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	<title>veto &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Com veto de Lula a aumento de deputados, Paraíba perde duas vagas na Câmara e seis na Assembleia Legislativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 13:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[O veto do presidente Lula (PT) colocou um tijolo a mais na difícil construção do aumento do número de deputados federais na Câmara dos Deputados. Sobrou agora para o Congresso Nacional derrubar o veto em uma situação muito mais adversa. Pode conseguir? Sim, mas demandará muito mais energia que uma votação na madrugada. Pior para [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O veto do presidente Lula (PT) colocou um tijolo a mais na difícil construção do aumento do número de deputados federais na Câmara dos Deputados. Sobrou agora para o Congresso Nacional derrubar o veto em uma situação muito mais adversa. Pode conseguir? Sim, mas demandará muito mais energia que uma votação na madrugada. Pior para a Paraíba, que perderá dois deputados federais e no mínimo R$ 120 milhões em emendas e ainda seis vagas na Assembleia Legislativa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso é culpa da falda de diálogo entre um Congresso altamente empoderado diante de um Executivo que se viu atordoado, mas com ferramentas ainda para lutar. Puxado por Hugo Motta (Republicanos), a Câmara impôs uma derrota histórica ao governo federal por causa da majoração do IOF. Lula (PT) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu o óbvio: o PDL do Congresso que derrubava o decreto presidencial era inconstitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que no mesmo dia que foi aprovado o PDL do Congresso com o discurso de forçar o governo a enxugar os gastos sociais, a Câmara votou o aumento do número de deputados de 513 para 531, com impacto milionário nas contas. A proposta tem a oposição de 85% da população brasileira e há sinalizações do Congresso Nacional de que o veto não será derrubado. Há campanhas desde ontem contra a matéria, puxada por figuras como o ex-deputado Deltan Dallangnol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pasta chefiada por Fernando Haddad (PT) havia recomendado o veto presidencial pelo não cumprimento da previsibilidade orçamentária e por ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal. O projeto de lei complementar aumentria o número de deputados de 513 para 531, com impacto anual estimado por deputados de cerca de R$ 65 milhões somente com os custos da criação das novas vagas, incluindo salários, benefícios e estrutura para novos congressistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O veto ainda pode ser revertido pelo Congresso, mas virá banhado em polêmicas. A matéria passou com votação apertada na Câmara dos Deputados e aprovado no Senado em votação simbólica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se as regras tivessem valido na eleição passada, não teriam sido eleitos para a Câmara dos Deputados Dr. Damião (União Brasil), que teve 64.023 votos e Luiz Couto (PT), com 54.851. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Da Assembleia Legislativa, estariam fora DRº Eduardo Brito (SD), com 22.778; Luciano Cartaxo (PT), com 22.272; Gilbertinho (União), com 21.893, e Sargento Neto (PL), com 20.602 votos.</p>



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		<title>Lei Vini Jr.: Governo vê inconstitucionalidade e veta projeto que propõe combate ao racismo nos estádios da Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 11:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) vetou totalmente um projeto de autoria da deputada Cida Ramos (PT), aprovado pela Assembleia Legislativa, que previa a instituição da Política Estadual “Vini Jr” de combate ao racismo nos estádios e nas arenas esportivas do Estado da Paraíba. O gestor alegou vício de origem na proposta, que invade competência exclusiva [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) vetou totalmente um projeto de autoria da deputada Cida Ramos (PT), aprovado pela Assembleia Legislativa, que previa a instituição da Política Estadual “Vini Jr” de combate ao racismo nos estádios e nas arenas esportivas do Estado da Paraíba. O gestor alegou vício de origem na proposta, que invade competência exclusiva do Executivo. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (22).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/valdemar-costa-neto-convida-ex-simbolo-do-petismo-para-se-filiar-ao-pl/">. Valdemar Costa Neto sonda ex-símbolo do petismo sobre filiação ao PL</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-consegue-em-campina-grande-o-que-seria-impossivel-em-joao-pessoa-reunir-a-esquerda/">. João Azevêdo consegue em Campina Grande o que seria impossível em João Pessoa: reunir a esquerda</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/servidores-de-joao-pessoa-ja-recebem-salarios-pelo-brb-neste-mes-banco-faz-esforco-concentrado-para-abertura-de-contas/">.  Servidores de João Pessoa já recebem salários pelo BRB neste mês. Banco faz esforço concentrado para abertura de contas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A presente propositura dispõe sobre matéria cuja iniciativa de lei é privativa do governador. Ela dispõe sobre serviço público e atribuições concretas a serem executadas pelo Poder Executivo, instituindo novas atribuições para secretarias e órgãos públicos. Consequentemente, infringiu o disposto no artigo 63, § 1º, II, alíneas “b” e “e”, da Constituição Estadual&#8221;, diz o texto do veto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da deputada surgiu após uma sequência de episódios de racismo envolvendo o jogador da Seleção Brasileira, Vini Jr., craque do Real Madrid. A matéria aprovada pela Assembleia Legislativa tornava obrigatória &#8220;a divulgação e a realização de campanhas educativas de combate ao racismo nos períodos de intervalo ou que antecedem os eventos esportivos ou culturais&#8221;. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="961" height="692" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/08/67e7601d8d246c8971f634aec2512be4.jpeg" alt="" class="wp-image-11309"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem: Reprodução/Diário Oficial do Estado</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O texto propunha ainda a divulgação e &#8220;a interrupção da partida em andamento em caso de denúncia ou reconhecida manifestação de conduta racista por qualquer pessoa presente, sem prejuízo das sanções cíveis, penais e previstas no regulamento da competição e da legislação desportiva&#8221;. O veto agora será analisado pelo plenário da Assembleia, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo. </p>



