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	<title>votação &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Moraes anula votação da Câmara que livraria Zambelli da cassação e determina posse do suplente</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/moraes-anula-decisao-que-livrou-zambelli-da-cassacao-e-determina-posse-do-suplente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 22:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anula]]></category>
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		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[A felicidade da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) durou pouco. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da Câmara dos Deputados que preservou o mandato dela, mesmo com duas condenações com trânsito em julgado e determinação para a perda do cargo. O magistrado, ao analisar o caso, considerou nula [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A felicidade da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) durou pouco. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da Câmara dos Deputados que preservou o mandato dela, mesmo com duas condenações com trânsito em julgado e determinação para a perda do cargo. O magistrado, ao analisar o caso, considerou nula a decisão e ordenou nesta quinta-feira (11) a posse do suplente da parlamentar, Coronel Tadeu (PL-SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação que resultou na preservação do mandato de Zambelli foi comandada pelo presidente da Casa, o paraibano Hugo Motta (Republicanos). Eram necessários 257 votos para a cassação, mas foram dados apenas 227 a favor. Os contrários foram minoria (170) e houve 10 abstenções. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, Moraes decretou a perda imediata do mandato parlamentar e determinou que o presidente da Câmara, deputado Hugo Mota (Republicanos-PB), efetive a posse do suplente no prazo máximo de 48 horas, conforme o artigo 241 do Regimento Interno da Casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Moraes, a deliberação da Câmara dos Deputados, que rejeitou a perda do mandato de Zambelli, &#8220;ocorreu em clara violação&#8221; à Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Trata-se de ATO NULO, por evidente inconstitucionalidade, presentes tanto o desrespeito aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade, quanto flagrante desvio de finalidade&#8221;, disse o ministro do Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro também solicitou ao presidente da Primeira Turma do STF, Flávio Dino, o agendamento de uma sessão virtual para esta sexta-feira, das 11h às 18h, para que os demais ministros do colegiado julguem se confirmam ou não a decisão dada por ele. A Procuradoria-Geral da República foi comunicada da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Moraes, a Constituição Federal atribui ao Poder Judiciário a competência para determinar a perda do mandato parlamentar condenado criminalmente com trânsito em julgado. Nesses casos, explicou o magistrado, cabe à Mesa da Câmara apenas declarar a perda do mandato, por meio de um ato administrativo vinculado, conforme prevê a Constituição.</p>



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		<title>CCJ da Câmara aprova parecer pela prisão de Brazão e Lira promete votação no plenário ainda nesta quarta</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ccj-da-camara-aprova-parecer-pela-prisao-de-brazao-e-lira-promete-votacao-no-plenario-ainda-nesta-quarta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[afasta]]></category>
		<category><![CDATA[brazão]]></category>
		<category><![CDATA[ccj]]></category>
		<category><![CDATA[plenário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, por 39 votos a 25, o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC) favorável a manter a prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). A manutenção da prisão ainda precisa ser decidida pelo Plenário, o que deve ocorrer ainda nesta [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, por 39 votos a 25, o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC) favorável a manter a prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). A manutenção da prisão ainda precisa ser decidida pelo Plenário, o que deve ocorrer ainda nesta quarta, de acordo com o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado acabou gerando surpresa, pela grande vantagem dos votos a favor da prisão. Brazão, que foi expulso do União Brasil, está preso desde o último dia 23. Ele é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do seu motorista, Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer de Darci de Matos concorda com a tese do Supremo Tribunal Federal de que a prisão era necessária por atos de obstrução à justiça, os quais, segundo o Supremo, “continuavam a ser praticados ao longo do tempo”. Deputados só podem ser presos em flagrante de crime inafiançável.