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	<title>oposição &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>De contraponto a Bruno a contraponto a João: Jhony Bezerra perde espaço no governo e vai para a oposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 21:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[jhony]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O problema de ter vivido muitos verões é que, por vezes, os mais jovens não entendem a referência do texto. Porém, quem tem mais de 40 anos vai entender facilmente a alusão que farei ao médico Jhony Bezerra (Avante). Podemos dizer que na política, quando o personagem pensa como oposição, se comporta como oposição e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O problema de ter vivido muitos verões é que, por vezes, os mais jovens não entendem a referência do texto. Porém, quem tem mais de 40 anos vai entender facilmente a alusão que farei ao médico Jhony Bezerra (Avante). Podemos dizer que na política, quando o personagem pensa como oposição, se comporta como oposição e age como oposição é porque é oposição. É diferente da velha propaganda do Denorex (e isso denuncia minha idade), que fazia referência a um xampu que tinha cheiro remédio, mas não era. No caso do ex-mandatário da PBSaúde, o parecer e o ser são inequívocos. Faltava um empurrão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E este empurrão veio com novas exonerações de aliados de Jhony da estrutura do governo do Estado. Era previsível que isso (o rompimento) ia acontecer, afinal, há muito o médico não escondia o ressentimento com o governador João Azevêdo (PSB). Reclamava da falta de prestígio na gestão. As queixas dele encontravam ressonância também na base governista, com aliados do mandatário não escondendo o ressentimento em relação ao ex-auxiliar. E a gota d’água parece ter sido os anúncios de apoio dele a Lucas Ribeiro (PP) para o governo, a Nabor Wanderley (Republicanos) para o Senado e nenhuma garantia para João Azevêdo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rompimento de agora ocorre dias depois de Jhony assumir o comando do Avante, mediante articulação dos deputados Aguinaldo Ribeiro (PP), tio de Lucas, e Hugo Motta (Republicanos), pai de Nabor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ato contínuo de toda essa história é que a tendência, agora, é a migração de Jhony Bezerra para a oposição. Deve anunciar apoio à pré-candidatura do prefeito Cícero Lucena (MDB) logo após o Carnaval. De quebra, deve apoiar também a postulação de Veneziano Vital do Rêgo (MDB) para o Senado. Além disso, será contraponto ao prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil) mais uma vez, depois de ter forçado um segundo turno em Campina Grande, em 2024, na época, com apoio de João. Bruno é o único do clã Cunha Lima que decidiu ficar com o senador Efraim Filho (União) na disputa pelo governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para concluir, o que se pode dizer da adesão de Jhony Bezerra à oposição é que antes ele já parecia oposicionista e agora o é. </p>



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		<title>Em nota, após reunião com João, Cícero formaliza saída do PP e pré-candidatura ao governo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/em-nota-apos-reuniao-com-joao-cicero-formaliza-saida-do-pp-e-pre-candidatura-ao-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 18:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[candidato]]></category>
		<category><![CDATA[cícero]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, formalizou nesta sexta-feira (5), de uma só vez, a saída do Partido Progressistas e a pré-candidatura ao governo do Estado. O comunicado ocorreu por meio de nota logo após ser recebido, na Granja Santana, pelo governador João Azevêdo (PSB). O movimento do gestor pessoense tem como pano de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, formalizou nesta sexta-feira (5), de uma só vez, a saída do Partido Progressistas e a pré-candidatura ao governo do Estado. O comunicado ocorreu por meio de nota logo após ser recebido, na Granja Santana, pelo governador João Azevêdo (PSB). O movimento do gestor pessoense tem como pano de fundo uma disputa intensa (e frustrada) pelo direito de disputar a sucessão do chefe do Executivo com o aval da base. A queda de braço, até agora, tem sido vencida pelo vice-governador Lucas Ribeiro (PP), que assume o comando do Palácio da Redenção a partir de abril do ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nota, Cícero diz entender que o nome dele tem as melhores condições para vencer as eleições de 2026. &#8220;O Estado precisa de um