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	<title>santa luzia &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Justiça manda prefeitura de Santa Luzia remover pichações de facções</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-manda-prefeitura-de-santa-luzia-remover-pichacoes-de-faccoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 18:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[facções]]></category>
		<category><![CDATA[pichados]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz Rossini Amorim Bastos, da Vara Única da Comarca de Santa Luzia, deferiu parcialmente pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e determinou que o município de Santa Luzia adote uma série de medidas emergenciais para combater a atuação simbólica e territorial de facções criminosas na cidade. A decisão impõe prazos e obrigações específicas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O juiz Rossini Amorim Bastos, da Vara Única da Comarca de Santa Luzia, deferiu parcialmente pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e determinou que o município de Santa Luzia adote uma série de medidas emergenciais para combater a atuação simbólica e territorial de facções criminosas na cidade. A decisão impõe prazos e obrigações específicas à administração municipal, sob pena de multa e responsabilização por improbidade administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a ação, o Ministério Público instaurou, no dia 10 de novembro de 2025, notícia de fato para apurar a existência de pichações e obstruções de vias públicas atribuídas a facções como o Comando Vermelho e a Nova Okaida. Na mesma data, uma inspeção foi realizada pelo órgão, com apoio da Polícia Militar, em diversos bairros, entre eles o Centro, Nossa Senhora de Fátima, São Sebastião e Frei Damião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a diligência, o MPPB constatou a presença generalizada de símbolos e inscrições alusivas a grupos criminosos em muros, postes, fachadas de unidades de saúde e prédios públicos. O órgão destacou que tais pichações representam não apenas degradação estética e patrimonial, mas também um mecanismo de dominação territorial e de intimidação da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns locais, especialmente no bairro São Sebastião, os investigadores verificaram obstruções deliberadas de ruas com entulhos e outros materiais. Segundo o Ministério Público, o objetivo seria dificultar a circulação de viaturas policiais e veículos de emergência, criando “zonas de exclusão” sob controle de facções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da gravidade da situação, o juiz determinou que a prefeitura de Santa Luzia, no prazo de 10 dias, realize a completa remoção, por pintura ou outro método eficaz, de todas as pichações e símbolos das organizações criminosas em imóveis públicos e privados. Também fixou o prazo de 30 dias para a desobstrução total das vias públicas, garantindo o livre trânsito de pessoas e veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As operações deverão contar com o apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil, de modo a assegurar a integridade dos trabalhadores encarregados da limpeza e remoção dos obstáculos. A decisão também impõe a realização de ações quinzenais e permanentes de limpeza e fiscalização, a fim de evitar a reincidência das pichações e bloqueios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua decisão, o magistrado destacou que as pichações de facções criminosas “não são meros atos de vandalismo”, mas sim “uma sofisticada ferramenta de comunicação e guerra psicológica utilizada pelo crime organizado”. Segundo ele, permitir a permanência dessas inscrições equivale a “tolerar que o Poder Público seja simbolicamente substituído pelo poder paralelo do crime, com consequências devastadoras para a ordem pública e a paz social”. (Com informações do TJPB)</p>



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		<title>Pagamento de R$ 900 mil a Gusttavo Lima em Santa Luzia choca TCE e órgão passará &#8216;pente-fino&#8217; em contratos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pagamento-de-r-900-mil-a-gusttavo-lima-em-santa-luzia-choca-tce-e-orgao-passara-pente-fino-em-contratos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2022 12:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[catão]]></category>
		<category><![CDATA[gusttavo lima]]></category>
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		<category><![CDATA[TCE]]></category>
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					<description><![CDATA[A contratação do cantor Gusttavo Lima por R$ 900 mil para um show de duas horas de duração, em Santa Luzia, no último domingo (26), causou surpresa para os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ele foi &#8216;escalado&#8217; para uma apresentação de última hora, em substituição ao também cantor Wesley Safadão, que cancelou [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A contratação do cantor Gusttavo Lima por R$ 900 mil para um show de duas horas de duração, em Santa Luzia, no último domingo (26), causou surpresa para os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ele foi &#8216;escalado&#8217; para uma apresentação de última hora, em substituição ao também cantor Wesley Safadão, que cancelou a apresentação por questões de saúde. A contratação foi feita por inexigibilidade de licitação. De acordo com o presidente do TCE, Fernando Catão, todas as prefeituras que realizaram contratações milionárias de artistas, terão uma atenção a mais na apreciação das contas deste ano. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Gusttavo Lima é um dos maiores críticos da Lei Rouanet, usada por artistas em governos anteriores ao do presidente Jair Bolsonaro (PL) para a captação de recursos para grandes e pequenas produções. Acontece que as críticas ganharam repercussão negativa a partir do momento que vieram à tona informações de cachês milionários pagos por pequenas prefeituras. Santa Luzia tem população estimada em pouco mais de 15 mil habitantes. A situação tem sido comum em outros municípios e alguns deles acabaram suspendendo as festas, após sanções do TCE. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Catão diz que todas as contratações serão analisadas em suas particularidades. &#8220;Estes casos de contratação serão vistos caso a caso. Não podemos deixar de reconhecer o poder discricionário do prefeito fazer a festa que ele quer, do tamanho que ele quer. Agora, tem que ter um critério de razoabilidade. Não vamos concordar que se gaste R$ 900 mil num show de uma hora e meia, duas horas, e não se pague a previdência do ano. Isso aí indica que há má gestão&#8221;, disse o conselheiro e presidente do Tribunal de Contas do Estado, onde o tema tem fomentado grandes discussões nos últimos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma questão sempre ressaltada é que as cidades estão há muito tempo sem festas, por causa da pandemia. Agora, os gastos precisam ser razoáveis e os gestores têm que comprovar que têm como bancar. &#8220;Então, serão vistos outros indicadores, como pagamento de piso na educação, a questão previdenciária, a questão do equilíbrio financeiro ao final do exercício. Então, tudo isso vai ser levado em conta e (a gente) vai ver se o município tinha as condições financeiras, dentro da razoabilidade de fazer a festa, mas de forma razoável. Então, vai ser visto o caso a caso&#8221;, disse Catão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sessão recente, no TCE, outro conselheiro, no caso, André Carlo Torres,<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/farra-junina-tce-suspende-contratos-para-shows-de-xand-aviao-e-priscila-senna-com-prefeitura-de-ouro-velho/"> atribuiu a gastança à &#8220;síndrome do bolso cheio&#8221; de </a>alguns municípios. Eles teriam deixado de gastar durante a pandemia, com os serviços parados, apesar dos repasses federais, e agora estão gastando com questões menos importantes. Em Ouro Velho, onde a festa acabou sendo cancelada em meio às denúncias, a gestão municipal tinha investido R$ 500 mil em obras no ano passado e faria uma festa de R$ 1 milhão neste ano, segundo dados apresentados pelo TCE. </p>



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