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	<title>ucrânia &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Paraibana consegue deixar a Ucrânia após 27 dias sem contato com a família</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 23:50:48 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">A paraibana Silvana Pilipenko, de 54 anos, conseguiu deixar a Ucrânia após passar 27 dias incomunicável. Ela publicou um vídeo nas redes sociais para agradecer as orações e disse que enfrentou dias muito difíceis com a invasão do país pela Rússia. A artesã morava em Mariupol, uma cidade portuária que vive sob fogo cerrado desde o início de maio. O prédio onde a paraibana vivia com o marido, o ucraniano Vasili Pilipenko, e a sogra, que tem 86 anos, foi bombardeado pelos russos. Silvana disse que todos estão fisicamente bem, mas &#8220;emocionalmente abalados&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Silvana disse que já está na Crimeia, península ao sul do país anexada à Rússia em 2014. &#8220;Nós estamos bem. Nós saímos do território ucraniano faz dois dias. Estamos em um pequeno vilarejo na Crimeia […] Eu, meu esposo e minha sogra estamos fisicamente bem, mas emocionalmente abalados. Precisamos de um tempo para nos reconstruir. Foram dias difíceis, muito difíceis&#8221;, afirmou. No vídeo, Silvana também agradeceu ao povo brasileiro pela preocupação e empenho para que conseguisse sair da área sob ataque russo e disse que virá ao Brasil em breve —ela mora há 27 anos na Ucrânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, pediu que os brasileiros continuassem orando pelo povo ucraniano para que siga forte e resistente à guerra. &#8220;Quem está lá não tem muita saída, não tem muitas escolhas.&#8221; A família da artesã no Brasil perdeu o contato com ela no dia 2 de março e iniciou uma mobilização em busca de informações. Na segunda-feira (28), o filho conseguiu fazer contato novamente e soube que ela tinha saído de Mariupol, em um carro particular, com destino à Crimeia.</p>



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		<title>Família tenta contato com paraibana desaparecida na Ucrânia há 13 dias</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/familia-tenta-contato-com-paraibana-desaparecida-na-ucrania-ha-13-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 13:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma paraibana está desaparecida na Ucrânia há 13 dias. Trata-se de Silvana Pilipenko, que é casada com um ucraniano e mora na cidade portuária de Mariupol. A TV Cabo Branco divulgou nesta quarta-feira (16) as últimas imagens feitas pela mulher, no dia 2 deste mês, quando a cidade já sofria ataques dos russos. Silvana é [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma paraibana está desaparecida na Ucrânia há 13 dias. Trata-se de Silvana Pilipenko, que é casada com um ucraniano e mora na cidade portuária de Mariupol. A TV Cabo Branco divulgou nesta quarta-feira (16) as últimas imagens feitas pela mulher, no dia 2 deste mês, quando a cidade já sofria ataques dos russos. Silvana é casada há 26 anos com o ucraniano Vassili Pilipenko, capitão da marinha mercante. Os dois se conheceram em uma festa em Santos, em São Paulo, e, depois de dois meses, se casaram na Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A cidade está cercada pelas forças armadas, todas as saídas estão minadas, então é impossível tentar sair daqui nesse momento. Basicamente Mariupol faz fronteira com a Rússia, o país atacante, então não podemos seguir nessa direção. Se fôssemos para outra direção, no sentido Polônia ou Hungria, teríamos que atravessar todo território, o que não seria viável diante das circunstâncias e da distância”, explicou Silvana, dando detalhes sobre as dificuldades geradas com a chegada dos invasores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas imagens, a paraibana relata a rotina de medo e previa que a comunicação com a família seria inviabilizada nos dias seguintes. “Ontem a internet foi cortada, a energia também, então ficamos sem internet, sem energia, nossos celulares ficaram sem bateria, o computador também, o apartamento ficou sem aquecimento”, disse no vídeo datado de 2 de março. O último contato dela ocorreu no dia seguinte.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os familiares alegam que o governo brasileiro disponibilizou um perfil em aplicativo de mensagens para que os brasileiros possam entrar em contato e agendar embarque em um dos trens usados para tirar brasileiros do país. O destino, em geral, tem sido a Polônia, de onde eles são embarcados para o Brasil. A sobrinha de Silvana, Maria Beatriz, no entanto, relata que a falta de internet na cidade pode impedir esse contato. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A esperança dos familiares, que moram em João Pessoa, é que a paraibana ainda esteja viva. Eles ainda esperam contato dela e acompanham o noticiário internacional. No Instagram, a paraibana chegou a publicar no dia 27 imagens de uma praça, com as cirenes tocando e sons de bombardeio ao longe. Depois disso, manteve os contatos mais restritos com os familiares. </p>



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