gestor experiente e com coragem para enfrentar os desafios&#8221;, ressaltou. Há meses, o prefeito percorre a Paraíba em busca de apoios para a disputa da eleição. Ele vinha dividindo as atenções com Lucas nas agendas do Governo, o que gerou um clima de estranhamento com ícones da família Ribeiro, como o deputado federal Aguinaldo Ribeiro e a senadora Daniella Ribeiro, tio e mãe de Lucas, respectivamente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o destino político, o prefeito não esconde de ninguém que poderá ser candidato mesmo pela oposição. Também deixa claro que vai continuar a peregrinação pelo Estado quando retornar da Europa, onde fará peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela. Sobre o futuro partido, Cícero diz que ele será anunciado no tempo oportuno. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira a íntegra da nota:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nota</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a humildade e a lealdade que sempre guiaram minha vida pública, registro que, nos últimos meses, tenho recebido nas ruas o carinho e o incentivo do povo para que eu dispute o Governo do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as pesquisas, qualitativas e quantitativas, confirmam que a população reconhece o nosso trabalho à frente da Prefeitura de João Pessoa, pela quarta vez, e enxerga que a cidade vive o seu melhor momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses levantamentos também revelam que meu nome é o que melhor representa um projeto de desenvolvimento sustentável para a Paraíba, consciente de que, para continuar crescendo, <strong>o Estado precisa de um gestor experiente e com coragem para enfrentar os desafios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de todos os apelos por critérios justos e transparentes na escolha do candidato do grupo liderado pelo governador João Azevêdo, e diante da decisão da direção dos Progressistas na Paraíba, de não apoiar esse desejo popular, <strong>somada à indefinição sobre o comando da federação União Progressista, que gera instabilidade em todo o projeto, comunico minha desfiliação da legenda.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agradeço a todos que fazem parte do PP e reafirmo que levo comigo respeito, amizade e boas lembranças. <strong>No momento oportuno, anunciarei minha nova legenda partidária.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresento, com confiança e determinação, minha pré-candidatura ao Governo da Paraíba. Vou seguir ouvindo os paraibanos em todas as regiões e, a partir desse diálogo, elaborar o Plano de Desenvolvimento Estratégico da Paraíba, que vai garantir um futuro seguro para nosso estado, preservando as conquistas e fazendo a Paraíba avançar ainda mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vontade popular não se negocia, se respeita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É dessa força legítima que construiremos, juntos, o futuro da nossa Paraíba!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cícero Lucena</p>



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		<title>&#8220;Briga de faca&#8221;: namoros com lulismo e bolsonarismo racham candidaturas de governo e da oposição na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/briga-de-faca-namoros-com-lulismo-e-bolsonarismo-racham-candidaturas-de-governo-e-da-oposicao-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 15:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[governistas]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[A antecipação deflagrada da campanha política para o governo do Estado, prevista para o ano que vem, tem atiçado, também, uma disputa de bastidores com vantagens e incômodos entre aliados e adversários do governador João Azevêdo (PSB). Há saias justas para todos os lados quando o assunto diz respeito ao alinhamento das movimentações estaduais com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A antecipação deflagrada da campanha política para o governo do Estado, prevista para o ano que vem, tem atiçado, também, uma disputa de bastidores com vantagens e incômodos entre aliados e adversários do governador João Azevêdo (PSB). Há saias justas para todos os lados quando o assunto diz respeito ao alinhamento das movimentações estaduais com a nacional, que gira em torno da dualidade Lula (PT) x Jair Bolsonaro (PL). Em teoria, a projeção do quadro nacional sobre a Paraíba seria simples, mas, na prática, a realidade é bem outra: sobram jogo de intriga e dificuldades de enquadramento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Começando pela oposição, que tem episódios mais recentes, o fator Bolsonaro