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	<title>trf5 &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>UFPB recorre de decisão do TRF5 que excluiu reitor da lista de alunos aprovados no Sisu com uso de cota social</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ufpb-recorre-de-decisao-do-trf5-que-excluiu-reitor-da-lista-de-alunos-aprovados-no-sisu-com-uso-de-cota-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 16:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) protocolou embargos de declaração no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) contra decisão da Terceira Turma da Corte, que determinou a exclusão de candidato da lista de aprovados da instituição de ensino por utilizar, de modo indevido, o sistema de cotas sociais. O candidato em questão é o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) protocolou embargos de declaração no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) contra decisão da Terceira Turma da Corte, que determinou a exclusão de candidato da lista de aprovados da instituição de ensino por utilizar, de modo indevido, o sistema de cotas sociais. O candidato em questão é o reitor Valdiney Velôso, alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF). Segundo manifestação do órgão ministerial, o réu concluiu o ensino médio há mais de 39 anos e, atualmente, tem duas graduações, mestrado, doutorado e pós-doutorado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o colegiado entendeu, por unanimidade, que a Lei 12.711/2012 tem caráter social e não deve ser direcionada a pessoas com graduação. No recurso assinado pela procuradora federal Angela Maria Zanini, no entanto, ela alega que a lei em questão estabelece como requisito único para a concorrência &#8220;ser egresso de escola pública, o que foi atendido pelo candidato&#8221;. Ela alega que &#8220;tratamento diferenciado só poderia ocorrer mediante previsão legal expressa, inexistente no caso&#8221;. Disse ainda que os &#8220;candidatos que realizam a inscrição no certamente, aderem às normas do Edital&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A procuradora também alega que o caso não poderia ser tratado em ação civil pública, segundo a alegação, por tratar de caso específico, o do reitor Valdiney Veloso. &#8220;Assim, a prerrogativa para propositura da ação civil pública restou desvirtuada, pois o que se pretende é a representação de pessoa individualizada, suprimindo-se o requisito da homogeneidade. Está assumindo o MPF o papel de representante, e não de substituto processual&#8221;, diz um dos trechos dos embargos apresentados. A decisão, na ótica da procuradora, fere o princípio da igualdade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Diz ainda que para estas cotas não se admite análise subjetiva de condições econômicas ou sociais de cada candidato. Tampouco se pode investigar outros requisitos, como ter graduação prévia. &#8220;Pelo exposto, a UFPB requer a concessão de efeito suspensivo aos presentes embargos declaratórios e que sejam eles conhecidos e acolhidos, para que haja manifestação expressa da Turma sobre os dispositivos normativos suscitados, mantendo-se a sentença recorrida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relembre o caso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Velôso foi aprovado no Sisu 2022 com o uso do benefício destinado a candidatos oriundos da rede pública de ensino. O reitor fez 638,9 pontos e gerou polêmica na comunidade universitária. O movimento do dirigente para se beneficiar com o regime de cotas fez com que o candidato Erick Rangel, de 17 anos, ficasse sem a vaga na instituição de ensino. O jovem passou a integrar a lista de espera do curso de Engenharia de Produção.&nbsp;<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-abre-investigacao-contra-reitor-da-ufpb-por-usar-politica-de-cota-em-aprovacao-no-sisu/">Rangel mora na Bahia e a situação dele foi um dos fatos alegados pelo MPF para a abertura da investigação através de uma Notícia de Fato.</a>&nbsp;O reitor, por isso, foi alvo de uma Ação Civil Pública, protocolada pela procuradora da República Janaína Andrade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o relator da matéria, desembargador federal Cid Marconi, do TRF, destacou que a norma foi criada para minimizar as desigualdades entre estudantes de escolas públicas e particulares, equilibrando a concorrência entre os alunos. De acordo com o magistrado, apesar de não estabelecer exceções, a lei tem caráter social e deve ser interpretada de forma restritiva, caso contrário pode criar privilégio para pessoas que não se enquadram no objetivo da proposta. Além disso, Marconi ressaltou que a aprovação do réu como cotista também gerou prejuízo a um candidato de 17 anos do estado da Paraíba. “Ele não só atende ao requisito legal, como também à razão de ser da Lei 12711/2012 e ao objetivo da política pública das cotas”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, o TRF5 decidiu pela exclusão do réu do rol de aprovados e determinou a matrícula do candidato que se encontre em melhor classificação na lista de aprovados pelo sistema de cotas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parecer do MPF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na petição apresentada pelo MPF, o procurador regional da República Antônio Carlos de Vasconcellos Coelho Barreto Campello defendeu que o réu não se enquadra na situação tutelada pela política de cotas. Para ele, qualquer dificuldade que um dia o réu possa ter tido como aluno de escola pública já está totalmente superada, visto que o réu teve a oportunidade de concluir duas graduações, mestrado, doutorado e pós-doutorado, formação que pouquíssimas pessoas alcançam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o procurador regional, permitir que o réu se beneficie do regime de cotas sociais em virtude de ter estudado há 39 anos em uma escola pública, esquecendo todo a formação que conquistou depois, “representa completo desvirtuamento da política de ação afirmativa, constituindo, em verdade, um privilégio injustificado, pelo que atenta contra a finalidade da Lei 12.711/2012”.</p>



