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	<title>nega &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>João se mostra vacinado contra tese de rompimento e diz que não há prazo para definição de candidato governista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 15:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[govenista]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) colocou panos mornos na discussão sobre rompimento com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP). As discussões ocorrem deste a última sexta-feira (8), quando o gestor pessoense participou, em Campina Grande, da estreia do curta-metragem Habeas Pinho, em homenagem ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima. No evento, o prefeito foi [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) colocou panos mornos na discussão sobre rompimento com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP). As discussões ocorrem deste a última sexta-feira (8), quando o gestor pessoense participou, em Campina Grande, da estreia do curta-metragem Habeas Pinho, em homenagem ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No evento, o prefeito foi fotografado ao lado de ícones da oposição como o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSD) e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). Outro que participou do evento foi o presidente da Assembleia, Adriano Galdino (Republicanos), que também faz planos de disputar o governo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ser questionado sobre o assunto, nesta segunda-feira (11), o governador relativizou a importância do episódio. Também tratou de afastar a pressa pela definição do candidato que será apoiado por ele na disputa pela sucessão. João Azevêdo ressaltou que o grupo será forte unido e que se alguém quiser sair, terá que fazer uma avaliação de forças, contando o que perde com a saída e o que ganha ficando. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“É natural na política que as pessoas tenham projetos. Eu faço o projeto de grupo e insisto na possibilidade de estarmos juntos, até porque você tem que fazer conta de perda e ganho. Às vezes se anuncia coisas que eu não consigo entender. Sinceramente, que ganho terá alguém em se afastar do grupo para disputar pelo qual nunca participou?”, questionou João.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gestor aproveitou para ironizar o opositores, alegando que eles apostam na divisão governista. “A oposição espera até hoje um rompimento para se viabilizar. Se nos mantivermos juntos, teremos chances reais de vencer a eleição no próximo ano”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base governista tem três nomes colocados para a disputa do governo. Além de Cícero e Adriano, o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) se coloca como nome para a disputa, caso assuma o cargo em abril do ano que vem. </p>



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		<title>Aguinaldo Ribeiro nega agressões à ex-mulher e diz que relatos são &#8220;fantasiosos e não comprovados&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/aguinaldo-ribeiro-nega-agressoes-a-ex-mulher-e-diz-que-relatos-sao-fantasiosos-e-nao-comprovados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 19:40:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[acusações]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[Aguinaldo Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[ex-mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) divulgou nota nesta quinta-feira (11) na qual nega acusações feitas pela ex-mulher, a empresária Ana Rachel Targino Queiroz Velloso Ribeiro, sobre supostas agressões à ex-mulher, além de violências psicológicas e patrimoniais. O conteúdo está exposto em uma petição protocolada pela defesa dela na Justiça, com pedido de medidas protetivas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) divulgou nota nesta quinta-feira (11) na qual nega acusações feitas pela ex-mulher, a empresária Ana Rachel Targino Queiroz Velloso Ribeiro, sobre supostas agressões à ex-mulher, além de violências psicológicas e patrimoniais. O conteúdo está exposto em uma petição protocolada pela defesa dela na Justiça, com pedido de medidas protetivas contra o parlamentar. O pedido será analisado pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de João Pessoa. O caso corre em segredo de Justiça, porém, o caso acabou vazado pera a imprensa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Fiquei abismado com o vazamento criminoso de uma petição que corria em segredo de justiça, e da qual eu não tinha conhecimento, e que foi usada ilegalmente por setores da imprensa. Mais estarrecido ainda fiquei com o conteúdo da petição que retrata fatos inverídicos, fantasiosos e não comprovados. Repudio veementemente as acusações de agressão, seja de qualquer natureza&#8221;, ressaltou Aguinaldo Ribeiro, ressaltando, ainda, que não vai se estender nas declarações à imprensa sobre as acusações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com reportagem do Jornal da Paraíba, o documento traz o relato da empresária com alegação de que ela teria sido “agredida por