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	<title>fpm &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Famup alerta prefeitos sobre queda nas receitas e sugere corte de despesas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/famup-alerta-prefeitos-sobre-queda-nas-receitas-e-sugere-corte-de-despesas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[famup]]></category>
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					<description><![CDATA[A queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no segundo decêndio de abril acendeu o sinal de alerta nas prefeituras — e já mobiliza entidades municipalistas. O crédito feito nesta segunda-feira (20) veio 2% menor, em termos nominais, na comparação com o mesmo período do ano passado. Pode parecer pouco, mas, na [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no segundo decêndio de abril acendeu o sinal de alerta nas prefeituras — e já mobiliza entidades municipalistas. O crédito feito nesta segunda-feira (20) veio 2% menor, em termos nominais, na comparação com o mesmo período do ano passado. Pode parecer pouco, mas, na prática, é o tipo de variação que pressiona caixas já apertados, segundo a entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Paraíba, a Federação das Associações de Municípios da Paraíba entrou em campo para pedir cautela. O recado é direto: segurar despesas e reforçar o planejamento. A preocupação não é à toa. O FPM é uma das principais fontes de receita da maioria dos municípios, e qualquer oscilação impacta rapidamente o equilíbrio fiscal — sobretudo em cidades menores, mais dependentes das transferências federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presidente da entidade, George Coelho fez um alerta público aos gestores. Disse que o momento exige “responsabilidade e atenção redobrada”, principalmente diante da queda registrada neste segundo decêndio. Nos bastidores, o diagnóstico é claro: sem controle, o efeito pode chegar rápido na ponta — com risco de atraso em folha e dificuldades no pagamento de fornecedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação da Famup é preventiva. Revisão de despesas, prioridade para investimentos essenciais e acompanhamento constante das transferências estão no pacote recomendado. O pano de fundo é um cenário econômico ainda instável, com oscilações na arrecadação federal que acabam respingando diretamente nos cofres municipais.</p>



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		<title>Presidente do TCE desmente prefeitos e diz que repasses do FPM na Paraíba não caíram. Eles cresceram 3%</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/presidente-do-tce-desmente-prefeitos-e-diz-que-repasses-do-fpm-na-paraiba-nao-cairam-eles-cresceram-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 18:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[fpm]]></category>
		<category><![CDATA[Nominando]]></category>
		<category><![CDATA[TCE]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Nominando Diniz, desmentiu os prefeitos paraibanos nesta segunda-feira (9). Os gestores têm reclamado frequentemente de quedas nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), por parte do governo federal. Os gestores falam em cortes médios de 30%, porém, de acordo com o conselheiro do órgão [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Nominando Diniz, desmentiu os prefeitos paraibanos nesta segunda-feira (9). Os gestores têm reclamado frequentemente de quedas nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), por parte do governo federal. Os gestores falam em cortes médios de 30%, porém, de acordo com o conselheiro do órgão de controle paraibano, a verdade é que os repasses acumulados desde o início do ano estão, em média, 3% maiores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O conselheiro, por outro lado, reconhece a dificuldade dos municípios, mas as atribui ao crescimento das despesas. Ele alega que elas precisam ser reduzidas. “Houve acréscimo em média de 3% nos recursos, só no FPM. Não levei em consideração outras receitas, apenas FPM, porque é a maior receita dos municípios. Cresceu a despesa e esse desequilíbrio [reclamação de falta de recursos] é evidente. A receita se transforma em custeio, mas a despesa tem que ser reduzida”, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados divulgados pelo presidente do TCE seguem no mesmo sentido do que foi apresentado em levantamento realizado pelo jornal O Estado de São Paulo. O periódico mostrou com base nos repasses de janeiro a setembro um crescimento superior a 4% nos repasses para as prefeituras. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao crescimento das despesas dos municípios, o conselheiro lembrou levantamento recente do TCE que mostra um gasto de <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/apos-tce-divulgar-farra-nos-gastos-com-festas-famup-sai-em-defesa-de-prefeitos-e-contesta-auditoria/">R$ 54,2 milhões com festas pelos gestores paraibanos</a>. Em comparação com o ocorrido no exercício de 2022, essas despesas indicam a elevação de 20,70%, segundo o Relatório Consolidado da Esfera Municipal elaborado pela Auditoria do TCE. A entidade alega, entre outras coisas, suposta fragilidade nos dados.</p>



