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	<title>união &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Damião garante apoio a Lucas e defende que comando da federação fique com vice-governador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 15:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[damião]]></category>
		<category><![CDATA[lucas]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de integrar o União Brasil, o deputado federal Damião Feliciano não tem dúvida sobre o destino da Federação União Progressista. Na visão dele, o comando dos destinos agrupamento que reunirá PP e União Brasil deve ficar com o grupo comandado pelo deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP). A declaração foi dada nesta segunda-feira (12), durante [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Apesar de integrar o União Brasil, o deputado federal Damião Feliciano não tem dúvida sobre o destino da Federação União Progressista. Na visão dele, o comando dos destinos agrupamento que reunirá PP e União Brasil deve ficar com o grupo comandado pelo deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP). A declaração foi dada nesta segunda-feira (12), durante solenidade do Ministério do Turismo para anunciar apoio ao Carnaval de João Pessoa. No evento, Feliciano reafirmou apoio integrau à chapa governista para a disputa de outubro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Damião Feliciano defende a candidatura de Lucas Ribeiro (PP) para o governo, tendo o governador João Azevêdo (PSB) e o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), concorrendo às duas vagas para o Senado. O grupo terá como adversário o senador Efraim Filho (União Brasil), que conta com a conquista da Federação União Progressista para reforçar a candidatura dele ao governo. O racha na Paraíba repete o que vem ocorrendo em pelo menos <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/fonte-de-disputa-entre-lucas-e-efraim-federacao-uniao-progressita-gera-discordia-em-13-estados/">13 estados brasileiros</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio do deputado à base governista ocorre em meio ao processo que referendou a indicação de Gustavo Feliciano, filho de Damião, para o Ministério do Turismo, fruto de um trabalho encampado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos). </p>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada de Feliciano ao Ministério contou também com a anuência do presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, o mesmo que comandou o recente desembarque do partido do governo federal. </p>



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		<title>Senadores tentam aprovar projeto que reduz poder de Lula sobre o orçamento</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/senadores-tentam-aprovar-projeto-que-reduz-poder-de-lula-sobre-o-orcamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 10:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pode votar nesta terça-feira (31) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 46/2023, que obriga o governo federal a executar as emendas parlamentares apresentadas por comissões permanentes da Câmara dos Deputados, do Senado e do Congresso Nacional. A reunião está marcada para as 10h e tem outros oito itens na [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) pode votar nesta terça-feira (31) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 46/2023, que obriga o governo federal a executar as emendas parlamentares apresentadas por comissões permanentes da Câmara dos Deputados, do Senado e do Congresso Nacional. A reunião está marcada para as 10h e tem outros oito itens na pauta. A medida, na prática, reduz o controle do presidente Lula (PT) sobre o orçamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela legislação em vigor, as emendas individuais são de execução obrigatória até o limite de 1,2% da Receita Corrente Líquida (RCL). As emendas de bancada também são impositivas, mas limitadas a 1% da RCL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de lei foi proposto pelo senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) e tem relatório favorável do senador Mauro Carvalho Junior (União-MT). O texto altera a Lei 4.320, de 1964, que define regras gerais para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na medida em que elas foram sendo transformadas em impositivas, houve um aumento da influência de deputados e senadores, que passaram a poder votar de forma independente aos desejos do Executivo. Isso traz reflexos sobre a governabilidade do presidente da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o STF (Supremo Tribunal Federal) declarar em 2022 inconstitucionais as emendas de relator, amplamente usadas no governo de Jair Bolsonaro (PL), o Congresso turbinou as emendas de comissão e colocou o relator do Orçamento deste ano, senador Marcelo Castro (MDB-PI), no comando de um colegiado que tem R$ 6,5 bilhões para emendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CAE pode votar ainda o Projeto de Lei (PL) 