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		<title>João Azevêdo veta lei que equiparava fibromialgia a deficiência física</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-veta-lei-que-equiparava-fibromialgia-a-deficiencia-fisica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 11:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[fibromialgia]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) vetou projeto de lei de autoria do deputado estadual Wilson Filho (Republicanos) que &#8220;reconhece os portadores de fibromialgia como pessoas com deficiência no âmbito da Paraíba. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), nesta terça-feira (7). O texto definia, no seu artigo primeiro, que a doença provoca [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) vetou projeto de lei de autoria do deputado estadual Wilson Filho (Republicanos) que &#8220;reconhece os portadores de fibromialgia como pessoas com deficiência no âmbito da Paraíba. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), nesta terça-feira (7). O texto definia, no seu artigo primeiro, que a doença provoca impedimentos de longo prazo de natureza física, &#8220;que podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto estabelecia ainda às pessoas com fibromialgia &#8220;os mesmos direitos e garantias das pessoas com deficiência.&#8221; Ao analisar o caso, no entanto, fazendo uso de parecer da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Defi ciência (Funad), o governador optou pelo veto. &#8220;Conforme Consenso Brasileiro do Tratamento da Fibromialgia, a Fibromialgia é uma doença reumatológica, cuja característica principal é dor musculoesquelética difusa e crônica.&#8221; Já em relação a deficiência, o órgão considera os impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pessoa com diagnóstico de fibromialgia pode até ser equiparado à pessoa com deficiência. Para isso, contudo, além de atestado de profi ssional médico, tal equiparação dependerá de avaliação clínica para aferir as incapacidades e disfuncionalidades nas áreas física, intelectual, visual e auditiva que acarretem defi ciência em uma abordagem biopsicossocial, conforme prevê o art. 2º da Lei nacional nº 13.146/2015&#8221;, disse o texto do veto.</p>



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		<title>Lei Padre Júlio Lancelloti: Congresso derruba veto de Bolsonaro e proíbe &#8216;arquitetura hostil&#8217; a moradores de rua</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/lei-padre-julio-lancelloti-congresso-derruba-veto-de-bolsonaro-e-proibe-arquitetura-hostil-a-moradores-de-rua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 20:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional derrubou nesta sexta-feira (16) o veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) à proposta que proíbe o uso de materiais e estruturas destinados a afastar as pessoas em situação de rua de locais públicos – a chamada arquitetura hostil. O texto, que agora segue para promulgação, foi apelidada de Lei Padre Júlio Lancelloti. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Congresso Nacional derrubou nesta sexta-feira (16) o veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) à proposta que proíbe o uso de materiais e estruturas destinados a afastar as pessoas em situação de rua de locais públicos – a chamada arquitetura hostil. O texto, que agora segue para promulgação, foi apelidada de Lei Padre Júlio Lancelloti. O tema surgiu após o religioso ligado à causa social aparecer embaixo de um viaduto quebrando blocos colocados pela prefeitura de São Paulo para impedir que moradores de rua dormissem no local. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No Senado, a derrubada do veto teve 60 votos favoráveis e apenas 4 contrários. Na Câmara dos Deputados, foram 354 votos pela derrubada do veto e 39 pela manutenção. O veto havia sido publicado na quarta-feira (14). A Presidência da República disse em nota que a expressão “técnicas construtivas hostis”, empregada no projeto, poderia gerar insegurança jurídica, por se tratar de “terminologia que ainda se encontra em processo de consolidação para inserção no ordenamento jurídico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 488/21 é de autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES). O parlamentar decidiu apresentar a matéria após tomar conhecimento da atitude do padre, que viralizou nas redes sociais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">https://twitter.com/pejulio/status/1356613586966245383?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1356613586966245383%7Ctwgr%5E5e7c747450061726f1161bf2be5329627803f681%7Ctwcon%5Es1_&#038;ref_url=https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcotidiano%2F2022%2F12%2Fcongresso-derruba-veto-de-bolsonaro-e-mantem-lei-padre-julio-lancellotti.shtml</p>



