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	<title>Juiz &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Moraes manda prender homem que quebrou relógio em atos golpistas e determina investigação de juiz que o soltou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 16:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou prender o mecânico Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado a 17 anos de prisão por participar da invasão ao Palácio do Planalto durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e destruir um relógio histórico do século 17. A decisão foi proferida na [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou prender o mecânico Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado a 17 anos de prisão por participar da invasão ao Palácio do Planalto durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e destruir um relógio histórico do século 17. A decisão foi proferida na noite desta quinta-feira (19). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro derrubou a liminar concedida pelo juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, da Vara de Execuções Penais (VEP) de Uberlândia, que concedeu regime semiaberto ao condenado. Antônio Cláudio estava preso desde janeiro de 2023 e foi solto na terça-feira (17). O ministro também determinou que o magistrado responsável pela soltura seja investigado pela Polícia Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao revogar a liberdade concedida ao mecânico, Moraes disse que o magistrado não tinha competência legal para conceder o benefício. Segundo o ministro, somente o STF pode decidir questões processuais relacionadas aos apenados pelos atos golpistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O juiz proferiu decisão fora do âmbito de sua competência, não havendo qualquer decisão desta Suprema Corte que tenha lhe atribuído a competência para qualquer medida a não ser a mera emissão do atestado de pena&#8221;, disse o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, Moraes afirmou que o mecânico ainda não tem direito à progressão de regime. &#8220;O réu é primário e foi condenado por crimes cometidos com violência e grave ameaça, de modo que a sua transferência para o regime semiaberto só poderia ser determinada &#8211; e exclusivamente por esta Suprema Corte &#8211; quando o preso tivesse cumprido ao menos 25% da pena&#8221;, completou Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da decisão ilegal, Moraes também determinou o que juiz seja investigado. &#8220;A conduta do juiz de direito Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, deve, portanto, ser devidamente apurada pela autoridade policial no âmbito deste Supremo Tribunal Federal&#8221;, determinou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano passado, Antônio foi condenado pela Corte a 17 anos de prisão pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, dano do patrimônio tombado e associação criminosa armada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a tramitação do processo, o réu prestou depoimento e confessou que esteve no Palácio do Planalto e danificou o relógio. Após os atos, ele fugiu para Uberlândia e foi preso pela Polícia Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Produzido pelo francês Balthazar Martinot, o relógio danificado pelo condenado foi dado de presente ao imperador Dom João VI pela corte francesa em 1808 e fazia parte do acervo da Presidência da República. (Agência Brasil)</p>



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		<title>A peculiar história do juiz acusado de usar nome falso por 40 anos e se dizer descendente da aristocracia inglesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 10:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[nome falso]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um escândalo digno de filme — com roteiro de novela. O Ministério Público de São Paulo denunciou um juiz aposentado por uso de documento falso e falsidade ideológica. O detalhe que chama atenção: o magistrado teria atuado por mais de 40 anos usando um nome que não era o seu. De acordo com a denúncia, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um escândalo digno de filme — com roteiro de novela. O Ministério Público de São Paulo denunciou um juiz aposentado por uso de documento falso e falsidade ideológica. O detalhe que chama atenção: o magistrado teria atuado por mais de 40 anos usando um nome que não era o seu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, José Eduardo Franco dos Reis, hoje com 67 anos, construiu uma vida inteira — e uma carreira — sob a identidade de Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield. O nome pomposo impressionava. E parece ter funcionado. Ele chegou a ocupar cargo de juiz no Tribunal de Justiça de São Paulo, de onde se aposentou sem que a farsa fosse descoberta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação que desmontou a construção fantasiosa teve início em outubro do ano passado. A Polícia Civil estranhou um pedido de