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	<title>sanitária &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Saiba o que deve mudar nas gestões federal, estaduais e municipais com o fim da &#8220;emergência sanitária nacional&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 00:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) anunciou neste domingo (17) o fim do estado de &#8220;emergência sanitária nacional&#8221; para o enfrentamento da Covid-19. O status foi instaurado em fevereiro de 2020. A decisão não significa o fim da pandemia, segundo o admitido pelo auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante pronunciamento, mas a revogação das [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) anunciou neste domingo (17) o fim do estado de &#8220;emergência sanitária nacional&#8221; para o enfrentamento da Covid-19. O status foi instaurado em fevereiro de 2020. A decisão não significa o fim da pandemia, segundo o admitido pelo auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante pronunciamento, mas a revogação das medidas impostas no início da pandemia. A decisão conta com a oposição da Organização Mundial da Saúde (OMS) e terá impacto profundo sobre iniciativas que vinham sendo adotadas pelo governo federal, estados e municípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da abrangência do ato que será editado nos próximos dias, mais de 100 normas admitidas atualmente podem ser colocadas por terra. Elas permitiram, por exemplo, que o governo federal e os governos estaduais e municipais adotassem iniciativas como o uso obrigatório de máscaras e a autorização emergencial para vacinas. A medida diminuiu a burocracia para contratações temporárias de profissionais de saúde, aquisição de bens e contratação de serviços. As licitações para estes fins, por exemplo, deixaram de ser obrigatórias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado de &#8220;Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional&#8221; é considerado o nível máximo de risco da doença no Brasil, e entrou em vigor em fevereiro de 2020, poucos dias depois de a OMS declarar emergência internacional de saúde pública. A OMS ainda não reavaliou a situação de emergência internacional. E não há um prazo para isso. Mas cada país pode decidir sobre a sua situação com base na situação epidemiológica de seu território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado de emergência também serviu como justificava para medidas extremas como isolamento, quarentena e a realização compulsória de exames médicos e vacinação. Além disso, as normativas autorizaram a aplicação de medicamentos e vacinas para uso emergencial e a possibilidade de restrição da entrada e saída do país. A amplitude do que será revogado, no entanto, ainda vai ser anunciado pelo Ministério da Saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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