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	<title>vigilância &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Paraíba: operação fecha lojas e fábrica que prometiam emagrecimento com venda de produtos proibidos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 19:17:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quatro lojas e uma fábrica foram interditadas nesta quarta-feira (9), durante uma operação conjunta do Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio do MP-Procon, com apoio da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa-PB), da Secretaria da Fazenda (Sefaz-PB) e da Vigilância Sanitária de Campina Grande. A ação teve como alvo o comércio irregular de suplementos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quatro lojas e uma fábrica foram interditadas nesta quarta-feira (9), durante uma operação conjunta do Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio do MP-Procon, com apoio da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa-PB), da Secretaria da Fazenda (Sefaz-PB) e da Vigilância Sanitária de Campina Grande. A ação teve como alvo o comércio irregular de suplementos alimentares e produtos naturais com alegações terapêuticas não autorizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As diligências ocorreram simultaneamente em João Pessoa e Campina Grande, com foco em duas redes: um grupo empresarial com presença nas redes sociais, lojas físicas e uma fábrica, além de uma loja de produtos naturais localizada na Rua Afonso Campos, no centro de Campina Grande.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na capital, uma unidade do grupo foi interditada no bairro de Mangabeira. Já em Campina Grande, outras três lojas e a fábrica da mesma empresa foram alvo da operação. A loja da Rua Afonso Campos foi autuada por diversas irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os técnicos envolvidos, os locais comercializavam cápsulas, chás e compostos naturais com promessas de emagrecimento, desintoxicação e regulação intestinal — sem qualquer registro ou notificação na Anvisa. Também foram detectadas falhas graves nos rótulos, como ausência de informações obrigatórias (lote, validade, composição, fabricante e advertências sanitárias), além de publicidade enganosa com promessas de efeitos sem comprovação científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve ainda indícios de manipulação e fracionamento de produtos em locais não autorizados, configurando infração sanitária grave. Produtos vencidos, falta de preço, informações imprecisas e risco à saúde também foram constatados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação mobilizou equipes estaduais e municipais de vigilância sanitária, auditores fiscais da Sefaz e fiscais do MP-Procon de João Pessoa e Campina Grande. Os responsáveis foram autuados por infrações sanitárias, consumeristas e tributárias. Produtos irregulares foram apreendidos, e os estabelecimentos, interditados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o diretor-geral do MP-Procon, promotor Romualdo Tadeu de Araújo Dias, a ação é resultado de uma investigação técnica integrada. “A operação mostra que a proteção do consumidor depende de articulação, inteligência fiscalizatória e ação coordenada. O objetivo é garantir que os produtos à venda respeitem as normas legais e sanitárias, protegendo a saúde e o direito à informação do consumidor”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O promotor Osvaldo Lopes Barbosa, diretor do MP-Procon em Campina Grande, alertou para os riscos. “Produtos sem registro na Anvisa não têm garantia de segurança ou eficácia. O consumidor, atraído por promessas milagrosas, acaba exposto a substâncias com dosagens perigosas ou contaminadas. É uma questão de saúde pública e precisa ser combatida com firmeza.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das sanções sanitárias, a Sefaz-PB também investiga possíveis fraudes fiscais, como a falta de emissão de notas fiscais e divergências entre os produtos declarados e os efetivamente vendidos.</p>



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