segunda via de RG no Poupatempo da Sé, feito sob o nome inglês. A partir daí, a teia começou a se desfazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MP detalha que Reis começou a fraude em 1980, apresentando uma série de documentos — todos falsos — para dar vida ao personagem britânico. Entre eles, um certificado de dispensa do Exército, carteira de servidor do Ministério Público do Trabalho, carteira de trabalho e até título de eleitor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esses papéis, ingressou no curso de Direito da USP, formou-se em 1992 e, três anos depois, foi aprovado no concurso da magistratura. Passou a assinar as sentenças com o nome fictício que ele mesmo criou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso corre em segredo de Justiça na 29ª Vara Criminal de São Paulo. O MP pede o cancelamento de todos os documentos emitidos com o nome falso, além do passaporte e da proibição de sair da cidade onde reside.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tentativas de contato com o ex-magistrado não tiveram retorno. A história agora caminha para os tribunais, mas a pergunta que paira no ar é: como ninguém percebeu durante quatro décadas?</p>



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		<title>Idealizador da Ficha Limpa, Marlon Reis diz que tentiva de rever lei é violência e sob encomenda para Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 16:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[ficha limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Reis]]></category>
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					<description><![CDATA[O advogado e ex-juiz Marlon Reis, idealizador da Lei Ficha Limpa, disse nesta quarta-feira (5) que o movimento visando a redução dos anos de inelegibilidade previstos na legislação é &#8220;um crime, uma acinte, uma violência e estes deputados (que subscrevem a matéria) precisam ser denunciados&#8221;. As declarações foram dadas à rádio Arapuan, de João Pessoa, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O advogado e ex-juiz Marlon Reis, idealizador da Lei Ficha Limpa, disse nesta quarta-feira (5) que o movimento visando a redução dos anos de inelegibilidade previstos na legislação é &#8220;um crime, uma acinte, uma violência e estes deputados (que subscrevem a matéria) precisam ser denunciados&#8221;. As declarações foram dadas à rádio Arapuan, de João Pessoa, e ocorrem horas depois de o presidente da Câmara dos Deputados,<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/idealizador-da-ficha-limpa-marlon-reis-diz-que-tentiva-de-rever-lei-e-violencia-e-sob-encomenda-para-bolsonaro/"> o paraibano Hugo Motta (Republicanos), dizer que considera oito anos de inelegibilidade muito tempo e que o tema será discutido na Casa</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é do deputado federal bolsonarista Bibo Nunes (PL) e visa reduzir o tempo de inelegibilidade de oito para dois anos. Na prática, a medida abriria espaço para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pudesse disputar as eleições de 2026. Ele se tornou inelegível após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proferida no ano passado. O ex-gestor foi condenado por abuso do poder político, por causa de uma reunião com embaixadores na qual procurou desacreditar as urnas eletrônicas. A retórica também foi usada por Bolsonaro durante o pleito do ano passado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida proposta por Nunes, agora, na visão de Marlon Reis, visa beneficiar Jair Bolsonaro, classificado por ele como alguém que quer ser candidato no ano que vem de todo jeito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um retrocesso maior que o que tínhamos antes da lei Ficha Limpa. Antes, a inelegibilidade era de três anos. Conseguimos aumentar para oito porque com três anos é óbvio que (antes da lei) uma pessoa tornada inelegível em uma eleição, na outra eleição para deputado, já estava elegível. Agora, o que eles estão querendo fazer é que na próxima eleição para prefeito ele já esteja elegível. Isso é um crime, uma acinte, uma violência e estes deputados precisam ser denunciados. Isso precisa ser acompanhado para a sociedade brasileira&#8221;, disse o ex-magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reis explicou que a forma de fazer com que esta proposta seja derrubada é dar conhecimento à população. &#8220;A luz é o melhor remédio&#8221;, disse, ressaltando que a Ficha Limpa foi uma conquista da sociedade, resultado do envolvimento de entidades como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), igrejas evangélicas e Maçonaria. Ele falou ainda que já houve convocação de reunião do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, que congrega várias entidades, para que seja iniciado um trabalho de enfrentamento ao projeto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto contém críticas a decisões da Justiça Eleitoral e afirma que a configuração atual da Lei da Ficha Limpa gera “instabilidade e insegurança jurídica a