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	<title>reforma tributária &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Relatada por paraibano, Reforma Tributária é promulgada em solenidade com Lula, Lira, Pacheco e Barroso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 20:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[promulgada]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A promulgação da emenda constitucional 132/2023, que institui a reforma tributária, foi realizada com grande pompa, nesta quarta-feira (20), no plenário da Câmara dos Deputados. O ato aconteceu com a presença simbólica dos chefes dos três poderes. Compareceram o presidente Lula (PT), o presidente do Supremo Tribunal Federa (STF), Luís Roberto Barroso, além dos presidentes [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A promulgação da emenda constitucional 132/2023, que institui a reforma tributária, foi realizada com grande pompa, nesta quarta-feira (20), no plenário da Câmara dos Deputados. O ato aconteceu com a presença simbólica dos chefes dos três poderes. Compareceram o presidente Lula (PT), o presidente do Supremo Tribunal Federa (STF), Luís Roberto Barroso, além dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto é proveniente da PEC 45/2019, aprovada na Câmara no dia 15, após tramitação no Senado. O relator original foi o deputado federal paraibano, Aguinaldo Ribeiro (PP). O tema é discutido no Congresso desde a Constituição de 1988, mas sem nunca ter saído efetivamente do papel. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A promulgação foi declarada pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco. &#8220;O dia de hoje será lembrado, não apenas como um marco histórico, mas também como um ponto de virada, um divisor de águas. É aqui que mudamos a trajetória do Brasil. Esse dia representa o início de um novo país rumo ao progresso. É uma conquista do Congresso Nacional, do povo brasileiro&#8221;, disse. Após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming sofrerão mudanças. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>10 favoráveis, 2 contrários: veja como os deputados paraibanos votaram na Reforma Tributária</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/10-favoraveis-2-contrarios-veja-como-os-deputados-paraibanos-votaram-na-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 23:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovada]]></category>
		<category><![CDATA[paraibano]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Os deputados federais paraibanos se manifestaram majoritariamente a favor da Reforma Tributária, nesta sexta-feira (15). Dos 12 parlamentares, apenas dois foram contrários. Foram eles o Cabo Gilberto e Wellington Roberto, ambos do PL, e seguindo a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro (do mesmo partido). No cômputo geral, a vitória foi esmagadora, com 371 votos a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os deputados federais paraibanos se manifestaram majoritariamente a favor da Reforma Tributária, nesta sexta-feira (15). Dos 12 parlamentares, apenas dois foram contrários. Foram eles o Cabo Gilberto e Wellington Roberto, ambos do PL, e seguindo a orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro (do mesmo partido). No cômputo geral, a vitória foi esmagadora, com 371 votos a favor e 121 contrários. Para a aprovação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), são necessários 308 votos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta unifica cinco tributos sobre consumo e coloca o Brasil no mapa dos países que adotam um sistema IVA (Imposto sobre Valor Agregado). A iniciativa fica agora a um passo da promulgação. Segundo o relator da matéria, o deputado paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), a proposta seguirá para a promulgação pelo Congresso Nacional após a votação em segundo turno na Câmara. &#8220;Fizemos [as mudanças] de forma a não ter devolução para o Senado. […] Estaremos prontos para promulgar a reforma tributária do Brasil&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da Reforma Tributária, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), antes de entrevista à Folha &#8211; Gabriela Biló &#8211; 12.dez.23/Folhapress<br>A promulgação, no entanto, será o primeiro passo de um longo percurso até a implementação efetiva do novo sistema tributário, que começará em 2026 e será concluída no início de 2033.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Executivo terá até 180 dias a partir da promulgação para enviar os projetos de lei complementar que regulamentarão a reforma. O governo trabalha com o envio de três a quatro propostas para definir regras e alíquotas dos novos tributos, os regimes específicos de setores que ficarão fora do alcance do IVA, entre outros temas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Câmara, 74,34% dos deputados votantes foram favoráveis à proposta. Já no Senado, no começo de novembro, a taxa de aprovação foi de 67,94%. Dentre os 20 partidos presentes na Câmara dos Deputados, oito partidos se alinharam com o governo — que enviou a proposta ao Congresso — e tiveram todos os seus parlamentares votando a favor da reforma tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja como votaram os paraibanos</strong>:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votou não</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cb Gilberto Silva (PL-PB)<br>Wellington Roberto (PL-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votou Sim</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)<br>Damião Feliciano (União-PB)<br>Gervásio Maia (PSB-PB)<br>Hugo Motta (Republicanos-PB)<br>Luiz Couto (PT-PB )<br>Mersinho Lucena (PP-PB)<br>Murilo Galdino (Republicanos-PB)<br>Romero Rodrigues (Podemos-PB)<br>Ruy Carneiro (Podemos-PB)<br>Wilson Santiago (Republicanos-PB)</p>