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Matos ressaltou que o que está em análise não é o assassinato de Marielle. “A situação que a Polícia Federal coloca como flagrância não decorre do homicídio, nós não estamos discutindo se o deputado assassinou a vereadora ou não. A flagrância decorre da obstrução permanente e continuada da justiça. E em organização criminosa o crime passa a ser inafiançável”, explicou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado de Brazão, Cleber Lopes, questionou o flagrante. “A Polícia Federal está investigando há meses. Estivesse o deputado em flagrante delito, será que a Polícia Federal teria protegido o parlamentar e não o teria prendido em flagrante?”, indagou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aspectos legais<br></strong>Deputados favoráveis ao relaxamento da prisão de Brazão argumentaram que a CCJ não julga o crime em si, mas os aspectos legais da prisão. O deputado José Medeiros (PL-MT), por exemplo, afirmou que a Câmara tem uma instância para o julgamento político da questão, que é o Conselho de Ética. “Nós não podemos aqui endossar qualquer decisão que relativize a lei, como foi feito com o deputado Daniel Silveira, que está hoje preso. A corte deste País pode muito, mas pode dentro dos limites constitucionais estabelecidos. Nós não podemos fazer qualquer decisão aqui sobre achismos, e eu li esse material todo. Nós não temos elementos que corroborem o arcabouço, o roteiro”, afirmou.</p>



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		<title>Após &#8216;folga&#8217; das festas juninas, Câmara faz esforço concentrado para votar reforma tributária até sexta</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-folga-das-festas-juninas-camara-faz-esforco-concentrado-para-votar-reforma-tributaria-ate-sexta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 08:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[arthur lira]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados realiza esforço concentrado a partir de segunda-feira (3) para votar a pauta econômica do governo. O Plenário vai analisar as alterações do Senado ao arcabouço fiscal (PLP 93/23), o voto de qualidade no Carf (PL 2384/23) e a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos (PL 2920/23), além da discussão da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados realiza esforço concentrado a partir de segunda-feira (3) para votar a pauta econômica do governo. O Plenário vai analisar as alterações do Senado ao arcabouço fiscal (PLP 93/23), o voto de qualidade no Carf (PL 2384/23) e a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos (PL 2920/23), além da discussão da reforma tributária (PEC 45/19). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou que as pautas econômicas foram negociadas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Conversei hoje com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para acertamos os temas econômicos que a Câmara dos Deputados vai apreciar semana que vem. Reforma tributária, Carf e arcabouço fiscal estão na pauta que queremos aprovar”, disse Lira em publicação no Twitter nesta sexta-feira (30). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela regra, uma Proposta de Emenda de Constituição (PEC), como a reforma tributária, precisa ficar por até quatro sessões em discussão no primeiro turno e por até duas sessões no segundo turno. Além da reforma tributária, Lira quer votar até sexta-feira (7) o Carf, o arcabouço fiscal e a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pauta trancada<br></strong>Até o momento, a pauta do Plenário está trancada pela proposta que retoma o voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), última instância de recursos administrativos sobre as punições da Receita Federal. Esse deverá ser o primeiro item em votação, a não ser que o governo retire a urgência para liberar a análise de outras matérias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O voto de qualidade permite que o presidente da turma de julgamento, um representante da Fazenda Nacional, desempate as votações dos recursos. Em 2020, uma alteração legal determinou que os empates fossem resolvidos em favor dos contribuintes. O governo alega que a medida gerou R$ 59 bilhões de perdas para os cofres públicos com a reversão de decisões da Receita. O relator, deputado Beto Pereira (PSDB-MS), ainda não apresentou o seu parecer sobre o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra proposta do Executivo, que tranca a pauta a partir do dia 2, é a criação do Programa Escola em Tempo Integral (PL 2617/23). O objetivo é ampliar em 1 milhão as vagas de tempo integral nas escolas de educação básica de todo o Brasil. A meta é alcançar, até o ano de 2026, cerca de 3,2 milhões de matrículas. O relator do projeto é o deputado Mendonça Filho (União-PE).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arcabouço fiscal<br></strong>O arcabouço fiscal, principal proposta econômica do governo, também voltará à pauta após alterações feitas pelo Senado. Os senadores incluíram três novas despesas na lista de itens que não serão afetados pela meta de crescimento dos gastos: o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), a complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e as despesas com ciência, tecnologia e inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra alteração permite que o governo use uma estimativa de inflação anual para ampliar o seu limite de gastos ainda na fase de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). O relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA), vai analisar se a Câmara deve ou não concordar com as emendas do Senado, que permitem a ampliação dos gastos do governo nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O arcabouço fiscal estabelece o regime fiscal sustentável, baseado na busca de equilíbrio entre arrecadação e despesas. Os gastos serão condicionados ao cumprimento de metas de resultado. Trata-se da regra fiscal que vai substituir o antigo teto de gastos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aquisição de alimentos<br></strong>Os deputados também vão analisar a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que permite a compra de alimentos da agricultura familiar para os programas de segurança alimentar e pela rede pública de ensino (PL 2920/23).