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		<title>Alvo de cobranças na Paraíba, governo Lula anuncia R$ 10 bilhões para compensar perdas de FPM e FPE</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/alvo-de-cobrancas-na-paraiba-governo-lula-anuncia-r-10-bilhoes-para-compensar-perdas-de-fpm-e-fpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 23:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[bloog do suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[fpe]]></category>
		<category><![CDATA[fpm]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[prefeituras]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, informou nesta terça-feira (12) que o governo federal irá antecipar R$ 10 bilhões a estados e municípios para compensar a perda com o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O anúncio ocorre em meio a muitas cobranças de prefeitos e governadores por causa da queda [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, informou nesta terça-feira (12) que o governo federal irá antecipar R$ 10 bilhões a estados e municípios para compensar a perda com o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O anúncio ocorre em meio a muitas cobranças de prefeitos e governadores por causa da queda nos repasses nos últimos três meses. O tema foi abordado durante o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na Paraíba, nesta terça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As cobranças foram feitas, mais cedo, ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, durante a agenda na Paraíba, mas as manifestações desta terça-feira foram apenas mais umas entre as várias que ocorreram pelo país afora. O valor estava previsto para ser repassado em 2024, mas será pago ainda este ano. De acordo com Padinha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou incluir a antecipação no Projeto de Lei Complementar (PLP) 136/23, que trata das perdas de ICMS e está em tramitação na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso significa uma compensação de R$ 2,5 bilhões a mais para os municípios brasileiros. [O presidente Lula] nos autorizou a incluir isso hoje no PLP, que já teve aprovada a urgência na semana passada, e o relatório vai ser apresentado pelo deputado Zeca Dirceu [PT-PR e relator do projeto]”, afirmou Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra medida acertada com o presidente Lula é a inclusão no projeto de uma compensação aos municípios pela queda, de julho a setembro, nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desta forma, as prefeituras irão receber um adicional de R$ 2,3 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vai ter uma parcela extra do governo federal que compensa essa queda dos últimos três meses, garantindo também que os municípios tenham o FPM compensado, ajudando os municípios a tocar suas ações da saúde, habitação.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa do governo, conforme Padilha, é que o PLP 136/23 seja aprovado nesta quarta-feira (13) na Câmara dos Deputados e, em seguida, no Senado. Assim que aprovado, o governo iniciará os repasses aos estados, municípios e Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Perda de ICMS<br></strong>A compensação das perdas com o ICMS, imposto administrado pelos estados, ocorre por causa de leis complementares adotadas no ano passado, na gestão de Jair Bolsonaro, que limitaram as alíquotas sobre combustíveis, gás natural, energia, telecomunicações e transporte coletivo, impactando na arrecadação dos entes federativos.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei Complementar 136/23, enviado pelo Executivo, prevê compensação total de R$ 27 bilhões em razão das mudanças nas alíquotas, que será paga até 2026. O montante foi negociado entre o Ministério da Fazenda e os governos estaduais, e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em junho.</p>
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		<title>Sem falar em valores, ministro de Lula promete socorro às prefeituras</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/sem-falar-em-valores-ministro-de-lula-promete-socorro-as-prefeituras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 16:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[fpm]]></category>
		<category><![CDATA[prefeituras]]></category>
		<category><![CDATA[rui costa]]></category>
		<category><![CDATA[socorro]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, prometeu, nesta terça-feira (12), um socorro às prefeituras que tiveram redução nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O auxiliar do presidente Lula (PT) não falou em números, mas assegurou que já existe um modelo e ele será apresentado ao mandatário [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro chefe da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, prometeu, nesta terça-feira (12), um socorro às prefeituras que tiveram redução nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O auxiliar do presidente Lula (PT) não falou em números, mas assegurou que já existe um modelo e ele será apresentado ao mandatário ainda nesta semana, para atender o pleito dos gestores municipais. O ministro veio ao estado para participar do lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, com plano de investimento de R$ 2,4 bilhões na Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A promessa de socorro aos municípios ocorre após uma série de protestos feitos por gestores paraibanos. Eles alegam a redução progressiva nos repasses, principalmente nos últimos meses. Os gestores reivindicam a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que institui o adicional de 1,5% do FPM no mês de março; e a compensação de R$ 6,8 bilhões pelas perdas dos municípios com a redução do ICMS sobre combustíveis, aprovada no ano passado, ainda sob o governo Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rui Costa justificou a redução nos repasses com base na queda de arrecadação de impostos federais nos meses junho e julho. A expectativa, segundo ele, é que estes índices sejam recompostos. O auxiliar do presidente Lula disse saber das dificuldades principalmente das pequenas prefeituras, por algumas delas funcionarem quase que exclusivamente com recursos do FPM. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Casa Civil veio à Paraíba junto com outros auxiliares do presidente Lula, a exemplo dos ministros Camilo Santana (Educação) e Jader Filho (Cidades). A comitiva trouxe ainda a secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior. A solenidade do PAC aconteceu no Espaço Cultural, em João Pessoa. Todos os prefeitos, deputados e senadores foram convidados para a solenidade. Também estiveram presentes representantes da Caixa Econômica Federal, do Sebrae, das bancadas federal e estadual e de prefeitos de todas as regiões do estado.</p>