políticos”. “A inelegibilidade por dois anos seguintes ao pleito eleitoral é uma sanção mais do que suficiente para os fins que se almeja a inelegibilidade”, argumenta Nunes. A sanção atual impõe oito anos (ou dois ciclos eleitorais) a partir da irregularidade cometida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Bolsonaro, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) entendeu que ele cometeu abuso de poder político em julho de 2022, quando reuniu embaixadores estrangeiros no Palácio do Planalto e fez, sem provas, acusações contra as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro. Além do local, o então presidente também usou os meios de comunicação da Presidência para transmitir a reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, Bolsonaro foi sentenciado aos citados oito anos de inelegibilidade e ficou impedido de retornar às urnas em 2026. Como relatou o site IstoÉ, o ex-presidente mantém a confiança na candidatura e evita avalizar outros nomes de seu campo para sustentar a aposta na reabilitação, que pode ser conquistada pelo Legislativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que a configuração atual da Lei da Ficha Limpa tirou o próprio Lula das eleições de 2018, quando Bolsonaro foi eleito.</p>



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		<item>
		<title>Tribunal de Justiça escolhe juiz Kéops de Vasconcelos para membro do TRE</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tribunal-de-justica-escolhe-juiz-keops-de-vasconcelos-para-membro-do-tre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 17:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[escolhido]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) escolheu o juiz Kéops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires, da 15ª Vara Cível da Comarca de João Pessoa, para ocupar a vaga de juiz-membro Efetivo do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). A indicação ocorreu na manhã desta quarta-feira (29), durante a primeira sessão ordinária administrativa [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) escolheu o juiz Kéops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires, da 15ª Vara Cível da Comarca de João Pessoa, para ocupar a vaga de juiz-membro Efetivo do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). A indicação ocorreu na manhã desta quarta-feira (29), durante a primeira sessão ordinária administrativa da Corte. Ele vai substituir o juiz Fábio Leandro de Alencar Cunha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, Pires vai ocupar a vaga por dois anos. O magistrado afirmou ter recebido a nomeação com grande alegria, sobretudo por compreender a responsabilidade de integrar o Tribunal Regional Eleitoral como membro efetivo. Ele também destacou o sentimento de satisfação pelo reconhecimento do Pleno do TJPB, especialmente diante da concorrência de tantos candidatos qualificados, magistrados de notável saber jurídico e grande notoriedade. &#8220;Graças a Deus, fui contemplado com essa oportunidade e honrado com a confiança dos desembargadores para cumprir essa missão&#8221;, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Parabenizo o juiz Kéops de Vasconcelos pela merecida indicação para compor a Corte Eleitoral. Tenho certeza de que sua atuação será marcada pelo comprometimento, seriedade e excelência, contribuindo significativamente para a Justiça Eleitoral. Desejo-lhe sucesso nessa nova caminhada”, disse a presidente do TRE-PB, Agamenilde Dias Arruda Vieira Dantas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, integram o TRE-PB, na categoria de Juiz de Direito, o juiz Sivanildo Torres Ferreira, como Membro Efetivo, e os magistrados Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão e Marcial Henrique Ferraz da Cruz, como Membros Suplentes.</p>



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		<item>
		<title>Juiz solta pastor suspeito de desviar R$ 3 milhões de fiéis: &#8220;crimes imputados não foram cometidos mediante violência&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/juiz-solta-pastor-suspeito-de-desviar-r-3-milhoes-de-fieis-crimes-imputados-nao-foram-cometidos-mediante-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 16:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[fieis]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça da Paraíba mandou soltar, nesta segunda-feira (25), o pastor Péricles Cardoso de Melo, investigado por estelionato após um golpe de cerca de R$ 3 milhões contra fiéis em uma igreja de João Pessoa. A decisão foi proferida pelo juiz Antônio Maroja Limeira, da 2ª Vara Regional Criminal de Mangabeira, e beneficiou, também, a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça da Paraíba mandou soltar, nesta segunda-feira (25), o pastor Péricles Cardoso de Melo, investigado por estelionato após um golpe de cerca de R$ 3 milhões contra fiéis em uma igreja de João Pessoa. A decisão foi proferida pelo juiz Antônio Maroja Limeira, da 2ª Vara Regional Criminal de Mangabeira, e beneficiou, também, a mulher do