tem sido encarado como ponto de ruptura grave. O grupo estava sendo construído com alinhamento programático de centro. Por um lado, com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) trazendo a imagem de Lula para a tentativa de renovação do deu mandato. O ex-deputado Pedro Cunha Lima (PSD), que sonha com o Palácio da Redenção, vinha com discurso nem Lula nem Bolsonaro e os dois ao mesmo tempo. Mesmo o deputado federal Romero Rodrigues (Podemos), com histórico &#8220;namoro&#8221; com o bolsonarismo, guardou a bandeira e virou vice-líder de Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto de ruputra e que veio exigir muita DR (discussão da relação) foi a postura do senador Efraim Filho, que, vitaminado pelo bolsonarismo, passou a se colocar como virtual representante de uma candidatura da extrema-direita no Estado. Ele cogitou até um convite a Pedro para ser vice, mesmo este último sendo considerado centro-esquerda demais pelos apoiadores do ex-presidente. O primeiro a ameaçar pular fora do barco foi Veneziano e depois houve queixa pública de Pedro, o que indica a possibilidade de duas candidaturas oposicionistas, sendo uma mais ao centro e outra migrando para a extrema-direita, com Efraim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os governistas, o quadro é relativamente mais tranquilo em relação ao alinhamento nacional, apesar de, até agora, apenas o prefeito Cícero Lucena (PP) e o presidente da Assembleia, Adriano Galdino (Republicanos), tenham buscado este espelhamento, entre os nomes para a disputa do governo. Lucas Ribeiro, por enquanto, tem sido o único a não dar declarações neste sentido. Nem pontuais como as de Cícero, que lembra o alinhamento de programas de João Pessoa com o governo federal, nem apaixonadas como as de Galdino, que se apresenta como candidato de Lula para a disputa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De certo, tem João Azevêdo, que recebeu convite direto do presidente para representar suas cores na disputa do Senado. Da base governista, o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), deve seguir o mesmo destino que for definido pelo filho, Hugo Motta (Republicanos), atual presidente da Câmara dos Deputados. Pela complexidade do cargo e do momento político, o parlamentar tem adotado a coluna do meio, ora cedendo e negando pedidos do governo, ora fazendo o mesmo em relação aos bolsonaristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em linhas gerais, pela densidade eleitoral do presidente Lula no Estado, a escolha do nome dele é mais simples, por ter histórico de vitórias em praticamente todas as cidades (venceu em todas em 2022). Isso não quer dizer que o anúncio escancarado de apoio vindo de um nome do centro não vá afastar fiéis eleitores de Bolsonaro. Pelo lado da oposição, as cautelas são maiores em relação ao abraço no bolsonarismo. Ele é próprio para quem entra na disputa sem muito combustível, porque o postulante é capaz de conseguir o suficiente para seguir viagem, mas com teto encurtado pela rejeição maior ao ex-gestor nos pequenos municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta realidade bolsonarista pode ter variações de acordo com o nome que vai sucedê-lo, já que são praticamente inexistentes as chances de ele disputar as eleições. O ex-presidente responde a processo no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter tramado um golpe de estado. Dificilmente escapará da prisão neste ano. De qualquer forma, quem venha a sucedê-lo trará vantagens e dificuldades e elas serão compartilhadas com o candidato ao governo que abraçar a causa. </p>



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		<title>Debate sobre destino de Cícero na base governista tira oposição do &#8216;ostracismo&#8217;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/debate-sobre-destino-de-cicero-na-base-governista-tira-oposicao-do-ostracismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 10:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cássio]]></category>
