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	<title>queiroz &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Em que medida candidatura do Cabo Gilberto ao Senado dificulta a vida do pastor Sérgio Queiroz?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 10:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[gilberto]]></category>
		<category><![CDATA[queiroz]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Cabo Gilberto (PL) revelou na semana passada que vai disputar a vaga de senador nas eleições de 2026. O projeto político faz parte de uma ofensiva planejada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, do mesmo partido, que tem focado na ampliação da representatividade bolsonarista na Casa Alta. A meta é a improvável formação de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Cabo Gilberto (PL) revelou na semana passada que vai disputar a vaga de senador nas eleições de 2026. O projeto político faz parte de uma ofensiva planejada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, do mesmo partido, que tem focado na ampliação da representatividade bolsonarista na Casa Alta. A meta é a improvável formação de uma bancada com poder suficiente para votar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O problema é que a postulação atrapalha em grande medida outra candidatura do grupo, a do pastor Sérgio Queiroz (Novo). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Este último recebeu a promessa de apoio do PL para a disputa, no ano que vem. O motivo foi o fato de ter aberto mão da candidatura à prefeitura de João Pessoa para ser vice na desacreditada chapa comandada, na eleição de 2024, pelo ex-ministro Marcelo Queiroga (Saúde). A previsão da época, de que o grupo seria derrotado pelo prefeito Cícero Lucena (PP), foi confirmada. Mas restou a promessa de apoio ao projeto político de Queiroz, que deverá ser mantida dentro da perspectiva de duas candidaturas do grupo para as eleições deste ano. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande problema é concentrar as votações em dois candidatos da mesma matriz ideológica, diante da quantidade de candidaturas apresentadas. Na eleição de 2026, cada eleitor será chamado a eleger dois senadores. Serão, então, dois votos, o que abre a perspectiva de eleição de um candidato aproveitando o segundo voto. O fulano pode ter compromisso com um postulante &#8220;x&#8221; e votar em outro por afinidade. E esta poderia ser uma arma para Sérgio Queiroz, que se apresenta como político não profissional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com duas candidaturas, restará aos dois a briga pelos eleitores mais fiéis do bolsonarismo e dividir o voto dos &#8220;menos fiéis&#8221; ao ex-presidente. Lembrando que, no estado, este não é o eleitor majoritário. Em 2022, Bolsonaro conseguiu apenas 33,3% dos votos paraibanos, um cenário que tende a não ser tão diferente no ano que vem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, há uma diversidade relativamente grande de opções para o segundo voto no pleito de 2026. Além de Gilberto e Queiroz, são esperadas as candidaturas do governador João Azevêdo (PSB), do prefeito de Patos; Nabor Wanderley (Republicanos), e dos senadores Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e Daniella Ribeiro (PP). Esta última, no entanto, tem a candidatura condicionada a cenários específicos. Mesmo assim, é um número grande demais para a disputa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevistas, o Cabo Gilberto lembrou do seu histórico em disputas difíceis. Causou surpresa em 2018, ao ser eleito para a Assembleia Legislativa. Quatro anos depois, foi eleito para a Câmara dos Deputados mesmo sendo tratorado pelo presidente do partido, o deputado Wellington Roberto, também do PL. A escolha do Senado, portanto, seria mais um, entre muitos desafios, que o militar da reserva foi sujeitado. Este, no entanto, parece o mais difícil. Assim como será difícil também para Sérgio Queiroz.</p>



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		<title>Após derrota em 2024, dupla Quero-Quero é escalada por Bolsonaro para disputas do governo e do Senado na PB</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-derrota-em-2024-dupla-quero-quero-e-escalada-por-bolsonaro-para-disputas-do-governo-e-do-senado-na-pb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 11:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[queiroga]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a direcionar suas atenções para a política paraibana. Em entrevista ao Programa Hora H, nesta quarta-feira (9), transmitida pelo podcast No Olho do Furacão, Bolsonaro anunciou os nomes que pretende apoiar nas eleições estaduais. Para o Senado, o escolhido é o pastor Sérgio Queiroz (PL). Já para o governo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a direcionar suas atenções para a política paraibana. Em entrevista ao Programa Hora H, nesta quarta-feira (9), transmitida pelo podcast <em>No Olho do Furacão</em>, Bolsonaro anunciou os nomes que pretende apoiar nas eleições estaduais. Para o Senado, o escolhido é o pastor Sérgio Queiroz (PL). Já para o governo estadual, o ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga (PL), foi indicado, embora o próprio Bolsonaro reconheça os desafios da candidatura.