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	<title>voto impresso &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Deputados sepultam PEC do Voto Impresso. Veja como votaram os paraibanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 01:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados sepultou, nesta segunda-feira (10), a PEC do Voto Impresso (Proposta de Emenda à Constituição 135/19). A proposta polêmica foi defendida exclusivamente pelos deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O placar final foi de 218 votos contrários e 229 votos favoráveis. Eram necessários 308 votos para que a matéria fosse [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados sepultou, nesta segunda-feira (10), a PEC do Voto Impresso (Proposta de Emenda à Constituição 135/19). A proposta polêmica foi defendida exclusivamente pelos deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O placar final foi de 218 votos contrários e 229 votos favoráveis. Eram necessários 308 votos para que a matéria fosse aprovada e seguisse para a análise do Senado. Partidos de centro, que dão respaldo ao presidente, engrossaram as fileiras da oposição para impor a derrota ao gestor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os paraibanos, votaram pela derrubada da do texto da presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Bia Kicis (PSL-DF), os deputados Damião Feliciano (PDT-PB), Frei Anastacio (PT-PB), Gervásio Maia (PSB-PB), Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) e Wellington (PL-PB). Foram favoráveis à matéria, Edna Henrique (PSDB-PB), Julian Lemos (PSL-PB) e Ruy Carneiro (PSDB-PB). Os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Efraim Filho (DEM-PB), Hugo Motta (Republican-PB) e Wilson Santiago (PTB-PB) não votaram. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do encerramento da votação, Aguinaldo fez discurso de forma remota e manifestou voto contrário à PEC. O resultado desta segunda-feira apenas ratificou o posicionamento da comissão especial da Casa. No dia 5, a comissão já havia rejeitado o parecer do deputado Filipe Barros (PSL-PR), cujo substitutivo propunha a contagem pública e manual dos votos a partir de cédulas impressas no momento da votação. No dia seguinte, o colegiado aprovou parecer do deputado Raul Henry (MDB-PE), que recomenda a rejeição também da proposta original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nela, o texto foi rejeitado pela comissão especial por 22 votos a 11. A polêmica em torno do assunto fez com que o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), aliado do presidente, levasase o caso para o plenário da Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plenário, por isso, analisou o texto original da PEC, que determina a impressão de “cédulas físicas conferíveis pelo eleitor” independentemente do meio empregado para o registro dos votos em eleições, plebiscitos e referendos.</p>



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		<title>Arthur Lira diz que Bolsonaro respeitará se plenário da Câmara sepultar voto impresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 11:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta segunda-feira (9) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) respeitará o resultado da votação sobre o voto impresso no plenário da Casa. A discussão tem sido um ponto de desequilíbrio entre os Poderes, com ameaça do gestor de &#8220;agir fora da Constituição&#8221; caso a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta segunda-feira (9) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) respeitará o resultado da votação sobre o voto impresso no plenário da Casa. A discussão tem sido um ponto de desequilíbrio entre os Poderes, com ameaça do gestor de &#8220;agir fora da Constituição&#8221; caso a matéria seja sepultada. A ameaça de golpe acabou acirrando o debate e a matéria foi rejeitada na comissão especial na Câmara. Apesar disso, Lira, que é aliado do presidente, decidiu levar o tema para o plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à CBN, nesta segunda, Arthur Lira admitiu acreditar que o plenário vai repetir o resultado da comissão especial. O destino do voto impresso, portanto, deve ser a rejeição, na avaliação dele. Conta para isso, a posição firme de 15 partidos, que se posicionaram contra a matéria e o acirramento do debate. As últimas semanas foram marcadas por atos de bolsonaristas favoráveis ao voto impresso. Eles foram acompanhados também de ataques do presidente contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A promessa de Lira, no entanto, é que a votação no plenário da Câmara &#8220;marine&#8221; os ânimos. Apesar de regimental, a prática de levar para apreciação dos 513 deputados temas rejeitados na comissão especial não é comum. Segundo Lira, a proposta é polêmica e tem dividido o País, e, por essa razão, é preciso da análise dos 513 deputados para uma definição. Para ele, “a disputa já foi longe demais”. Em pronunciamento, o presidente da Casa disse que a comissão tem caráter opinativo e não terminativo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não há nada