos licitatórios. Ao propor o voto contrário, o relator deixou de aplicar multa, em face do falecimento do gestor, no entanto, imputou um débito de R$ 25.140 mil ao espólio, visto o excesso de pagamentos para aquisição de combustível. Ainda cabe recurso.
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