todas as formas de violência doméstica (…) o que se intensificou nos últimos anos e culminou com a separação do ex-casal”. &#8220;Busca-se, portanto, a imediata concessão de medidas protetivas de urgência para salvaguardar a vítima em todas estas searas, além de tutela antecipada para assegurar o seu cumprimento e cessar possíveis crimes patrimoniais em curso”, argumenta a defesa na petição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo e Ana Rachel estavam casados desde 1999 e se separaram em janeiro deste ano, após, segundo a defesa, alguns episódios de violência e patrimonial e física, inclusive alguns que teriam sido presenciados pelas filhas do casal. A empresária alega que &#8220;foi trancada no quarto por Aguinaldo Ribeiro diversas vezes&#8221; e que &#8220;não só era agredida moralmente (com gritos, palavrões e injúrias), como era ameaçada caso falasse em divórcio ou em fugir de casa”.</p>



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		<title>PM nega ter pedido restrições a desfiles de blocos no Carnaval de Campina Grande e OAB critica decisão da prefeitura</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pm-nega-ter-pedido-cancelamento-do-carnaval-de-campina-grande-e-oab-critica-decisao-da-prefeitura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 20:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Falta]]></category>
		<category><![CDATA[nega]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão da prefeitura de Campina Grande, de restringir os desfiles de blocos carnavalescos na cidade durante o Carnaval, tem ganhado contornos de pastelão. O prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil) atribuiu a responsabilidade pela decisão ao Ministério Público da Paraíba, que convocou o município para a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A decisão da prefeitura de Campina Grande, de restringir os desfiles de blocos carnavalescos na cidade durante o Carnaval, tem ganhado contornos de pastelão. O prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil) atribuiu a responsabilidade pela decisão ao Ministério Público da Paraíba, que convocou o município para a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O órgão atribuiu a necessidade da proibição, entre outros motivos, à segurança pública. Só que a Polícia Militar, alheia a toda essa confusão, alega que não pediu cancelamento de festa nenhum. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso tem gerado polêmica nas redes sociais porque tolhe o direito constitucional de um grupo em detrimento de outro. Explicando melhor: os blocos carnavalescos de Campina Grande existem muito antes do &#8220;Carnaval da Paz&#8221;, voltado principalmente para os públicos católico e evangélico. Então, a partir do momento que a Prefeitura de Campina Grande, impulsionada ou não pelo Ministério Público, decide priorizar grupos religiosos cristãos em detrimento de manifestações culturais profanas ainda mais tradicionais, ela joga no ralo o princípio do estado laico. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso foi manifestado pela Defensoria Pública da Paraíba, que entrou com uma ação civil pública contra o decreto assinado pelo prefeito Bruno Cunha Lima. Foi motivo, também, de manifestação da Ordem dos Advogados do Brasil, Subseção de Campina Grande, que divulgou nota nas redes sociais. A entidade representativa dos advogados diz que, em linhas gerais, o decreto &#8220;restringe a realização de festejos carnavalescos na cidade de Campina Grande-PB&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É certo que o festejo do período momesco é representação legítima do direito à Cultura, que tem proteção constitucional e consiste em pilar, sustentáculo do conceito de cidadania. Para melhor se posicionar, formando o entendimento sobre o mérito da questão em tela, foi encaminhado ofício ao Ministério Público – Curadoria de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Social, onde requer-se cópia integral do Procedimento que com a assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta, deu vida ao Decreto suso mencionado&#8221;, diz a nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a segurança, o comandante-Geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Sérgio Fonseca, garante que a corporação está à disposição para garantir a integridade dos foliões e dos fiéis nos eventos religiosos. &#8220;Com o histórico de sempre promover segurança em centenas de eventos em período de carnaval, a Polícia Militar destaca que não tem nenhuma relação com decisões que proíbem blocos de carnaval em determinados pontos de cidade de Campina Grande, estando absolutamente pronta para atender aos cidadãos e turistas com os serviços de segurança&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim não tem argumento que justifique o impedimento.</p>



