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	<title>TSE &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Ministra determina retorno de prefeito cassado ao comando de Tenório</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministro-determina-retorno-de-prefeito-cassado-ao-comando-de-tenorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[Tenório]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu efeito suspensivo que permite o retorno do prefeito cassado de Tenório, Manoel Vasconcelos, e da vice-prefeita Janine Onofre aos cargos. Os dois, filiados ao Republicanos, haviam sido cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no último dia 6 sob acusação de prática de conduta vedada. Com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A ministra Estela Aranha, do <strong>Tribunal Superior Eleitoral</strong> (TSE), concedeu <strong>efeito suspensivo</strong> que permite o retorno do prefeito cassado de Tenório, <strong>Manoel Vasconcelos</strong>, e da vice-prefeita Janine Onofre aos cargos. Os dois, filiados ao Republicanos, haviam sido cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no último dia 6 sob acusação de prática de conduta vedada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão da ministra, ficam suspensos os efeitos imediatos da <strong>cassação</strong>. Na prática, isso impede o afastamento do prefeito e da vice e também barra, por enquanto, a permanência do presidente da Câmara Municipal, Adilson Conserva (União Brasil) no comando interino do município. Ele chegou a assumir o cargo no fim de semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, no entanto, não anula a cassação. O que foi concedido é apenas um efeito suspensivo, mecanismo que paralisa temporariamente os efeitos da decisão até que o TSE analise o recurso especial apresentado pela defesa de Manoel Vasconcelos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao justificar a medida, Estela Aranha avaliou que o afastamento do gestor antes do julgamento definitivo dos recursos pode provocar prejuízos administrativos ao município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, a ministra argumenta que a retirada do exercício do mandato eletivo — ainda que de forma temporária — pode causar danos de difícil reparação, sobretudo pelo tempo limitado do mandato e pelos impactos na continuidade administrativa da prefeitura.</p>



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		<title>TSE autoriza tropa federais para a Paraíba e mais 11 estados</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tse-autoriza-tropa-federais-para-a-paraiba-e-mais-11-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 11:02:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[tropas federais]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na sessão administrativa desta terça-feira (24), aprovou, por unanimidade, o envio de apoio da Força Federal para a garantia da segurança no 1º turno das Eleições Municipais de 2024 – marcado para 6 de outubro. A decisão foi dada na análise de 53 processos que versam sobre requisição de Força [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na sessão administrativa desta terça-feira (24), aprovou, por unanimidade, o envio de apoio da Força Federal para a garantia da segurança no 1º turno das Eleições Municipais de 2024 – marcado para 6 de outubro. A decisão foi dada na análise de 53 processos que versam sobre requisição de Força Federal em localidades de 12 estados brasileiros. Para a Paraíba, o reforço irá para as cidades de Cabedelo, Bayeux e Fagundes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros da Corte deferiram requerimentos já aprovados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) e pelos governos estaduais para atuação da Força Federal em localidades do Acre, do Amazonas, do Ceará, do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul, do Pará, da <strong>Paraíba</strong>, do Piauí, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, do Maranhão e de Tocantins, inclusive nas capitais Rio de Janeiro (RJ), Teresina (PI), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Rio Branco (AC), Cuiabá (MT) e Belém (PA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ressaltou a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, o objetivo desse auxílio é garantir que o processo eleitoral transcorra de forma ordeira e tranquila, além de assegurar o cumprimento de determinações legais do pleito eleitoral. Ela destacou, ainda, que os pedidos são procedimentos normais para garantir o livre exercício do voto, bem como a normalidade da votação e da apuração dos resultados do 1º turno das eleições em diversos estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Previsão legal<br>A possibilidade de requisição do auxílio das Forças Federais pelo TSE está prevista na legislação desde 1965. O artigo 23, inciso XIV, do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) estabelece que cabe privativamente ao TSE “requisitar Força Federal necessária ao cumprimento da lei, de suas próprias decisões ou das decisões dos tribunais regionais que o solicitarem, e para garantir a votação e a apuração”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tanto, os TREs devem encaminhar o pedido indicando as localidades e os motivos que justifiquem a necessidade de reforço na segurança, com a anuência das secretarias de segurança dos respectivos estados.<br>Os pedidos aprovados pelo TSE são encaminhados ao Ministério da Defesa, órgão responsável pelo planejamento e pela execução das ações empreendidas pelas Forças Armadas. (com informações do TSE)</p>