religioso, Vânia Francisca de Macedo Melo. O pastor foi preso em 1º de novembro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Péricles Cardoso de Melo foi preso preventivamente em 1º de novembro de 2023. Segundo a polícia, ele teria praticado crime de estelionato contra diversas vítimas, utilizando-se da influência que tinha como pastor da Igreja Assembleia de Deus em Mangabeira I. De acordo com a investigação, o pastor pedia contribuição para o pagamento de uma casa para a igreja, sendo que as prestações seriam pagas pela Igreja Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vítimas emprestavam seus cartões de crédito e estes eram utilizados para pagamento de dívidas do pastor. Geralmente ele pagava as dívidas contraídas com o cartão de crédito emprestado por terceiros, mas em tempos recentes deixou de honrar o compromisso. Uma das vítimas chegou a dizer que estava com uma dívida de R$ 400 mil no cartão de crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao revogar a prisão preventiva, o juiz afirmou que &#8220;os acusados não apresentam condenação criminal anterior e, apesar do grande número de pessoas apontadas como vítimas e da repercussão na mídia dos atos apontados na denúncia, os crimes imputados não foram cometidos mediante violência ou grave ameaça às pessoas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destacou ainda o magistrado que a gravidade genérica dos delitos imputados e a repercussão social dos fatos, que já não é mais a mesma, em razão do decurso do tempo, não podem servir de alicerces para a manutenção da prisão cautelar visando a garantia da ordem pública, quando dissociadas de quaisquer elementos concretos e individualizados que indiquem a continuidade de sua necessidade. De acordo com a decisão, não há indicação concreta de que em liberdade os acusados tentarão intimidar ou corromper testemunhas ou as vítimas ainda não inquiridas, destruir provas materiais ou dificultar as investigações criminais e o andamento da marcha processual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A conclusão é que não subsiste o alicerce que motivou a decretação da custódia preventiva, nem há demonstração da existência concreta de fatos novos ou contemporâneos a justificar a necessidade da manutenção do decreto de prisão, pois não estão mais presentes os fundamentos da garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal ou necessidade de assegurar a aplicação da lei penal (artigo 312 do CPP), razão por que o decreto deve ser revogado&#8221;, frisou o juiz. Ainda cabe recurso. </p>



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		<item>
		<title>Juiz de MG determina bloqueio de R$ 50 milhões de sócios da 123Milhas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/juiz-de-mg-determina-bloqueio-de-r-50-milhoes-de-socios-da-123milhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 09:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[123Milhas]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[clienes]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça de Minas Gerais determinou nesta quarta-feira (13) o bloqueio de bens no valor de R$ 50 milhões dos sócios da 123Milhas. Com a decisão, o patrimônio pessoal de Ramiro Madureira e Augusto Madureira serão bloqueados para garantir o pagamento de créditos aos consumidores lesados. A decisão foi proferida pelo juiz Eduardo Henrique de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Justiça de Minas Gerais determinou nesta quarta-feira (13) o bloqueio de bens no valor de R$ 50 milhões dos sócios da 123Milhas. Com a decisão, o patrimônio pessoal de Ramiro Madureira e Augusto Madureira serão bloqueados para garantir o pagamento de créditos aos consumidores lesados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi proferida pelo juiz Eduardo Henrique de Oliveira, da 15ª Vara Cível de Belo Horizonte. O magistrado aceitou pedido do Ministério Publico para desconsiderar a personalidade jurídica da empresa e bloquear os bens pessoais dos sócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estão presentes a probabilidade do direito e o risco ao resultado útil do processo, este caracterizado pela necessidade de não obstaculizar a integral reparação dos danos causados, resguardando-se de pronto algum numerário para o ressarcimento futuro dos milhares de consumidores lesados, devendo preponderar o interesse coletivo, em detrimento da separação entre a pessoa jurídica e seus sócios”, decidiu o juiz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês passado, a 123 Milhas suspendeu a emissão de passagens para embarque previsto entre setembro e dezembro deste ano. O cancelamento foi aplicado aos bilhetes da &#8220;Linha Promo&#8221;. O prejuízo aos consumidores é investigado pela Justiça e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada pela Agência Brasil, a empresa declarou que ainda não foi notificada da decisão, mas vai recorrer dentro do prazo legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Negócio equivocado&#8221;<br>Em depoimento à CPI das