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	<title>octávio &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>André Mendonça é ameaçado em Brasília e Octávio Paulo Neto, na Paraíba: quem protege quem investiga?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 13:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[ameaça]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) comunicou o reforço da segurança pessoal do ministro André Mendonça, que é relator, na Corte, dos casos relacionados ao Banco Master. Motivo: novas ameaças ao magistrado, provavelmente vindas da milícia comandado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, apelidada de “A Turma”. O ato contínuo disso é que Mendonça tem usado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) comunicou o reforço da segurança pessoal do ministro André Mendonça, que é relator, na Corte, dos casos relacionados ao Banco Master. Motivo: novas ameaças ao magistrado, provavelmente vindas da milícia comandado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, apelidada de “A Turma”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ato contínuo disso é que Mendonça tem usado colete à prova de bala, reforçado a segurança e, como pastor, ampliado as orações. O caso choca, mas o que ocorre em Brasília não é distante do que é vivido aqui na Paraíba, pelo promotor Octávio Paulo Neto, coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apuração feita pelo blog revela que Paulo Neto vem sofrendo ameaças a mais de anos, por causa da sua posição à frente do Gaeco. Ele coordenou operações ruidosas como Calvário, Xeque-Mate, Squadre e Astringere, que contrariaram muita gente poderosa. Por conta disso, ameaças têm sido direcionadas a ele, vindas por meios eletrônicos e até por recado. Em resposta, a segurança foi reforçada e os casos estão sendo apurados. Procurado pelo blog, ele evitou tratar do assunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a causa e o efeito são bem conhecidas. Nos últimos 20 anos, o Gaeco assumiu a condução de alguns dos casos mais sensíveis e complexos do Estado, envolvendo organizações criminosas, corrupção e estruturas ilícitas sofisticadas. Como consequência natural dessa atuação, membros da instituição passaram a conviver com ameaças e pressões, fenômeno que se intensifica em momentos de maior tensão institucional e polarização política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário torna ainda mais evidente uma pergunta essencial: quem protege aqueles que protegem a sociedade? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir a segurança de agentes públicos que enfrentam estruturas criminosas não é privilégio corporativo. É, na verdade, um investimento na própria capacidade do Estado de investigar, responsabilizar e preservar a ordem jurídica. Sem essa proteção mínima, o sistema de Justiça se fragiliza e abre espaço para que o medo substitua a lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, mais do que reconhecer o risco enfrentado por esses profissionais, é fundamental assegurar mecanismos institucionais de proteção, apoio e estrutura, de modo que aqueles que ainda se dispõem a travar esse combate possam fazê-lo com independência, segurança e respaldo estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim das contas, proteger quem luta pela Justiça é proteger a própria sociedade. Sem essa garantia, o combate ao crime e à corrupção deixa de ser uma política de Estado e passa a depender apenas da coragem isolada de poucos. E um país não pode se sustentar apenas sobre a coragem de seus poucos resistentes.</p>



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		<title>Sem citar nomes, coordenador do Gaeco manda recado aos  &#8216;poderosos&#8217; que se dizem perseguidos da Justiça: &#8220;um país justo é aquele em que todos cabem na cadeia&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/sem-citar-nomes-coordenador-do-gaeco-manda-recado-aos-poderosos-que-se-dizem-perseguidos-da-justica-um-pais-justo-e-aquele-em-que-todos-cabem-na-cadeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 18:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[octávio]]></category>
		<category><![CDATA[paulo neto]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), Octávio Paulo Neto, fez uma publicação enigmática, nesta quinta-feira (24), nas redes sociais. Nelas, ele diz que um país justo só é &#8220;aquele em que todos cabem na cadeia&#8221;. O comentário ocorre na mesma semana em que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), Octávio Paulo Neto, fez uma publicação enigmática, nesta quinta-feira (24), nas redes sociais. Nelas, ele diz que um país justo só é &#8220;aquele em que todos cabem na cadeia&#8221;. O comentário ocorre na mesma semana em que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu se considerar incompetente para julgar processo relacionado à operação <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/passados-tres-anos-tre-se-diz-incompetente-para-julgar-acao-de-ricardo-na-calvario-e-manda-caso-para-o-stj-outras-acoes-devem-ter-mesmo-destino-entenda/">Calvário. Entre os investigados está o ex-governador Ricardo Coutinho (PT)</a>. Mas a analogia pode ser aplicada, também, a outras lideranças, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tem se tornado lugar-comum que indivíduos poderosos, ao serem chamados a responder por seus atos, recorram à retórica da perseguição e da vitimização. Alegam complôs imaginários, criam neologismos grandiloquentes e invocam fantasmas autoritários para ocultar aquilo que, em essência, é pura soberba: a recusa em se submeter às leis que regem a todos. A verdadeira democracia não se mede apenas pelo voto, mas pela equidade na aplicação da justiça. Um país justo é aquele em que todos cabem na cadeia — do mais abastado ao mais anônimo, do influente ao esquecido. O ergástulo que abriga o pobre também deve estar pronto a receber o poderoso quando este transgride. Só assim se ergue uma nação que respeita a legalidade e honra seus princípios republicanos&#8221;, diz a nota ilustrada com uma frase e uma foto de Jean-Paul Sartre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a íntegra aqui:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/p/DMf2fVCxHGp4KQsqkXGGxppaw_wYdq1HFkxwXY0">https://www.instagram.com/p/DMf2fVCxHGp4KQsqkXGGxppaw_wYdq1HFkxwXY0</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão sobre o declínio da competência foi assinada pelo juiz Roberto Dhorn Moreira Monteiro da Franca Sobrinho, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ele entendeu, com base na nova jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), que um dos processos que tramitam contra o ex-governador na Corte deveria ser remetido para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), porque o ex-gestor tinha foro por prerrogativa de função na época das supostas irregularidades. O ex-governador sempre negou as acusações e se disse perseguido pela Justiça e do Ministério Público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O outro lado da moeda é visto agora, também, em relação a um grande adversário político de Ricardo, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele cumpre medidas cautelares diversas da prisão por ter supostamente tramado sanções econômicas contra o país, além de ser alvo de processo no Supremo por acusação de ter tramado tramado um golpe de estado. O ex-gestor também se diz perseguido pelo que chama de ativismo judicial do STF. </p>