<p class="wp-block-paragraph">Preocupação humanitária<br>Contarato comemorou a inclusão do veto na pauta antes do prazo e afirmou que a lei tem preocupação humanitária. “O Estatuto das Cidades tem de ser inclusivo. Essas técnicas de utilização de vergalhões, correntes, instrumentos pontiagudos, têm o único objetivo de valorizar o patrimônio em detrimento do acolhimento da população em situação de rua”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele ressaltou que a pandemia aumentou o número das pessoas que moram na rua e elogiou o trabalho social do Padre Júlio Lancelotti. “É um verdadeiro humanista, aguerrido, que tem um olhar voltado aos marginalizados, aos que mais precisam”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele cobrou que os municípios revejam os planos diretores das cidades para romper com as construções agressivas à população mais vulnerável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder do PT, deputado Reginaldo Lopes (MG), afirmou que a proposta é um marco no acolhimento da população. “Os gestores públicos deveriam ter um diálogo e políticas públicas para melhorar a qualidade de vida da nossa população em situação de rua e não ter métodos construtivos hostis a essa população”, disse o líder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas o partido Novo votou a favor da manutenção do veto. A deputada Adriana Ventura (SP) afirmou que o texto tem boa intenção, mas fere a autonomia dos municípios. “Eu entendo a questão humanitária, mas desumano é o poder público não dar conta de cuidar da população de rua: dar barraca, cobertor e não dar moradia”, criticou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Humanização das cidades<br></strong>O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que foi relator da proposta na Câmara, disse que a lei é uma ferramenta contra o preconceito e o ódio aos pobres e às pessoas em situação de rua. “É muito importante que o poder público adote medidas para a humanização das cidades, adote medidas para o acolhimento dessas pessoas. Ninguém vive na rua por opção, por querer, são as circunstâncias que levam a isso”, disse Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Com informações da Agência Câmara de Notícias</p>



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		<title>Congresso se articula para derrubar veto de Bolsonaro ao fundão de R$ 5,7 bilhões</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/congresso-se-articula-para-derrubar-veto-de-bolsonaro-ao-fundao-de-r-57-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2021 11:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de muitas idas e vindas, com sinais de apoio e rejeição ao &#8220;fundão eleitoral&#8221; de R$ 5,7 milhões, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decidiu vetar a dinheirama. Em contato com alguns deputados paraibanos, o blog apurou que o veto será derrubado no Congresso. O tema gerou mais polêmica porque parlamentares identificados com o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Depois de muitas idas e vindas, com sinais de apoio e rejeição ao &#8220;fundão eleitoral&#8221; de R$ 5,7 milhões, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decidiu vetar a dinheirama. Em contato com alguns deputados paraibanos, o blog apurou que o veto será derrubado no Congresso. O tema gerou mais polêmica porque parlamentares identificados com o bolsonarismo votaram a favor da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que instituiu o aumento. A lista inclui os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conversa com o blog, um parlamentar disse que o recurso será mantido, mesmo que haja negociação para reduzir o montante quando for composto o Orçamento Geral da União (OGU). O Congresso Nacional pode rejeitar o veto de Bolsonaro, caso junte maioria nas duas Casas (257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado Federal). Neste caso, ele teria que promulgar a lei do mesmo jeito, o que poderia ser feito também pelo presidente ou pelo vice-presidente do Senado caso o chefe do Executivo se recuse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sinalização do veto manifestada por Bolsonaro ocorreu após a repercussão negativa do aumento de R$ 2 bilhões para quase R$ 6 bilhões. Ele chegou a defender que fosse aprovado algo entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões, porém, resolveu devolver o problema para o Congresso. O presidente também vetou as emendas do relator, por falta de transparência. Este ponto também deve ser derrubado pelos parlamentares, apesar da resistência de parte do parlamento à matéria. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento de instabilidade política deve ser usado pelos parlamentares para, mais uma vez, passar a boiada. </p>



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