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto já foi discutido em junho. O relator, deputado Guilherme Boulos (Psol-SP), sugeriu a inclusão do Programa Cozinha Solidária como um dos beneficiários do PAA. O programa oferece alimentação gratuita e de qualidade à população, preferencialmente às pessoas em vulnerabilidade e risco social, incluindo aquelas em situação de rua e com insegurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reforma Tributária<br></strong>Os deputados também poderão iniciar a votação da reforma tributária. A expectativa é que o texto seja analisado de forma terminativa até o dia 16 de julho. O relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou parecer preliminar em que propõe a substituição de cinco tributos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) por uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), gerida pela União, e um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), gerido por estados e municípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o início do debate, a reforma tributária pode se estender para as próximas. Isso porque, governadores sugeriram alterações no texto do relator, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na última quinta-feira, como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. uma transição para o novo sistema de impostos apenas em 2033;<br>. regras mais claras para a composição do Conselho Federativo, que vai redistribuir receitas de estados e municípios;<br>. critérios para repartição do Fundo de Desenvolvimento Regional (Fundeb) que priorizem estados mais pobres do país.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ribeiro afirmou que está analisando a possibilidade de modificar a transição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A proposta dos estados é que o IBS, que unirá ICMS E ISS, passe a valer de uma só vez apenas em 2033. Hoje, o texto do relator da traz a criação do IBS já em 2027, de forma gradativa, até vigorar de forma integral em 2033.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto está sendo negociado com os atores políticos e já foi alvo de críticas de secretários de Fazenda dos estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



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		<item>
		<title>Garantismo, no discurso de Zanin, facilitará aprovação dele no Senado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/garantismo-no-discurso-de-zanin-facilitara-aprovacao-dele-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 10:54:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[A sabatina do advogado Cristiano Zanin, nesta quarta-feira (21), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, tende a ser das mais tranquilas dos últimos tempos. O cenário é bem diverso do apresentado quando o presidente Lula (PT) tornou pública a indicação do seu até então seu defensor em ações judiciais para a vaga [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A sabatina do advogado Cristiano Zanin, nesta quarta-feira (21), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, tende a ser das mais tranquilas dos últimos tempos. O cenário é bem diverso do apresentado quando o presidente Lula (PT) tornou pública a indicação do seu até então seu defensor em ações judiciais para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma palavra nas conversas de Zanin com os senadores que votarão para a escolha tem virado um mantra: o garantismo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que o leitor entenda, a oposição ao &#8220;garantismo&#8221; é o punitivismo, terror da maioria dos políticos detentores de mandato. Esta última vertente se tornou máxima no Brasil durante os anos de popularidade da operação Lava Jato e caiu em desgraça com a bancarrota das ações comandadas pelo hoje senador Sérgio Moro (União Brasil-PR). Este último parece ser um dos poucos opositores da indicação de Cristiano Zanin. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PDT-MG), a aprovação está “bem encaminhada”. O Senado deve votar a indicação  ainda nesta quarta, primeiro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois no Plenário. &#8220;A expectativa está bem encaminhada. Vamos aguardar a sabatina na CCJ, ela é determinante e preponderante. Levamos à tarde para o Plenário&#8221;, confirmou Pacheco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Zanin foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no início do mês, para preencher a vaga que era ocupada pelo ministro Ricardo Lewandowski. A CCJ se reúne a partir das 10h para a sabatina de Zanin. O relator da indicação é o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). O parecer dele foi pela aprovação do advogado. Em conversa com o blog, ele se mostrou entusiasmado com a indicação.</p>



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		<item>