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		<item>
		<title>Cícero defende que reforma tributária faça repactuação dos recursos do FPM</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/cicero-defende-que-reforma-tributaria-faca-repactuacao-dos-recursos-do-fpm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 14:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cícero lucena]]></category>
		<category><![CDATA[fpm]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitos]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
		<category><![CDATA[repactuação]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito Cícero Lucena disse, nesta quarta-feira (30), que todos os municípios são impactados com a queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios por parte do governo federal. O gestor abriu o evento “Sem FPM não dá”, que reuniu prefeitos de várias cidades paraibanas, na Praça João Pessoa, em frente à Assembleia Legislativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O prefeito Cícero Lucena disse, nesta quarta-feira (30), que todos os municípios são impactados com a queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios por parte do governo federal. O gestor abriu o evento “Sem FPM não dá”, que reuniu prefeitos de várias cidades paraibanas, na Praça João Pessoa, em frente à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), defendeu que essa medida precisa ser revista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os municípios são os que tem maiores atribuições na vida das pessoas. É no território municipal que as coisas acontecem. Alguém que precisa de um serviço de saúde pública, de educação, do transporte coletivo, de infraestrutura, então, nós precisamos ser mais respeitados. É uma estrutura que precisa ser repensada no Brasil, inclusive na reforma tributária, no sentido de que a parcela de recursos deve ficar mais na mão dos municípios, que são aqueles que tem mais a ver na vida das pessoas”, afirmou o prefeito..</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), 51% dos municípios enfrentam dificuldades financeiras, especialmente pela queda de FPM e atrasos em outros repasses, como os royalties de minerais e petróleo. Ainda segundo o levantamento, a cada R$ 100 que são arrecadados por pequenos municípios, R$ 91 são utilizados para o pagamento de pessoal e o custeio da máquina pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), que encabeçou a mobilização, com apoio da CNM, alega que esse cenário tem gerado uma crise e que ela vem se agravando porque houve quedas recentes de receitas relevantes, como FPM e o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além dos atrasos em emendas parlamentares federais e do aumento das despesas de pessoal, custeio e investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós sabemos que a dificuldade maior são das prefeituras menores, mas as maiores também têm, porque dependem do FPM para pagar o custeio da máquina. Então, é uma mobilização em todo país, com adesão de cidades do Paraná, Santa Catarina, Goiás, num total de 16 estados. E o que nós estamos reclamando é justamente a queda dos repasses que não tem explicação”, afirmou o presidente da Famup, George Coelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultado da mobilização, foi assinada uma carta, por 200 prefeitos, com uma série de reivindicações para serem encaminhadas ao Governo Federal.</p>



