<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>verbas &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/verbas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Apr 2025 17:04:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Após risco de fechar as portas, Padre Zé consegue liminar no Tribunal de Justiça e prefeitura manterá verbas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-risco-de-fechar-as-portas-padre-ze-consegue-liminar-no-tribunal-de-justica-e-prefeitura-mantera-verbas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 17:04:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[padre zé]]></category>
		<category><![CDATA[tjpb]]></category>
		<category><![CDATA[verbas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=14941</guid>

					<description><![CDATA[​​O impasse envolvendo o Hospital Padre Zé ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (10), com a concessão de uma tutela antecipada por parte do desembargador Carlos Eduardo Leite Lisboa, do Tribunal de Justiça da Paraíba. A decisão atende a um pedido do Instituto São José, responsável pela administração da unidade, e suspende os efeitos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">​​O impasse envolvendo o Hospital Padre Zé ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (10), com a concessão de uma tutela antecipada por parte do desembargador Carlos Eduardo Leite Lisboa, do Tribunal de Justiça da Paraíba. A decisão atende a um pedido do Instituto São José, responsável pela administração da unidade, e suspende os efeitos da negativa da Prefeitura de João Pessoa em renovar o contrato com a instituição. Na prática, a medida garante a continuidade do vínculo até o julgamento do mérito da ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso chegou ao TJPB após a gestão municipal se ver impedida legalmente de manter os repasses de recursos ao hospital, que presta atendimento exclusivo pelo SUS. As contas da instituição foram reprovadas pela Comissão de Licitação e pela Controladoria-Geral do Município, em decorrência de irregularidades identificadas após a denúncia de desvios milionários ocorridos na administração do então diretor Padre Egídio, preso no início de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o cenário adverso, a prefeitura manteve os pagamentos de forma excepcional até o fim do contrato, que se encerra no próximo dia 23 de abril. A recomendação, no entanto, era para que a própria entidade buscasse o Judiciário, levando em conta o interesse público envolvido na manutenção dos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi o que o Instituto São José fez. Após negativa em primeira instância, o caso subiu para o Tribunal de Justiça. E lá, o entendimento foi outro. O desembargador relator destacou que não há qualquer penalidade formal aplicada ao instituto que justificasse o bloqueio dos repasses. Argumentou ainda que impedir a continuidade dos serviços por conta de uma &#8220;antecipação de sanção&#8221; viola princípios constitucionais como legalidade, contraditório e ampla defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Saúde de João Pessoa, Luis Ferreira, tem defendido publicamente a permanência do hospital em funcionamento. “Não podemos deixar que uma instituição de saúde centenária feche as portas”, disse ele em vídeo divulgado nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores, a prefeitura também trabalha com um plano B. Caso não haja uma decisão definitiva favorável à manutenção dos repasses, a alternativa será propor ao Ministério Público da Paraíba a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para viabilizar juridicamente a continuidade do contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso segue em aberto. Mas, por ora, a decisão do TJPB devolve um pouco de fôlego à instituição que atende milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade. O Hospital Padre Zé, fundado e mantido com apoio da Igreja Católica, segue de portas abertas — ao menos até o julgamento do mérito da ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se: <a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gaeco apura uso de fundo partidário e verbas parlamentares para financiar paraibanos em atos antidemocráticos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/gaeco-apura-uso-de-fundo-partidario-e-verbas-parlamentares-para-financiar-paraibanos-em-atos-antidemocraticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 19:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[apura]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[partidárias]]></category>
		<category><![CDATA[verbas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=9100</guid>

					<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), está investigando o suposto uso de verbas parlamentares e do fundo partidário para financiar atos antidemocráticos. A suspeita é que parte dos recursos destinados ao custeio de transporte, alimentação e segurança de grupos inconformados com o resultado das eleições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), está investigando o suposto uso de verbas parlamentares e do fundo partidário para financiar atos antidemocráticos. A suspeita é que parte dos recursos destinados ao custeio de transporte, alimentação e segurança de grupos inconformados com o resultado das eleições de 2022 estaria vindo de recursos públicos. Neste domingo (8), apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e vandalizaram as sedes dos Três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário), em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com informações colhidas pelo blog, os recursos públicos viriam de verbas estaduais e federais. O suporte teria sido dado tanto para a manutenção de acampamentos golpistas na Paraíba, como para a ida de paraibanos para participar dos atos terroristas em Brasília. Um dos promotores ouvidos pelo blog manifestou preocupação com o que foi visto em Brasília, com o ataque às instituições democráticas. Grupos radicalizados invadiram o Supremo Tribunal Federal (STF), o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Em todos, foram destruídos móveis, obras de arte e vidraças. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pelo blog, o coordenador do Gaeco, Octávio Paulo Neto, não negou a existência da investigação, mas evitou dar detalhes sobre a apuração que acontece de forma sigilosa. Nas redes sociais, ele manifestou preocupação com os ataques aos símbolos da República. &#8220;Se o povo invade STF, Congresso e Planalto, botar fogo no fórum e promotoria é cafezinho&#8230; vai virar baderna. Uma República e uma democracia subsistem de seus símbolos&#8221;, publicou o promotor, sobre a imagem de uma bandeira do Brasil em preto e branco com os dizeres &#8220;sem anistia&#8221; onde originariamente se lê &#8220;Ordem e Progresso&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações coordenadas pelo Gaeco têm focado lideranças partidárias e parlamentares que, eventualmente, venham usando dinheiro público para fomentar os atos antidemocráticos. Pelo histórico de eficiência das apurações do MPPB, podem esperar que em breve teremos novidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