		<category><![CDATA[cícero]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase desaparecida do debate eleitoral nos últimos meses, as lideranças da oposição, na Paraíba, voltaram a dar as caras no noticiário. Na mesa, as tentativas de atrair o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), para o bloco que se contrapõe ao grupo liderado pelo governador João Azevêdo (PSB). O estopim que desencadeou a ação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quase desaparecida do debate eleitoral nos últimos meses, as lideranças da oposição, na Paraíba, voltaram a dar as caras no noticiário. Na mesa, as tentativas de atrair o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), para o bloco que se contrapõe ao grupo liderado pelo governador João Azevêdo (PSB). O estopim que desencadeou a ação foi uma reunião seleta, que teria ocorrido em Campina Grande no último fim de semana e que teria definido as peças na chapa majoritária governista para o ano que vem, sem a presença de Cícero. Todos negam que o encontro tenha ocorrido. Apesar disso, ficou o desgaste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E ele foi o suficiente. Em João Pessoa, o ex-governador e ex-senador Cássio Cunha Lima (PSD) falou da possibilidade de reaproximação com o prefeito. Disse que as diferenças entre os dois surgiram na seara política e que a relação no campo pessoal permaneceu intocada. A referência é ao rompimento registrado em 2014, quando Cícero teve a legenda negada no partido comandado por Cássio, o PSDB, para disputar a reeleição. Na época, ambos eram senadores e Cunha Lima se preparava para disputar o governo. De lá para cá, ambos passaram a militar em campos distintos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma linha de Cássio Cunha Lima é adotada por outras lideranças de oposição. Isso foi exposto pelo deputado estadual George Morais, irmão do senador Efraim Filho, ambos do União Brasil. Em entrevista a uma rádio da capital, ele deixou claro que o prefeito seria bem-vindo na oposição. Quanto a disputar o governo, ele assegura, a missão caberá a quem estiver melhor posicionado nas pesquisas. É o caso da dobradinha entre Efraim e Pedro Cunha Lima (PSD). Este último, em 2022, disputou com o governador João Azevêdo (PSB) e conseguiu levar a eleição para o segundo turno, quando foi derrotado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas sobre a base governista, o que se tem, por ora, são os dissabores entre os aliados de Cícero, mesmo com a negativa da reunião. O grupo defende que o critério para a escolha do candidato ao governo seja a realização de pesquisas. Este é um cenário que tende a beneficiar o prefeito, mas a tendência é que o representante do grupo seja o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), que deve assumir o comando do Estado em abril do ano que vem, quando João Azevêdo sai para a disputa do Senado. Acontece aue apesar de o cenário dar a ideia de prego batido e ponta virada, este é um assunto que merece ser bem conversado, para evitar desgastes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que existe, de fato, é que tanto o prefeito quanto seu filho, o deputado federal Mersinho Lucena (PP), descartam a possibilidade de um rompimento iminente na base. O entendimento é que ainda existe muita margem para conversa. A central de boatos fala que já haveria um acordo sobre a chapa, que traria Lucas para governador, João e Nabor Wanderley (Republicanos) para o Senado, e o presidente da Assembleia, Adriano Galdino, para vice. Este acerto é negado pelos envolvidos, apesar de possuir um que de factível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, a oposição joga parada, esperando um rompimento. </p>



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		<title>Cícero acusa oposição de &#8220;criar intrigas&#8221; sobre relação dele com João Azevêdo e fala em &#8220;desespero&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/cicero-acusa-oposicao-de-criar-intrigas-sobre-relacao-dele-com-joao-azevedo-e-fala-em-desespero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 00:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cícero lucena]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), elevou, neste domingo (4), o tom das críticas direcionadas à oposição. Sem citar nomes específicos, o gestor acusa seus adversários políticos de espalharem informações falsas sobre a relação dele com o governador João Azevêdo (PSB). &#8220;Não adianta a oposição tentar criar intrigas ou espalhar notícias falsas sobre [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), elevou, neste domingo (4), o tom das críticas direcionadas à oposição. Sem citar nomes específicos, o gestor acusa seus adversários políticos de espalharem informações falsas sobre a relação dele com o governador João Azevêdo (PSB). &#8220;Não adianta a oposição tentar criar intrigas ou espalhar notícias falsas sobre minha relação com João e com o nosso grupo&#8221;, ressaltou, fazendo referência a informações de suposto estremecimento das relações na base governista. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Faço parte de um grupo político vencedor, que tem feito João Pessoa e a Paraíba avançarem com trabalho, seriedade e compromisso. O líder desse projeto é o governador João Azevedo. Não adianta a oposição tentar criar intrigas ou espalhar notícias falsas sobre minha relação com João e com o nosso grupo. Tenho mais de 30 anos de vida pública, e não será uma fotografia ou um cumprimento cordial a um adversário que vai mudar minha posição política&#8221;, disse, em nota, o prefeito. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Faço parte de um grupo político vencedor, que tem feito João Pessoa e a Paraíba avançarem com trabalho, seriedade e compromisso. O líder desse projeto é o governador João Azevedo.<br><br>Não adianta a oposição tentar criar intrigas ou espalhar notícias falsas sobre minha relação com…</p>&mdash; Cícero Lucena (@cicerolucena) <a href="https://twitter.com/cicerolucena/status/1919165308113129901?ref_src=twsrc%5Etfw">May 4, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">E ele continua: &#8220;Sempre fui leal, coerente e seguirei assim, atendendo convites, visitando comunidades, cumprimentando as pessoas, porque isso também é fazer política com respeito. O resto é desespero de quem vive de pregar a desunião. E contra esse tipo de política atrasada, a resposta é mais trabalho e mais resultados&#8221;.</p>



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		<item>
		<title>Após ganhar o PSD, federação de PP com União Brasil pode jogar água no chopp da oposição</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-ganhar-o-psd-federacao-de-pp-com-uniao-brasil-pode-jogar-agua-no-chopp-da-oposicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 11:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[efraim filho]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[Não faz muito, a conquista do PSD pelo grupo Cunha Lima encheu de euforia as lideranças da oposição, na Paraíba. Afinal, a chegada de um grande partido, tirado da base governista, abriria a perspectiva de o grupo conquistar maior tempo de TV na disputa estadual do ano que vem. Este era o cenário. Só que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Não faz muito, a conquista do PSD pelo grupo Cunha Lima encheu de euforia as lideranças da oposição, na Paraíba. Afinal, a chegada de um grande partido, tirado da base governista, abriria a perspectiva de o grupo conquistar maior tempo de TV na disputa estadual do ano que vem. Este era o cenário. Só que como o xadrez político pressupõe jogadas dos dois lados, este arquétipo futuro pode não se consolidar. Isso por causa da federação PP/União Brasil em construção no Congresso. Caso ela seja concretizada, lideranças hoje antagônicas dos dois partidos, na Paraíba, vão ter que se entender. O que pode ser pior para a oposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Me explico. O PP é um dos protagonistas, senão o maior protagonista, para as eleições do ano que vem na base governista. Da sigla podem sair o vice-governador Lucas Ribeiro (que poderá estar no posto de titular em 2026) ou o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, para a disputa do Palácio da Redenção. Já do União Brasil, o senador Efraim Filho trabalha com a perspectiva de ser ele ou alguém do clã Cunha Lima (Cássio ou Pedro) o postulante a encabeçar a chapa oposicionista. Só que, com a federação, eles não poderão estar com um pé em cada canoa. Alguém vai ter que ceder. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Daí, se for mantida a tradição neste tipo de negociação, quem roda é Efraim Filho. Isso por causa do poderio do PP no Estado. A sigla tem dois deputados federais (Aguinaldo Ribeiro e Mersinho Lucena) e poderá abrigar a senadora Daniella Ribeiro (de saída do PSD). Ainda abriga o prefeito Cícero Lucena e 17 outros gestores municipais. Por outro lado, o União Brasil tem Efraim e um deputado federal (Damião Feliciano), mas este último é aliado do governador João Azevêdo. Abriga ainda o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, e outros 23 gestores municipais. É muito? É, mas é menos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista recente, o senador Efraim Filho disse não ver como impossível uma composição com as lideranças do PP para 2026. E é verdade, não é impossível. Mas podemos dizer com grande segurança que este omelete não será feito sem quebrar muitos ovos. Isso porque alguém precisará abrir mão do seu projeto político, a menos que um dos grupos seja silenciado e aceite sê-lo. Outro caminho é mudar de partido. O prefeito Cícero Lucena não tem convivência possível com o grupo Cunha Lima e Efraim não ficaria confortável na ala governista. Daí, é fácil imaginar o desfecho. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além disso, nacionalmente, PP e União Brasil tendem a se importar pouco com a questão paroquial, se ela for pontual. O que salta aos olhos dos dois partidos é o tamanho da bancada que será criada: ela terá 106 deputados e será a maior da Câmara dos Deputados. Para que isso se concretize, falta agora o União Brasil deliberar internamente se quer seguir o mesmo caminho. Ou seja, a confusão está na porta. </p>