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		<item>
		<title>Câmara aprova projeto de Efraim que cria transição de 10 anos para município que &#8216;encolher&#8217; e perder FPM</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-projeto-de-efraim-que-cria-transicao-de-10-anos-para-municipio-que-encolher-e-perder-fpm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 10:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[efraim filho]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[transição]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25) o projeto de lei complementar (PLP) que prevê transição de dez anos para os municípios serem reenquadrados em índices de distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em razão dos dados de população a serem divulgados pelo IBGE obtidos com o Censo 2022. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25) o projeto de lei complementar (PLP) que prevê transição de dez anos para os municípios serem reenquadrados em índices de distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em razão dos dados de população a serem divulgados pelo IBGE obtidos com o Censo 2022. De autoria do ex-deputado e atual senador Efraim Filho (União-PB), o PLP 139/22 será enviado ao Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos práticos, a diminuição da população leva à diminuição dos valores a receber do fundo. Os dados finais do Censo 2022 devem ser divulgados no fim de abril deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o texto, a partir de 2024 os municípios que teriam redução automática dos índices contarão com uma redução gradativa de 10% ao ano ao longo de dez anos. Assim, somente após esse período é que os novos índices valeriam integralmente em função da diminuição da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A matéria conta com substitutivo do deputado Benes Leocádio (União-RN), que acrescentou a determinação de o Tribunal de Contas da União (TCU) publicar nova instrução normativa com os cálculos das quotas do fundo segundo as regras do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, segundo o texto, a instrução deve ser publicada em até 10 dias da divulgação dos resultados finais do censo e valer já para 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados de um relatório da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), de janeiro de 2023, indicam que 863 municípios devem perder recursos por diminuição da população. O estado da Bahia teria a maior quantidade (101 municípios), seguido por São Paulo (97 municípios) e Minas Gerais (94).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras vezes<br>Essa transição gradual já foi aplicada outras três vezes. A primeira, em 1997, por meio da Lei Complementar 91/97 estabeleceu transição por quatro anos a partir de 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda, por meio da Lei Complementar 106/01, estendeu essa transição por dez anos. Já a terceira, pela Lei Complementar 165/19, manteve os índices de 2018 até a divulgação dos dados do Censo de 2020, que, devido à pandemia e à falta de orçamento, teve sua execução adiada para 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimativa anual<br>O cálculo para a fixação dos coeficientes individuais de participação dos municípios no FPM é realizado com base em duas variáveis: as populações de cada cidade e a renda per capita de cada estado. Ambas são calculadas e divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa da população dos estados e municípios é divulgada até o dia 31 de outubro de cada exercício, mas a falta de orçamento já adiou a realização dessas estimativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Licitações<br>O substitutivo também inclui trecho da Medida Provisória 1167/23, que prorroga a vigência das leis de licitação anteriores à Lei 14.133/21, a nova lei sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, valerão até 30 de dezembro de 2023 a antiga lei de licitações (Lei 8.666/93), a lei do pregão eletrônico &nbsp;e a lei do Regime Diferenciado de Contratações (RDC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



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		<item>
		<title>Justiça Federal concede liminar e suspende cortes no FPM de municípios paraibanos que &#8216;encolheram&#8217;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-federal-concede-liminar-e-suspende-cortes-no-fpm-de-municipios-paraibanos-que-encolheram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2023 22:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cidades paraibanas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) conseguiu uma liminar junto à Justiça Federal que impede a redução nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de cidades paraibanas. A liminar, concedida pelo juiz federal Frederico Botelho de Barros Viana, garante a suspensão dos efeitos da Decisão Normativa/TCU 201/2022 em relação aos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) conseguiu uma liminar junto à Justiça Federal que impede a redução nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de cidades paraibanas. A liminar, concedida pelo juiz federal Frederico Botelho de Barros Viana, garante a suspensão dos efeitos da Decisão Normativa/TCU 201/2022 em relação aos municípios da Paraíba representados pela Famup, que sofreram perda no coeficiente populacional na divulgação da prévia do IBGE do Censo 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão ainda determina que deve ser utilizado como parâmetro para o cálculo da quota do FPM o mesmo coeficiente utilizado no ano de 2022, até que seja devidamente concluída a análise dos dados para o exercício de 2023, cabendo à União adotar as providências legais cabíveis no prazo de dois dias, sob pena de multa de R$ 10 mil por cada dia de atraso, em caso de descumprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi impetrada pela Famup contra a União e a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por conta do resultado preliminar do Censo 2022 já repassado ao Tribunal de Contas da União (TCU) e que afetou diretamente as cidades que apresentaram um número populacional menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi mais uma vitória do municipalismo paraibano. Agora os municípios terão seus repasses do FPM mantidos sem descontos por conta do Censo que ainda não foi concluído 100%. As alterações só podem ser feitas com o Censo 100% concluído, uma vez que existem localidades em municípios paraibanos com mais de 600 pessoas e que ainda não foram recenseadas”, destacou George Coelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da Famup, o erro está quando não se utiliza as hipóteses legais (contagem populacional e estimativa populacional), e passa a dotar como critério para a redução do FPM os cálculos a partir de dados parciais coletados pelo IBGE. “Não é correto se utilizar de dados parciais para uma determinação de quotas definitivas ao longo de todo o exercício financeiro de 2023. Isso viola determinação expressa da Lei Complementar nº 165/2019, a qual prescreve a utilização de estimativas populacionais até a finalização de novo Censo”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos termos da Lei 14.341/2022 e do seu Estatuto Social, a Famup somente pode representar judicialmente os municípios que concederam autorização, os quais estão abaixo relacionados e que poderiam ser prejudicados sem a ação judicial.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Água Branca</li>