3.166/2023, que autoriza o Poder Executivo a instituir o Programa Bolsa Estudantil do Ensino Médio. De acordo com a proposição, o benefício seria destinado a estudantes de baixa renda matriculados em escolas públicas, com famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e beneficiárias do Bolsa Família. O projeto do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) tem parecer favorável do senador Mauro Carvalho Junior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro item na pauta é o PL 2.341/2022, que proíbe a cobrança de tarifas bancárias de instituições públicas de ensino. O projeto do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) recebeu relatório favorável da senadora Teresa Leitão (PT-PE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CAE pode analisar ainda o PL 3.878/2021, que proíbe a cobrança de tarifas sobre movimentações financeiras por meio do Sistema de Pagamentos Instantâneo (Pix). O projeto do senador Cid Gomes (PDT-CE) tem parecer favorável do senador Rogério Carvalho (PT-SE). (Agência Senado)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Veja quem são os paraibanos com contas rejeitadas pelo TCU e que podem ser impedidos de disputar as eleições</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/veja-quem-sao-os-paraibanos-com-contas-rejeitadas-pelo-tcu-e-que-podem-ser-impedidos-de-disputar-as-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 22:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[inelegíveis]]></category>
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		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou nesta quarta-feira (10) a relação de todas as pessoas que tiveram contas rejeitadas pelo órgão de controle e que, por isso, podem ser impedidos de disputar as eleições deste ano. A relação tem o nome de 339 paraibanos, que são alvos de 606 contas rejeitadas (alguns com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou nesta quarta-feira (10) a relação de todas as pessoas que tiveram contas rejeitadas pelo órgão de controle e que, por isso, podem ser impedidos de disputar as eleições deste ano. A relação tem o nome de 339 paraibanos, que são alvos de 606 contas rejeitadas (alguns com várias). A relação foi entregue ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin. A lista abrange os julgamentos realizados nos últimos oito anos e os condenados poderão ser impedidos de disputar as eleições com base na lei Ficha Limpa. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://contasirregulares.tcu.gov.br/ordsext/f?p=105:2:::NO:RP:P2_MOSTRAR_LISTA:1">Veja a relação dos paraibanos</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">São casos já transitados em julgado, em que não há mais possibilidade de recursos. A prestação de contas dos gestores públicos é analisada pelo TCU sob os aspectos de legalidade, legitimidade, economicidade, eficiência e eficácia. “Nossos auditores sempre tiveram acesso a todas as informações que necessitaram para produzir seus relatórios. Isso nos dá muita tranquilidade porque sabemos que a transparência é, de todos os ativos que uma democracia precisa ter, certamente um dos mais valiosos. É o que permite que um cidadão possa fiscalizar o que seus representantes e líderes da nação estão a fazer”, ressaltou Dantas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua fala, o ministro Bruno Dantas também reforçou a seriedade do processo eleitoral brasileiro. “Aos olhos do TCU, aos olhos dos auditores do TCU, a urna eletrônica e o sistema eletrônico de votação são absolutamente confiáveis, absolutamente auditáveis, e por isso merecem a confiança que o brasileiro já nelas deposita”, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do TSE, Edson Fachin, lembrou que o Brasil está a 50 dias da realização das eleições. “Eleitoras e eleitores brasileiros poderão escolher as candidaturas nas quais depositarão a sua confiança. A engrenagem da votação está posta em marcha. A democracia seguirá seu curso e sairá fortalecida no dia 2 de outubro”, garantiu o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Transparência – A Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares, também conhecida como Cadirreg, ou Cadastro de Contas Julgadas Irregulares, está disponível no link https://contasirregulares.tcu.gov.br. O TCU fará a atualização diária dos dados até 31 de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ranking de contas julgadas irregulares por região e fora do Brasil está distribuído da seguinte forma:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nordeste: 2.718 registros<br>Sudeste: 1.573 registros<br>Norte: 1.181 registros<br>Centro-Oeste: 709 registros<br>Sul: 610 registros<br>Exterior: 13 registros<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, cabe à Justiça Eleitoral, dentro dos critérios legais, declarar ou não a inelegibilidade dos possíveis candidatos a um cargo público. “A explicitação dessa listagem, a transparência em relação ao zelo empregado para com a coisa pública pelos governantes, são fatos que robustecem o nosso processo de registro de candidaturas, a fiscalização das inelegibilidades e a importância do agir ético por parte daqueles que almejam governar, que pretendem guiar a nossa comunidade política”, observou Edson Fachin.