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu recebi a incumbência do partido para dar uma atenção especial para o Senado. Então, na Paraíba, é o pastor Sérgio, que é o nosso candidato. Para o governo está pré-acertado o Queiroga, que está indo para o sacrifício, que sabemos da dificuldade&#8221;, afirmou Bolsonaro.​ Os dois disputaram as eleições, em 2024, para prefeito e vice de João Pessoa, mas foram derrotados pelo prefeito Cícero Lucena (PP) no segundo turno. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração evidencia a percepção do ex-presidente sobre a complexidade do cenário político local. Ao utilizar o termo &#8220;sacrifício&#8221; para descrever a candidatura de Queiroga, Bolsonaro sinaliza que a disputa pelo governo paraibano será árdua, possivelmente devido, considerando o histórico desfavorável de nomes de seu campo político no Nordeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das indicações, Bolsonaro mencionou o deputado federal Cabo Gilberto Silva como uma &#8220;grande liderança&#8221; do PL na Paraíba e expressou expectativa quanto à permanência do deputado federal Wellington Roberto no partido.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Temos o Cabo Gilberto, a nossa liderança aí, o Wellington Roberto, ele continua no partido ainda, mas perdeu a executiva estadual, gosto muito dele, acredito que ele dispute a reeleição e estamos nesse quadro que está aí&#8221;, disse o ex-presidente.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas movimentações refletem a tentativa de Bolsonaro de consolidar sua influência na Paraíba, articulando candidaturas e fortalecendo alianças. Resta saber como essas estratégias se desenrolarão no tabuleiro político estadual e qual será a receptividade do eleitorado paraibano às indicações do ex-presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o trecho da entrevista a seguir:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>Time de Lula x time de Bolsonaro: vantagens e riscos da nacionalização da campanha em João Pessoa</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/time-de-lula-x-time-de-bolsonaro-vantagens-e-riscos-da-nacionalizacao-da-campanha-em-joao-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 11:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[amanda rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[luciano cartaxo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Queiroga]]></category>
		<category><![CDATA[polarização]]></category>
		<category><![CDATA[queiroz]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado e ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), deu nome de &#8220;time de Lula&#8221; à chapa que será encabeçada por ele neste ano, tendo a empresária Amanda Rodrigues, do mesmo partido, na vice. A &#8220;agremiação&#8221; traz ainda como padrinho o ex-governador Ricardo Coutinho, marido de Amanda. A estratégia busca o embate com a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado e ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), deu nome de &#8220;time de Lula&#8221; à chapa que será encabeçada por ele neste ano, tendo a empresária Amanda Rodrigues, do mesmo partido, na vice. A &#8220;agremiação&#8221; traz ainda como padrinho o ex-governador Ricardo Coutinho, marido de Amanda. A estratégia busca o embate com a chapa bolsonarista, que deverá ser encabeçada pelo ex-ministro Marcelo Queiroga (PL), tendo como vice o pastor Sérgio Queiroz (Novo), e visa a nacionalização do debate. A estratégia é uma faca de dois gumes, pois pode ajudar, mas também limitar o crescimento das postulações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A busca dos dois pré-candidatos pela polarização nacional é óbvia e não há marqueteiro que não se sentisse tentado a usar tal commodity numa disputa. Isso porque ela poderá trazer pontos valiosos logo de saída, o que é uma mão na roda, por exemplo, para um neófito em disputas eleitorais como Marcelo Queiroga. Assim como Cartaxo, ele não era o favorito no próprio partido para a disputa, mas teve o nome imposto pela direção nacional da legenda. O ex-ministro ainda conquistou para vice um nome com capital político muito maior que o dele, o que é desafiador. Portanto, para ele, a busca da polarização é meio de subsistência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Cartaxo tem a vantagem de ser conhecido na principal cidade do Estado, fruto dos oito anos em que comandou João Pessoa. Este capital político, no entanto, não foi decisivo na disputa pela vaga na Assembleia, há dois anos. Ainda assim, a volta ao PT e um discurso mais forte em defesa do legado do presidente Lula podem ajudá-lo na reconquista do eleitor de esquerda, ainda magoado com a forma como o Luciano ainda prefeito, em 2015, deixou o partido. A presença de Amanda Rodrigues na vice ajuda neste processo, mas a caminhada ainda é longa e só o tempo dirá se ela será frutífera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto negativo da polarização é que a política nacional nunca foi decisiva nas disputas municipais em João Pessoa. É porque, em linha geral, as pessoas traçam uma diferenciação importante: a eleição na paróquia tem mais a ver com zeladoria. Isso tende a beneficiar Cartaxo mais que a Queiroga, por ter experiência administrativa na capital. Já o currículo do candidato bolsonarista inclui o comando do Ministério da Saúde durante a pandemia, o que não é pouco. Porém, o silêncio do ex-ministro frente ao boicote à vacina feito por Bolsonaro, mesmo sendo elas bancadas pelo governo, e as mais de 700 mil mortes no período desgastaram a imagem do hoje candidato. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que precisa ser ressaltado é que, historicamente, as lideranças nacionais têm influência limitada na eleição municipal. Nem o Lula da época dos mais de 80% de aprovação conseguiu romper esta barreira. Isso acaba sendo uma vantagem para os postulantes do centro, como o prefeito Cícero Lucena (PP) e o deputado federal Ruy Carneiro (Podemos). Mas não dá para ser conclusivo neste ponto também. O que temos para hoje é que cada eleição conta uma história e esta apenas começou a ser escrita. Os próximos capítulos vão indicar se as estratégias foram eficientes ou não. </p>



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		<title>Inferno astral: em gravações, ex-cunhada de Bolsonaro aponta presidente como &#8217;01 das rachadinhas&#8217;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/inferno-astral-em-gravacoes-ex-cunhada-de-bolsonaro-aponta-presidente-como-01-das-rachadinhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 11:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[queiroz]]></category>
		<category><![CDATA[rachadinha]]></category>
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					<description><![CDATA[A fisiculturista Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contou, em gravações inéditas que Bolsonaro demitiu um irmão dela chamado André Siqueira Valle porque ele se recusou a entregar a maior parte do salário de assessor do então deputado federal. As informações são da colunista Juliana Dal Piva, do Uol, e surgem [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A fisiculturista Andrea Siqueira Valle, ex-cunhada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contou, em gravações inéditas que Bolsonaro demitiu um irmão dela chamado André Siqueira Valle porque ele se recusou a entregar a maior parte do salário de assessor do então deputado federal. As informações são da colunista Juliana Dal Piva, do Uol, e surgem no momento em que o presidente encara denúncias de corrupção no processo de compra de vacinas pelo governo federal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Até hoje, apesar das denúncias envolvendo os filhos do presidente, principalmente o senador Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ), Jair Bolsonaro nunca esteve no centro das denúncias. A declaração da ex-cunhada é o primeiro indício de envolvimento direto do gestor em um esquema ilegal de entrega de salários, conhecido como rachadinha, dentro de seu próprio gabinete no período em que foi deputado federal. Ele ocupou o mandato de parlamentar na Câmara dos Deputados entre os anos de 1991 e 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Andrea e André são irmãos de Ana Cristina Siqueira Valle, segunda mulher do presidente. Nas gravações, Andrea contou que Bolsonaro exigia grande parte dos salários dos parentes da companheira que foram nomeados nos gabinetes da família Bolsonaro. De acordo com ela, o então deputado federal chegou a retirar um familiar dela do esquema por não entregar o valor combinado, quase 90% do salário. Ela foi a primeira dos 18 parentes da segunda mulher do presidente que foram nomeados em um dos três gabinetes da família Bolsonaro (Jair, Carlos e Flávio).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E o Queiroz?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O policial militar reformado Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, não teria sido o único &#8220;recolhedor&#8221; das supostas rachadinhas. Um coronel da reserva do Exército teria atuado no recolhimento de salários do antigo gabinete de Flávio na Alerj. O suspeito seria o coronel Hudson, que foi colega do presidente na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) nos anos 1970. Ele constou como assessor de Flávio na Alerj, de junho a agosto de 2018. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O coronel, vale ressaltar, segundo pessoas ouvidas pela jornalista do Uol, é conhecido há muitos anos como funcionário da família Bolsonaro e sempre transitou junto ao clã. Andrea afirmou que a maior parte do salário que recebia do gabinete do filho mais velho do presidente era recolhida pelo coronel da reserva do Exército Guilherme dos Santos Hudson. Os áudios podem ser ouvidos no vídeo abaixo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ser informado sobre as gravações de Andrea Siqueira Valle, o advogado Frederick Wassef, que representa o presidente, negou ilegalidades e disse que existe uma antecipação da campanha eleitoral de 2022. Wassef afirmou à coluna que os fatos narrados por Andrea &#8220;são narrativas de fatos inverídicos, inexistentes, jamais existiu qualquer esquema de rachadinha no gabinete do deputado Jair Bolsonaro ou de qualquer de seus filhos&#8221;. Ele disse que se trata de uma &#8220;gravação clandestina à qual não tenho acesso, não conheço o conteúdo e não foi feita perícia&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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