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		<title>Milionários: candidatos poderão gastar até R$ 7,1 milhões na campanha, em Campina Grande</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/milionarios-candidatos-poderao-gastar-ate-r-71-milhoes-na-campanha-em-campina-grande/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 13:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Campina Grande]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<category><![CDATA[valores]]></category>
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					<description><![CDATA[Fazer campanha em Campina Grande nunca foi algo barato, mas neste ano a coisa pode chegar a um novo e elevado patamar. De acordo com a planilha dos limites de gastos divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os postulantes estão autorizados a torrar até R$ 7,1 milhões, em caso de segundo turno. Isso é bem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Fazer campanha em Campina Grande nunca foi algo barato, mas neste ano a coisa pode chegar a um novo e elevado patamar. De acordo com a planilha dos limites de gastos divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os postulantes estão autorizados a torrar até R$ 7,1 milhões, em caso de segundo turno. Isso é bem mais que a realidade de João Pessoa, onde os gastos não poderão superar em muito a casa dos R$ 5 milhões. Os montantes têm como base os limites históricos, corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O TSE divulgou os limites de todos os 5.500 municípios brasileiros. O que faz de Campina Grande uma cidade com eleições caras tem a ver com a história das disputas na cidade. Elas, em geral, são bem caras. Para o primeiro turno, segundo a Justiça Eleitoral, o teto de gastos admitido por cada uma das candidaturas será de R$ 5,1 milhões. Caso haja segundo turno, os postulantes estão autorizados a gastar outros R$ 2 milhões. Os candidatos a vereador da cidade poderão gastar R$ 213 mil na tentativa de convencer os eleitores a votarem neles. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de João Pessoa, o fato de ser o maior colégio eleitoral do Estado não influencia no montante estabelecido como teto. Isso tem a ver com o histórico dos gastos. Então, na capital, os postulantes poderão investir R$ 3,6 milhões no primeiro turno. Em caso de segundo turno, poderão dispor de mais R$ 1,4 milhão. Vale ressaltar que isso é o teto. Nada impede que os postulantes invistam muito menos que o admitido pela regra. No caso dos vereadores, o valor máximo admitido é de R$ 405 mil por cada um dos postulantes.</p>



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		<title>Cármen Lúcia assume TSE com régua e compasso deixados por Alexandre de Moraes</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/carmen-lucia-assume-tse-com-regua-e-compasso-deixados-por-alexandre-de-moraes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 10:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cármen lúcia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia tomou posse nesta segunda-feira (3) no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O mandato será de dois anos. Ela substituiu Alexandre de Moraes no cargo buscando dar continuidade a um trabalho árduo encampado pelo agora antecessor: manter as bases democráticas do país. Em 2022, não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia tomou posse nesta segunda-feira (3) no cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O mandato será de dois anos. Ela substituiu Alexandre de  Moraes no cargo buscando dar continuidade a um trabalho árduo encampado pelo agora antecessor: manter as bases democráticas do país. Em 2022, não fosse a postura firme e por vezes pouco ortodoxa de Moraes, a frágio e jovem democracia brasileira teria ruído. E a continuidade disso precisa ser abraçada pela sucessora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cármen Lúcia, ao longo da sua história, construiu a imagem de magistrada séria, de posições fortes, mas também sujeita a recuos em meio a pressões. Um figurino que não poderá usar mais. Pelo menos não se quiser seguir os passos do antecessor, como o declarado por ela na posse. Ao fazer referência ao legado do colega, ela disse que Moraes teve atuação “firme e rigorosa” em defesa da democracia nas eleições de 2022. Durante a fala, Moraes foi aplaudido pelo plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A atuação foi determinante para a realização de eleições seguras, sérias e transparentes em um momento de grande perturbação, provocada pela ação de antidemocratas, que buscaram quebrantar os pilares das conquistas republicanas nos últimos 40 anos&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova presidente também garantiu que o Brasil terá eleições livres e democráticas em outubro. Cármen também acrescentou que a disseminação de mentiras pelas redes sociais é um “desaforo tirânico” contra as democracias e que os abusos não serão tolerados. “O algoritmo do ódio, visível e presente, senta-se à mesa de todos. É preciso ter em mente que o ódio e violência não são gratuitos. Instigados por mentiras, reproduzem-se. Esses ódios parecem intransponíveis, mas não são”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do esperado menor tensionamento, a eleição deste ano reserva uma tarefa maior para a Justiça Eleitoral. Isso por causa das novas ferramentas de disseminação de mentiras. As deepfakes começaram a ser usadas com muita força e já há, na Paraíba, um caso típico disso. Um áudio atribuído falsamente ao pré-candidato a prefeito de Santa Rita, Nilvan Ferreira (Republicanos), com elogios a um potencial adversário. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perfil</strong><br>Cármen Lúcia foi nomeada para o Supremo durante o primeiro mandato ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. Ela sucedeu o ministro Nelson Jobim na Corte. Antes de chegar ao STF, a ministra atuou como procuradora de Minas Gerais. É formada em direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será a segunda passagem da ministra pela presidência do TSE. Em 2012, Cármen se tornou a primeira mulher a comandar a Justiça Eleitoral e o pleito municipal daquele ano. De volta ao tribunal, a ministra se destaca pelo combate às fraudes de cotas de gênero nas eleições e violência política contra candidatas.</p>



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		<title>TSE marca julgamento de recursos e ação que pode cassar Sérgio Moro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tse-marca-julgamento-de-recursos-e-acao-que-pode-cassar-sergio-moro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 10:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[marcado]]></category>
		<category><![CDATA[recurso]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio moro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou o julgamento do senador Sergio Moro (União Brasil) para as sessões dos dias 16 e 21 de maio. O parlamentar conseguiu absolvição no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, mas houve recurso para a corte superior. O Ministério Público Eleitoral apresentou parecer ao TSE na terça-feira (7) defendendo rejeição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) <strong>marcou o julgamento do senador Sergio Moro (União Brasil) para as sessões dos dias 16 e 21 de maio.</strong> O parlamentar conseguiu absolvição no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná, mas houve recurso para a corte superior. O Ministério Público Eleitoral apresentou parecer ao TSE na terça-feira (7) defendendo rejeição dos recursos contra a absolvição de Moro da acusação de abuso do poder econômico durante a pré-campanha eleitoral de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos à decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) foram apresentados no mês passado pelo PL e pelo PT. A chapa de Moro foi acusada de caixa dois, utilização indevida de meios de comunicação social, além de abuso de poder econômico. As ações foram protocoladas pelo PL e pela Federação Brasil da Esperança em novembro e dezembro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/apos-polemica-hugo-motta-retira-de-pauta-projeto-que-permitiria-confisco-no-fgts-de-devedores-por-bancos/">. Após polêmica, Hugo Motta retira de pauta projeto que permitiria “confisco” no FGTS de devedores por bancos</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/pac-selecoes-contempla-110-municipios-paraibanos-e-joao-pessoa-tera-r-300-milhoes-veja-se-o-seu-esta-incluido/">. PAC Seleções contempla 110 municípios paraibanos e João Pessoa terá R$ 300 milhões. Veja se o seu está incluído:</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os procuradores do Ministério Público Eleitoral entenderam que houve abuso de poder econômico devido ao gasto de pelo menos R$ 2 milhões durante a pré-campanha, feito com investimentos conjuntos do Podemos e do União Brasil. Os procuradores também analisaram o fato de que a pré-campanha de Moro, em um primeiro momento, estava voltada para a corrida presidencial. Por fim, o parecer recomendou a cassação da chapa e a inelegibilidade de Sergio Moro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por maioria dos votos, o TRE-PR decidiu contra a cassação de Moro. Quatro desembargadores seguiram o voto do relator Luciano Carrasco Falavinha Souza e entenderam que as acusações não procedem. O julgamento foi finalizado no dia 9 de abril, em Curitiba.</p>



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		<item>
		<title>Google vai proibir impulsionamento de propaganda política nas eleições deste ano</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/google-vai-proibir-impulsionamento-de-propaganda-politica-nas-eleicoes-deste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 18:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda leitoral]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os candidatos a prefeito e a vereador, além dos partidos políticos, não poderão impulsionar conteúdos nas eleições deste ano nas plataformas mantidas pelo Google. A decisão foi tomada após a atualização das regras para impulsionamento de propaganda eleitoral feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em fevereiro. A empresa anunciou que vai atualizar sua política relacionada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os candidatos a prefeito e a vereador, além dos partidos políticos, não poderão impulsionar conteúdos nas eleições deste ano nas plataformas mantidas pelo Google. A decisão foi tomada após a atualização das regras para impulsionamento de propaganda eleitoral feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa anunciou que vai atualizar sua política relacionada aos conteúdos políticos no Google Ads &#8220;para não mais permitir a veiculação de anúncios políticos no país&#8221;. &#8220;Essa