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Acusado de dividir a direita, Sérgio Queiroz sugere retirada da candidatura de Bruno Roberto para compor com Nilvan</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/acusado-de-dividir-a-direita-sergio-queiroz-sugere-retirada-da-candidatura-de-caio-roberto-para-compor-com-nilvan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 May 2022 12:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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		<category><![CDATA[sérgio queiroz]]></category>
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					<description><![CDATA[O pastor Sérgio Queiroz (PRTB) apresentou uma sugestão para acabar com as acusações de que a pré-candidatura dele estaria dividindo a direita, na Paraíba. Ele tem andado o estado em busca de votos para se viabilizar na disputa de uma vaga no Senado, o que tem descontentado os representantes do presidente Jair Bolsonaro (PL) na [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O pastor Sérgio Queiroz (PRTB) apresentou uma sugestão para acabar com as acusações de que a pré-candidatura dele estaria dividindo a direita, na Paraíba. Ele tem andado o estado em busca de votos para se viabilizar na disputa de uma vaga no Senado, o que tem descontentado os representantes do presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa. O maior incomodado é Bruno Roberto, do mesmo partido, filho do deputado federal Wellington Roberto, também do PL. Bruno quer concorrer nas eleições para o Senado e vê a postulação de Queiroz como obstáculo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta do religioso é simples: Bruno seria deslocado para a disputa da vaga de vice-governador e ele, Sérgio Queiroz, comporia a chapa com o comunicador Nilvan Ferreira, também do PL. A sugestão foi colocada na mesa pelo pastor durante entrevista a uma rádio do Sertão, neste sábado (28). Com isso, segundo o pastor, estaria encerrada essa discussão sobre a divisão do conservadorismo, comumente atribuída a ele pelos aliados de Bruno Roberto. Assim como no caso dos postulantes do PL, Sérgio Queiroz se apresenta como defensor do presidente Jair Bolsonaro e como representante do conservadorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pastor diz não ter disposição de disputar outro cargo além do Senado. Ou isso, ou nada. “Para que não me critiquem de intransigente, a minha (proposta) é que o PL e PRTB caminhem juntos, mantendo minha candidatura ao Senado, a de Nilvan ao governo e a do jovem Bruno Roberto, a vice”, sugeriu. O partido dele não decidiu ainda quem vai lançar para a disputa do governo do Estado. A sigla tem em suas fileiras o nome do ex-deputado federal Major Fábio e do advogado João Alberto, vice-presidente nacional da Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>União das oposições pregada por Nilvan dificilmente ocorrerá no primeiro turno</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/uniao-das-oposicoes-pregada-por-nilvan-dificilmente-ocorrera-no-primeiro-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Dec 2021 00:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[2022]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[O comunicador Nilvan Ferreira (PTB) oficializou nesta quarta-feira (22) a primeira dobradinha visando as eleições do ano que vem: uma composição com o Patriota, do deputado estadual Wallber Virgolino. Os dois disputaram a prefeitura de João Pessoa no ano passado e foram derrotados por Cícero Lucena (PP), aliado do governador João Azevêdo (Cidadania). O objetivo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O comunicador Nilvan Ferreira (PTB) oficializou nesta quarta-feira (22) a primeira dobradinha visando as eleições do ano que vem: uma composição com o Patriota, do deputado estadual Wallber Virgolino. Os dois disputaram a prefeitura de João Pessoa no ano passado e foram derrotados por Cícero Lucena (PP), aliado do governador João Azevêdo (Cidadania). O objetivo agora é &#8220;tomar&#8221; o Palácio da Redenção. E se a primeira missão era difícil, a atual é ainda mais audaciosa. Por isso, o petebista pregou com muita resiliência a necessidade de união das oposições. O alinhamento, no entanto, é bem difícil de acontecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O campo de oposição, historicamente, é bem árido e de difícil aquisição de aliados. Essa composição é ainda mais complicada quando não há convergência ideológica. Os nomes lançados até agora para a disputa militam em campos antagônicos. Alguns em menor e outros em maior medida. Nilvan vai para a disputa no ano que vem com o objetivo claro de oferecer palanque ao presidente Jair Bolsonaro (PL). De pronto, poderá atrair para o entorno o partido do presidente. Mas terá dificuldade de estabelecer uma convivência larga com Pedro Cunha Lima (PSDB), que pretende dar