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	<title>Prefeito &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Cícero recebe apoio do prefeito de Mogeiro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/cicero-recebe-apoio-do-prefeito-de-mogeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 14:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Mogeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade de Mogeiro recebeu, na noite deste sábado (14), o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), em um evento que marcou a adesão do prefeito Antônio Ferreira (PL) à pré-campanha de Cícero ao Governo do Estado e sua filiação ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Durante o encontro, Ferreira destacou a experiência administrativa de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Mogeiro recebeu, na noite deste sábado (14), o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), em um evento que marcou a adesão do prefeito Antônio Ferreira (PL) à pré-campanha de Cícero ao Governo do Estado e sua filiação ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, Ferreira destacou a experiência administrativa de Cícero e afirmou esperar uma gestão aberta ao diálogo com os municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo político que passa a apoiar o projeto inclui ainda o vice-prefeito José Neto, o presidente da Câmara Municipal, Biu de Dão, e os vereadores Inês, Branco, Bileno e Rose de Carlinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cícero Lucena afirmou que a adesão fortalece o projeto político e agradeceu o apoio do prefeito e das lideranças locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento contou com a presença do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), do deputado federal Wellington Roberto (a caminho do PSD), do deputado estadual Fábio Ramalho (PSDB), do presidente da Câmara de João Pessoa, Dinho Dowsley (PSD), e do presidente municipal do MDB, Felisberto Ferreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também participaram lideranças de municípios da região, como Caldas Brandão, Gurinhém, Ingá, Puxinanã, São José dos Ramos, Serraria e Sumé.</p>



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		<title>Ministra determina retorno de prefeito cassado ao comando de Tenório</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministro-determina-retorno-de-prefeito-cassado-ao-comando-de-tenorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[Tenório]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu efeito suspensivo que permite o retorno do prefeito cassado de Tenório, Manoel Vasconcelos, e da vice-prefeita Janine Onofre aos cargos. Os dois, filiados ao Republicanos, haviam sido cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no último dia 6 sob acusação de prática de conduta vedada. Com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A ministra Estela Aranha, do <strong>Tribunal Superior Eleitoral</strong> (TSE), concedeu <strong>efeito suspensivo</strong> que permite o retorno do prefeito cassado de Tenório, <strong>Manoel Vasconcelos</strong>, e da vice-prefeita Janine Onofre aos cargos. Os dois, filiados ao Republicanos, haviam sido cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no último dia 6 sob acusação de prática de conduta vedada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão da ministra, ficam suspensos os efeitos imediatos da <strong>cassação</strong>. Na prática, isso impede o afastamento do prefeito e da vice e também barra, por enquanto, a permanência do presidente da Câmara Municipal, Adilson Conserva (União Brasil) no comando interino do município. Ele chegou a assumir o cargo no fim de semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, no entanto, não anula a cassação. O que foi concedido é apenas um efeito suspensivo, mecanismo que paralisa temporariamente os efeitos da decisão até que o TSE analise o recurso especial apresentado pela defesa de Manoel Vasconcelos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao justificar a medida, Estela Aranha avaliou que o afastamento do gestor antes do julgamento definitivo dos recursos pode provocar prejuízos administrativos ao município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, a ministra argumenta que a retirada do exercício do mandato eletivo — ainda que de forma temporária — pode causar danos de difícil reparação, sobretudo pelo tempo limitado do mandato e pelos impactos na continuidade administrativa da prefeitura.</p>



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		<title>Prefeito de Santa Luzia acerta ao trocar carnaval por ações contra as secas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/prefeito-de-santa-luzia-acerta-ao-trocar-carnaval-por-acoes-contra-as-secas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 12:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cancela]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