atualização acontecerá em maio tendo em vista a entrada em vigor das resoluções eleitorais para 2024. Temos o compromisso global de apoiar a integridade das eleições e continuaremos a dialogar com autoridades em relação a este assunto&#8221;, diz a empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução 23.732, que altera as regras sobre propaganda eleitoral aprovadas pela Justiça Eleitoral em 2019, traz uma definição de &#8220;conteúdo político-eleitoral&#8221; considerada ampla demais pelo Google. A Justiça Eleitoral estabeleceu que se enquadra na medida toda aquela propaganda que &#8220;versar sobre eleições, partidos políticos, federações e coligações, cargos eletivos, pessoas detentoras de cargos eletivos, pessoas candidatas, propostas de governo, projetos de lei, exercício do direito ao voto e de outros direitos políticos ou matérias relacionadas ao processo eleitoral&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Eleitoral exige que as plataformas digitais que oferecerem esse tipo de serviço de impulsionamento de conteúdo eleitoral precisam manter um repositório dos anúncios &#8220;para acompanhamento, em tempo real, do conteúdo, dos valores, dos responsáveis pelo pagamento e das características dos grupos populacionais que compõem a audiência (perfilamento) da publicidade contratada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores valores com impulsionamento de conteúdo político na internet foram gastos com três empresas: Facebook, que também administra o Instagram; Adyen, fintech responsável pelo sistema de pagamentos da plataforma, e o Google.</p>



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		<item>
		<title>Saída de Moraes em junho deve legar TSE mais conservador para eleições de outubro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/saida-de-moraes-em-junho-deve-legar-tse-mais-conservador-para-eleicoes-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2024 14:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[deixa]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O perfil do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não deverá ser o mesmo nas eleições deste ano. O motivo é a mudança na composição da Corte, com a saída do atual presidente, Alexandre de Moraes, em 3 de junho. O movimento fará com que a composição do colegiado passe a ter mais ministros conservadores, por vezes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O perfil do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não deverá ser o mesmo nas eleições deste ano. O motivo é a mudança na composição da Corte, com a saída do atual presidente, Alexandre de Moraes, em 3 de junho. O movimento fará com que a composição do colegiado passe a ter mais ministros conservadores, por vezes simpáticos à pauta bolsonarista. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal nome do grupo é o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (TSE). Em votações anteriores, ele se mostrou mais tolerante em relação a processos contra bolsonaristas como o deputado estadual Fernando Francischini (PL-PR), cassado pela disseminação de fake news contra as urnas eletrônicas em 2018. Mendonça votou contra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a saída de Moraes, o TSE será comandado pela ministra Cármen Lúcia. Não há porque imaginar que a posição dela frente ao tribunal vá mudar em relação ao atual comandante. Ela promete foco contra as fake news. Acontece que a acolhida à pauta deixa de ser certa, por conta da composição do colegiado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O placar atual em casos polêmicos tem sido de 4 a 3. Com a chegada de Mendonça, quatro ministros mais “conservadores”, e menos alinhados a Moraes, passariam a integrar o plenário — Nunes Marques, Raul Araújo e Isabel Gallotti. Do outro lado, ficariam Cármen Lúcia, André Ramos Tavares e Floriano de Azevedo Marques. Mendonça foi indicado por Bolsonaro ao STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso deve ter impacto em julgamentos futuros. O TSE deve julgar o pedido de cassação do ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União-PR). Na avaliação de integrantes do tribunal, a troca de Moraes por Mendonça torna a composição do TSE mais favorável a Moro. Ele é acusado de abuso de poder econômico na eleição de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a &#8220;visão de mundo&#8221; do TSE deve mudar em relação a temas polêmico como ações relacionadas a casos de fake news e processos de inelegibilidade de Jair Bolsonaro. Ele já está inelegível por oito anos, mas tramitam na Corte outras 16 ações contra o ex-mandatário do país. Neste caso, é possível que eles sejam rejeitados. </p>



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		<item>
		<title>TSE acerta ao criar mecanismos contra fake news no ano eleitoral, mas combate não será fácil</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tse-acerta-ao-criar-mecanismos-contra-fake-news-no-ano-eleitoral-mas-combate-nao-sera-facil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2024 10:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[agu]]></category>
