<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>twitter &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/twitter/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Apr 2024 11:18:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Musk age como arruaceiro e evidencia que redes sociais não podem ser campo sem lei</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/musk-age-como-arruaceiro-e-evidencia-que-redes-sociais-nao-podem-ser-campo-sem-lei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 11:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[elon musk]]></category>
		<category><![CDATA[mídias]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[x]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=13125</guid>

					<description><![CDATA[Os ataques do dono da plataforma X (antigo Twitter), Elon Musk, ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e, por tabela, às instituições brasileiras, evidenciam a necessidade de regramento legal para as redes sociais. Um regramento que serviria, principalmente, para acabar com a sensação de terra sem lei ofertada pelas plataformas, onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os ataques do dono da plataforma X (antigo Twitter), Elon Musk, ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e, por tabela, às instituições brasileiras, evidenciam a necessidade de regramento legal para as redes sociais. Um regramento que serviria, principalmente, para acabar com a sensação de terra sem lei ofertada pelas plataformas, onde notícias verdadeiras e mentirosas recebem o mesmo tratamento. Essa falta de regramento, vale ressaltar, faz com que as decisões judiciais variem de sensatas a injustas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É lógico que o regramento das redes não vai impedir arruaças de um tipo como Musk, que usa a fortuna para brincar de Deus e favorecer grupos políticos específicos. Afinal, nada o impede de exercer seu direito de liberdade de expressão. O que pega em relação às declarações dadas mais recentemente não é o fato de ele chamar Moraes de &#8220;ditador&#8221; e defender o &#8220;impeachment&#8221; do magistrado. Tem a ver com as ameaças de não cumprimento de decisões judiciais. Isso, sim, é crime, porém, a inclusão do bilionário no inquérito das milícias digitais vai se provar inócua, pela impossibilidade de punição criminal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Há outro caminho a ser seguido. A chave para combater a desinformação praticada por quem detém o poder sobre uma plataforma como o X precisa ser o bolso. Não cumpre medida judicial, multa. Continua a não cumprir, bloqueio das contas. Tirar a plataforma do ar não é solução dentro de uma democracia, pelo fato de punir quem não tem nada a ver com as arruaças: os usuários. A punição tem que ocorrer sempre em relação a quem comete crimes, sejam eles quais forem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu que o Congresso volte a discutir a regulação das mídias. O texto foi aprovado na Casa Alta e agora dorme nas gavetas da Câmara dos Deputados, onde o lobby das big techs surtiu efeito. Caberá ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), trazer o tema de volta à mesa, o que não parece simples, apesar das cobranças. Há, hoje, regulação sobre praticamente todas as atividades econômicas, mas o mesmo não ocorre em relação às redes sociais. Por isso, elas ganham dinheiro (e muito) em um campo sem lei. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de regular as mídias, sobretudo, surge da realidade que se impõe de parar os intolerantes. Eles podem destruir a vida de uma pessoa contando mentiras sobre ela e podem, também, acabar com uma política pública fazendo o mesmo. Mas não apenas isso. Podem corroer uma democracia por dentro, como se tentou e se tenta ainda no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Este desafio nos lembra o paradoxo cunhado pelo filósofo Karl Popper, citado ano passado pela ministra aposentada Rosa Weber durante um julgamento no Supremo. Ele nos ensina que a tolerância ilimitada leva ao extermínio dos tolerantes. Justamente por isso, é preciso não condescender com o vale-tudo nas redes sociais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desembargador revê decisão e rejeita pedido de Pedro para que Twitter revele dono do perfil @luiscufolote</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/desembargador-reve-decisao-e-rejeita-pedido-de-pedro-para-que-twitter-revele-dono-do-perfil-luiscufolote/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 23:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[márcio murilo]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Cunha Lima]]></category>
		<category><![CDATA[perfil]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=7761</guid>

					<description><![CDATA[Quem acha que a vida de juiz é fácil é por que não conhece as dificuldades enfrentadas por eles em ano eleitoral. Entre as dignas de nota, a mais recente foi encarada pelo desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ele recebeu uma demanda judicial protocolada pela defesa do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem acha que a vida de juiz é fácil é por que não conhece as dificuldades enfrentadas por eles em ano eleitoral. Entre as dignas de nota, a mais recente foi encarada pelo desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ele recebeu uma demanda judicial protocolada pela defesa do deputado e candidato a governador Pedro Cunha Lima (PSDB), da coligação &#8216;Coragem para Mudar&#8217;. O parlamentar se mostrou incomodado com publicações ofensivas proferidas contra ele em um perfil mantido no Twitter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O perfil em questão é o @luiscufolote, que possui pouco mais de 300 seguidores. Durante sabatina promovida pela Rede Paraíba de Comunicação, no dia 11, ele fez publicações desabonadoras contra o parlamentar/candidato. Acontece que apesar do pequeno alcance do perfil, os advogados de Pedro Cunha Lima entraram com representação no TRE pedindo a exclusão das publicações, bem como que a plataforma identificasse o autor das postagens. Num primeiro momento, o pedido foi concedido, em parte, pelo desembargador. Ele negou a exclusão das postagens, mas determinou que o Twitter revelasse o nome do dono do perfil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, o perfil foi alterado pelo autor, cujo nome é ainda desconhecido, passando para @pirocafogosa e depois para @bjorkcacimba, segundo o apurado pelo blog. Acontece que depois de toda essa confusão, houve recurso apresentado pelo Twitter, através de embargos de declaração. Ao analisar o caso novamente, o desembargador mudou a decisão e determinou que a plataforma não precisa revelar o autor, por entender que esse tipo de decisão não cabe à Justiça Eleitoral. Trocando em miúdos, caso Pedro queira mesmo saber quem é o autor das ofensas, terá que utilizar outro remédio jurídico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao blog, o desembargador disse que sua disposição, desde o início, era rejeitar a íntegra do pedido, mas por equívoco da assessoria foi publicado um trecho que ele já havia cortado, o que determinava a identificação do autor do perfil. &#8220;Considerando que a matéria é de natureza estritamente privada, incabível a perquirição dos autores das postagens em sede de representação eleitoral, devendo o representante buscar as vias próprias no juízo competente&#8221;, diz o magistrado na publicação da nova decisão, proferida no final da tarde desta segunda-feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