		<title>Moto por aplicativo: projeto que regulamenta atividade deve ser votado no segundo semestre</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/moto-por-aplicativo-projeto-que-regulamenta-atividade-deve-ser-votado-no-segundo-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 19:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[moto por aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[Motociclistas que fazem transporte de passageiros através de aplicativos protestaram em frente à sede da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), na manhã desta terça-feira (20), solicitando a regulamentação da atividade. Os manifestantes foram recebidos pelo líder do governo, vereador Bruno Farias (Cidadania), e pelo vereador Milanez Neto (PV), autor do projeto que prevê a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Motociclistas que fazem transporte de passageiros através de aplicativos protestaram em frente à sede da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), na manhã desta terça-feira (20), solicitando a regulamentação da atividade. Os manifestantes foram recebidos pelo líder do governo, vereador Bruno Farias (Cidadania), e pelo vereador Milanez Neto (PV), autor do projeto que prevê a regulamentação do transporte remunerado privado individual de passageiros. Os parlamentares e representantes da categoria acordaram que a matéria será votada no segundo semestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Decidimos formar um grupo de trabalho, composto por representantes da categoria, da Câmara e do Governo Municipal, para que juntos nós possamos criar uma iniciativa legislativa que seja consensual; que possa, ao mesmo tempo, conferir segurança jurídica ao trabalho desempenhado por esses profissionais, e dar conforto, eficiência e segurança aos usuários”, esclareceu Bruno Farias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Milanez Neto explicou que existe uma Lei Municipal (8.210/1997) que proíbe o transporte remunerado de passageiros por motocicletas e similares, mas que a norma foi superada pela edição de uma Lei Federal (13.640/2018). “Na verdade, nós estamos regulamentando a Lei Federal, dando garantias aos motoristas e usuários e estabelecendo critérios para o exercício da atividade”, justificou o parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Milanez, o projeto prevê que as motos autorizadas a transportar passageiros de forma remunerada tenham no máximo sete anos de fabricação e seguro para o passageiro e o condutor, que deve esta fardado. “A gente organizou um trabalho que já vem sendo realizado. Estamos criando as condições necessárias para que uma categoria que é fundamental para o dia a dia da nossa cidade possa trabalhar com tranqüilidade”, avaliou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vereador ainda lembrou a importância da atividade durante o período de pandemia. “Quando a pandemia doía em nossas casas, eram eles que estavam dando a vida para levar alimentos e transportar pessoas para seus trabalhos. Quando o transporte coletivo fechou, o moto taxista continuou trabalhando, continuou servindo a cidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Conselho Municipal de Entregadores de João Pessoa e Região Metropolitana (CME-JP), Leo Martins, avaliou de forma positiva a decisão de amadurecer o texto do projeto com representantes do Executivo, do Legislativo e da categoria. “Esse protesto saiu de uma classe que quer continuar exercendo o direito de trabalhar aqui na nossa Capital, porque hoje nós estamos rodando através de liminar. Queremos dialogar com os vereadores e com a Prefeitura para podermos aprovar o projeto. Assim, todo mundo sai ganhando: os motoristas podem continuar trabalhando e os consumidores têm o direito de escolher como querem ir para casa ou para o trabalho”, defendeu o representante da categoria. (Com informações da Assessoria da Câmara de João Pessoa)</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Imunidade parlamentar ampliada, prevista no PL das Fake News, gera polêmica entre especialistas. Veja outros pontos:</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/imunidade-parlamentar-ampliada-prevista-no-pl-das-fake-news-gera-polemica-entre-especialistas-veja-outros-pontos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2023 13:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[pl]]></category>
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					<description><![CDATA[O parecer do PL das Fake News, apresentado na noite da última quinta-feira (27) pelo relator Orlando Silva (PCdoB-SP), já está repercutindo entre algumas das mais de 100 Organizações da sociedade civil e entidades acadêmicas que integram a Sala de Articulação contra a Desinformação (SAD). Uma dessas entidades é o Intervozes – Coletivo Brasil de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O parecer do PL das Fake News, apresentado na noite da última quinta-feira (27) pelo relator Orlando Silva (PCdoB-SP), já está repercutindo entre algumas das mais de 100 Organizações da sociedade civil e entidades acadêmicas que integram a Sala de Articulação contra a Desinformação (SAD).