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					<description><![CDATA[O que mais se vê, na Paraíba, é prefeito decretando estado de emergência em decorrência das secas e promovendo festas. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) está cansado de lançar alertas e nada se resolve. Desta vez foi diferente. O prefeito de Santa Luzia, Henry Lira, deu um bom exemplo e anunciou o cancelamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O que mais se vê, na Paraíba, é prefeito decretando estado de emergência em decorrência das secas e promovendo festas. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) está cansado de lançar alertas e nada se resolve. Desta vez foi diferente. O prefeito de Santa Luzia, Henry Lira, deu um bom exemplo e anunciou o cancelamento das festividades de Carnaval financiadas pela Prefeitura Municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão visa priorizar ações emergenciais em resposta à grave crise hídrica que afeta o município. Parece até lógico quando a gente compara com a economia doméstica. Se a grana estiver curta, as pessoas não se lançam na folia. Mas essa é uma lição poucas vezes compreendida ou aceita pelos gestores municipais. Talvez mude quando isso render rejeição de contas no TCE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano passado, o município de Santa Luzia gastou mais de R$ 400 mil com a festividade. Neste ano, deve economizar para que o recurso seja destinado à perfuração de poços. A única exceção será o tradicional desfile do Bloco Zé Pereira, que ocorrerá na sexta-feira de Carnaval, preservando uma das manifestações culturais com fantasia ao ar livre mais emblemáticas do Sertão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito enfatizou a necessidade de responsabilidade e foco total no enfrentamento da estiagem, que tem causado falta d’água recorrente em todos os bairros da cidade. Os shows programados para praça pública entre os dias 14 (sábado) e 17 (terça-feira de Carnaval) de fevereiro foram cancelados, e os recursos destinados ao evento serão realocados para medidas de segurança hídrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vídeo publicado nas redes sociais, Henry Lira explicou a decisão e reafirmou a prioridade da gestão: “Água para nossa gente”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gestor detalhou os investimentos previstos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Perfuração de novos poços na sede e na zona rural do município;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Recuperação e manutenção de poços existentes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Ampliação da logística de abastecimento e outras ações estratégicas para garantir o acesso à água para os moradores de Santa Luzia.</p>



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		<title>Prefeito exonera secretários presos por suspeita de terem mandado matar vereador em Jacaraú</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/prefeito-exonera-secretarios-presos-por-suspeita-de-terem-mandado-matar-vereador-em-jacarau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 10:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[exonera]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[secretários]]></category>
		<category><![CDATA[vereador]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Jacaraú, Márcio Aurélio Cruz (PSD), exonerou os secretários Jefferson Carvalho da Silva (Transportes) e Antônio Fernandes Alves Bezerra (Administração). Os atos foram publicados na edição desta sexta-feira (31), no Diário Oficial do Estado. Os dois estão entre os suspeitos de terem mandado matar o vereador Peron Filho no mês passado. Peron foi [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Jacaraú, <strong>Márcio Aurélio Cruz (PSD), </strong>exonerou os secretários <strong>Jefferson Carvalho da Silva</strong> (Transportes) e <strong>Antônio Fernandes Alves Bezerra</strong> (Administração). Os atos foram publicados na edição desta sexta-feira (31), no Diário Oficial do Estado. Os dois estão entre os suspeitos de terem mandado matar o vereador Peron Filho no mês passado. Peron foi assassinado quando voltava de uma partida de futebol, no dia 15 de setembro, em Pedro Régis. Outros três suspeitos de envolvimento no crime foram presos durante operação da Polícia Civil, desencadeada nesta quinta-feira (30).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O delegado Sylvio Rabelo, da Polícia Civil da Paraíba, afirmou nesta quinta que as investigações sobre o assassinato do vereador Peron Filho indicam motivação política relacionada a denúncias feitas pela vítima contra a Secretaria de Transportes de Jacaraú. Os suspeitos não teriam gostado das críticas do parlamentar à situação de ambulâncias pertencentes à Prefeitura Municipal de Jacaraú. O prefeito não aparece entre os suspeitos nas investigações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a prefeitura informou que “a gestão ressalta que repudia qualquer ato que contrarie os princípios da legalidade e da ética pública, e que adotará as medidas administrativas cabíveis diante das informações oficiais que vierem a público, o que de logo já determinou o afastamento dos envolvidos”.</p>