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		<title>Justiça nega prisão de médico acusado de agressão contra ex-mulher. Denúncia revela que violência ocorria desde 2020</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-nega-prisao-de-medico-acusado-de-agressao-contra-ex-mulher-denuncia-revela-que-violencia-ocorria-desde-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 15:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[nega]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[A juíza Shirley Abrantes Moreira Régis, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, negou nesta quinta-feira (14) o pedido de prisão preventiva solicitada contra o médico João Paulo Souto Casado. Ele é acusado de ter agredido de forma reinterada a ex-mulher, Rafaella Souza de Lima. De acordo com a denúncia [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A juíza Shirley Abrantes Moreira Régis, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Capital, negou nesta quinta-feira (14) o pedido de prisão preventiva solicitada contra o médico João Paulo Souto Casado. Ele é acusado de ter agredido de forma reinterada a ex-mulher, Rafaella Souza de Lima. De acordo com a denúncia protocolada pela Polícia Civil para justificar o pedido, os maus tratos vinham ocorrendo desde 2020 e o último episódio foi registrado em janeiro deste ano. O caso ganhou repercussão, no entanto, apenas no último domingo (10), quando vieram à tona vídeos das agressões. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para rejeitar o pedido de prisão, a magistrada alegou falta de contemporaneidade da medida extrema (prisão). “Também não existem indícios de que o requerido tenha intenções de evadir-se do distrito da culpa, até porque, conforme já demonstrado nos autos (ID 79098923), o indiciado apresentou-se hoje na Delegacia de Polícia Especializada da Mulher e submeteu-se ao interrogatório, optando por exercer o direito constitucional de não autoincriminar-se, além de ter declinado no feito endereço fixo e se comprometido a auxiliar no andamento da investigação&#8221;, diz a decisão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da magistrada foi apresentada em consonância com o parecer do Ministério Público. O caso é investigado pela Delegacia da Mulher desde o mês de agosto, pouco depois da separação do casal, ocorrida em julho, de acordo com declarações do médico. João Paulo Casado gravou vídeo nesta semana pedindo desculpas à ex-mulher pelas agressões e se dizendo arrependido pelo ocorrido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autos do processo, no entanto, mostram que os casos de violência não foram esporádicos. A representação apresentada pela polícia narra &#8220;que o indiciado teria cometido diversas agressões físicas contra a ofendida Rafaella Souza De Lima, havendo notícias de que a última conduta teria ocorrido no mês de janeiro de 2023, sendo as demais datadas de setembro e novembro de 2022, bem como uma do ano de 2020, cujo mês a vítima não soube apontar&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As imagens foram divulgadas inicialmente pelo site Paraíba Feminina. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://x.com/tatyanavaleria/status/1701037755688484915?s=20">https://x.com/tatyanavaleria/status/1701037755688484915?s=20</a></p>



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		<title>Efeito Sérgio Cabral: quatro anos após confissão, Leto Viana nega corrupção, se diz honesto e que foi &#8216;vítima de um golpe&#8217;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/efeito-sergio-cabral-quatro-anos-apos-confissao-leto-viana-nega-corrupcao-se-diz-honesto-e-que-foi-vitima-de-um-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 11:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção]]></category>
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					<description><![CDATA[Esqueça tudo o que eu disse. Esse pedido foi feito pelo ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, anos depois de confessar casos de corrupção na administração daquel estado. A mesma estratégia agora é adotada pelo ex-prefeito de Cabedelo, Leto Viana. Quatro anos depois de ter corroborado com as acusações de desvio de recursos e até com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Esqueça tudo o que eu disse. Esse pedido foi feito pelo ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, anos depois de confessar casos de corrupção na administração daquel estado. A mesma estratégia agora é adotada pelo ex-prefeito de Cabedelo, Leto Viana. Quatro anos depois de ter corroborado com as acusações de desvio de recursos e até com a ajuda à compra de um mandato de prefeito, no caso de Luceninha, seu antecessor, o ex-gestor agora diz que nada disso aconteceu. Ele passou um ano e três meses preso após ser alvo da operação Xeque-Mate, que mirou empresários e personagens políticos da cidade portuária. