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	<title>vereadora &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Vereadora de Bayeux é alvo de operação da Polícia Civil por suposto esquema de ‘rachadinha’</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/vereadora-de-bayeux-e-alvo-de-operacao-da-policia-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bayeux]]></category>
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					<description><![CDATA[A terça-feira (28) amanheceu agitada em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa. A vereadora Rosiene Sarinho (PSB) foi afastada do cargo por tempo indeterminado após virar alvo de uma operação da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de “rachadinha” e desvio de dinheiro público no município. A decisão não veio sozinha. Junto com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A terça-feira (28) amanheceu agitada em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa. A vereadora Rosiene Sarinho (PSB) foi afastada do cargo por tempo indeterminado após virar alvo de uma operação da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de “rachadinha” e desvio de dinheiro público no município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão não veio sozinha. Junto com o afastamento, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência da parlamentar, localizada em um condomínio no bairro Pedro Gondim, em João Pessoa, além da Câmara Municipal e do gabinete dela em Bayeux.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o que realmente chamou atenção foi uma cena digna de roteiro policial: no momento da chegada dos agentes, a vereadora teria tentado se livrar de um celular. Segundo a polícia, o aparelho foi arremessado pela janela do apartamento — só que não adiantou muito. O telefone acabou recuperado pelos investigadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação também atingiu o núcleo mais próximo da parlamentar. O chefe de gabinete e o filho dela foram apontados como integrantes do suposto esquema e também passaram a cumprir medidas cautelares. Entre elas, a proibição de exercer funções de confiança tanto no Legislativo quanto no Executivo municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a polícia, as suspeitas indicam que o esquema teria começado ainda quando Rosiene fazia parte da base da prefeitura. A ruptura política com a prefeita Tacyana Leitão (PSB), inclusive, aparece no pano de fundo da investigação, em meio a movimentações envolvendo apoios políticos no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a polícia, o esquema teria seguido o roteiro clássico: indicação de pessoas para cargos públicos com a exigência de devolução de parte dos salários — a chamada “rachadinha”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Caso Marielle segue indefinido após cinco anos do crime</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/caso-marielle-segue-indefinido-apos-cinco-anos-do-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 11:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anderson gomes]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completa cinco anos nesta terça-feira (14) e segue sem resposta sobre o mandante do crime. As investigações levaram a prisão de dois executores: o policial militar reformado Ronnie Lessa, por ter atirado na vereadora, e do motorista, o ex-policial militar Elcio de Queiroz. Os motivos e os líderes do atentado permanecem desconhecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Já se passaram cinco anos: é muito tempo”. O desabafo é de Marinete Silva, mãe de Marielle Franco, e resume o sentimento de familiares, amigos, ativistas, e de qualquer pessoa indignada com o crime. “Hoje, o mundo inteiro quer saber quem mandou matar Marielle. Isso não é uma questão a ser resolvida apenas para a família”, complementa a mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio processo de investigação passou a ocupar um lugar central no noticiário. A Polícia Civil teve cinco delegados responsáveis pelo caso na Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro. No Ministério Público Estadual, três equipes diferentes atuaram no caso durante esses anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última mudança aconteceu há 10 dias, quando o procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, escolheu sete novos promotores para integrar a força-tarefa coordenada por Luciano Lessa, chefe do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As trocas constantes de comando receberam críticas de familiares e movimentos sociais nesses cinco anos, e levaram a suspeitas de obstrução nas investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio de 2019, a Polícia Federal apontou que foram dados depoimentos falsos para dificultar a solução dos homicídios. Procuradoras abandonaram o caso em julho de 2021, com a afirmação de que houve interferência externa na investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo comando do MPRJ disse estar comprometido em &#8220;não chegar a uma conclusão açodada, divorciada da realidade, mas de realizar um trabalho técnico e sério, voltado para identificar todos os envolvidos”. Sobre os mandantes e o motivo dos assassinatos, afirma que as dificuldades são maiores por ser “um crime onde os executores são profissionais, que foram policiais militares, que sabem como se investiga”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prisões<br></strong>O avanço mais consistente no caso aconteceu em março de 2019, quando Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa foram presos no Rio de Janeiro. O primeiro é acusado de ter atirado em Marielle e Anderson, o segundo, de dirigir o carro usado no assassinato. Quatro anos depois, eles continuam presos, mas não foram julgados. Procurado pela reportagem, o Tribunal de Justiça do Rio informou que é esperado “o cumprimento de diligências requeridas pela promotoria e pela defesa para que seja marcada a data do julgamento”.