mais amplo e representativo do que o Plenário se manifestar, só assim teremos uma decisão inquestionável. O Plenário é a expressão da nossa democracia e vamos deixá-lo decidir”, afirmou. Segundo Lira, a decisão de levar a PEC do voto impresso para o Plenário da Câmara garante a tranquilidade para as próximas eleições. &#8220;Para que possamos trabalhar em paz até janeiro de 2023, vamos levar o voto impresso para o Plenário para que todos os parlamentares possam decidir, estes que foram eleitos pelo voto eletrônico, diga-se de passagem”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Após &#8220;surra&#8221; na comissão especial, Lira sinaliza levar voto impresso ao plenário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-surra-na-comissao-especial-lira-sinaliza-levar-voto-impresso-ao-plenario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 12:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[camara]]></category>
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					<description><![CDATA[A PEC do voto impresso deverá ser levada ao plenário da Câmara dos Deputados, apesar de ter sido enterrada na comissão especial criada para analisar a proposta. A possibilidade foi levantada pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e tem como base uma brecha regimental. A comissão especial rejeitou nesta quinta-feira (5), por 23 votos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A PEC do voto impresso deverá ser levada ao plenário da Câmara dos Deputados, apesar de ter sido enterrada na comissão especial criada para analisar a proposta. A possibilidade foi levantada pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e tem como base uma brecha regimental. A comissão especial rejeitou nesta quinta-feira (5), por 23 votos a 11, o parecer favorável a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), elaborado pelo deputado Filipe Barros (PSL-PR)(veja abaixo como cada um votou).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O voto impresso é uma das bandeiras do presidente Jair Bolsonaro. Após três anos falando em &#8216;fraudes eleitorais&#8217;, o presidente fez uma live na semana passada em que prometia apresentar provas sobre fragilidade das urnas eletrônicas. O tema opôs o presidente da República e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, defensor das urnas eletrônicas. Lira é aliado do presidente e se equilibra em meio a ameaças diretas de ruptura democrática, feitas pelo presidente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a derrota na votação, os membros da comissão escolheram o deputado Junior Mano (PL-CE) para fazer um novo parecer, que vai refletir a posição majoritária da comissão, contrária à mudança. O texto pode ser votado nesta sexta-feira (6). A reunião ocorreu em meio a um pequeno protesto de manifestantes favoráveis ao voto impresso do lado de fora do anexo 2 da Câmara dos Deputados. Para ser aprovada no plenário, terá que conseguir 308 votos favoráveis para ser aprovada, em dois turnos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A derrota da PEC na comissão se deu após 11 partidos se unirem contra o tema, em reunião realizada no final de junho. Estiveram presentes os presidentes de PSDB, MDB, PP, DEM, Solidariedade, PL, PSL, Cidadania, Republicanos, PSD e Avante. Posteriormente, o Republicanos recuou e passou a apoiar a mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram a favor do parecer que defende a PEC do voto impresso deputados dos partidos: PSL, PP, REPUBLICANOS, PTB, PSC e PODE. Enquanto que votaram contra o texto os parlamentares das legendas: PT, PL, PSD, MDB, PSDB, PSB, DEM, SOLIDARIEDADE, PSOL, PCdoB, PV, REDE, PDT, PATRIOTA, NOVO. Está prevista para esta sexta-feira (6) a votação do parecer do deputado Junior Mano (PL-CE) a favor do arquivamento da PEC.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja como votou cada deputado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram a favor do parecer que defende a PEC do voto impresso:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evair de Melo (PP-ES): Sim<br>Guilherme Derrite (PP-SP): Sim<br>Pinheirinho (PP-MG): Sim<br>Bia Kicis (PSL-DF): Sim<br>Eduardo Bolsonaro (PSL-SP): Sim<br>Filipe Barros (PSL-PR): Sim<br>Aroldo Martins (REPUBLICANOS-PR): Sim<br>Pr Marco Feliciano (REPUBLICANOS-SP): Sim<br>Paulo Martins (PSC-PR): Sim<br>Paulo Bengtson (PTB-PA): Sim<br>José Medeiros (PODE-MT): Sim</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram contra o parecer que defende a PEC do voto impresso:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geninho Zuliani (DEM-SP): Não<br>Kim Kataguiri (DEM-SP): Não<br>Raul Henry (MDB-PE): Não<br>Valtenir Pereira (MDB-MT): Não<br>Júnior Mano (PL-CE): Não<br>Marcio Alvino (PL-SP): Não<br>Edilazio Junior (PSD-MA): Não<br>Fábio Trad (PSD-MS): Não<br>Rodrigo Maia (S.PART.-RJ): Não<br>Tereza Nelma (PSDB-AL): Não<br>Paulo Ramos (PDT-RJ): Não<br>Perpétua Almeida (PCdoB-AC): Não<br>Marreca Filho (PATRIOTA-MA): Não<br>Orlando Silva (PCdoB-SP): Não<br>Israel Batista (PV-DF): Não<br>Bosco Saraiva (SOLIDARIEDADE-AM): Não<br>Arlindo Chinaglia (PT-SP): Não<br>Carlos Veras (PT-PE): Não<br>Odair Cunha (PT-MG): Não<br>Aliel Machado (PSB-PR): Não<br>Milton Coelho (PSB-PE): Não<br>Fernanda Melchionna (PSOL-RS): Não<br>Paulo Ganime (NOVO-RJ): Não</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Bolsonaro não tem apoio suficiente para aprovar &#8216;voto impresso&#8217; no Congresso</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/bolsonaro-nao-tem-apoio-suficiente-para-aprovar-voto-impresso-no-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 10:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