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		<title>Com voto unânime da bancada paraibana, Senado aprova em primeiro turno texto da reforma tributária</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/com-voto-unanime-da-bancada-paraibana-senado-aprova-em-primeiro-turno-texto-da-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 22:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado aprovou nesta quarta-feira (8), em primeiro turno, o texto principal da reforma tributária. Foram 53 votos &#8220;sim&#8221; e 24 votos &#8220;não&#8221;. Os três paraibanos que compõem o colegiado (Daniella Ribeiro, do PDT; Veneziano Vital o Rêgo, do MDB, e Efraim Filho, do União Brasil) votaram a favor da matéria. Agora, o texto segue [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Senado aprovou nesta quarta-feira (8), em primeiro turno, o texto principal da reforma tributária. Foram 53 votos &#8220;sim&#8221; e 24 votos &#8220;não&#8221;. Os três paraibanos que compõem o colegiado (Daniella Ribeiro, do PDT; Veneziano Vital o Rêgo, do MDB, e Efraim Filho, do União Brasil) votaram a favor da matéria. Agora, o texto segue para votação em segundo turno. A conclusão depende da análise de cada uma das novas sugestões de mudança ao texto (destaques) e da deliberação em segundo turno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação, em cada turno, só acontece se a proposta receber o apoio de ao menos 49 parlamentares, que representam três quintos do total. Esse é o mínimo para aprovação de emendas à Constituição. Quando os senadores encerrarem a votação, a proposta de emenda à Constituição (PEC) voltará para nova rodada de discussão dos deputados. Isso porque o relator, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), alterou a versão da matéria que passou na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC transforma cinco tributos (ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins) em três:&nbsp;Imposto sobre Bens e Serviços (IBS),&nbsp;Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto Seletivo (IS). Cada novo tributo terá um período de transição. A CBS (federal) e o IBS (estadual e municipal), que tributam o consumo, são formas de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que incide apenas nas etapas do comércio que geram novo valor ao produto ou serviço e assim evita cobranças sobre impostos já pagos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma tributária, portanto, simplifica tributos federais, estaduais e municipais. E estabelece a possibilidade de tratamentos diferenciados, setores com alíquotas reduzidas como, por exemplo, serviços de educação, medicamentos, transporte coletivo de passageiros e produtos agropecuários.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="604" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/11/66d7cee33444aecf77b98e01e164b894.jpg" alt="" class="wp-image-12087"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Setor automobilístico<br></strong>A reforma prevê instrumentos que buscam combater a desigualdade no desenvolvimento regional e econômico nos estados. Um deles, alvo de divergências entre os parlamentares, foi a prorrogação de benefícios fiscais do IPI para plantas automobilísticas nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste até dezembro de 2032. Braga retomou o trecho que foi retirado na Câmara dos Deputados, mas incluiu restrição do benefício apenas para automóveis “descarbonizantes”, como veículos elétricos ou movidos a biocombustíveis. O benefício, estabelecido na forma de crédito presumido da CBS, será reduzido em 20% ao ano entre 2029 e 2032.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fundo de Compensação<br></strong>Já a criação do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais tem como objetivo compensar, até 31 de dezembro de 2032, as pessoas jurídicas beneficiárias de isenções e incentivos fiscais associados ao ICMS, que será substituído pelo IBS. Essas isenções fazem parte de uma estratégia utilizada pelos estados para atraírem empresas e investimentos. Braga incluiu emenda de Mecias que torna possível o recebimento também por pessoas físicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como um dos pilares da reforma é a tributação apenas no local de consumo, e não mais no local de produção e de consumo como é hoje, essa estratégia (igualmente conhecida como guerra fiscal) deverá perder força. A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) criticou o prazo adotado na PEC