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		<item>
		<title>Prefeito de Cabedelo exonera dois secretários ligados ao antecessor</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/prefeito-de-cabedelo-exonera-dois-secretarios-ligados-ao-antecessor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 16:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cabedelo]]></category>
		<category><![CDATA[exonera]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[secretários]]></category>
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					<description><![CDATA[O clima de rompimento está no ar, em Cabedelo. O prefeito da cidade metropolitana, André Coutinho (Avante), formalizou nesta segunda-feira (1º) a exoneração de dois secretários. Deixam a administração municipal a secretária Cynthia Denize Silva Cordeiro (Políticas Públicas para as Mulheres) e Diego Carvalho Martins (Procon). Os dois agora ex-auxiliares da gestão municipal têm ligação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O clima de rompimento está no ar, em Cabedelo. O prefeito da cidade metropolitana, André Coutinho (Avante), formalizou nesta segunda-feira (1º) a exoneração de dois secretários. Deixam a administração municipal a secretária Cynthia Denize Silva Cordeiro (Políticas Públicas para as Mulheres) e Diego Carvalho Martins (Procon). Os dois agora ex-auxiliares da gestão municipal têm ligação estreita com o ex-prefeito Vítor Hugo (Avante). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois ex-auxiliares também têm ligação com o presidente da Câmara, Edvaldo Neto, também do Avante. Cynthia é sobra e Diego cunhado do parlamentar. As exonerações ocorrem no momento em que se verifica um gradual afastamento de Coutinho com o antecessor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao Podcast do Ninja, na semana passada, André Coutinho buscou o descolamento da gestão do ex-prefeito. Ao ser questionado sobre as denúncias na Justiça Eleitoral sobre a contratação de pessoas ligadas ao tráfico com motivação eleitoral, ele lembrou que não era prefeito na época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Coutinho, ele só poderia responder pelos atos produzidos na Câmara de Cabedelo, que era presidida por ele na época. Pelas contratações do município, neste caso, só Vítor Hugo poderia responder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gestor também repudiou a informação de que teria quebrado a prefeitura, que hoje tem um déficit estimado para este ano que gira em torno de R$ 120 milhões. O quadro, reforça o gestor municipal, é herança da gestão anterior. Por causa disso, coube a André Coutinho o enxugamento da folha de pagamento, para garantir a saúde financeira do município.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Liminar suspende lei que obrigava prefeito de Lucena a divulgar agenda diária</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/liminar-suspende-lei-que-obrigava-prefeito-de-lucena-a-divulgar-agenda-diaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 19:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>
		<category><![CDATA[lucena]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Onaldo Queiroga deferiu medida liminar que suspende os efeitos da Lei nº 1.186/2025, do município de Lucena, que obrigava o prefeito a divulgar diariamente sua agenda oficial com antecedência mínima de 24 horas, detalhamento de participantes e manutenção das informações por cinco anos. A decisão foi tomada no âmbito de Ação Direta de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Onaldo Queiroga deferiu medida liminar que suspende os efeitos da Lei nº 1.186/2025, do município de Lucena, que obrigava o prefeito a divulgar diariamente sua agenda oficial com antecedência mínima de 24 horas, detalhamento de participantes e manutenção das informações por cinco anos. A decisão foi tomada no âmbito de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 0810519-36.2025.8.15.0000, ajuizada pelo prefeito Leomax da Costa Bandeira e pela própria municipalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação sustenta que a lei é fruto de retaliação política, motivada pela quebra de uma oligarquia que dominava a política local há mais de 30 anos. A atual gestão, eleita em 2020, afirma enfrentar dificuldades impostas pela oposição, que detém maioria na Câmara Municipal. “Estão se utilizando de projetos de lei inconstitucionais para dificultar a governabilidade”, alegam os autores da ADI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Onaldo Queiroga, ao analisar os requisitos para a concessão da medida liminar, apontou que há “fumaça do bom direito” na argumentação do prefeito e risco de dano irreparável à administração pública, caso a norma continue em vigor. “A imposição de uma rotina de divulgação tão detalhada e prévia, prima face, invade a esfera de organização e funcionamento interno da administração pública, que é prerrogativa do Poder Executivo”,ressaltou o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator, a norma questionada usurpa a competência do Executivo ao disciplinar internamente a