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	<title>ré &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Pâmela Bório vira ré no Supremo por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 09:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
		<category><![CDATA[pâmela bório]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram por unanimidade para tornar ré a jornalista e ex-primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. A movimentação, que resultou na depredação dos prédios dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), de acordo com as investigações, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os ministros da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram por unanimidade para tornar ré a jornalista e ex-primeira-dama da Paraíba, Pâmela Bório, por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. A movimentação, que resultou na depredação dos prédios dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), de acordo com as investigações, visava um golpe de estado, para impedir que o presidente Lula (PT), eleito em 2022, governasse. O relator da matéria é o ministro Alexandre de Moraes. O voto dele foi seguido integralmente por Flávio Dino, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Luiz Fux. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, Moraes acatou o parecer da Procuradoria Geral da República (PGR) que opinou pela aceitação da denúncia contra Pâmela Bório por associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração do patrimônio tombado. As penas, vale ressaltar, segundo o ministro, poderão ser agravadas por ela ter levado o filho menor de idade para participar dos atos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A escalada da violência atingiu o auge em 8.1.2023, quando o grupo criminoso, ao qual a denunciada aderiu, munido de artefatos de destruição, avançou sobre a Praça dos Três Poderes em marcha organizada. Ao incentivo de palavras de ordem, o grupo invadiu o Senado Federal, a Câmara dos Deputados, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, depredando o patrimônio público com o objetivo final de impor a instalação de um regime de governo alternativo, produto da deposição do governo legitimamente eleito e da abolição violenta do Estado Democrático de Direito&#8221;, diz o voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito que analisou a denúncia formulada pelo Psol sobre a participação da ex-primeira-dama no ato indica a análise do &#8220;conteúdo divulgado em redes sociais, confirmou o teor antidemocrático das postadas da denunciada, que participou dos atos de violência acompanhada de seu filho menor de idade&#8221;. E continua dizendo que &#8220;identificou, ainda, reportagem publicada sobre a participação da denunciada nos atos antidemocráticos, anotando que, em um dos vídeos publicados, PÂMELA MONIQUE CARDOSO BÓRIO afirmava: “não vamos entregar o nosso país sem luta”&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento do caso no Plenário Virtual foi iniciado no dia 23 e encerrado nesta sexta-feira (30). Com isso, Pâmela Bório agora passa a responder a processo criminal no Supremo. Com paradeiro ignorado, ela tem se mostrado ativa nas redes sociais com ataques ao ministro Alexandre de Moraes. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira as penas previstas em caso de condenação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Associação Criminosa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 288. Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, para o fim específico de cometer crimes:<br>Pena &#8211; reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos.<br>Parágrafo único. A pena aumenta-se até a metade se a associação é armada ou se houver a participação de criança ou adolescente.<br>Abolição violenta do Estado Democrático de Direito<br>Art. 359-L. Tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais:<br>Pena &#8211; reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, além da pena correspondente à violência.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Golpe de Estado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 359-M. Tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído:<br>Pena &#8211; reclusão, de 4 (quatro) a 12 (doze) anos, além da pena correspondente à violência.<br>Dano<br>Art. 163 &#8211; Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:<br>Pena &#8211; detenção, de um a seis meses, ou multa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dano qualificado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parágrafo único &#8211; Se o crime é cometido:<br>I &#8211; com violência à pessoa ou grave ameaça;<br>II &#8211; com emprego de substância inflamável ou explosiva, se o fato não constitui crime mais grave;<br>III &#8211; contra o patrimônio da União, de Estado, do Distrito Federal, de Município ou de autarquia, fundação pública, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviços públicos;<br>IV &#8211; por motivo egoístico ou com prejuízo considerável para a vítima:<br>Pena &#8211; detenção, de seis meses a três anos, e multa, além da pena correspondente à violência. Lei n. 9.605/1998</p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 62. Destruir, inutilizar ou deteriorar:<br>I – bem especialmente protegido por lei, ato administrativo ou decisão judicial;<br>II – arquivo, registro, museu, biblioteca, pinacoteca, instalação científica ou similar protegido por lei, ato administrativo ou decisão judicial:<br>Pena – reclusão, de um a três anos, e multa.<br>Parágrafo único. Se o crime for culposo, a pena é de seis meses a um ano de detenção, sem prejuízo da multa.</p>



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		<title>Supremo forma maioria para tornar Carla Zambelli ré por porte ilegal de arma</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/supremo-forma-maioria-para-tornar-carla-zambelli-re-por-porte-ilegal-de-arma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 19:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[carla zambelli]]></category>
		<category><![CDATA[ré]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta sexta-feira (18) para tornar ré a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. Até o momento, por 6 votos a 1, o tribunal vota para aceitar denúncia apresentada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta sexta-feira (18) para tornar ré a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, por 6 votos a 1, o tribunal vota para aceitar denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a parlamentar após o episódio em que ela sacou uma arma de fogo e perseguiu o jornalista Luan Araújo às vésperas do segundo turno das eleições de 2022. A perseguição começou após Zambelli e Luan trocarem provocações durante um ato político no bairro dos Jardins, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento continua para a tomada dos demais votos. A análise do caso ocorre no plenário virtual do STF, modalidade na qual os ministros inserem os votos em um sistema eletrônico e não há deliberação presencial. A sessão virtual vai até 21 de agosto. O tribunal é composto por onze ministros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram pela aceitação da denúncia o relator, Gilmar Mendes, e os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Cristiano Zanin e Luís Roberto e Barroso. André Mendonça votou pelo envio das acusações para a primeira instância da Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria segue voto proferido por Gilmar Mendes. O relator entendeu que há indícios suficientes para a abertura da ação penal contra Carla Zambelli. “Ainda que a arguida tenha porte de arma, o uso fora dos limites da defesa pessoal, em contexto público e ostensivo, ainda mais às vésperas das eleições, em tese, pode significar responsabilidade penal”, escreveu Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa de Carla Zambelli declarou à Agência Brasil que vai aguardar a finalização do julgamento para se pronunciar. (Com informações da Agência Brasil)</p>



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