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	<title>rompimento &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>João se mostra vacinado contra tese de rompimento e diz que não há prazo para definição de candidato governista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 15:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) colocou panos mornos na discussão sobre rompimento com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP). As discussões ocorrem deste a última sexta-feira (8), quando o gestor pessoense participou, em Campina Grande, da estreia do curta-metragem Habeas Pinho, em homenagem ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima. No evento, o prefeito foi [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) colocou panos mornos na discussão sobre rompimento com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP). As discussões ocorrem deste a última sexta-feira (8), quando o gestor pessoense participou, em Campina Grande, da estreia do curta-metragem Habeas Pinho, em homenagem ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No evento, o prefeito foi fotografado ao lado de ícones da oposição como o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSD) e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). Outro que participou do evento foi o presidente da Assembleia, Adriano Galdino (Republicanos), que também faz planos de disputar o governo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ser questionado sobre o assunto, nesta segunda-feira (11), o governador relativizou a importância do episódio. Também tratou de afastar a pressa pela definição do candidato que será apoiado por ele na disputa pela sucessão. João Azevêdo ressaltou que o grupo será forte unido e que se alguém quiser sair, terá que fazer uma avaliação de forças, contando o que perde com a saída e o que ganha ficando. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“É natural na política que as pessoas tenham projetos. Eu faço o projeto de grupo e insisto na possibilidade de estarmos juntos, até porque você tem que fazer conta de perda e ganho. Às vezes se anuncia coisas que eu não consigo entender. Sinceramente, que ganho terá alguém em se afastar do grupo para disputar pelo qual nunca participou?”, questionou João.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gestor aproveitou para ironizar o opositores, alegando que eles apostam na divisão governista. “A oposição espera até hoje um rompimento para se viabilizar. Se nos mantivermos juntos, teremos chances reais de vencer a eleição no próximo ano”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base governista tem três nomes colocados para a disputa do governo. Além de Cícero e Adriano, o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) se coloca como nome para a disputa, caso assuma o cargo em abril do ano que vem. </p>



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		<title>A hora de os bombeiros entrarem em campo na base aliada de João Azevêdo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/a-hora-de-os-bombeiros-entrarem-em-campo-na-base-aliada-de-joao-azevedo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Aug 2025 13:04:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cícero]]></category>
		<category><![CDATA[joão]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de agosto tem sido pródigo, na política paraibana, em acontecimentos capazes de definir seus rumos. Um deles é o clima de rompimento deflagrado na base governista, vívido desde a semana passada. Mas é importante observar, dando dois passos atrás, que ele favorece mais a oposição que o grupo liderado pelo governador João Azevêdo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O mês de agosto tem sido pródigo, na política paraibana, em acontecimentos capazes de definir seus rumos. Um deles é o clima de rompimento deflagrado na base governista, vívido desde a semana passada. Mas é importante observar, dando dois passos atrás, que ele favorece mais a oposição que o grupo liderado pelo governador João Azevêdo (PSB). O motivo é bem simples: para quem está com a caneta, antecipação de eleição nunca é bom, porque encurta o mandato. E todos sabem disso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A antecipação do clima eleitoral é visível há meses, mas ganhou impulso maior com o movimento do senador Efraim Filho (União Brasil) rumo ao bolsonarismo. Isso rachou a oposição, que antes tinha movimentação tímida, mas sinalizava unidade. Quando o parlamentar fez o movimento em direção à extrema-direita, deixou pelo caminho o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que tem ojeriza ao palaque bolsonarista, e Pedro Cunha Lima (PSD), com sua desejada fama de isentão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento parece ter repercutido na base governista também, onde a disputa interna entre o prefeito Cícero Lucena e o vice-governador Lucas Ribeiro, ambos do PP, ocorria com certa elegância de lado a lado. Cenário que mudou com as cobranças do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), tio de Lucas, por uma definição rápida. O parlamentar corre contra o tempo por dois cenários: ver o sobrinho anunciado candidato e conquistar o comando da federação PP/União Brasil, na Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A batalha é travada por Aguinaldo com Efraim Filho, que tentam convencer o comando nacional da Federação União Progressita sobre suas chances eleitorais. O cálculo é que se Lucas tiver o nome confirmado para a disputa pela base governista, terá o comando do grupo e poderá enxotar Efraim para o PL. O problema disso, para a base governista, é que o movimento também manda para fora da base governista, de forma precoce, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gestor tinha agenda conjunta com Lucas prevista para sexta-feira (8), em Campina Grande. O vice-governador comandaria a Plenária do Orçamento Participativo na cidade, depois de participar de entregas do governo em substituição a João. O script incluía um papel secundário para o prefeito de João Pessoa. Ele passaria, cumprimentaria as lideranças e iria embora para uma segunda agenda do dia, assistir a um curta em homenagem a Ronaldo Cunha Lima, já falecido, de quem foi vice-governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Informações de bastidores de que poderia ser vaiado no evento levou o gestor, segundo o apurado pelo blog, para a segunda agenda, onde estavam ícones da oposição não bolsonarista. Daí para fotos com o senador Veneziano Vital do Rêgo e com o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSD) foi só um pulo. O passo seguinte a tudo pode ser panos mornos para abrandar a fervura ou lenha na fogueira. A segunda opção, para a base governista, não parece a melhor opção, ao menos por ora. </p>