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dessas entidades é o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. Segundo a coordenadora executiva da entidade, Ramênia Vieira, um documento detalhado sobre o parecer apresentado para o PL das Fake News será divulgado em breve. Ela, no entanto, adiantou à Agência Brasil algumas críticas ao texto. Entre elas, a questão da imunidade parlamentar, que poderá ser estendida a conteúdos publicados por deputados e senadores em redes sociais e em mensagens privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente já percebeu que, dentro da Câmara dos Deputados, está bem difícil de debater essa questão”, disse. Ela afirmou que essa garantia de imunidade cria uma categoria de usuários acima do restante da população. “Parece uma autorização para que os parlamentares, que são grandes propagadores de desinformação, continuem usando suas redes para distribuir essa desinformação”, complementou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Religiões</strong><br>Ramênia também chama atenção para um outro ponto que, de acordo com o Intervozes, causa preocupação: a possibilidade de se criar uma “imunidade religiosa”. Algo que, segundo ela, tem como origem a recente “campanha de desinformação” que usou redes sociais para espalhar a falsa notícia de que trechos da bíblia seriam proibidos nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente vê essa imunidade religiosa com preocupação, porque poderá ser usada para justificar discursos religiosos em ataques a comunidades LGBTQIA+, religiões de matizes africanas e contra o movimento negro, entre tantos outros grupos, como já vemos nas redes sociais”, explicou. Em seu artigo 1º, o projeto garante a livre manifestação religiosa, dentre outras formas de manifestação, como artística e política.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Limitações<br></strong>Coordenadora do programa Criança e Consumo do Instituto Alana, Maria Mello diz que o projeto está limitado ao escopo de redes sociais, ferramentas de busca e mensageria instantânea, e que, dessa forma, acaba por excluir “outros produtos e serviços digitais que podem conter padrões enganosos e de manipulação”, como dispositivos inteligentes, sites e jogos eletrônicos, que são muito voltados a crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Órgão regulador<br></strong>Sobre a questão do órgão regulador, o Intervozes tem ser a favor de “um mecanismo de regulação; uma entidade reguladora que seja autônoma, e que ela seja criada exatamente com esse objetivo”, uma vez que não existe, atualmente, uma entidade com “formação técnica e cuidado para ser um órgão realmente efetivador dos direitos digitais”. A previsão de criação desse órgão, porém, não foi incluída no relatório de Orlando Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações] já tem vários problemas como entidade reguladora das telecomunicações no Brasil, e não tem essa expertise para regulação da internet. Por isso a excluímos completamente deste papel”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação de que a Anatel não deve exercer esse papel de órgão regulador é corroborada pela Coalizão Direitos na Rede, entidade que também integra a SAD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a integrante da Coalizão – e presidente do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife – Raquel Saraiva, a Anatel tem “falhado recorrentemente” no cumprimento de suas atribuições no setor de telecomunicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, acrescentou, “a Anatel é historicamente refratária à participação da sociedade civil, o que é incompatível com o modelo de governança multissetorial e colaborativa da internet no país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atribuir a regulação das plataformas a essa agência poderá agravar o cenário, prejudicando o avanço da conectividade significativa no Brasil, e levando os interesses econômicos das plataformas e empresas de telecomunicações a prevalecerem sobre os interesses dos usuários”, complementou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conquistas<br></strong>Na avaliação do Intervozes, o texto, de uma forma geral, “vem com várias conquistas importantes”. Ramênia Vieira citou, por exemplo, a questão da transparência de procedimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente vê que a relatoria do projeto fez um grande trabalho ao dar maior transparência para o cidadão. Dá, também, mais poder para reivindicar junto às plataformas, porque hoje não há nada nesse sentido. O cidadão não tem a quem recorrer e não tem direito de recurso. E não há transparência de moderação para se saber os motivos de retirada de conteúdos. Acho que a relatoria conseguiu melhorar e mitigar alguns dos problemas que existem”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Mello, do Instituto Alana, destaca que em relação ao tema de crianças e adolescentes, o texto atual é “bastante bem-vindo” por apresentar parâmetros de serviços positivos para o público infantil e por adotar medidas que asseguram privacidade, proteção de dados e segurança desse público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto do parecer prevê, segundo ela, a possibilidade de vedar a criação de perfis comportamentais de usuários crianças e adolescentes. “A adoção e o aprimoramento dos sistemas de verificação da idade; o desenvolvimento e promoção de ferramentas de controle parental; a notificação de abusos e a busca de apoio por parte de crianças e adolescentes são, também, pontos positivos”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Brasil