divulgação de informações institucionais, que, segundo ele, deve ser regulada por decreto ou ato próprio do prefeito, respeitando a política de transparência e os limites constitucionais. Além disso, considerou que a exigência de divulgação antecipada poderia comprometer compromissos sigilosos, emergenciais ou estratégicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi considerado que o cumprimento imediato da lei poderia dar margem à abertura de processos políticos contra o prefeito por suposto descumprimento da norma, criando um “cenário de caos administrativo” e afetando a prestação de serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dos argumentos apresentados e da urgência reconhecida, Onaldo Queiroga determinou a suspensão imediata dos efeitos da Lei Municipal nº 1.186/2025, em decisão monocrática proferida ad referendum do Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba, que ainda analisará o mérito da medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara Municipal de Lucena será intimada a se manifestar em até cinco dias. Já o procurador-geral do Município terá três dias para apresentar sua manifestação. Após os prazos, será agendada data para julgamento colegiado da liminar. (Com informações do TJPB)</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Alvo de processo de cassação, prefeito de Alhandra nega compra de votos e diz confiar na Justiça Eleitoral</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/alvo-de-processo-de-cassacao-prefeito-de-alhandra-nega-compra-de-votos-e-diz-confiar-na-justica-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 20:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alhandra]]></category>
		<category><![CDATA[cassação]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Alhandra, Marcelo Rodrigues (MDB), negou nesta quarta-feira (16) que tenha elevado a concessão de auxílio financeiro a pessoas à físicas com finalidades eleitorais, no ano passado. O gestor é alvo de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pede a cassação dele e da vice, Zilda do Varejão (PP), por suposto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Alhandra, Marcelo Rodrigues (MDB), negou nesta quarta-feira (16) que tenha elevado a concessão de auxílio financeiro a pessoas à físicas com finalidades eleitorais, no ano passado. O gestor é alvo de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pede a cassação dele e da vice, Zilda do Varejão (PP), por suposto abuso de poder político, econômico e de autoridade nas eleições de 2024. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/cassacao-no-radar-mpe-pede-saida-de-prefeito-e-vice-de-alhandra-por-abuso-de-poder/">A manifestação do mandatário ocorre após parecer da promotora Erika Bueno Muzzi, do Ministério Público Eleitoral (MPE).</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aije foi movida por Elivaldo Firmino (PSB), candidato derrotado no pleito. A alegação da acusação é a de que houve a distribuição de auxílios financeiros sem critérios técnicos, contratações temporárias em massa ignorando concurso público e o uso indevido de eventos e estruturas públicas para promoção pessoal. A gestão teria distribuído R$ 2,13 milhões em auxílios financeiros em 2023 e elevado o gasto no ano seguinte, o eleitoral, para R$ 2,6 milhões. O volume de recursos, no entanto, foi reduzido após o pleito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio da assessoria jurídica, o prefeito alegou que as ações apontadas na referida investigação, como a concessão de auxílio financeiro a pessoas à pessoas físicas, foram realizadas no exercício regular da política pública de proteção social, prevista na legislação vigente, e não possuíam qualquer finalidade eleitoreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a nota abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nota Oficial sobre parecer do MPE</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Assessoria Jurídica do prefeito Marcelo Rodrigues e da vice-prefeita Zilda do Varejão vem, por meio desta, esclarecer que ambos receberam com serenidade o parecer emitido pelo Ministério Público Eleitoral no âmbito da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) atualmente em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início do processo, a defesa tem atuado com firmeza e responsabilidade, apresentando todos os elementos que comprovam a lisura da conduta do prefeito e da vice-prefeita, bem como a legalidade de todos os atos praticados durante o período eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações apontadas na referida investigação, como a concessão de auxílio financeiro a pessoas à pessoas físicas, foram realizadas no exercício regular da política pública de proteção social, prevista na legislação vigente, e não possuíam qualquer finalidade eleitoreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reeleição do prefeito Marcelo Rodrigues e da vice-prefeita Zilda do Varejão representa a manifestação soberana da população de Alhandra, que reconheceu os avanços sociais e estruturais promovidos ao longo do mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Confiamos na Justiça Eleitoral e acreditamos que, ao final, prevalecerá a verdade dos fatos, reforçando nosso compromisso com a legalidade, a ética e o desenvolvimento do nosso município”, declarou o prefeito Marcelo Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assessoria Jurídica – Prefeito Marcelo Rodrigues e Vice-prefeita Zilda do Varejão</p>