Pirâmides Financeiras na Câmara dos Deputados, no início do mês, o sócio da 123Milhas, Ramiro Madureira, disse que o modelo de negócio equivocado levou à falência da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a empresa acreditava que os custos iriam reduzir a partir da recuperação do mercado de viagens após a pandemia, o que não ocorreu. O modelo dependia de novas compras no site, que foi menor que o esperado. Na linha promocional, a Promo, os clientes compravam passagens com datas flexíveis. (Agência Brasil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Tribunal de Justiça determina novo afastamento de juiz investigado pelo Gaeco e abre procedimento administrativo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tribunal-de-justica-determina-novo-afastamento-de-juiz-investigado-pelo-gaeco-e-abre-procedimento-administrativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 16:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal de justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou, nesta quarta-feira (31), novo afastamento do juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, titular da 2ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga. Com a decisão, este é o segundo afastamento arbitrado contra o magistrado em menos de dez dias. Na semana passada, em decisão monocrática do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou, nesta quarta-feira (31), novo afastamento do juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, titular da 2ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga. Com a decisão, este é o segundo afastamento arbitrado contra o magistrado em menos de dez dias. Na semana passada, em decisão monocrática do desembargador Joás de Brito Pereira, houve a determinação para o afastamento do juiz por um ano. Nesta quinta, com o caso analisado pelo conjunto dos magistrados, houve entendimento para o afastamento por seis meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem um ponto que precisa ser explicado para o leitor em relação ao caso. Apesar de as acusações serem as mesmas, deixar de “cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício”, as decisões são concorrentes. A proferida na semana passada por Joás de Brito Pereira tem a ver com uma investigação criminal contra o magistrado, movida pelo Ministério Público da Paraíba, com base em investigação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Já a segunda, analisada pelo Pleno do TJPB, ocorre na esfera administrativa. Uma não anula a outra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores do Tribunal de Justiça decidiram, junto com o afastamento, instaurar um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) contra o juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto. Na decisão, eles também proibiram o acesso de Antônio Eugênio às dependências do fórum de Itaporanga e a juízes e assessores; assim como a utilização dos sistemas do Judiciário estadual – enquanto estiver em vigência o afastamento. Conforme o relatório da denúncia, o magistrado teria atuado para beneficiar clientes do advogado Max Willy Cabral de Araújo, com quem teria uma relação próxima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os afastamentos de agora não são novidade em relação ao juiz. No ano passado, no mesmo processo, Joás de Brito também determinou o afastamento de Antônio Eugênio por 90 dias. </p>



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		<title>Investigado, juiz de Itaporanga é afastado novamente pelo TJPB, desta vez por um ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 10:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) afastou do cargo nesta semana o juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, titular da 2ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga. Este é o segundo afastamento do cargo aplicado contra o magistrado em menos de um ano. O primeiro ocorreu no dia 6 de setembro do ano passado, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) afastou do cargo nesta semana o juiz Antônio Eugênio Leite Ferreira Neto, titular da 2ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga. Este é o segundo afastamento do cargo aplicado contra o magistrado em menos de um ano. O primeiro ocorreu no dia 6 de setembro do ano passado, com vigência de seis meses, período no qual foi realizada sindicância sobre a atuação dele no cargo. Isso ocorreu justamente uma semana depois de Eugênio ter se tornado um dos alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O afastamento, na época, foi determinado pelo desembargador Joás de Brito Pereira. O magistrado determinou a apuração de suposta infração dos deveres previstos no art. 35, I, da Lei Orgânica da Magistratura. O dispositivo trata de &#8220;cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício&#8221;. De acordo com a publicação no Diário da Justiça da época, ele foi investigado por ter sentenciado “processos em tramitação em unidade judiciária para a qual não tinha jurisdição”. Na época, durante operação do Gaeco, foram cumpridos mandados no Fórum e em endereços de advogados da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O atual afastamento tem como base Processo Administrativo Eletrônico aberto pelo Tribunal de Justiça. Neste, o afastamento será por um tempo muito mais elástico. Será de um ano, contados a partir do último dia 24. Neste período, a 3ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga será comandada, de forma cumulativa, pelo juiz João Lucas Souto Gil Messias, juiz de Direito do 2º Juizado Auxiliar Misto da Comarca de Itaporanga. É a segunda vez que ele ocupa o posto e pelo mesmo motivo. A decisão também foi de autoria de Joás de Brito e foi publicada no Diário Eletrônico do Tribunal de Justiça da Paraíba do último dia 24.