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		<title>Coordenador do Gaeco, Octávio Paulo Neto é finalista no prêmio de inovação tecnológica do Judiciário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/coordenador-do-gaeco-octavio-paulo-neto-e-finalista-no-premio-de-inovacao-tecnologica-do-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 12:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[octávio]]></category>
		<category><![CDATA[paulo neto]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), é finalista do Prêmio de Inovação Judiciário Exponencial (J. Ex) 2023, na categoria “Pessoas”. A iniciativa tem o objetivo de reconhecer e incentivar ideias e projetos inovadores nos âmbitos tecnológico, de gestão e de novas metodologias. A [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), é finalista do Prêmio de Inovação Judiciário Exponencial (J. Ex) 2023, na categoria “Pessoas”. A iniciativa tem o objetivo de reconhecer e incentivar ideias e projetos inovadores nos âmbitos tecnológico, de gestão e de novas metodologias. A cerimônia de premiação será no dia 21 de novembro, em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Octávio concorre na categoria Liderança Exponencial e traz a favor de si um arcabolço tecnológico que tem contruído para elucidar crimes em todo o Brasil. Na mesma categoria, concorrem os promotores Rodrigo Figueiredo Brelinger, da Gerência de Ciência de Dados e Inovação do Ministério Público de Santa Catariana (MPSC), e Rafael Henrique Martins Fernandes, coordenador de Planejamento Institucional do Ministério Público de Minas Gerais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1556" height="1556" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/10/840c70e41b8999eddd6aa53f1b4cd05e.jpg" alt="" class="wp-image-11970"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A indicação para o Prêmio de Inovação do @jexlegal deste ano, na sua quarta edição, é motivo de uma felicidade tão grande quanto de orgulho, não é fácil inovar num Ministério Público com grandes limitações orçamentárias, mas somos do Vale do Jabá, uma terra onde a escassez vira insumos&#8221;, disse Paulo Neto, ao tomar conhecimento da indicação do nome dele entre os finalistas do prêmio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Orgulho por ter sido indicado entre os finalistas, na categoria executivo de Inovação Ministerio Publicos e Tribunais de Conta, o que simboliza um reconhecimento do trabalho que vem sendo realizado há cerca de 20 anos pela equipe fantástica do Núcleo de Gestão do Conhecimento do MPPB, escalado pelo MP Digital da Comissão de Planejamento Estratégico, na pessoa do Conselheiro Moacyr, grande líder da Estratégia Nacional do MP Digital, que traz consigo essa vocação de liderar a agenda digital nacionalmente e que foi indicado na categoria de Liderança Exponencial em Tribunais Superiores e Conselhos, agora, ao lado dos Ministros Barroso (STF),Bruno Dantas (TCU) e Lélio (CSJT), o que denota seu lugar de relevo no cenário nacional, sem olvidarmos da nossa maestra Bruna Damacena @brunadamacena&#8221;, ressaltou em texto enviado ao blog. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Octávio Paulo Neto foi o coordenador de grandes operações na Paraíba, nos últimos anos, voltadas para o combate à corrupção. Entre elas, estão a operação Calvário e a Xeque-Mate. </p>



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