		<category><![CDATA[ciedde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou parceria com Advocacia-Geral da União (AGU) e da Polícia Federal (PF) para criar e operacionalizar o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (CIEDDE). A decisão é um chute a gol do ministro Alexandre de Moraes, presidente da Corte Eleitoral. Acontece que a evolução tecnológica da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou parceria com Advocacia-Geral da União (AGU) e da Polícia Federal (PF) para criar e operacionalizar o Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (CIEDDE). A decisão é um chute a gol do ministro Alexandre de Moraes, presidente da Corte Eleitoral. Acontece que a evolução tecnológica da eleição passada para cá tende a tornar mais difícil o trabalho e, consequentemente, trazer consequências mais deletérias para o sistema democrático. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As ferramentas de inteligência artificial e as deepfakes evoluíram muito do pleito passado para cá. Isso faz com que tanto o uso &#8220;inocente&#8221;, com ferramentas que simulam conversa do eleitor com o candidato, ou mesmo as adulterações maliciosas de vídeos e áudios estejam mais acessíveis. Isso fará com que AGU, PF e Justiça Eleitoral se desdobrem, mas com grande dificuldade para reparar os danos. Como profissional da imprensa, a experiência me mostra que o &#8220;tapa na cara&#8221; tem muito mais impacto do que o pedido de desculpas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Moraes, apesar disso, demonstrou otimismo durante a assinatura do convênio. “O Tribunal Superior Eleitoral, com esses parceiros importantes, pode garantir à eleitora e ao eleitor que, neste ano de 2024, eles também terão a tranquilidade para votar e fortalecer a nossa democracia”, afirmou o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, na manhã desta quarta-feira (3). Uma esperança que parece ser superestimada, apesar dos bons resultados alcançados em 2022 no combate à desinformação. Bom resultado, vírgola, já que muita coisa passou nos espaços sombrios das redes sociais. Os famosos tios do zap são uma praga. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A criação do CIEDDE, inaugurado no dia 12 de março, é mais um passo para garantir o compromisso do TSE no combate a conteúdos falsos no âmbito da Justiça Eleitoral e das eleições. Além de enfrentar narrativas enganosas e discursos de ódio, discriminatórios e antidemocráticos na esfera eleitoral, o Centro tem como objetivo promover junto aos poderes, aos órgãos da República e às instituições a educação em cidadania, os valores democráticos e os direitos digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os compromissos firmados com a assinatura dos acordos conferem aos novos parceiros do CIEDDE algumas responsabilidades, como o intercâmbio de informações e a comunicação mais ágil entre órgãos, entidades e plataformas de redes sociais, com o intuito de implementar ações preventivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra função do CIEDDE é organizar campanhas publicitárias de educação contra desinformação, discursos de ódio e antidemocráticos e em defesa da democracia e da Justiça Eleitoral, bem como sugerir aos órgãos competentes as alterações normativas necessárias para o fortalecimento da JE e para o enfrentamento do tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro funcionará na sede do TSE, em Brasília (DF), e vai unir esforços com o Ministério Público Federal (MPF), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e agora, também, com a Polícia Federal (PF) e Advocacia-Geral da União (AGU).</p>



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		<title>Advogado paraibano integra comissão que enviou sugestões ao TSE para eleições 2024</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/advogado-paraibano-integra-comissao-que-enviou-sugestoes-ao-tse-para-eleicoes-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jan 2024 19:24:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[fabio brito]]></category>
		<category><![CDATA[paraibano]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<category><![CDATA[sugestões]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O advogado e professor, Fábio Brito, foi o único jurista com atuação na Paraíba a integrar comissão especial da Associação Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep) que produziu relatório com sugestões para auxiliar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no aprimoramento de regras para as eleições de 2024. O relatório com as propostas foi encaminhado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O advogado e professor, Fábio Brito, foi o único jurista com atuação na Paraíba a integrar comissão especial da Associação Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep) que produziu relatório com sugestões para auxiliar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no aprimoramento de regras para as eleições de 2024. O relatório com as propostas foi encaminhado nesta sexta-feira (19), ao presidente da Corte, ministro Alexandre de Morais, e traz sugestões referentes à prestação de contas dos candidatos, propaganda eleitoral, financiamento de campanha, investigações eleitorais, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de especialistas em direito eleitoral, o relatório foi produzido por magistrados, membros do Ministério Público, professores e cientistas políticos. Ao todo, o trabalho foi dividido em seis grupos de trabalho. Fábio Brito integrou o GT que apresentou propostas para Propaganda Eleitoral e Ilícitos Eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as sugestões nesta área, o grupo recomendou a substituição da expressão fakenews por “desinformação” para evitar dúvidas quanto à terminologia quando da aplicação das punições e a inclusão de