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado, pela decisão, ficará afastado até 23 de maio de 2024. As investigações ocorrem sob sigilo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="750" height="1216" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/05/eee58e4f377d34ff422a85fcd937becb.jpeg" alt="" class="wp-image-10481"/></figure>



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		<title>Afastado do cargo durante operação do Gaeco, juiz de Itaporanga vira alvo de sindicância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 23:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[investigado]]></category>
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					<description><![CDATA[A Corregedoria-Geral de Justiça, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), determinou nesta terça-feira (6) a abertura de uma sindicância contra o juiz Antônio Eugênio Ferreira Leite Neto, da 2ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga. O magistrado é o mesmo que foi alvo na semana passada de uma operação do Grupo de Atuação Especial [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Corregedoria-Geral de Justiça, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), determinou nesta terça-feira (6) a abertura de uma sindicância contra o juiz Antônio Eugênio Ferreira Leite Neto, da 2ª Vara Mista da Comarca de Itaporanga. O magistrado é o mesmo que foi alvo na semana passada de uma operação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Na apuração atual, ele é acusado de ter deixado de cumprir &#8220;com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A apuração foi determinada pelo desembargador Fred Coutinho, em meio a volumosas denúncias direcionadas ao magistrado. De acordo com a publicação no Diário da Justiça, ele será investigado por ter sentenciado &#8220;processos em tramitação em unidade judiciária para a qual não tinha jurisdição&#8221;. Não foram dados mais detalhes a respeito da apuração, porém, de acordo com informações obtidas pelo blog, outras investigações estão em curso e poderão gerar dificuldades para o magistrado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Ferreira Neto é acusado de outros abusos relacionados à atuação como magistrado. Em um deles, teria beneficiado um tio em sentença proferida enquanto ocupava cadeira em outra comarca. A sentença, posteriormente, foi revista em grau de recurso. As apurações contra o magistrado estão em andamento. </p>



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		<title>Operação do Gaeco cumpre mandados em Itaporanga em endereços ligados a juiz e advogados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 18:58:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[itaporanga]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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					<description><![CDATA[Um juiz e advogados que atuam no Sertão paraibano foram alvos, nesta quinta-feira (1º), de uma operação coordenada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) no Fórum de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um juiz e advogados que atuam no Sertão paraibano foram alvos, nesta quinta-feira (1º), de uma operação coordenada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) no Fórum de Itaporanga, na casa do magistrado e nos endereços dele e de advogados que atuam na região. A investigação corre em sigilo e os nomes dos alvos não foram revelados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com informações obtidas pelo blog, os mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. O presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), juiz Max Nunes, confirmou ao jornalista João Paulo Medeiros, do Jornal da Paraíba, que está acompanhando as apurações. “Nós vamos acompanhar o desenrolar das investigações, esperando que sejam garantidas todas as prerrogativas e o devido processo legal. Temos certeza que serão adotadas todas as medidas”, afirmou o presidente da entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB), Harisson Targino, informou que a entidade está acompanhando as investigações. Um representante da ordem acompanhou o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na cidade de Itaporanga. </p>



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