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	<title>roberto santiago &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>STJ anula decisões contra Roberto Santiago e decide que caso deve ser analisado na Justiça Eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2021 22:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[As denúncias da operação Xeque-Mate que têm como alvo o empresário Roberto Santiago terão que ser examinadas pela Justiça Eleitoral. Com isso, todas as decisões proferidas contra o dono do Manaíra Shopping, em João Pessoa, foram anuladas. A decisão foi definida com os votos da maioria dos ministros que compõe, a 5ª Turma da Corte. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">As denúncias da operação Xeque-Mate que têm como alvo o empresário Roberto Santiago terão que ser examinadas pela Justiça Eleitoral. Com isso, todas as decisões proferidas contra o dono do Manaíra Shopping, em João Pessoa, foram anuladas. A decisão foi definida com os votos da maioria dos ministros que compõe, a 5ª Turma da Corte. O grupo entendeu que a competência do julgamento é eleitoral por causa de possível crime de caixa dois, relacionado à campanha política. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), o empresário teria financiado a compra do mandato do prefeito de Cabedelo, Luceninha. A operação teria ocorrido para permitir a posse do vice, Leto Viana, aliado político do empresário. A decisão do STJ ocorre um mês após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que a prisão do empresário, ocorrida em 2019 na mesma operação, foi ilegal, confirmando decisão do segundo grau. A ação penal em questão é uma das 11 abertas na Operação Xeque-Mate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STJ se baseou em entendimento firmado em março de 2019 pelo plenário do STF, segundo o qual crimes comuns, quando relacionados a delitos eleitorais, a exemplo do financiamento ilegal de campanhas, devem ser processados na Justiça Eleitoral. A decisão do STJ se deu na análise de recurso dos advogados de Roberto Santiago, Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso. O caso foi retomado nesta terça no STJ após vista do ministro Reynaldo Soares da Fonseca. O magistrado argumentou que, embora não aponte diretamente crimes eleitorais, o próprio Ministério Público registra na denúncia que a gênese do suposto esquema é o financiamento de campanha de Luceninha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Embora de fato não sejam narrados crimes eleitorais na exordial acusatória, não há como afirmar a inexistência destes. Muito pelo contrário. O próprio MP esclarece que a gênese de tudo isso remonta ao financiamento de campanha de eleição do prefeito, que, como praxe, recorreu ao caixa dois&#8221;, disse o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>STJ rejeita pedido de Roberto Santiago para levar denúncia da Xeque-Mate para a Justiça Eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 16:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[recurso]]></category>
		<category><![CDATA[rejeitado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido formulado pela defesa do empresário Roberto Santiago para que as denúncias contra ele na operação Xeque-mate fossem remetidas para a Justiça Eleitoral. O entendimento defendido pelos advogados foi o de que como os casos tiveram origem nas eleições de 2012, eles não poderiam ser apreciados na área [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido formulado pela defesa do empresário Roberto Santiago para que as denúncias contra ele na operação Xeque-mate fossem remetidas para a Justiça Eleitoral. O entendimento defendido pelos advogados foi o de que como os casos tiveram origem nas eleições de 2012, eles não poderiam ser apreciados na área criminal. O empresário é um dos denunciados na operação conduzida pela Polícia Federal e pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso tem como relator o ministro Felix Fischer, que decidiu monocraticamente no processo. Ele entendeu que o Ministério Público agiu no limite de suas atribuições na denúncia em questão. &#8220;Na espécie, a narrativa da exordial acusatória demonstra a prática, em tese, do crime de corrupção ativa, cujos fatos delituosos precedem de ampla investigação decorrente da denominada, e notória, &#8216;Operação Xeque-mate&#8217;, que resultou no oferecimento de denúncia pelo Ministério Público da Paraíba, através do Gaeco&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na opinião de Fischer, o Ministério Público acertou ao oferecer &#8220;denúncia perante autoridade judiciária competente em razão da matéria, por crimes comuns, sem qualquer invasão à competência da Justiça Eleitoral&#8221;. E acrescenta: “O ora paciente (Roberto Santiago) teria financiado a compra do mandato do ex-prefeito do município de Cabedelo, José Maria Lucena (apelidado de Luceninha), pois este teria contraído altas dívidas de campanha, obtidas via caixa 2”. A referência diz respeito à suposta dívida de R$ 3 milhões do ex-prefeito de Cabedelo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contato com o blog, o advogado Pedro Pires defendeu a tese de que o caso deveria ser remetido para a Justiça Eleitoral por sua conexão com a disputa de 2012. &#8220;Nossa compreensão é a de que a hipótese da Xeque-mate se iniciou a partir de um suposto ilícito eleitoral, e assim, dada a conexão das matérias dos alegados ilícitos subsequentes, a competência para o julgamento seria da Justiça Eleitoral, como já decidido pelo STF&#8221;, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pires explicou que houve o ajuizamento de novo recurso, para que o caso possa ser analisado no mérito pela 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça. <br></p>



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