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	<title>sistema &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Pandora: sistema forjado no Gaeco da Paraíba é usado pelos Ministérios Públicos em mais de 20 Estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 12:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[20 estados]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já ouviu falar do Pandora? O tema já mereceu atenção neste espaço, mas é pouco conhecido da maioria da população paraibana. Vai aqui uma informação importante: forjada no Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), a ferramenta de inteligência já é usada em mais de 20 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Você já ouviu falar do Pandora? <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/saiba-o-que-e-pandora-o-sistema-criado-e-usado-pelo-gaeco-e-outros-orgaos-para-desvendar-crimes-na-paraiba/">O tema já mereceu atenção neste espaço</a>, mas é pouco conhecido da maioria da população paraibana. Vai aqui uma informação importante: forjada no Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), a ferramenta de inteligência já é usada em mais de 20 estados, justamente para auxiliar na tomada de decisões de investigadores ligados aos ministérios públicos e órgãos de persecução criminal. Agora ficou mais fácil entender, não é? Sim, o Pandora consegue cruzar milhares de informações que podem contribuir na elucidação de crimes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa descrição mais técnica, segundo o coordenador do Gaeco, Octavio Paulo Neto, o Pandora é um sistema informatizado de inteligência estratégica, desenvolvido com o objetivo de atender às diversas demandas inerentes ao ciclo de produção de inteligência criminal em território nacional. Este sistema foi concebido para ser utilizado como um suporte de inteligência em investigações em andamento ou na fase de análise de casos, uma vez que possibilita uma visão panorâmica e interconectada de eventos de interesse e pessoas relacionadas, proporcionando uma compreensão abrangente e aprofundada do contexto sob investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele permite, por exemplo, uma varredura ampla sobre possíveis implicações criminais relacionadas a um suspeito durante as investigações, mas também, em caso de uso pelas receitas estaduais, uma varredura para descobrir potenciais sonegações. São milhares de possibilidades permitidas por um sistema que tem embutido, em si, camadas de inteligência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Pandora abrange integralmente todo o processo da concepção da inteligência criminal, integrando extensas bases de dados e oferecendo funcionalidades que permitem a concepção, implementação e manutenção de algoritmos sofisticados, permitindo a extração de informações estratégicas para apoiar o processo de persecução criminal. A ferramenta, vale ressaltar, tem sido constantemente aprimorada para se adequar às demandas do país. Um destaque nesse contexto pode ser observado com a recente adição de modelos especializados na localização de criminosos foragidos e no processamento e análise de dados não estruturados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta, portanto, tem ajudado na identificação dos suspeitos e encurtado o tempo das investigações. O objetivo, dizem os promotores do Ministério Público da Paraíba, é que os membros do MP e demais atores do sistema de Justiça tenham à disposição modelos de análise de grande volume de dados que permitam a detecção, de forma sistemática, dos riscos de crimes contra a administração pública, no âmbito dos gastos dos governos estadual e municipais, no Estado.</p>



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		<title>Saiba o que é Pandora, o sistema criado e usado pelo Gaeco e outros órgãos para desvendar crimes na Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Apr 2022 19:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[criminal]]></category>
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		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os integrantes do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) saem às ruas para o cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão nas casas de pessoas acusadas de desvio de dinheiro público. Um agente do Instituto de Polícia Científica, após coletar dados do banco de DNA Forense descobre todas as conexões, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os integrantes do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) saem às ruas para o cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão nas casas de pessoas acusadas de desvio de dinheiro público. Um agente do Instituto de Polícia Científica, após coletar dados do banco de DNA Forense descobre todas as conexões, inquéritos e condenações de um homem que estuprou dez mulheres. E ainda um servidor da Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz) cruza informações para apurar suspeitas de sonegação. Os casos, aparentemente sem ligação, têm um ponto em comum entre eles: o sistema Pandora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O blog teve curiosidade sobre o porquê de este termo (Pandora) ser citado, aqui e acolá, nas entrevistas coletivas, como meio para se chegar a determinada conclusão nas investigações. E aqui vai a explicação: o Pandora é um reportório de dados com camadas de inteligência usado pelos órgãos de investigação para apoiar o usuário na tomada de decisão. O sistema consegue cruzar milhares de informações para auxiliar na elucidação de crimes que vão desde de desvio de recursos públicos, a questões como sonegação, processos criminais e muitas outras aplicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta foi desenvolvida pelo Núcleo de Gestão do Conhecimento e Segurança Institucional do Ministério Público da Paraíba (NGCSI/MPPB). O Sistema Integrado de Apoio à Investigação Pandora/Siap é descrito pelos membros do Ministério Público como uma ferramenta destinada aos órgãos públicos do estado da Paraíba que visa aumentar a eficiência no ecossistema estatal, não apenas a usuários da persecução criminal, mas também das procuradorias do estado e do município de João pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O promotor Túlio César Fernandes Neves, do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap), explicou que foi na última quarta-feira (20) ao IPC. Lá, ele soube que o banco de DNA Forense idenficou material genético de um homem em 10 mulheres que sofreram abuso sexual. Ele então pegou os dados e fez cruzamentos usando o sistema de Processo Judicial Eletrônico, do Tribunal de Justiça, e o Pandora. “O suspeito foi identificado. Dos 10 casos, apenas em um ele foi reconhecido e o suspeito condenado. O resto teve IPL (inquérito policial), mas arquivados, ou nem IPL instaurado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferramenta, portanto, tem ajudado na identificação dos suspeitos e encurtado o tempo das investigações. O objetivo, dizem os promotores, é que os membros do MP e demais atores do sistema de Justiça tenham à disposição modelos de análise de grande volume de dados que permitam a detecção, de forma sistemática, dos riscos de crimes contra a administração pública, no âmbito dos gastos dos governos estadual e municipais, no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Detalhes mais específicos sobre o funcionamento do sistema e como os bancos de dados são compostos não foram revelados ao blog, segundo os desenvolvedores, por questões de segurança. A ferramenta, eles reforçam, tem ajudado muito na qualificação dos dados obtivos nas investigações, bem assim no desenvolvimento de políticas públicas.</p>



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