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			</item>
		<item>
		<title>TCE rejeita contas de Juru e manda ex-prefeito devolver R$ 142 mil</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tce-rejeita-contas-de-juru-e-manda-ex-prefeito-devolver-r-142-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 12:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[juru]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[rejeitadas]]></category>
		<category><![CDATA[TCE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou, nesta quarta-feira (02), parcialmente procedente uma denúncia contra a Prefeitura de Juru, referente às gestões de 2017 e 2018. O responsável pelos atos irregulares, segundo o órgão, foi o então prefeito Luiz Galvão da Silva. Ele terá que devolver R$ 142.549,48 aos cofres públicos. A ainda cabe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou, nesta quarta-feira (02), parcialmente procedente uma denúncia contra a Prefeitura de Juru, referente às gestões de 2017 e 2018. O responsável pelos atos irregulares, segundo o órgão, foi o então prefeito Luiz Galvão da Silva. Ele terá que devolver R$ 142.549,48 aos cofres públicos. A ainda cabe recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi encaminhada pelo Ministério Público e apontou uma série de irregularidades. Entre elas, a contratação excessiva de servidores temporários sem atender aos critérios legais, acúmulo indevido de cargos, além do pagamento ilegal de gratificações a ex-secretários e servidores contratados sem comprovação de trabalho efetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do caso, conselheiro Antônio Gomes Vieira Filho, determinou que o ex-prefeito devolva o valor no prazo de 30 dias. Caso contrário, poderá enfrentar cobrança executiva e multa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Vereador que chamou prefeito de &#8220;pilantra&#8221;, &#8220;corrupto&#8221; e &#8220;incompetente&#8221; é inocentado pelo Tribunal de Justiça</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/vereador-que-chamou-prefeito-de-pilantra-corrupto-e-incompetente-e-inocentado-pelo-tribunal-de-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 18:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[pilantra]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal de justiça]]></category>
		<category><![CDATA[vereador]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça manteve a decisão que absolveu o vereador de Marizópolis Carlos José de Sousa, das acusações de calúnia e difamação. A ação foi movida pelo prefeito Lucas Gonçalves Braga na 6ª Vara Mista da Comarca de Sousa. No processo de apelação, o prefeito alegou que o vereador, por meio [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça manteve a decisão que absolveu o vereador de Marizópolis Carlos José de Sousa, das acusações de calúnia e difamação. A ação foi movida pelo prefeito Lucas Gonçalves Braga na 6ª Vara Mista da Comarca de Sousa. No processo de apelação, o prefeito alegou que o vereador, por meio de uma mensagem de voz enviada no WhatsApp ao grupo &#8220;Verdadeiros Gaviões&#8221; — formado por diversas pessoas da região —, teria proferido ofensas à sua honra subjetiva e objetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a acusação, Carlos José utilizou termos como &#8220;pilantra&#8221;, &#8220;praga&#8221;, &#8220;corrupto&#8221; e &#8220;incompetente&#8221;, além de atribuir ao prefeito a intenção de desviar verbas do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb) para finalidades alheias à educação. Para o autor da ação, tais declarações configurariam os crimes de calúnia (art. 138) e difamação (art. 139), ambos qualificados pelo artigo 141, inciso III, do Código Penal. Por isso, pediu a condenação do vereador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o relator do processo, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, destacou que a Constituição Federal, em seu artigo 29, inciso VIII, assegura a inviolabilidade dos vereadores por suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e dentro da circunscrição do município. Essa garantia visa proteger a liberdade de expressão dos parlamentares no desempenho de suas funções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A imunidade material dos vereadores abrange as manifestações realizadas no exercício da atividade parlamentar e relacionadas à função pública. Tal prerrogativa não se restringe ao espaço físico da Câmara Municipal, alcançando atos praticados fora dela, desde que guardem conexão com o exercício do mandato e o interesse público local&#8221;, ressaltou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desembargador também mencionou que, embora o tom das declarações possa ser considerado duro ou até ofensivo, a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconhece que a imunidade material protege os parlamentares de responsabilização penal por opiniões e críticas expressas no contexto de sua atuação política. Ainda cabe recurso.</p>