<br>Sobrevivente<br>Fernanda Chaves, ex-assessora de Marielle Franco, foi a única sobrevivente do atentado. Ela estava no carro quando a parlamentar e o motorista foram atingidos. Fernanda diz que apenas o delegado que assumiu o caso entre 2018 e o início de 2019, Giniton Lages, a chamou para prestar depoimento. Ela só voltou a ser procurada em janeiro desse ano pelo Ministério da Justiça, quando participou de uma reunião com assessores da pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você chegar a cinco anos sem que se tenha levado adiante o julgamento dos que estão acusados e presos por conta do assassinato? Sem ter uma investigação que leve aos mandantes? É muito humilhante, eu acho que é vergonhoso para o Estado não entregar essa resposta. O Rio de Janeiro, quando a Marielle foi assassinada, estava sobre intervenção federal, militarizado. No centro da cidade, do lado da Prefeitura, as vias eram cobertas por câmeras. E cinco anos depois você não tem um avanço. Giniton saiu do caso, as promotoras deixaram o caso alegando interferência. Isso é gravíssimo”, acusa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inquérito federal<br></strong>A reunião de Fernanda marca uma mudança de postura do governo federal em relação ao caso. A federalização das investigações esteve em pauta desde o início e chegou a constar em um pedido da então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em setembro de 2019. A tentativa não avançou após proibição do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do desinteresse do governo federal na época e da preocupação dos familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro desse ano, o ministro da Justiça, Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal (PF) abrisse um inquérito paralelo para auxiliar as autoridades fluminenses. Ontem (13), o ministro disse que o caso é uma prioridade da corporação e que pretende identificar todos os envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que eu posso afirmar é que o trabalho está evoluindo bem. Mas é claro que, sobre o resultado, nós teremos nos próximos meses a apresentação dos investigadores daquilo que foi possível alcançar. Não é possível nesse momento fixar prazos, nem que momento isso finalizará. Mas eu posso afirmar que há prioridade, há uma equipe dedicada na Polícia Federal só para isso e eu tenho, sim, a expectativa e a esperança, que é de todos nós, que a PF vai ajudar a esclarecer definitivamente esse crime”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça por Marielle e Anderson<br></strong>Para aumentar a pressão sobre as investigações, foi criado em julho de 2021 o Comitê Justiça por Marielle e Anderson. Ele é formado pelos familiares das vítimas, pela Justiça Global, Terra de Direitos, Coalizão Negra por Direitos e Anistia Internacional Brasil. Esta última organizou e participou de campanhas desde que os assassinatos aconteceram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a diretora-executiva Jurema Werneck, as autoridades do Rio estão falhando há cinco anos com as famílias das vítimas e a sociedade como um todo. Ela defende que a solução do caso é fundamental para o país mostrar que está comprometido no combate aos crimes políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ministro da Justiça diz que vai cooperar. A gente só tem que confiar que dessa vez vão colaborar de fato. E que dessa vez vão contribuir para o Rio de Janeiro e o Brasil superarem essa ineficiência crônica de elucidação de homicídios. E principalmente elucidação de homicídios políticos. O Brasil é o quarto país do mundo que mais mata ativistas. Portanto, o ministro da Justiça, além de elucidar esse crime, precisa estabelecer políticas e mecanismos consistentes para que o Brasil deixe de estar entre os campeões do mundo de assassinatos políticos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa visão é compartilhada por organismos internacionais, que pressionam o Brasil a solucionar o atentado. Jan Jarab, representante da ONU Direitos Humanos para a América do Sul, defende que é preciso inserir o caso em um contexto mais amplo de ataques contra defensores dos direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Devemos evitar a impunidade. No sentido amplo da palavra, não só sobre quem executa os atos violentos, mas também quando há pessoas por trás. Mas também é importante a prevenção, primária e secundária, e as medidas de segurança física. E intervir quando já existem ameaças, quando existem crimes de ódio verbal. Que não se banalizem essas formas de agressão verbal, principalmente no âmbito das redes sociais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperanças renovadas<br>Meia década de tristeza, angústia e ansiedade. Mas não de desistência. É dessa forma que amigos e familiares renovam as esperanças de que, com o apoio de diversos setores da sociedade civil, não será preciso passar mais um ano sem a resposta sobre “Quem mandou matar Marielle?