		<category><![CDATA[suetonisoutomaior]]></category>
		<category><![CDATA[voto impresso]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma solução cara demais para um problema inexistente. Este tem sido o entendimento de dirigentes partidários, inclusive do centrão, para apontar a virtual derrota do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na tentativa de bancar o voto impresso para as eleições do ano que vem. Sem apoio mínimo para aprovar a PEC (Proposta de Emenda à [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma solução cara demais para um problema inexistente. Este tem sido o entendimento de dirigentes partidários, inclusive do centrão, para apontar a virtual derrota do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na tentativa de bancar o voto impresso para as eleições do ano que vem. Sem apoio mínimo para aprovar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição), a matéria que tramita numa Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com base bolsonarista deve &#8220;morrer&#8221; nas mãos do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aprovar uma PEC, são necessários ao menos 308 votos na Câmara e 49 no Senado, em votação em dois turnos. Para valer para as eleições de 2022, a proposta teria que ser promulgada até o início de outubro. O problema é que além da oposição, que já se posicionou contra, no fim de semana o coro foi engrossado pelos presidentes de PSDB, MDB, PP, DEM, Solidariedade, PL, PSL, Cidadania, Republicanos, PSD e Avante. As bancadas somam 326 deputados e algumas, como PL e PP, fazem parte do centrão, que integra a base de Bolsonaro na Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda-feira (28), em reunião do colegiado que começou com uma hora de atraso, o bolsonarista Filipe Barros (PSL-PR), autor do relatório, deu voto favorável à impressão em papel de comprovante do voto dado na urna eletrônica, que seria mantida nas eleições. A medida é uma bandeira do bolsonarismo, embora nunca tenha havido suspeita concreta de fraude nas urnas eletrônicas. Oposição e aliados do governo pediram vista do relatório, o que significa o adiamento da discussão e da votação por duas sessões de plenário. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, se houver sessões nesta terça (29) e na quarta (30), o texto poderia ser votado a partir de quinta-feira (1°) na comissão, formada em sua maioria por aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Depois do colegiado, o texto poderia ser votado em plenário. Isso esbarra, porém, na oposição já manifestada por pelo menos 11 partidos à mudança no sistema de votação no país. Ou seja, ainda que bolsonaristas e outros defensores da medida votem a favor da PEC em plenário, a proposta, hoje, teria poucas chances de passar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lira, na avaliação de aliados, só colocaria o texto em votação caso percebesse que há apoio suficiente para aprová-lo. Na comissão especial, a deputada Bia Kicis (PSL-DF), autora da PEC, criticou a união dos partidos contra o voto impresso. &#8220;Quero dizer que tudo que nós queremos é transparência, jogar luz ao sistema. Então fomos atropelados com uma reunião de presidentes de partidos. Mas acho que podemos reverter esse quadro, porque sabemos que os parlamentares querem o voto impresso auditável.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da falta de consenso nas bancadas, os 11 partidos estão alinhados contra a adoção do voto impresso, afirma o presidente do Cidadania, Roberto Freire. “A gente achou meio surpreendente porque tinha vários partidos da base do governo ou do centrão e que foram enfáticos em dizer que o voto impresso não ajudava em nada na democracia. Alguns disseram inclusive que a insistência era uma ideia que afrontava a democracia”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PT, que não participou do encontro virtual e que tem 53 deputados, também deve votar contra a medida. Líder do partido na Câmara, o deputado Bohn Gass (RS) disse que a legenda vai conversar com as demais siglas para ajudar a esvaziar a pauta de Bolsonaro. “Acho muito importante esse movimento porque mostra que não estamos na onda do Bolsonaro. Ele faz questão de desconstituir o processo eleitoral e quer achar uma justificativa para a derrota em 2022. Acredito que essa ideia já enfraqueceu muito, espero que seja soterrada de vez”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, a tendência é que a pretensão seja barrada na Câmara e nem chegue ao Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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