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas declarações foram dadas em entrevista ao jornalista Adelton Alves, no Mangabacast, nesta segunda-feira (24). O ex-prefeito disse para todo mundo ouvir que é inocente e que foi vítima de um golpe para tirá-lo do poder. Viana foi preso em 3 de abril de 2018, em ação coordenada em conjunto pela  Polícia Federal e pelo Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco). Entre as acusações estava a compra do mandato de Luceninha, mas também o recebimento de parte dos salários de servidores fantasmas da prefeitura, enriquecimento ilícito e até a imposição de cartas-renúncia para vereadores aliados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-gestor foi delatado, na época, pelo ex-presidente da Câmara, Lucas Santino, agora acusado por ele de ter comandado o esquema criminoso na cidade. Diz ainda que o atual prefeito, Vítor Hugo (União Brasil), foi o grande beneficiado pela articulação que o tirou do poder e que teria abrigado suspeitos na administração pública. Sobre as investigações e vastas provas levantadas, inclusive que o levaram à condenação em primeiro grau, diz que o Ministério Público foi induzido ao erro. Sobre a PF, aponta suposta parcialidade de um delegado e um agente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pelo blog, o prefeito de Cabedelo prometeu processar o ex-prefeito pelas acusações feitas por ele e atribuiu ao projeto político da mulher de Leto, Jacqueline França, as declarações de agora. Disse ainda que pelo menos sete outras pessoas também estão se preparando para processar o ex-gestor. Leto foi condenado a seis anos de prisão na primeira instância, mas a decisão foi suspensa porque a ação foi transferida para a Justiça Eleitoral.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confissões de Leto: </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Compra de mandato<br></strong>O ex-prefeito contou em confissão feita em abril de 2019 que o mandato de Luceninha foi comprado em 2013, com recursos destinados pelo empresário Roberto Santiago por meio de cheques. Entre as contrapartidas havia um suposto acordo para que não fosse permitida a construção de um shopping em Cabedelo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esquema do lixo<br></strong>A confissão de Leto Viana também confirmou o que já havia sido encontrado pela Polícia Federal e pelo Gaeco durante as investigações da Xeque-Mate em relação a suposta fraude na contratação de empresa de coleta de lixo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desvio de salário de funcionários<br></strong>O ex-prefeito de Cabedelo, preso na Xeque-Mate, ainda confirmou um esquema de desvio de salário de funcionários da prefeitura. Conforme o documento de confissão, alguns servidores que recebiam R$ 10 mil de salário bruto, cerca de R$ 7,7 mil líquido, ficavam com R$ 3 mil e devolviam a diferença para o prefeito. O documento cita nominalmente 14 servidores que estavam implicados no esquema de repasse de parte do salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Em carta, Livânia nega declarações para documentário &#8220;Justiça Contaminada&#8221;, sobre a operação Calvário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/em-carta-livania-nega-declaracoes-para-documentario-justica-contaminada-sobre-a-operacao-calvario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 16:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[conjur]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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					<description><![CDATA[A ex-secretária de Administração do governo da Paraíba, na gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), Livânia Farias, negou, em carta, neste fim de semana, declarações que teriam sido dadas por ela aos autores do documentário &#8220;Justiça contaminada: o teatro do lavajatismo na Paraíba&#8221;. O episódio 7 da produção traz supostas declarações da ex-auxiliar do governo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ex-secretária de Administração do governo da Paraíba, na gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), Livânia Farias, negou, em carta, neste fim de semana, declarações que teriam sido dadas por ela aos autores do documentário &#8220;Justiça contaminada: o teatro do lavajatismo na Paraíba&#8221;. O episódio 7 da produção traz supostas declarações da ex-auxiliar do governo, nas quais insinuaria conluio na condução das investigações da operação Calvário, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação Calvário apurou supostos desvios de recursos públicos ocorridos entre 2011 e 2018, período em que Ricardo Coutinho esteve à frente do Executivo estadual. As investigações do Ministério Público da Paraíba apontam para a existência de uma suposta organização criminosa que teria atuado neste período e que teria causado prejuízo estimado em R$ 153,2 milhões aos cofres públicos. O montante, de acordo com o Gaeco, tem a ver apenas com as perdas na área de saúde. No documentário, a tese sustentada é que os desvios teriam relação com &#8216;caixa 2&#8217;. Este, inclusive, é o entendimento atribuído a Livância no documentário e negado por ela. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O único processo que andou foi esse, que tem eu, Daniel, Leandro e Michelle, que é o da caixa de vinhos. E que é aí que eu quero saber o que o Judiciário daqui vai fazer, porque se aquilo ali não for eleitoral, nenhum mais é. E eu acho que nem deveria ter chegado a tanto&#8221;, diz a declaração atribuída a Livânia no documentário. Ela é seguida de narração dizendo que foram vazadas informações para a imprensa e estimulada a espetacularização das informações. O documentário foi produzido pelos jornalistas Camilo Toscano e Eduardo Reina e foi lançado com transmissão ao vivo pela TV Conjur, na semana passada.