à postulação dele um discurso de centro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nilvan tende a trazer para o lado dele o deputado Cabo Gilberto, que deve trocar o PSL pelo PL de Bolsonaro. Ambos trabalham com a bandeira da direita conservadora e não faria sentido duas candidaturas saírem da mesma trincheira. O diálogo, por outro lado, não tem como prosperar em direção ao senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) nem com o ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT). Estes dois últimos por questões óbvias. Mesmo que efetivem candidaturas contra o governador, militam no campo do centro à esquerda. Estão no lado oposto ao pretendido por Nilvan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma união de pelo menos parte da oposição ocorrerá apenas em um eventual segundo turno. Este é o cálculo feito por alguns dos candidatos. Em entrevistas, Nilvan aponta essa união como a única forma de evitar a reeleição de João Azevêdo. Já Cartaxo acredita que a pulverização de candidaturas favorece as oposições. Esse cálculo inclui na conta a possibilidade de fragmentação da base de apoio ao governador, hoje mais ampla do que o possível de sustentar. Mesmo assim, a vantagem de quem está no poder e com a caneta na mão é gigantesca. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Covid-19: ministro paraibano busca apoio de secretários para “união nacional”</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/covid-19-ministro-paraibano-busca-apoio-de-secretarios-para-uniao-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 15:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[O telefone do secretário estadual de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, tocou na manhã desta quarta-feira (17). Do outro lado da linha estava o novo ministro da Saúde, o cardiologista paraibano Marcelo Queiroga. O tom da conversa foi o de busca de apoio para a construção de uma “união nacional” para o enfrentamento da situação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O telefone do secretário estadual de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, tocou na manhã desta quarta-feira (17). Do outro lado da linha estava o novo ministro da Saúde, o cardiologista paraibano Marcelo Queiroga. O tom da conversa foi o de busca de apoio para a construção de uma “união nacional” para o enfrentamento da situação dramática vivida no país com o avanço da Covid-19. O número de mortos no país chegou a 284.400 nesta terça-feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo ministro chega ao governo para substituir o malsucedido general Eduardo Pazuello. Além de Geraldo Medeiros, ele ligou para os secretários de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, da Bahia, Fábio Villas Boas, e do Rio de Janeiro. Conversou também com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI), que representa o fórum dos governadores. À colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo, ele disse que nada será resolvido sem diálogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nada será resolvido na base do cacete. Vamos resolver na base do diálogo&#8221;, disse o ministro. O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que deve tomar posse na quinta (18), afirma que pretende chamar secretários estaduais e municipais e articular um movimento de &#8220;união nacional&#8221; para superar a situação dramática que o país atravessa por causa da epidemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele chega ao cargo com discurso convergente com o do presidente Jair Bolsonaro, mas com uma leve derivação discursiva que dialoga com o que vem sendo pregado pelos governadores. O tema da convergência não poderia ser outro: a necessidade da compra de vacinas. O secretário paraibano disse esperar que o cronograma de chegada de imunizantes seja cumprido e que até junho seja vacinado o grupo prioritário, que é aquele com mais de 60 anos e comorbidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Geraldo também defende que haja união. “Qualquer digressão neste momento é maléfica”, reforça Medeiros, dizendo que tem amizade com Marcelo Queiroga anterior à chegada dele ao cargo. “Todos temos que ajudar o ministro e o presidente e todos nós, entes federados, queremos ajudar do país a sair dessa tragédia“, acrescentou.&nbsp;Ele espera que, agora, haja um fluxo sustentável na chegada das vacinas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Medeiros admite que a coisa poderá piorar muito ainda caso a população não se conscientize dos riscos de sair de casa. A Paraíba já superou a casa dos 5 mil mortos por causa da pandemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação do presidente Jair Bolsonaro com os governadores, em relação à pandemia, não tem sido fácil. Queiroga afirma que, para que a articulação nacional que planeja dê certo, ele precisa de &#8220;uma certa trégua&#8221;. &#8220;Nós sabemos como estão as relações. Precisamos dar um &#8216;reset&#8217; [reiniciar]&#8221;, diz.</p>
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