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		<title>TRF-5: parecer do MPF defende exclusão do reitor da UFPB da lista de aprovados em graduação com uso de cotas sociais</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/trf-5-parecer-do-mpf-defende-exclusao-do-reitor-da-ufpb-da-lista-de-aprovados-em-graduacao-com-uso-de-cotas-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2022 12:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cotas]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) defendeu, perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), a exclusão de um candidato da lista de aprovados da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Trata-se do reitor Valdiney Veloso Gouveia. Ele tenta ingressar na entidade de ensino superior fazendo uso do sistema de cotas sociais, já que estudou em escola pública há 39 anos. Atualmente, o candidato possui duas graduações, mestrado, doutorado e pós-doutorado, os dois últimos em universidades do exterior (veja detalhes abaixo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em parecer, o procurador regional da República Antônio Carlos de Vasconcellos Coelho Barreto Campello defendeu que a UFPB não poderia permitir o benefício pelo regime de cotas sociais apenas em virtude de o candidato ter estudado há 39 anos em escola pública. Dessa forma, estaria se desprezando toda a formação que este veio a conquistar depois disso. Qualquer dificuldade que um dia ele possa ter tido como aluno de escola pública já se encontraria totalmente superada, pois detém, hoje, uma formação que pouquíssimas pessoas têm, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer aponta, ainda, que a vaga preenchida pelo candidato implicou diretamente na exclusão de um estudante de 17 anos do estado da Bahia, merecedor das cotas sociais para ingresso na Universidade. O reitor fez 638,9 pontos e gerou polêmica na comunidade universitária. O movimento do dirigente para se beneficiar com o regime de cotas fez com que o candidato Erick Rangel ficasse sem a vaga na instituição de ensino. Ele passou a integrar a lista de espera do curso de Engenharia de Produção. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ingresso de uma pessoa com tantas qualificações pelas cotas sociais implicaria, na visão do procurador, no desvirtuamento da política de ação afirmativa e representaria um privilégio injustificado, atentando à finalidade da Lei 12.711/2012, que estabeleceu as cotas sociais. A lei é um exemplo de ação afirmativa porque busca alcançar a igualdade material entre as pessoas que se encontram em situações desiguais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, a lei objetiva diminuir a disparidade de formação existente entre estudantes das redes pública e privada de ensino, por meio da reserva de um percentual das vagas em instituições de ensino federais para alunos que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, esclareceu o MPF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em representação movida pelo Ministério Público Federal, na Paraíba, provocado pela procuradora Janaína Andrade, Valdiney Velôso explicou há alguns meses que concluiu o ensino médio há 39 anos. Depois, graduou-se em Psicologia e concluiu, posteriormente, os graus de mestre e doutor na área acadêmica. Disse ainda que apesar de tecnicamente não existir “pós-doutorado”, fez estágio sênior, na área, no Canadá. O reitor alegou ainda que concluiu o curso de Direito no Unipê, em João Pessoa, realizado entre os anos de 2011 e 2016. O MPF solicitou a Valdiney que se abstivesse, por ato próprio, de realizar a sua matrícula, o que não foi aceito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reitor ainda ironizou o fato de a aprovação dele ter deixado um jovem sem vaga na instituição. Valdiney disse que o estudante teria condições mais vantajosas em relação a ele, “já que aquele se trata de Jovem de 17 anos, que concluiu recentemente o ensino médio, enquanto o depoente, concluiu os seus estudos do que hoje seria ensino médio, há 39 anos, e com muita dificuldade pessoal e de sua família; perguntado se tem algo a acrescentar, solicitou o seguinte registro, que optou pelo sistema de cotas porque toda a sua formação escolar foi realizada em escolas públicas, e que nunca, antes disso, usou de cotas para nada(sic)”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2022/11/76e1c5fdba01c5c613e59070ab0f2d28.pdf">Confira  a íntegra da recomendação</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>TRF5 autoriza Ministério da Defesa a manter no site texto que celebra golpe militar de 64</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2021 12:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[autoriza]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Brasileira é mesmo bem peculiar. O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), com sede no no Recife, decidiu, nesta quarta (17), que o Ministério da Defesa pode manter no site um texto que celebra o golpe militar de 1964. A publicação trata a tomada de poder pela força como “marco para democracia [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Brasileira é mesmo bem peculiar. O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), com sede no no