parágrafo explícito condenando o assédio eleitoral entre patrão e funcionários em locais de trabalho, visto a grande quantidade de casos identificados no pleito anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo também abordou a utilização de Inteligência Artificial na composição do material de campanha, e defendeu que as restrições deveriam se ater ao conteúdo e não aos dispositivos utilizados. “Não se pode culpar a caneta pelo palavrão. O foco deve estar no produto, na peça finalizada. Existe desinformação? Existe deepfake? Que se aplique a punição cabível”, justifica o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ABRADEP sugeriu, ainda, que o TSE crie programas de premiação para partidos e candidatos que cumpram à risca as exigências da prestação de contas como forma de estimular o esforço ao atendimento das regras vigentes. E ainda clareza em artigo para permitir, respeitando os princípios da razoabilidade e economicidade, que parentes de candidatos possam receber recursos oriundos do Fundo Partidário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Fábio Brito, a iniciativa do TSE de abrir um debate público para aprimorar os instrumentos legais para o processo eleitoral é extremamente importante. “Além de fortalecer a democracia, supõe que possamos atingir o máximo de clareza e de estabilidade jurídica para adoção e cumprimento das regras adotadas”, completou o advogado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo do advogado paraibano foi teve como relatoras Lúcia Maria Teixeira e Luiza Cesar Portella, sendo composto ainda por Alexandre Basílio, Bruno Hoffman, Fernando Neisser, Geraldo Agosti Filho, Rafael Antonio Costa e Rodrigo Cyrineu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Luís Torres</p>



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		<title>TSE rejeita três novas ações contra Bolsonaro por abuso nas eleições</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tse-rejeita-tres-novas-acoes-contra-bolsonaro-por-abuso-nas-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 02:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[inelegibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta terça-feira (17) três ações na qual o ex-presidente Jair Bolsonaro era acusado de abuso poder político durante a campanha eleitoral de 2022. No terceiro processo, as coligações do PT e PSOL questionaram a realização de uma reunião de Bolsonaro com governadores e cantores sertanejos, entre os dias 3 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta terça-feira (17) três ações na qual o ex-presidente Jair Bolsonaro era acusado de abuso poder político durante a campanha eleitoral de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No terceiro processo, as coligações do PT e PSOL questionaram a realização de uma reunião de Bolsonaro com governadores e cantores sertanejos, entre os dias 3 e 6 de outubro, para anunciar apoio político para a disputa do segundo turno do pleito. Por maioria de votos, o tribunal entendeu que, apesar da conduta eleitoreira, a reunião não foi suficiente para caracterizar abuso de poder político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sessão realizada na noite desta terça, o TSE também absolveu Bolsonaro em mais duas ações que tratam de lives realizadas durante as eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo processo julgado tratava de uma live realizada no dia 21 de agosto de 2022, dentro da biblioteca do Palácio da Alvorada, para apresentar propostas eleitorais e pedir votos a candidatos apoiados por Bolsonaro. A maioria dos ministros entendeu que, apesar da realização da live, a conduta do ex-presidente não teve gravidade suficiente para configurar abuso de poder político, porque uma liminar do TSE impediu a realização de novas transmissões nos mesmos moldes. O general Braga Netto, vice na chapa da Bolsonaro, também foi absolvido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Corte Eleitoral também absolveu Bolsonaro ao julgar a primeira ação contra o ex-presidente. Durante o julgamento desta terça, os ministros começaram a discutir a liberação para que candidatos à reeleição nas eleições municipais de 2024 possam usar a estrutura das residências oficiais para transmissões, mas com regras, como fundo da live neutro, sem emprego de recursos e servidores públicos. Contudo, não houve consenso, e a discussão será retomada na sessão de quinta-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em junho, o ex-presidente foi condenado pela Corte Eleitoral à inelegibilidade por oito anos por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Bolsonaro protagonizou uma reunião com embaixadores, em julho do ano passado, no Palácio da Alvorada, onde atacou o sistema eletrônico de votação. O general Braga Netto foi absolvido no julgamento por não ter participado do encontro, mas também é alvo do novo julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Defesa<br></strong>Na semana passada, no início do julgamento, o advogado Tarcísio Vieira de Carvalho, representante de Bolsonaro, questionou a legalidade da análise conjunta das três ações e afirmou que a medida prejudica a defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a realização das lives, o advogado afirmou que não foi usada a estrutura estatal. Segundo o defensor, as transmissões foram feitas por meio das redes privadas de Bolsonaro. (Agência Brasil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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