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		<item>
		<title>Paraíba: oposição espera racha numa base governista prá lá de instável</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/paraiba-oposicao-espera-racha-numa-base-governista-pra-la-de-instavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 11:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[base governista]]></category>
		<category><![CDATA[desunião]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[A base aliada do governador João Azevêdo (PSB) deu, no fim de semana, sinais dúbios sobre sua estabilidade. Na foto, um ambiente harmônico entre os seus participantes. Nos bastidores, falas mais duras e gestos que beiraram o dedo em riste, com cobranças de lado a lado. E tem motivo: o governador não esconde o desejo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A base aliada do governador João Azevêdo (PSB) deu, no fim de semana, sinais dúbios sobre sua estabilidade. Na foto, um ambiente harmônico entre os seus participantes. Nos bastidores, falas mais duras e gestos que beiraram o dedo em riste, com cobranças de lado a lado. E tem motivo: o governador não esconde o desejo de disputar uma vaga no Senado, vaga desejada, também, pela senadora Daniella Ribeiro (PP), mas que tem o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), despontando como opção. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E o governo? Pior ainda. A vaga é pretendida a ferro e fogo pelo presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), que prevê a redução das suas chances caso João Azevêdo saia para o Senado e Lucas Ribeiro (PP), atual vice, assuma o governo do Estado. Neste caso, Ribeiro terá todas as condições de disputar a reeleição, o que contraria Galdino. Mas o nome que aparentemente desponta com maior força é o do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), que foi reeleito com uma votação muito expressiva no pleito do ano passado. E ainda tem o secretário Deusdete Queiroga e por aí vai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As discussões não são simples e, de camarote, estão as lideranças de oposição à espera de um racha. O mais empolgado é o senador Efraim Filho (União Brasil). Ele é um dos cotados para a disputa do governo, talvez com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os deputados bolsonaristas Cabo Gilberto (federal) e Wallber Virgolino (estadual) têm participado ativamente das reuniões do grupo. O nome de Pedro Cunha Lima (PSDB) é naturalmente lembrado, mas ninguém vai estranhar se ele abrir mão em prol de Efraim e disputar vaga na Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato é que ao menor sinal de instabilidade na base governista, os oposicionistas passam a fazer movimentos em busca de eventuais defecções na base aliada do governador. A menina dos olhos de todos é a atração do Republicanos, mas aí teriam que combinar com Hugo Motta, atual presidente da Câmara dos Deputados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O que se tem para hoje é que a disputa pelos espaços na base governista é mais renhida, enquanto a oposição é um salão grande e com muitos móveis, mas com excesso de sobrenomes idênticos (Pedro Cunha Lima, Bruno Cunha Lima, Cássio Cunha Lima e Romero Rodrigues, que não é Cunha Lima, mas é da família). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os espaços na majoritária são de governador, vice, duas vagas de senador e quatro suplências. Parece muito, mas não é.</p>



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		<title>João Azevêdo convida prefeitos e parlamentares governistas e da oposição para lançamento do PAC na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-convida-prefeitos-e-parlamentares-governistas-e-da-oposicao-para-lancamento-do-pac-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 16:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) enviou convites aos prefeitos, deputados e senadores paraibanos para o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Estado. O evento está previsto para ocorrer na terça-feira (12) e contará com a presença de ministros do governo Lula (PT). De acordo com o secretário chefe de gabinete, Ronaldo Guerra, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) enviou convites aos prefeitos, deputados e senadores paraibanos para o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Estado. O evento está previsto para ocorrer na terça-feira (12) e contará com a presença de ministros do governo Lula (PT). De acordo com o secretário chefe de gabinete, Ronaldo Guerra, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o da Educação, Camilo Santana, já confirmaram presença. Ele acredita que outros dois devem estar por aqui no dia do lançamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/de-tornozeleira-mauro-cid-deixa-a-prisao-e-esta-proibido-de-falar-com-bolsonaro-e-michelle/">. De tornozeleira, Mauro Cid deixa a prisão e está proibido de falar com Bolsonaro e Michelle</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/de-tornozeleira-mauro-cid-deixa-a-prisao-e-esta-proibido-de-falar-com-bolsonaro-e-michelle/">. De tornozeleira, Mauro Cid deixa a prisão e está proibido de falar com Bolsonaro e Michelle</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As onze obras estruturantes pleiteadas pelo chefe do Executivo ao governo federal que foram incluídas no novo PAC preveem investimentos de R$ 2,4 bilhões na Paraíba em infraestrutura rodoviária, saúde e segurança hídrica. A data para o início das obras ainda não foi definida, mas deve haver cobranças aos ministros, para que os projetos passem a receber recursos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As demandas do governador João Azevêdo acolhidas pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contemplam a construção do Hospital de Clínicas e Traumatologia do Sertão; o sistema adutor do Brejo, que irá atender aos municípios de Esperança, Remígio, Arara, Casserengue, Solânea e Bananeiras; a segunda etapa do sistema adutor TransParaíba &#8211; Ramal Curimataú; e a barragem Cupissura para abastecer a Região Metropolitana de João Pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também serão executadas a 3ª adutora de água bruta e ampliação da Estação de Tratamento de Água de Campina Grande; a conclusão do canal Acauã-Araçagi; e o projeto do terceiro eixo da Transposição do São Francisco, o Ramal Piancó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E ainda entraram no novo PAC a continuidade das obras de triplicação da BR-230 entre Cabedelo e Oitizeiro, cuja ordem de serviço foi assinada nesta semana pelo ministro dos Transportes, Renan Filho; a duplicação da BR-230 de Campina Grande à Farinha; e o projeto para duplicação da BR-230, da Farinha a Cajazeiras; além da construção do Arco Metropolitano de João Pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Sequência de governos politicamente fracos com Dilma, Temer e Bolsonaro deu ao Congresso poder para passar a boiada</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/sequencia-de-governos-fracos-com-dilma-temer-e-bolsonaro-deu-ao-congresso-poder-para-passar-a-boiada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 11:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[arthur lira]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara do Deputados, Arthur Lira (PP-AL), deu declarações intimidatórias nesta quarta-feira (24) direcionadas ao presidente Lula (PT). O recado é o de que o gestor precisa compreender que o Congresso Nacional assumiu maior protagonismo nos últimos anos. As falas ocorreram depois de uma série de revezes para o governo, com retrocessos principalmente [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara do Deputados, Arthur Lira (PP-AL), deu declarações intimidatórias nesta quarta-feira (24) direcionadas ao presidente Lula (PT). O recado é o de que o gestor precisa compreender que o Congresso Nacional assumiu maior protagonismo nos últimos anos. As falas ocorreram depois de uma série de revezes para o governo, com retrocessos principalmente na área ambiental. E tudo isso um dia depois de a Câmara dos Deputados aprovar com larga margem de votos o arcabouço fiscal, prioridade da gestão. Inequivocamente, o recado foi para demarcar território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do lado do governo, restou recuar em várias pautas para não acusar uma derrota que seria inevitável. Uma delas foi o esvaziamento do Ministério do Meio Ambiente, na contramão da proposta desenhada por Lula assim que assumiu. A medida foi levada adiante após um acordo costurado pela liderança do governo no Congresso. A criação do marco temporal para as terras indígenas também entrou na pauta, em afronta a posicionamentos históricos do presidente e de aliados. Na mesma toada, deputados flexibilizaram o Código Florestal, criando regras que podem contribuir para o desmatamento de áreas protegidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muito claramente, o presidente não estava preparado para este estado de coisas. A correlação de forças entre governo e Congresso é muito diferente da vivida por ele nos dois primeiros mandatos (2003 a 2010), quando fazia concessões para o Congresso, mas a um custo muito inferior. O crescimento do poder de deputados e senadores vem na esteira do enfraquecimento do Executivo, após uma sucessão de governos fracos politicamente. Dilma Rousseff (PT) foi alvo de impeachment em 2016 por falta de apoio e os sucessores Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) tiveram que abrir o cofre para não terem o mesmo destino. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se nas duas primeiras gestões de Lula, a moeda de troca era a indicação de cargos no governo, a relação posterior envolveu gordas liberações de emendas. O orçamento secreto foi largamente utilizado para manter uma aparente paz entre os poderes, chegando durante a gestão de Jair Bolsonaro ao acerto de R$ 20 bilhões em emendas, sem transparência sobre a identidade dos autores. A manobra foi considerada ilegal pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas isso não foi o suficiente para a construção da paridade de armas. Recentemente, para ver o arcabouço votado, o governo Lula liberou bilhões em emendas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isso não foi o suficiente. Há queixas sobre a demora para a liberação de cargos do segundo escalão e de mais emendas. Enquanto isso, a boiada tem sido conduzida em prejuízo das ações de governo. O Ministério do Meio Ambiente, conduzido por Marina Silva, perdeu o controle sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que reúne informações sobre as propriedades rurais e agora estará na alçada da pasta da Gestão. Também perdeu a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que vai para o Desenvolvimento Regional. O relatório que permitiu as mudanças teve o endosso do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo ainda tem que tramitar no Senado, onde o governo tem poder de fogo relativamente maior, mas não vitória garantida. Os acordos feitos na Câmara dos Deputados são sintoma de que a relação entre os poderes não será fácil. O medo em relação a isso é que tudo pode ser contornado, mas ao custo de muito recurso público e retrocessos para o país. É um estado de coisas que, ao que parece, não vai mudar. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Crítico ferrenho de Lula, Cabo Gilberto é escolhido para vice-liderança da oposição na Câmara</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/critico-ferrenho-de-lula-cabo-gilberto-e-escolhido-para-vice-lideranca-da-oposicao-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 20:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cabo gilberto]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[líder]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Cabo Gilberto (PL) foi oficializado nesta segunda-feira (27) como um dos quatro vice-líderes da oposição na Câmara dos Deputados. O parlamentar paraibano é conhecido pela postura combativa contra as gestões de esquerda. Enquanto deputado estadual, na Legislatura passada, deu trabalho à base governista na Assembleia Legislativa, em contraponto ao governo de João [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Cabo Gilberto (PL) foi oficializado nesta segunda-feira (27) como um dos quatro vice-líderes da oposição na Câmara dos Deputados. O parlamentar paraibano é conhecido pela postura combativa contra as gestões de esquerda. Enquanto deputado estadual, na Legislatura passada, deu trabalho à base governista na Assembleia Legislativa, em contraponto ao governo de João Azevêdo (PSB). No Congresso, tentará fazer o mesmo em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O deputado se apresenta como bolsonarista de carteirinha. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder da oposição na Câmara dos Deputados será Carlos Jordy (PL-RJ), que tem como vice-líderes Marcel van Hattem, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, Cabo Gilberto Silva e André Fernandes. A liderança da minoria ficou a cargo do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas no ano passado.  “Agradecer ao povo paraibano pelo mandato. Essa será a nossa missão na Câmara dos Deputados. Que Deus abençoe a nossa nação”, disse o parlamentar por meio das redes sociais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cabo Gilberto é ligado à pauta da Segurança Pública e teve mais de 126 mil votos em 2022. O dado interessante é que ele travou uma disputa particular dentro do partido, com o presidente da sigla, ano passado. Os dois acabaram sendo eleitos, sendo que o militar foi o candidato a deputado federal mais votado em João Pessoa, com 58 mil votos. </p>



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