para aplicação das regras. O texto só permite a compensação aos titulares de benefícios que foram concedidos até 31 de maio de 2023. Segundo a senadora, o prazo prejudica estados que estão em processo de instituição de benefícios com a isenção do ICMS, como Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exceções<br></strong>Braga complementou seu relatório para incluir novas hipóteses de tratamento favorável nas novas regras tributárias. As atividades de reabilitação urbana de zonas históricas terão redução de 60% do CBS e IBS. Serão isentos desses impostos os serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos, a compra de automóveis por taxistas ou por pessoas com deficiência ou no espectro autista, além de medicamentos e dispositivos médicos. Além de produtos de uma cesta básica ampliada e da energia elétrica, o botijão de gás foi incluído no cashback, mecanismo que permite devolução do imposto pago por pessoas de baixa renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Braga acatou do mesmo modo, durante a reunião, emenda da senadora Augusta Brito (PT-CE) para incluir o hidrogênio verde na previsão de lei complementar que assegurará tributação de biocombustíveis inferior à incidente sobre os combustíveis fósseis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As reduções e isenções tributárias tratadas na reforma foram questionadas pelo senador Marinho. Segundo ele, a quantidade de setores beneficiados com redução ou isenção dos impostos levará ao aumento da alíquota dos contribuintes que se enquadram na regra geral para compensar a perda arrecadatória. Mas o senador Efraim Filho (União-PB) defendeu as exceções. Na opinião dele, “quem é mais humilde precisa ter tratamento diferenciado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outros impostos<br></strong>Os senadores aprovaram a mudança de Braga para tornar obrigatório o Imposto Seletivo (IS) sobre armas e munições (exceto para a administração pública), atendendo a emendas das senadoras Eliziane Gama e Augusta Brito (PT-CE). Em seu texto anterior, essa seria apenas uma possibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Imposto Seletivo, que substituirá o IPI, será usado como desincentivo a produtos e serviços prejudiciais à saúde, como bebidas e cigarros, e à “sustentabilidade ambiental e redução das emissões de carbono”, termo acolhido por Braga após emenda do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma também traz disposições sobre outros impostos estaduais e municipais. Portinho criticou a mudança que permite a alteração do IPVA por prefeitos por meio de decreto, dispensando a aprovação de vereadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transição<br></strong>Os novos impostos serão completamente instituídos apenas em 2033. Além disso, as regras para distribuição do IBS aos estados e municípios durará 50 anos. Para o senador Eduardo Girão (NOVO-CE), o longo tempo prejudicará a administração das empresas no país, que precisarão gastar mais com especialistas para se adequarem à transição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Braga também atualizou seu texto-base para permitir a criação de novas contribuições por estados sobre produtos primários e semielaborados, como os produtos agropecuários. Algumas unidades federativas criaram esses tributos para financiar fundos destinados a investimentos em obras de infraestrutura e habitação, que serão prejudicadas com a reforma tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão da Câmara dos Deputados previa trecho semelhante, mas foi retirado por Braga no texto-base. Agora ele retomou a possibilidade, mas com diversas restrições. Só poderão criar a contribuição os estados que já possuem um tributo semelhante e um fundo do gênero. As alíquotas não poderão ser maiores do que eram em 30 de abril de 2023 e os fundos devem manter regras de funcionamento como eram nesta data. Em 2043, as contribuições criadas deverão ser extintas.</p>



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		<title>Adriano defende revisão de Conselho que eleva poder das regiões Sul e Sudeste na Reforma Tributária</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/adriano-defende-revisao-de-conselho-que-eleva-poder-das-regioes-sul-e-sudeste-na-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2023 09:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[adriano galdino]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, demonstrou preocupação e defendeu a revisão do Conselho Federativo previsto na proposta da Reforma Tributária, aprovada nessa quinta-feira (06), na Câmara dos Deputados. A criação desse órgão tem sido um dos pontos mais polêmicos do projeto, pois é através dele que será decidido como será [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, demonstrou preocupação e defendeu a revisão do Conselho Federativo previsto na proposta da Reforma Tributária, aprovada nessa quinta-feira (06), na Câmara dos Deputados. A criação desse órgão tem sido um dos pontos mais polêmicos do projeto, pois é através dele que será decidido como será a divisão de parte dos impostos entre Estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Federativo será