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		<title>Distanciamento entre Bruno e Romero foi construído ao longo de anos e solução não é simples, dizem aliados</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/distanciamento-entre-bruno-e-romero-foi-construido-ao-longo-de-anos-e-solucao-nao-e-simples-dizem-aliados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 10:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Cunha Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Campina Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Romero rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[rompimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde domingo (21), o tema relacionamento entre o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), e o deputado federal Romero Rodrigues (PSC) monopoliza o noticiário político no Estado. Depois de uma foto conjunta, no fim de semana, vieram declarações do agora ex-prefeito e responsável pela eleição do então pupilo de que a fotografia em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Desde domingo (21), o tema relacionamento entre o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), e o deputado federal Romero Rodrigues (PSC) monopoliza o noticiário político no Estado. Depois de uma foto conjunta, no fim de semana, vieram declarações do agora ex-prefeito e responsável pela eleição do então pupilo de que a fotografia em que aparece com Bruno foi uma &#8220;casualidade&#8221;. Sobre possível apoio à reeleição do gestor, Romero vem dizendo que ainda é cedo para colocar o debate na mesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reação do deputado é consequência de um distanciamento construído ao longo dos últimos três anos, justamente o período de vigência do atual mandato de Bruno. Em off, aliados de Romero alegam desconforto com um combo de situações a que alegam ter visto o ex-prefeito sofrer: pessoas próximas foram retiradas da administração, a interlocução entre os dois foi gradativamente colocada de lado e pesa ainda alegações de que os novos programas visam anular os feitos do antigo gestor. Esses fatos, aliados a outros pontos, foram minando a relação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a possibilidade de Romero Rodrigues ser candidato no ano que vem, confrontando Bruno Cunha Lima, as opiniões são divergentes. Para uns, um rompimento ruidoso e definitivo não estaria nos planos do ex-prefeito, até pelo perfil pacificador que permeou seu histórico político. Outros, no entanto, entendem que tudo vai depender das condições políticas no ano eleitoral. Romero deixou a prefeitura com alta avaliação popular e conseguiu eleger o sucessor, Bruno, ainda no primeiro turno. Há quem diga que ele elegeria qualquer um que indicasse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Minha aposta, diante do quadro, é que o segundo cenário é muito palpável. O sentido contrário vai depender de muita, muita conversa e bombeiros eficientes. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>João x Veneziano; Maranhão x Ronaldo: mudam-se os personagens, mas o roteiro é rigorosamente igual</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-x-veneziano-maranhao-x-ronaldo-mudam-se-os-personagens-mas-o-roteiro-e-rigorosamente-igual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 17:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[governo]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">A relação do governador João Azevêdo (Cidadania) com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) tem sido de aparências há vários meses. E quando falo de aparências me refiro ao esforço relativo de ambos para demonstrar algum nível de amistosidade. Mas nos bastidores, o clima tem sido de desconfiança e desconforto, com críticas de lado a lado. Muito claramente faltava apenas a desculpa para justificar um rompimento que ambos se recusavam a dar o primeiro passo. O incidente com a secretária Ana Cláudia Vital do Rêgo (Articulação e Desenvolvimento Social), nesta sexta-feira (8), em Campina Grande, foi esse gatilho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher do senador participava de uma solenidade do governo do estado, em Campina Grande, e deixou o auditório ao perceber que não foi e não seria convidada para compor a mesa. O desconforto de Ana Cláudia ficou visível e o episódio acabou irritando Veneziano. Em entrevista à imprensa, ele criticou o que chamou de descortesia do governador. Há argumentos razoáveis para defender o governo em relação à ausência da auxiliar na mesa. O principal deles é que outros secretários também ficaram de fora. E há argumentos também que justificam a reação dela: o fato de a cidade ser o reduto político da família. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas tudo isso não representa mais do que um pano de fundo para expor uma divisão que já havia ganhado as ruas. Gerou muito desconforto para o governador o fato de o vereador de João Pessoa, Mikika Leitão (MDB), ter defendido abertamente uma candidatura de Veneziano Vital ao governo. Pior do que isso, a demora para o ex-prefeito de Campina Grande vir a público para dizer que não pretendia disputar. Uma disposição que aliados de João Azevêdo não acreditam, principalmente pelo movimento de aproximação que o senador busca em relação ao ex-presidente Lula (PT) e de conversas com o ex-senador Cássio Cunha Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso lembra muito o episódio de rompimento entre os ex-governadores José Maranhão e Ronaldo Cunha Lima, ambos já falecidos. O ponto de partida para a discórdia foi um evento festivo também em Campina Grande e que serviu para separá-los pelo resto da vida. O desenho para o futuro dessa relação ainda será composto, mas é possível perceber a organização das tintas sobre a mesa. Como a base aliada de João Azevêdo é muito elástica, veremos muito provavelmente a briga por espaços e consequentes rompimentos, a ponto de serem formados dois grupos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O efeito Lula, inclusive, tende a ser um espaço de discórdia entre os dois candidatos. A aliança com o petista é prioridade para João Azevêdo, mas também o será em caso de postulação de Veneziano. O petista posou para foto com João Azevêdo em reunião no Rio Grande do Norte, no mês passado, e com Veneziano, nesta semana. Com objetivos políticos similares, no caso, a disputa do governo, era questão de tempo para que o rompimento ocorresse. Foi assim entre José Maranhão e Ronaldo Cunha Lima. Tem sido assim também entre João e Veneziano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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