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Infelizmente, a gente vive em um país onde muitas pessoas são assassinadas e seguem sem saber quem mandou matar e o porquê. Mas eu acho que o Brasil merece dar essa resposta para democracia”, diz Anielle Franco, irmã da vereadora e ministra da Igualdade Racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu preciso acreditar nas instituições, eu preciso acreditar que esse resultado vai ser apresentado. Eu não posso acreditar em um país que tenha autoridades e instituições funcionando, em um Estado Democrático de Direito, que não entrega essa resposta. Eu preciso acreditar nisso, eu tenho esperança”, diz Fernanda Chaves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu entendo hoje que fazer justiça por Marielle não tem só a ver com o final de um inquérito. Isso o Estado brasileiro deve à família e à sociedade”, defende Mônica Benício, viúva de Marielle. “É a gente poder viver numa sociedade onde ‘Marielles’ não sejam assassinadas, mas possam florescer no seu máximo de potência. É a gente ter uma sociedade em que não haja racismo, LGBTfobia, machismo. Ou seja, que todos os corpos possam viver e ter igualdade de direitos, que todas as vidas possam importar igualmente aos olhos do Estado e aos olhos da sociedade. Quando a gente tiver essa sociedade, fizemos justiça por Marielle”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cronologia do caso<br></strong>14 de março de 2018: Marielle Franco e Anderson Gomes são assassinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">15 de março de 2018: Giniton Lages assume a Delegacia de Homicídios do Rio e o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">21 de março de 2018: O MPRJ escolhe um grupo de promotores para a apuração do crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">01 de setembro de 2018: Entra no caso o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ). Acontece a primeira troca de promotores do MPRJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">25 de setembro de 2018: Orlando Curicica, encarcerado no Presídio Federal de Mossoró por crimes ligados à milícia, menciona o ‘Escritório do Crime’ para os investigadores. Uma testemunha cita o vereador Marcello Siciliano por suposto envolvimento na morte de Marielle. Siciliano foi preso, mas o envolvimento dele foi descartado depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">11 de outubro de 2018: Investigações do MPRJ identificam biotipo do executor do crime e rastreiam novos locais por onde circulou o carro usado no crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">11 de março de 2019: A primeira fase de investigações é encerrada. Ronnie Lessa e Élcio Queiroz são denunciados por homicídio doloso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">12 de março de 2019: Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa são presos no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">25 de março de 2019: Giniton Lages é substituído por Daniel Rosa na Delegacia de Homicídios do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">23 de maio de 2019: Polícia Federal aponta que foram dados depoimentos falsos para dificultar a solução dos homicídios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">11 de setembro de 2019: A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pede a federalização das investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">10 de março de 2020: Justiça do Rio determina que Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz sejam levados a júri popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">27 de maio de 2020: Superior Tribunal de Justiça (STJ) nega a federalização das investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">17 de setembro de 2020: Delegado Daniel Rosa deixa o caso. Moisés Santana assume o lugar dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">05 de julho de 2021: Terceira troca na Delegacia de Homicídios: sai Moisés Santana, entra Edson Henrique Damasceno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">02 de fevereiro de 2022: Quarta troca: Edson Henrique Damasceno é substituído por Alexandre Herdy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">30 de agosto de 2022: Supremo Tribunal Federal (STF) nega recursos das defesas de Ronnie Lessa e Élcio Vieira, e mantém decisão sobre júri popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">22 de fevereiro de 2023: O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anuncia abertura de inquérito da Polícia Federal para investigar assassinatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">04 de março de 2023: MP do Rio define novos promotores do caso Marielle Franco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agência Brasil</p>



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		<title>Republicanos emplaca indicação de vereadora de Campina Grande para a Articulação Política do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 10:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O Republicanos demonstrou força com o governador João Azevêdo (PSB) e emplacou a indicação de um novo membro para o primeiro escalão do Estado, nesta terça-feira (5). Trata-se da vereadora de Campina Grande, Valéria Silva Aragão (PTB). Ela assume a vaga deixada pelo pré-candidato à Câmara dos Deputados, Murilo Galdino (Republicanos). A articulação contou com a participação do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, também do Republicanos, e visa o fortalecimento da representação do governo na Câmara de Vereadores da segunda maior cidade do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ida de Valéria Aragão para o governo, abre-se espaço na Câmara de Campina Grande para a posse do suplente Bruno Fausto, também do PTB. Ele vai integrar o grupo oposicionista na Casa, com alinhamento com o governo do Estado. Valéria conseguiu 2.854 votos nas urnas, em 2020, e ocupa um bloco formado por sete mulheres na Casa, o maior número eleito na história do Legislativo da cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Valéria, o Diário Oficial do Estado traz ainda a nomeação de Ednaldo Joaquim da Silva Júnior para o cargo de<br>secretário Executivo de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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