entrou em contato com outras entidades ligadas à Sala de Articulação contra a Desinformação. Elas informaram que o parecer do PL das Fake News está sendo avaliado e que, em breve, serão apresentadas novas manifestações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relatório<br></strong>Na véspera da apresentação do parecer, as entidades divulgaram um documento conjunto sobre a regulação das plataformas digitais no Brasil, no qual apresentam seis pontos considerados essenciais para a para a construção de um “ambiente digital democrático, seguro e saudável”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior destaque foi dado à necessidade de criação de um “órgão regulador independente e autônomo” – que acabou sendo retirado da atual versão apresentada por Orlando Silva, para evitar maiores dificuldades na tramitação da matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as reivindicações feitas pelas entidades integrantes da SAD estão, também, a ampliação das exigências de transparências das plataformas digitais; a responsabilização dos provedores pelos conteúdos impulsionados; exigir obrigações específicas para violência política e desinformação socioambiental; ações de fomento à educação; e avanços na regulação econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Bancada paraibana: só Ruy e Cabo Gilberto foram contra urgência do projeto que pune fake news. Votação final será no dia 2</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/bancada-paraibana-so-ruy-e-cabo-gilberto-foram-contra-urgencia-do-projeto-que-pune-fake-news-votacao-final-sera-no-dia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 01:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[bancada paraibana]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[urgência]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25) o requerimento de urgência do projeto de lei das Fake News por 238 votos favoráveis à tramitação acelerada do projeto e 192 que contra a urgência. Com isso, o projeto agora poderá ser votado diretamente no plenário, sem a necessidade de passar por comissões. Da bancada paraibana, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25) o requerimento de urgência do projeto de lei das Fake News por 238 votos favoráveis à tramitação acelerada do projeto e 192 que contra a urgência. Com isso, o projeto agora poderá ser votado diretamente no plenário, sem a necessidade de passar por comissões. Da bancada paraibana, apenas dois parlamentares votaram contra a apreciação mais rá´pida da matéria. Foram eles, os deputados Cabo Gilberto Silva (PL) e Ruy Carneiro (Podemos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No sentido contrário, votaram Aguinaldo Ribeiro (PP), Gervásio Maia (PSB), Hugo Motta (Republicanos), Luiz Couto (PT), Murilo Galdino (Republicanos), Romero Rodrigues (Podemos) e Wilson Santiago (Republicanos). Não participaram da votação dos deputados Mersinho Lucena (Progressistas), Wellington Roberto (PL) e Dr. Damião (União Brasil). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto institui medidas para o combate à desinformação nas redes sociais e prevê a punição de plataformas. A previsão é que o plenário da Câmara vote o projeto na terça-feira da próxima semana. Caso seja aprovado pelos deputados, o texto precisará passar por uma nova votação no Senado, que dará a palavra final sobre o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação da proposta está marcada para a próxima terça-feira (2), como anunciou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O relator da proposta, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), afirmou que a aprovação da urgência abre uma nova rodada de negociações. &#8220;É um esforço concentrado para uma nova rodada de conversas&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais polêmicos da última versão do texto é a criação de uma autarquia federal especial para fiscalizar a aplicação da lei. Essa autoridade teria poderes de, por exemplo, instaurar incidentes caso a empresa descumpra as normas da lei, como a retirada de contas e conteúdos sinalizados como criminosos. A Frente Parlamentar Evangélica já afirmou que é contra esse ponto. A expectativa é que o relator apresente uma nova versão do texto na quinta-feira (27).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Orlando Silva disse ainda que a aplicação das sanções é outro ponto de divergência nas negociações com deputados. &#8220;Vamos nos reunir para aprofundar os debates. Só temos que resolver dois problemas: fiscalização da lei e aplicação de sanções administrativas, se necessário&#8221;. Ele defendeu que a responsabilidade sobre a fiscalização da lei poderá recair sobre outro órgão se o Executivo assim optar, com o objetivo de superar os debates sobre a criação de uma autarquia pela proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Após chegada do Plano Diretor na Câmara, Dinho anuncia criação de comissão para debater o tema e votação fica para 2023</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-chegada-do-plano-diretor-na-camara-dinho-anuncia-criacao-de-comissao-para-debater-o-tema-e-votacao-fica-para-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 11:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Dinho Dowsley]]></category>