<li>Arara</li>



<li>Barra de Santa Rosa</li>



<li>Belém</li>



<li>Cacimba de Dentro</li>



<li>Cruz do Espírito Santo</li>



<li>Imaculada</li>



<li>Itabaiana</li>



<li>Juripiranga</li>



<li>Natuba</li>



<li>Pirpirituba</li>



<li>Sumé</li>



<li>Tacima</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns municípios não conseguiram enviar as autorizações a tempo, mas o Jurídico da Famup já pediu a extensão da decisão liminar para Nova Floresta e Bonito de Santa Fé, estando no aguardo das demais autorizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Prévia do IBGE vai representar perdas de R$ 83,5 milhões para municípios paraibanos. Veja quem perde:</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/previa-do-ibge-vai-representar-perdas-de-r-835-milhoes-para-municipios-paraibanos-veja-quem-perde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 12:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[fpm]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[paraibanos]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
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					<description><![CDATA[A prévia do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada no fim do ano passado, pegou de surpresa vários gestores municipais. Da Paraíba, 19 deles já temem a perda de pelo menos R$ 83,5 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A verba, principal fonte de receita da maioria das cidades, é definida [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A prévia do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada no fim do ano passado, pegou de surpresa vários gestores municipais. Da Paraíba, 19 deles já temem a perda de pelo menos R$ 83,5 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A verba, principal fonte de receita da maioria das cidades, é definida com base no contingente populacional. Ou seja, se houver redução da estimativa de pessoas residentes, há risco de o município se enquadrar em outra faixa e, com isso, receber menos recursos. Em todo o Brasil, pelo menos 702 cidades estão no mesmo barco. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, conversou com representantes dos municípios que estão perdendo coeficiente do FPM. Ele culpa a não finalização do Censo Demográfico em 2022 pela decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou a redução dos repasses. O dirigente diz que o órgão de controle não considerou a Lei Complementar (LC) 165/2019, que congela as perdas até o final do censo. A reunião ocorreu nesta quarta-feira (4) e cerca de 600 gestores municipais puderam participar de forma remota e presencial, no Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder do movimento municipalista iniciou a reunião destacando a importância da realização e principalmente da finalização do Censo Demográfico para uma distribuição mais justa do Fundo entre os Entes locais. Ele ressaltou ainda que o FPM é a principal receita da maioria dos Municípios, em especial os de pequeno porte. Ziulkoski lembrou do trabalho da CNM pela aprovação da Lei Complementar 165/2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TCU publicou a Decisão Normativa TCU 201/2022 que aprova, para o exercício de 2023, os coeficientes a serem utilizados no cálculo das quotas para a distribuição dos recursos previstos no artigo 159, da Constituição Federal, e da Reserva instituída pelo Decreto-Lei 1.881/1981.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião, Ziulkoski reforçou que a medida impactará diretamente mais de 700 Municípios, que terão perdas que somam cerca de R$ 3 bilhões (estimativa com base em publicação do Tesouro da previsão do FPM para 2023). O líder municipalista lembrou aos gestores que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo Censo, divulgou na última semana de dezembro que não concluiria o Censo em 2022. A Nota Metodológica do próprio IBGE, diz que “frente aos atrasos ocorridos no Censo Demográfico de 2022, não foi possível finalizar a coleta em todos os Municípios do país a tempo”. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a lista de municípios paraibanos atingidos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Água Branca<br>Araçagi<br>Arara<br>Barra de Santa Rosa<br>Bayeux<br>Belém<br>Bonito de Santa Fé<br>Cachoeira dos Índios<br>Cacimba de Dentro<br>Cruz do Espírito Santo<br>Imaculada<br>Itabaiana<br>Itaporanga<br>Juripiranga<br>Natuba<br>Nova Floresta<br>Pirpirituba<br>Sumé<br>Tacima</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNM</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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