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		<title>Eleição de Cícero escancara insucesso da polarização e novo fracasso do bolsonarismo em João Pessoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 23:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cícero lucena]]></category>
		<category><![CDATA[eleito]]></category>
		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
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					<description><![CDATA[A expressão jogo é jogo é largamente utilizada na política para mostrar que uma coisa é a teoria, a outra é a prática na busca por votos. Antes de o período eleitoral ser iniciado ouvi de muita gente previsões de que indubitavelmente haveria segundo turno na capital e que nele estariam Cícero Lucena (PP) em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A expressão jogo é jogo é largamente utilizada na política para mostrar que uma coisa é a teoria, a outra é a prática na busca por votos. Antes de o período eleitoral ser iniciado ouvi de muita gente previsões de que indubitavelmente haveria segundo turno na capital e que nele estariam Cícero Lucena (PP) em disputa com Luciano Cartaxo (PT) ou com Ruy Carneiro (Podemos). Nos embates, chamei a atenção para o ex-ministro Marcelo Queiroga (PL), apesar de este último ter entrado na disputa como neófito. Pesaria a favor dele, na minha concepção, a força do bolsonarismo e a crença de que 20% dos votos ou pouco mais que isso garantiria a vaga. Eu estava certo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingredientes da disputa ajudavam na avaliação. Luciano Cartaxo entrava na corrida eleitoral com o ativo de ter sido um prefeito bem avaliado e que foi reeleito no primeiro turno em 2016. Mas chegava também com o passivo de não ter formado grupo e ainda ter rachado o partido numa disputa fratricida contra a petista Cida Ramos. Isso levou à falta de apoio massivo da esquerda e ele ficou em quarto lugar. Já Ruy Carneiro agregava ao seu nome o fato de ter crescido fortemente na reta final da disputa de 2020, quando quase chegou ao segundo turno. Mas agora, trouxe como passivo uma condenação criminal no caso Desck. E isso pesou na hora de pedir votos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, entrou Queiroga nesta equação. E não foi simples. Ele tinha tudo para naufragar ainda no primeiro turno. Não tem carisma, demonstra desconhecimento da cidade e uma surpreendente incapacidade de explicar suas propostas. Mesmo assim, conseguiu na reta final do primeiro turno crescimento suficiente para passar adiante, ancorado no bolsonarismo raiz. Ele angariou 21,77% dos votos e impediu a vitória de Cícero no primeiro turno. O prefeito conquistou, naquela oportunidade, 49,16% dos votos. Era muito, mas insuficiente para a vitória antecipada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que surgiu como esperança para os bolsonaristas no segundo turno não progrediu. Queiroga até conseguiu a adesão de Ruy Carneiro e dos seus apoiadores, mas não a transferência integral dos votos. No outro lado, Luciano Cartaxo e o ex-governador Ricardo Coutinho, ambos do PT, tucanaram e preferiram não se posicionar em relação ao segundo turno. O PT e seus eleitores, apesar disso, migraram para o apoio ao atual prefeito. Uma adesão discreta, sem Lula, é verdade, mas efetiva. E isso foi mostrado pelas pesquisas de opinião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o que aconteceu é que Cícero conseguiu melhorar a sua performance no segundo turno, construindo uma vitória com vantagem superior a 112 mil votos sobre Queiroga. E isso ocorreu porque a polarização de PT contra o bolsonarismo e vice-versa não funcionou integralmente. Isso porque o atual prefeito é insuspeito de figurar como nome da esquerda, o que possibilitou a ele agregar grande número de eleitores conservadores. O ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro, no entanto, conseguiu angariar apenas o contingente mais radicalizado da direita. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aí chegamos a mais uma contradição. É inquestionável que João Pessoa, hoje, é uma cidade conservadora. Mas isso não o suficiente para mais que os 146.129 votos (36,09% do total) conseguidos por Queiroga. A consequência disso foi a terceira derrota seguida dos bolsonaristas na cidade. Em 2020, o mesmo Cícero de agora venceu o comunicador Nilvan Ferreira, na época no MDB. Dois anos depois, em 2022, o presidente Lula (PT) teve uma vitória apertada sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Agora, a nova derrota do candidato bolsonarista mostra não apenas que já se pode pedir música no Fantástico, mas também a falência da busca pela polarização única estratégia política nas disputas em terras paraibanas. </p>



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