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph">. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-foca-agenda-positiva-e-faz-entrega-de-notebooks-para-professores-nesta-segunda/">João Azevêdo foca agenda positiva e faz entrega de notebooks para professores nesta segunda</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/governo-brasileiro-quer-trazer-ao-brasil-o-coracao-de-d-pedro-i/">Governo brasileiro quer trazer ao país o coração de D. Pedro I</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No documentário, foram apresentadas, também, cartas escritas por Livânia Farias entre 2018 e 2019, nas quais ela narraria, entre outras coisas, o desejo de tirar a própria vida. A ex-secretária não nega o conteúdo das cartas, mas reprovou a divulgação delas sem sua autorização. &#8220;Declaro que não autorizei a veiculação dessas cartas e nem da minha imagem ou voz a quem quer que seja, bem assim jamais afirmei existir qualquer negociação ou conluio por parte dos órgãos do sistema de Justiça. Os fatos insertos no diário dizem respeito a minha intimidade, não tendo autorizado advogado ou a qualquer que fosse, a divulgação ou repasse do seu conteúdo&#8221;, diz a carta. A voz utilizada no vídeo, vale ressaltar, não é a dela.  </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1035" height="811" src="http://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2022/05/be53dc793ba7f97b61187ef58f8f257a.png" alt="" class="wp-image-6836"/><figcaption>Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Livância Farias não foi a única delatora no curso da investigação, que teve 23 fases. Firmaram colaboração premiada, com autorização da Justiça, também, o ex-assessor dela, Leandro Nunes (citado acima), o empresário Daniel Gomes, da Cruz Vermelha Brasileira, e a secretária pessoal dele, Michelle Louzada. Integram a lista ainda Maria Laura Caldas de Almeida, Cláudia Cristina Camisão, Ivan Brurity (ex-secretário de Turismo) e Bruno Michel Teixeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja o episódio 7 do documentário</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://youtu.be/l2n0UKTqtkQ
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"> </p>



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			</item>
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		<title>Defesa de Ricardo diz que reclamação no STF visa levar denúncia para o Eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 18:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[calvário]]></category>
		<category><![CDATA[mmilhões]]></category>
		<category><![CDATA[nega]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo coutinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) divulgou nota nesta segunda-feira (26) na qual nega ter entrado com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de destravar o bloqueio de bens do ex-gestor. Apesar de a Reclamação Constitucional confrontar decisão que impôs bloqueio até o limite de R$ 6,5 milhões contra os réus [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A defesa do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) divulgou nota nesta segunda-feira (26) na qual nega ter entrado com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de destravar o bloqueio de bens do ex-gestor. Apesar de a Reclamação Constitucional confrontar decisão que impôs bloqueio até o limite de R$ 6,5 milhões contra os réus no processo, o ponto em discussão, dizem os advogados, tem outro objetivo. Eles pedem que o processo que tramita contra o socialista saia da área criminal e vá para a Justiça Eleitoral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação em questão tramita na 3ª Vara Criminal de João Pessoa. Eles pedem que as denúncias relativas ao processo sigam &#8220;para a justiça eleitoral, órgão efetivamente competente para julgar os processos, já que consta na denúncia a acusação de que foram repassados recursos financeiros para a campanha do Governo do Estado em 2010, na forma de caixa dois. Como pedido liminar, foi requerida a suspensão da ação penal até que seja julgado o mérito da Reclamação e os autos sejam encaminhados para o juízo competente&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados dizem que não houve o pedido de desbloqueio dos valores como o revelado pelo site O Antagonista, até por que, segundo eles, &#8220;Ricardo Coutinho não tem o valor de R$ 6,5 milhões que está sendo divulgado&#8221;. A defesa lembra que a decisão de primeiro grau falava no bloqueio dos bens até o limite do suposto dano e que o montante efetivamente bloqueado foi de R$ 56.911,51, além de bens que, somados, teriam valor próximo a R$ 2 milhões. Os valores têm como base a declaração do Imposto de Renda. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado Eduardo Cavalcanti, que atua na causa junto com Igor Suassuna, alegou que a defesa busca com a reclamação estender ao caso o entendimento já consolidado pelo Supremo. &#8220;A própria denúncia fala em caixa 2 para a campanha. Neste caso, cabe à Justiça Eleitoral julgar&#8221;, ressaltou. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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