responsável por centralizar a arrecadação do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA) estadual e municipal, que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão será formado por 27 representantes de cada um dos Estados e do Distrito Federal (DF), sendo que 14 terão voto com peso igual pelos municípios e 13 terão voto ponderado pelo número de habitantes, também pelos municípios. Tais regras vão oferecer maior poder dado a estados das regiões Sul e Sudeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É muito importante que a Reforma Tributária tenha sido aprovada. Mas, de última hora se criou esse Conselho Federativo, que é quem vai administrar recursos referente a ISS e ICMS. Da forma como foi colocado vai dar o comando aos estados mais populosos, ou seja os estados das regiões Sul e Sudeste. É uma preocupação nossa, pois essas regiões já são beneficiadas com recursos federais e agora vão tomar conta do Conselho, ser majoritário. Quem vai dar as cartas são esses estados que têm a população maior. Isso é preocupante”, ressaltou Adriano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente Adriano Galdino destacou a importância de rever as decisões para que o Conselho possa dar uma autonomia coerente e a região nordestina não ter prejuízos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos rever essa situação em nível de Senado, como também de lei complementar, para que a gente possa ter justiça orçamentária no Brasil, beneficiando principalmente as regiões que precisam de mais recursos, porque o Sul e o Sudeste sempre tiveram muitos benefícios. Tá na hora do Governo Federal olhar para o Nordeste, olhar para o Norte e o momento era na Reforma Tributária. Infelizmente, priorizaram novamente o Sul e o Suldeste”, disse o parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriano acrescentou que já conversou com o governador João Azevêdo, que também manifestou preocupação quanto ao tema e deve se mobilizar para buscar reverter o Conselho Federativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança evita que Sul e Sudeste sejam derrotados nas decisões por estados de Norte e Nordeste, que teriam mais facilidade em formar maioria simples (eles são 16 das 27 unidades da federação). (Fonte: ALPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Nilvan e Wallber usam voto de Wellington pró-reforma para questionar fidelidade dele a Bolsonaro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/nilvan-e-wallber-usam-voto-de-wellington-pro-reforma-para-questionar-fidelidade-dele-a-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 13:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cabo gilberto]]></category>
		<category><![CDATA[críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Nilvan]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[wallber]]></category>
		<category><![CDATA[wellington roberto]]></category>
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					<description><![CDATA[O comunicador Nilvan Ferreira usou as redes sociais, nesta sexta-feira (7), para questionar a fidelidade do deputado federal Wellington Roberto ao ex-presidente Jair Bolsonaro, todos do PL. O parlamentar paraibano foi um dos 20 integrantes da sigla no país a votar contra a orientação da agremiação em relação à reforma tributária. Ele votou sim pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O comunicador Nilvan Ferreira usou as redes sociais, nesta sexta-feira (7), para questionar a fidelidade do deputado federal Wellington Roberto ao ex-presidente Jair Bolsonaro, todos do PL. O parlamentar paraibano foi um dos 20 integrantes da sigla no país a votar contra a orientação da agremiação em relação à reforma tributária. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/cabo-gilberto-foi-o-unico-paraibano-a-votar-contra-reforma-tributaria-wellington-roberto-rejeita-orientacao-do-partido/">Ele votou sim pela aprovação</a>. A pressão contou com coro do deputado estadual Wallber Virgolino. A intenção é apresentar a tese de que Roberto preferiu se alinhar ao PT do presidente Lula, em troca de emendas, enquanto que Cabo Gilberto, que votou contra, ficou do lado de Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os três estão em pé de guerra com Wellington Roberto, a quem atribuem a imposição do ex-ministro Marcelo Queiroga (Saúde) para a disputa da prefeitura de João Pessoa. Nilvan, Wallber e Gilberto têm o mesmo objetivo e cobram da direção nacional da sigla a realização de pesquisas para indicar o melhor nome para a disputa. Nesta quinta-feira (6), Jair Bolsonaro reuniu a bancada para pregar voto contrário ao projeto da reforma tributária. O resultado da votação foi uma derrota clara para o ex-presidente, que tentou unir a direita em torno dele, dizendo que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) era um projeto do PT. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os deputados federais paraibanos, apenas o Cabo Gilberto votou contra. O texto-base foi aprovado com uma maioria esmagadora de 382 votos a favor e 118 contrários. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja como votaram os deputados paraibanos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votou sim</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)<br>Damião Feliciano (União-PB)<br>Gervásio Maia (PSB-PB)<br>Hugo Motta (Republican-PB)<br>Luiz Couto (PT-PB)<br>Mersinho Lucena (PP-PB)<br>Murilo Galdino (Republican-PB)<br>Romero Rodrigues (PSC-PB)<br>Ruy Carneiro (PSC-PB)<br>Wellington Roberto (PL-PB)<br>Wilson Santiago (Republican-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votou não<br></strong>Cb Gilberto Silva (PL-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Cabo Gilberto foi o único paraibano a votar contra reforma tributária. Wellington Roberto rejeita orientação do partido</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/cabo-gilberto-foi-o-unico-paraibano-a-votar-contra-reforma-tributaria-wellington-roberto-rejeita-orientacao-do-partido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 01:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cabo gilberto]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Cabo Gilberto (PL) foi o único parlamentar paraibano a votar contra a reforma tributária, cujo texto-base foi aprovado em primeiro turno nesta quinta-feira (6) com maioria esmagadora: 382 votos a 118. O deputado seguiu a orientação do partido e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que tentou virar votos contra a proposta. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Cabo Gilberto (PL) foi o único parlamentar paraibano a votar contra a reforma tributária, cujo texto-base foi aprovado em primeiro turno nesta quinta-feira (6) com maioria esmagadora: 382 votos a 118. O deputado seguiu a orientação do partido e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que tentou virar votos contra a proposta. O caminho trilhado por Gilberto foi diferente do adotado por Wellington Roberto, presidente estadual da sigla, que votou com a maioria. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja como votaram os deputados paraibanos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votou sim</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)<br>Damião Feliciano (União-PB)<br>Gervásio Maia (PSB-PB)<br>Hugo Motta (Republican-PB)<br>Luiz Couto (PT-PB)<br>Mersinho Lucena (PP-PB)<br>Murilo Galdino (Republican-PB)<br>Romero Rodrigues (PSC-PB)<br>Ruy Carneiro (PSC-PB)<br>Wellington Roberto (PL-PB)<br>Wilson Santiago (Republican-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votou não<br></strong>Cb Gilberto Silva (PL-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC 45/19) simplifica impostos sobre o consumo, prevê fundos para bancar créditos do ICMS até 2032 e para o desenvolvimento regional, além da unificação da legislação dos novos tributos. O texto tem como relator o deputado paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP) e foi apoiado integralmente pela base governista. Segundo a matéria, uma lei complementar criará o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) – para englobar o ICMS e o ISS – e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para substituir o PIS, o PIS-Importação, a Cofins e a Cofins-Importação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cesta básica<br>Novidade em relação a outras versões de reforma, haverá isenção do IBS e da CBS para uma cesta básica nacional de produtos a serem definidos em lei complementar. Além disso, vários setores contarão com redução de alíquotas em 60% ou 100%, também conforme definido em lei. Entre esses setores estão serviços de educação, saúde, medicamentos e cultura, produtos agropecuários e transporte coletivo de passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Reforma tributária vai prever alíquota zero para cesta básica, diz Aguinaldo Ribeiro. Texto será votado hoje</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/reforma-tributaria-vai-prever-aliquota-zero-para-cesta-basica-diz-aguinaldo-ribeiro-texto-sera-votado-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 10:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[alíquota zero]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O relator da reforma tributária (PEC 45/19), deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou que a isenção da cesta básica foi incluída na proposta e estará prevista na Constituição. &#8220;Para acabar com a desinformação, estamos trazendo à Constituição a cesta básica nacional de alimentos e ela tem alíquota zero. Isso é para que ninguém diga que vamos pesar a mão sobre os mais pobres&#8221;, disse. Ele afirmou ainda que incluiu no texto benefícios às cooperativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator leu o parecer preliminar sobre a reforma na sessão do Plenário desta quarta-feira (5). A discussão da proposta vai começar às 11 horas desta quinta-feira (6). Já a votação ocorrerá a partir das 18 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Negociação com prefeitos<br></strong>Aguinaldo Ribeiro afirmou que a proposta ainda não traz todos os pontos negociados com governadores e prefeitos e que a negociação deverá ser aprimorada. Ele informou que deverá conversar nesta quinta-feira (6) com os prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e do Recife, João Campos, em busca de um acordo federativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos nesta reta final de ajustes, e alguns pontos ainda não constam desta versão apresentada porque ainda estamos finalizando os ajustes&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Federativo, segundo ele, será aprimorado a partir de sugestões dos governadores. O objetivo é garantir transparência e governança ao novo órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também serão alterados nesta quinta-feira os critérios de distribuição do Fundo de Desenvolvimento Regional; a distribuição automática aos municípios da parte do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS); e as questões referentes à Zona Franca de Manaus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto apresentado por Aguinaldo Ribeiro propõe a substituição de dois tributos federais (PIS e Cofins) por uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), gerida pela União; e de outros dois tributos (ICMS e ISS) pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), gerido por estados e municípios. Já o IPI vai virar um imposto seletivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A arrecadação do IBS será centralizada e organizada pelo Conselho Federativo. Também serão criados fundos para compensar as perdas de entes federativos e para incentivar o desenvolvimento regional e o combate à pobreza.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforma necessária<br></strong>Ribeiro destacou que a proposta tenta resolver o &#8220;caótico&#8221; sistema tributário brasileiro, que pune os mais pobres. &#8220;Todos concordam que temos um sistema caótico, ineficaz, que aumenta o Custo Brasil, que impede ganhos de produtividade, que retira a competitividade e que, sobretudo, penaliza os mais pobres&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), coordenador do grupo de trabalho sobre a reforma tributária, afirmou que o modelo atual acaba cobrando &#8220;impostos do imposto&#8221;. Ele disse que o novo sistema tem o foco na tributação do consumo, o que já é praticado por 95% dos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esta é uma reforma do setor produtivo. É uma reforma que vai dar ao Brasil mais eficiência e vai construir as possibilidades da retomada econômica. Vamos eliminar, no mínimo, mais de R$ 1,5 trilhão do custo País. Portanto, a reforma vai trazer dinâmica&#8221;, disse Lopes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destacou ainda a criação do Fundo de Desenvolvimento Regional e a mudança da tributação do local de origem do produto para o destino. (Fonte: Agência Câmara)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Após &#8216;folga&#8217; das festas juninas, Câmara faz esforço concentrado para votar reforma tributária até sexta</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-folga-das-festas-juninas-camara-faz-esforco-concentrado-para-votar-reforma-tributaria-ate-sexta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 08:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[arthur lira]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados realiza esforço concentrado a partir de segunda-feira (3) para votar a pauta econômica do governo. O Plenário vai analisar as alterações do Senado ao arcabouço fiscal (PLP 93/23), o voto de qualidade no Carf (PL 2384/23) e a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos (PL 2920/23), além da discussão da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados realiza esforço concentrado a partir de segunda-feira (3) para votar a pauta econômica do governo. O Plenário vai analisar as alterações do Senado ao arcabouço fiscal (PLP 93/23), o voto de qualidade no Carf (PL 2384/23) e a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos (PL 2920/23), além da discussão da reforma tributária (PEC 45/19). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou que as pautas econômicas foram negociadas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Conversei hoje com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para acertamos os temas econômicos que a Câmara dos Deputados vai apreciar semana que vem. Reforma tributária, Carf e arcabouço fiscal estão na pauta que queremos aprovar”, disse Lira em publicação no Twitter nesta sexta-feira (30). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela regra, uma Proposta de Emenda de Constituição (PEC), como a reforma tributária, precisa ficar por até quatro sessões em discussão no primeiro turno e por até duas sessões no segundo turno. Além da reforma tributária, Lira quer votar até sexta-feira (7) o Carf, o arcabouço fiscal e a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pauta trancada<br></strong>Até o momento, a pauta do Plenário está trancada pela proposta que retoma o voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), última instância de recursos administrativos sobre as punições da Receita Federal. Esse deverá ser o primeiro item em votação, a não ser que o governo retire a urgência para liberar a análise de outras matérias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O voto de qualidade permite que o presidente da turma de julgamento, um representante da Fazenda Nacional, desempate as votações dos recursos. Em 2020, uma alteração legal determinou que os empates fossem resolvidos em favor dos contribuintes. O governo alega que a medida gerou R$ 59 bilhões de perdas para os cofres públicos com a reversão de decisões da Receita. O relator, deputado Beto Pereira (PSDB-MS), ainda não apresentou o seu parecer sobre o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra proposta do Executivo, que tranca a pauta a partir do dia 2, é a criação do Programa Escola em Tempo Integral (PL 2617/23). O objetivo é ampliar em 1 milhão as vagas de tempo integral nas escolas de educação básica de todo o Brasil. A meta é alcançar, até o ano de 2026, cerca de 3,2 milhões de matrículas. O relator do projeto é o deputado Mendonça Filho (União-PE).