O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decretou intervenção no Distrito Federal até o dia 31 deste mês. Com a decisão, caberá ao secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Capelli, comandar as ações de segurança em Brasília. A decisão ocorreu após os lamentáveis atos terroristas protagonizados com a ocupação das sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A decisão ocorre em meio à leniência do governo comandado por Ibaneis Rocha (MDB), que, apesar da movimentação dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), não tomou providências.
No discurso em que anunciou a intervenção, Lula ressaltou a omissão frente aos sinais de que haveria vandalismo em Brasília. Ele ressaltou que a Polícia Militar contemplou a atuação dos vândalos sem que nada fosse feito. “Espero que com esse decreto consigamos não só tomar conta da segurança no Distrito Federal, como evitar que isso volte a acontecer”, disse, garantindo que todos os responsáveis serão punidos.
Lula culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos ataques. Ele alega que o ex-mandatário estimulou os atos. “Tudo isso será apurado com muita responsabilidade”, disse.
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