		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Diretor]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Dinho Dowsley (Avante), revelou nesta semana que a votação do projeto que prevê a atualização do Plano Diretor da capital ficará para o próximo ano. O texto chegou à Casa na última segunda-feira (12), vindo do Executivo, e precisará, segundo dele, ser debatida à fundo pelo Legislativo. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Dinho Dowsley (Avante), revelou nesta semana que a votação do projeto que prevê a atualização do Plano Diretor da capital ficará para o próximo ano. O texto chegou à Casa na última segunda-feira (12), vindo do Executivo, e precisará, segundo dele, ser debatida à fundo pelo Legislativo. &#8220;De acordo com o Estatuto das Cidades, vai ser criada uma comissão para analisar o texto. Também realizaremos audiências públicas e votaremos a matéria quando ela estiver madura&#8221;, disse.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dinho fala sobre Plano Diretor" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1ivHYW2EFFs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O tema vem sendo discutido pela Prefeitura de João Pessoa há quase dois anos e prevê a necessária atualização do Plano Diretor. O conjunto de normas, por lei, deve ser revisto a cada 10 anos e, no caso da capital paraibana, a atualização deveria ter ocorrido em 2018. Dinho explicou que o texto deverá ser lido na sessão desta quinta-feira (15) e, depois disso, vai tramitar normalmente na Casa, com análise de todas as propostas e escuta da população. O parlamentar explicou que não há condições de votação neste ano, porque tem muitas matérias na frente e não haveria tempo hábil, devido à necessidade de debate do tema. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das matérias ordinárias em tramitação, os vereadores terão que se debruçar sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA), com análise sobre as emendas apresentadas pelos parlamentares. Sobre o Plano Diretor, Dinho diz entender a complexidade do tema e a necessidade de debate. &#8220;A gente vai montar uma comissão para analisar e tem outras matérias na frente. Vamos seguir o trâmite legal&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Aprovada pela CCJ, PEC da Transição será votada nesta quarta no plenário do Senado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/aprovada-pela-ccj-pec-da-transicao-sera-votada-nesta-quarta-no-plenario-do-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 09:59:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[pec da transição]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou no final da tarde terça-feira (6) a&#160; &#8220;PEC da Transição&#8221;, proposta que libera espaço no Orçamento de 2023 para programas sociais e o aumento real do salário mínimo. A PEC 32/2022 segue para dois turnos de votação em Plenário, onde são necessários três quintos dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou no final da tarde terça-feira (6) a&nbsp; &#8220;PEC da Transição&#8221;, proposta que libera espaço no Orçamento de 2023 para programas sociais e o aumento real do salário mínimo. A PEC 32/2022 segue para dois turnos de votação em Plenário, onde são necessários três quintos dos votos dos senadores (49 de 81). A proposta aprovada não retira o Bolsa Família (atual Auxílio Brasil) do teto de gastos, mas expande o limite desse teto em R$ 145 bilhões para garantir o pagamento do benefício. O prazo do aumento do teto é fixado pelo substitutivo do relator, Alexandre Silveira (PSD-MG), em dois anos, e não quatro, como previa o texto original.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação veio depois de acordo proposto pelo senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) de reduzir a expansão do teto em R$ 30 bilhões. Inicialmente, o texto previa uma elevação de R$ 175 bilhões para os benefícios sociais. Apesar do acordo, Oriovisto informou que apresentará em Plenário emenda para tentar reduzir o prazo de validade da regra de dois para um ano e que ainda tentará reduzir a expansão do teto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Impacto<br>Com a medida, o governo eleito poderá pagar o Bolsa Família de R$ 600, acrescido de R$ 150 por criança de até 6 anos a partir de janeiro. O impacto fiscal total previsto da proposta é de R$ 168 bilhões, sendo R$ 145 bilhões referentes ao Bolsa Família e cerca de R$ 23 bilhões para investimentos, valor atrelado a um eventual excesso de arrecadação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao aumentar o espaço fiscal, abre-se uma margem no Orçamento de 2023 para saúde, educação e segurança, entre outros, e garantia de recursos para programas como o Farmácia Popular e para a construção de casas populares.