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arcabouço fiscal<br></strong>O arcabouço fiscal, principal proposta econômica do governo, também voltará à pauta após alterações feitas pelo Senado. Os senadores incluíram três novas despesas na lista de itens que não serão afetados pela meta de crescimento dos gastos: o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), a complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e as despesas com ciência, tecnologia e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra alteração permite que o governo use uma estimativa de inflação anual para ampliar o seu limite de gastos ainda na fase de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). O relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA), vai analisar se a Câmara deve ou não concordar com as emendas do Senado, que permitem a ampliação dos gastos do governo nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O arcabouço fiscal estabelece o regime fiscal sustentável, baseado na busca de equilíbrio entre arrecadação e despesas. Os gastos serão condicionados ao cumprimento de metas de resultado. Trata-se da regra fiscal que vai substituir o antigo teto de gastos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aquisição de alimentos<br></strong>Os deputados também vão analisar a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que permite a compra de alimentos da agricultura familiar para os programas de segurança alimentar e pela rede pública de ensino (PL 2920/23).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto já foi discutido em junho. O relator, deputado Guilherme Boulos (Psol-SP), sugeriu a inclusão do Programa Cozinha Solidária como um dos beneficiários do PAA. O programa oferece alimentação gratuita e de qualidade à população, preferencialmente às pessoas em vulnerabilidade e risco social, incluindo aquelas em situação de rua e com insegurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforma Tributária<br></strong>Os deputados também poderão iniciar a votação da reforma tributária. A expectativa é que o texto seja analisado de forma terminativa até o dia 16 de julho. O relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou parecer preliminar em que propõe a substituição de cinco tributos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) por uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), gerida pela União, e um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), gerido por estados e municípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o início do debate, a reforma tributária pode se estender para as próximas. Isso porque, governadores sugeriram alterações no texto do relator, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na última quinta-feira, como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. uma transição para o novo sistema de impostos apenas em 2033;<br>. regras mais claras para a composição do Conselho Federativo, que vai redistribuir receitas de estados e municípios;<br>. critérios para repartição do Fundo de Desenvolvimento Regional (Fundeb) que priorizem estados mais pobres do país.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ribeiro afirmou que está analisando a possibilidade de modificar a transição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A proposta dos estados é que o IBS, que unirá ICMS E ISS, passe a valer de uma só vez apenas em 2033. Hoje, o texto do relator da traz a criação do IBS já em 2027, de forma gradativa, até vigorar de forma integral em 2033.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto está sendo negociado com os atores políticos e já foi alvo de críticas de secretários de Fazenda dos estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Relator da reforma tributária, Aguinaldo promete a Haddad que texto da lei estará pronto em uma semana</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/relator-da-reforma-tributaria-aguinaldo-promete-a-haddad-que-texto-da-lei-estara-pronto-em-uma-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 11:13:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro, relator da reforma tributária, prometeu ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que o texto da lei estará pronto em uma semana. Os dois participaram de uma reunião técnica nesta segunda-feira (29), em Brasília, para debater a redação final da matéria. O encontro contou com a participação do grupo