Recife, decidiu, nesta quarta (17), que o Ministério da Defesa pode manter no site um texto que celebra o golpe militar de 1964. A publicação trata a tomada de poder pela força como “marco para democracia brasileira”. O julgamento é fruto de ação civil pública movida em 2020 pela deputada Natália Bastos Bonavides (PT-RN). Ela cobrava a retirada desse material do ar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação pedia, também, que o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) “se abstivesse” de fazer qualquer celebração sobre o golpe de 31 de março, que destituiu o então presidente João Goulart. O caso sequer foi analisado pela Corte, por entender que o tema não integrava o objeto do julgamento. Segundo o TRF-5, a decisão de manter no ar o texto foi tomada pela 3ª Turma do tribunal, por maioria de votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de nota, o tribunal informou que “deu provimento às apelações interpostas pela União e pelo ministro da Defesa, o Sr. Fernando Azevedo e Silva, para julgar improcedente o pedido inicial formulado por Natália Bastos Bonavides, que pretendia a retirada da Ordem do Dia 31 de março de 2020 do sítio eletrônico do Ministério da Defesa”. A ação pedia a “abstenção da publicação de qualquer anúncio comemorativo relativo ao discutido evento histórico de 31 de março de 1964 em rádio, televisão, internet ou qualquer meio de comunicação escrita e/ou falada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal informou que o relator, desembargador federal Rogério Fialho Moreira, manteve o voto proferido na turma originária pelo desembargador federal convocado Luiz Bispo da Silva Neto. Assim entendeu que “a Ordem do Dia, na forma como formulada, não ofende os postulados do Estado Democrático de Direito nem os valores constitucionais da separação dos Poderes ou da liberdade, de modo a ensejar a interferência do Judiciário em sede de ação popular”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No texto do site, o Ministério da Defesa afirmou que &#8220;o Movimento de 1964 é um marco para a democracia brasileira. O Brasil reagiu com determinação às ameaças que se formavam àquela época&#8221;. Em outro trecho, o Ministério da Defesa afirmou que as Forças Armadas, como instituições &#8220;nacionais permanentes e regulares&#8221;, cumprem missão constitucional e estão &#8220;submetidas ao regramento democrático&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ditadura militar durou de 1964 a 1985. No período, o Congresso Nacional foi fechado; houve perseguição a opositores do regime, com tortura e mortes; e censura à imprensa. A ordem do dia não mencionou a tortura e a censura praticadas pelo regime. No processo, o Ministério Público se manifestou contrário à manutenção do texto. A deputada disse que vai recorrer da decisão. &#8220;Vamos entrar com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) e vamos acionar a Corte Internacional de Direitos Humanos&#8221;, declarou.</p>
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		<title>TRF-5, finalmente, liberou a produção de medicamentos à base da cannabis na PB</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/trf-5-finalmente-liberou-a-producao-de-medicamentos-a-base-da-cannabis-na-pb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 15:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Cannabis]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Cid Marconi, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), tomou uma decisão acertada. Ele revogou a decisão anterior que impedia a Abrace (Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança) de produzir medicamentos a base de cannabis medicinal. O magistrado havia suspendido a produção com base em pedido formulado pela Agência Nacional de Vigilância [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Cid Marconi, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), tomou uma decisão acertada. Ele revogou a decisão anterior que impedia a Abrace (Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança) de produzir medicamentos a base de cannabis medicinal. O magistrado havia suspendido a produção com base em pedido formulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que apontava a necessidade de ajustes na produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção da Abrace atende mais de 14 mil brasileiros que necessitam de uma medicação que precisaria ser importada a longo prazo. O medicamento atende pacientes que sofrem com depressão, convulsões, paralisias e transtornos. Os produtos, por serem feitos à base da cannabis, conseguiram grande oposição de setores da sociedade. Houve até um episódio, em João Pessoa, em que a Polícia Militar mobiliou um helicóptero para prender os funcionários da entidade, achando ser plantio ilegal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O desembargador fez uma visita ao local de produção na semana passada. Depois de conhecer o espaço, ele se disse impressionado com a relevância e eficácia dos extratos no tratamento de sintomas e das próprias doenças que afligem severamente os associados da autora, ainda que esse dado tenha sido colhido de forma empírica, sem a cientificidade que é desejável num caso como o presente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Também se verifica um razoável tempo de funcionamento da Associação (pelo menos desde 2015) sem que se tenha notícia de acidentes ou de efeitos colaterais relevantes, sendo certo que os depoimentos aos quais nos deparamos caminham no sentido inverso, ou seja, de mitigação de efeitos graves, como convulsões sistêmicas e recorrentes”, registrou desembargador na decisão. </p>
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