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), que é o relator-geral do Orçamento de 2023, com o apoio da equipe de transição do governo eleito, o texto inclui trechos de outras PECs e partes de algumas das emendas apresentadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Negociações<br>Parlamentares apresentaram novas emendas durante os trabalhos da CCJ. Ao todo, 52 &nbsp;sugestões de alterações foram protocoladas. A reunião, iniciada às 10h34 da manhã,&nbsp; chegou a ser suspensa por mais de três horas para o relator analisá-las e novos pontos foram negociados entre os senadores na busca de um texto de consenso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais pontos de divergência, segundo o senador Jaques Wagner (PT-BA), estariam no prazo da PEC, na data de envio do novo marco fiscal e na redução do impacto da proposta em R$ 30 bilhões. Parte dos senadores sugeriu que a expansão dos gastos para o pagamento valesse apenas por um ano e cobraram que a proposta de um novo marco fiscal para substituir o teto de gastos seja encaminhado em seis meses após o início do novo governo. O ponto mais sensível, segundo Wagner, e que seguirá em discussão no Plenário, é a redução do prazo de dois anos para um ano do valor definido para os programas sociais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Obras<br>O relatório propõe ainda que sejam excetuadas do teto de gastos as despesas custeadas por recursos oriundos de transferências dos demais entes da federação para a União destinados à execução direta de obras e serviços de engenharia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Senado</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Com previsão de mudanças no texto na CCJ, nesta terça, PEC da Transição vai a votação nesta quarta no Senado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/com-previsao-de-mudancas-no-texto-na-ccj-nesta-terca-pec-da-transicao-vai-a-votacao-nesta-quarta-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 10:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[pec da transição]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[A PEC da Transição (PEC 32/2022), que tem o senador Marcelo Castro (MDB-PI) como primeiro signatário, é um dos quatro itens na pauta do Plenário do Senado na sessão marcada para esta quarta-feira (7), às 16h.  A proposta de emenda à Constituição foi sugerida ao Senado pelo governo eleito, com o objetivo de contemplar programas sociais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A PEC da Transição (PEC 32/2022), que tem o senador Marcelo Castro (MDB-PI) como primeiro signatário, é um dos quatro itens na pauta do Plenário do Senado na sessão marcada para esta quarta-feira (7), às 16h.  A proposta de emenda à Constituição foi sugerida ao Senado pelo governo eleito, com o objetivo de contemplar programas sociais que não estão incluídos no Orçamento, garantindo ainda a continuidade do pagamento de R$ 600 no Auxílio Brasil e o aumento do salário mínimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o texto, R$ 198 bilhões ficarão fora do teto de gastos pelo prazo de quatro anos para serem usados em programas sociais e no aumento real no valor do salário mínimo. A PEC, no entanto, ainda pode passar por mudanças na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde está sendo analisada, tendo como relator o senador Alexandre Silveira (PSD-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser fruto de intensa discussão entre o gabinete de transição do governo eleito e os parlamentares, em especial o relator-geral do projeto do Orçamento de 2023, Marcelo Castro, a PEC ainda não tem consenso no Senado. Enquanto alguns senadores defendem a aprovação da forma como está, outros defendem mudanças no texto, sob argumento de que haveria risco para o equilíbrio fiscal. Em discurso na semana passada, o senador Paulo Paim (PT-RS) salientou que a PEC é essencial para o combate à fome e à pobreza. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Paim lembrou que os recursos previstos no texto serão essenciais para o valor de R$ 600 para o Bolsa Família, com acréscimo de R$ 150 por criança de até seis anos, a partir do ano que vem. &#8220;É bom lembrar que cerca de 33 milhões de pessoas no Brasil passam fome todos os dias. Cerca de 125 milhões de brasileiros vivem em insegurança alimentar, o desemprego é cruel e nós estamos com mais de dez milhões de pessoas nessa situação&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já foram apresentadas 19 emendas. Soraya Thronicke (União-MS), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Jorge Kajuru (Podemos-GO), entre outros senadores, apresentaram sugestões para alterar o texto. Em pronunciamento no Plenário, Kajuru detalhou algumas de suas emendas. Ele propõe que o prazo de validade seja de apenas dois anos, até 2024. O mesmo valeria para o inciso que permite a quebra da chamada &#8220;regra de ouro&#8221; de 2023 até 2026. Para o senador, o ideal seria até 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme previsão constitucional, são necessários três quintos dos votos dos senadores (49 de 81) e dos deputados (308 de 513) para aprovar uma PEC. A matéria precisa ser votada em dois turnos, nas duas casas legislativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Piso e acordos</strong><br>Os senadores também podem votar o PL 798/2021, que concede novo prazo para adesão ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT).  A medida é vista como um passo importante para garantir o pagamento do piso salarial aos profissionais da área de enfermagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda constam da pauta o PDL 1.102/2021, que aprova o texto de acordo entre Brasil e os Estados de Guernsey para o intercâmbio de informações relativas a matérias tributárias; e o PDL 1.104/2021, que trata do acordo de cooperação técnica entre o Brasil e o Iêmen.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Senado</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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