de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro, relator da reforma tributária, prometeu ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que o texto da lei estará pronto em uma semana. Os dois participaram de uma reunião técnica nesta segunda-feira (29), em Brasília, para debater a redação final da matéria. O encontro contou com a participação do grupo de trabalho sobre a modernização do sistema de impostos do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a reunião, Ribeiro apresentou uma data provável para a apresentação do texto no grupo de trabalho. &#8220;Este é o momento em que estamos intensificando esse debate para oferecer, o mais rápido possível, as diretrizes no texto que vamos apresentar no grupo de trabalho, no dia 6 de junho e, posteriormente, o substitutivo a ser apresentado na Câmara dos Deputados&#8221;, revelou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lado de Aguinaldo, o coordenador do GT, Reginaldo Lopes, explicou o andamento da proposta. “São duas etapas. Entregamos no dia 6 o texto com as diretrizes, depois entramos na última rodada de diálogos com as bancadas, junto com o relator vamos chamar os líderes, conversar com as bancadas por regiões e lideranças”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ribeiro revelou um dos pontos que devem estar definidos no texto. “Constará a definição do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual ou nacional. Nós tivemos manifestação de parte dos governadores a favor de um modelo, e outra parte a favor do outro. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) está trabalhando conosco para construir uma posição disso nos Estados. Assim como tivemos aqui a posição da União e dos municípios”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda sobre o tema, ele acrescentou: “Vamos preservar a autonomia dos entes federados. Tecnicamente eu considero o IVA único melhor para o país, mas se politicamente o IVA dual for o caminho, não é um problema”. Por fim, Aguinaldo confirmou sua participação no encontro da Frente Nacional de Prefeitos, em João Pessoa, nesta semana, para dialogar com os gestores sobre a reforma tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Quando fevereiro acabar: João Azevêdo diz esperar que reforma tributária saia do papel e reverta perdas dos estados</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/quando-fevereiro-acabar-joao-azevedo-diz-esperar-que-reforma-tributaria-saia-do-papel-e-reverta-perdas-dos-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2023 12:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) anda ansioso para ver o resultado das discussões sobre a reforma tributária, que vão ser reiniciadas no Congresso Nacional. O deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP) foi destacado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para relatar a matéria. Ele conduziu o primeiro experimento, durante a gestão de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) anda ansioso para ver o resultado das discussões sobre a reforma tributária, que vão ser reiniciadas no Congresso Nacional. O deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP) foi destacado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para relatar a matéria. Ele conduziu o primeiro experimento, durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL), mas a proposta saída dos debates foi jogada numa gaveta pelo próprio Lira porque não interessava à antiga gestão, apesar das promessas reformistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Azevêdo espera que a proposta que sairá do debate na Câmara reverta as perdas acumuladas pelos estados desde o ano passado. A política de desoneração dos combustíveis, praticada pelo ex-presidente no período pré-eleitoral, trouxe prejuízo de R$ 600 milhões para a Paraíba apenas no segundo semestre do ano passado. A previsão para este ano, segundo ele, é que as perdas cheguem a R$ 1,1 bilhão. A redução nos impostos sobre os combustíveis foi bancada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro num momento de baixa popularidade no ano passado, a ponto de ameaçar a reeleição. Mesmo assim, ele não foi reconduzido para o cargo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Azevêdo explicou que não há um modelo único e que a discussão é muito técnica, mas a participação de Aguinaldo na relatoria da comissão agrada. &#8220;A reforma tem que ser simples e que faça a divisão de riquezas de forma igualitária&#8221;, disse. Uma das propostas visa unir vários tributos em um só, o Imposto Sobre Valor Agregado (IVA), nos moldes do que é cobrado em países europeus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na segunda-feira, após o Carnaval, estaremos reunidos para estabelecer a metodologia e plano de trabalho. Em relação ao texto, vamos revisitar o que já contribuímos e também o texto do então senador Roberto Rocha. A partir disso, vamos atualizar e modernizar. Conceitualmente, nós vamos ter a simplificação, ou seja, acabar com cinco impostos, ter um IVA nacional e um sistema simples”, explicou Aguinaldo Ribeiro em entrevista recente. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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