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	<title>queda &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Desemprego cai a 5,8%, o menor patamar da série histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 15:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil atingiu no segundo trimestre do ano a taxa de desemprego de 5,8%. É o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31). O levantamento mostra ainda [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Brasil atingiu no segundo trimestre do ano a taxa de desemprego de 5,8%. É o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31). O levantamento mostra ainda que o país bateu recorde de emprego com carteira e salário do trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A menor taxa de desocupação pertencia a novembro de 2024, com 6,1%. No primeiro trimestre de 2025, o índice estava em 7%. Já no segundo trimestre de 2024 era 6,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No conjunto de três meses encerrado em junho, o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados e cerca de 6,3 milhões desocupados. O número de pessoas à procura de trabalho representa recuo de 17,4% (menos 1,3 milhão de pessoas) ante o primeiro trimestre. Já o número de ocupados subiu 1,8% de um trimestre para o outro, o que significa 1,8 milhão de pessoas a mais trabalhando no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu 39 milhões de pessoas, crescimento de 0,9% ante o primeiro trimestre do ano e o maior já registrado pelo IBGE. O número de trabalhadores sem carteira também cresceu (+2,6%), chegando a 13,5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa atualizada<br>A Pnad divulgada nesta quinta-feira é a primeira que apresenta ponderação com base em dados apurados pelo Censo 2022. A mudança consiste em um ajuste da amostra representativa de domicílios visitados pelos pesquisadores do IBGE. A atualização é praxe de órgãos de estatísticas em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Só é considerada desocupada a pessoas que efetivamente procura emprego. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade &#8211; proporção de trabalhadores informais na população ocupada &#8211; foi de 37,8%. É a menor registrada desde igual trimestre de 2020 (36,6%). O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo-terceiro salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contingente de desalentados, pessoas que sequer procuram emprego por avaliarem que não conseguirão, fechou o segundo trimestre em 2,8 milhões, menor nível desde 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Salários<br>O mercado de trabalho aquecido pode ser sentido no bolso do trabalhador. O IBGE revelou que o rendimento médio mensal atingiu R$ 3.477, o maior já apurado. Esse valor fica 1,1% acima do recebido no primeiro trimestre do ano e 3,3% maior que o do segundo trimestre do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior número de pessoas ocupadas e o recorde no rendimento fizeram com que a massa de rendimentos – o total de dinheiro que os trabalhadores recebem – também atingisse o ponto mais alto já alcançado, R$ 351,2 bilhões. É dinheiro que termina movimentando a economia, seja em forma de consumo ou poupança. Esse patamar supera em 5,9% (R$ 19,7 bilhões) o montante do mesmo trimestre de 2024. (Agência Brasil)</p>



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		<title>De pires na mão: prefeitos alegam queda de 73% no FPM, paralisam serviços e fazem protesto na Assembleia</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/de-pires-na-mao-prefeitos-alegam-queda-de-73-no-fpm-paralisam-servicos-e-fazem-protesto-na-assembleia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 14:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Prefeituras com portas fechadas e prefeitos concentrados em frente à Assembleia Legislativa da Paraíba. Este é o retrato do municipalismo, nesta quarta-feira (30), no estado. Os gestores alegam dificuldade para fechar as contas por causa da progressiva redução nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). De acordo com os gestores, a redução em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Prefeituras com portas fechadas e prefeitos concentrados em frente à Assembleia Legislativa da Paraíba. Este é o retrato do municipalismo, nesta quarta-feira (30), no estado. Os gestores alegam dificuldade para fechar as contas por causa da progressiva redução nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). De acordo com os gestores, a redução em emendas de custeio no primeiro semestre de 2023, em comparação a 2022, foi de quase 73%, passando de R$ 10,43 bilhões para R$ 2,80 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento iniciado na Paraíba foi estendido para as cidades de outros 16 estados e conta com apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A Praça dos Três Poderes está tomada por prefeitos e prefeitas, servidores públicos, parlamentes e população em geral. Eles cobram do Governo Federal solução para os cortes frequentes de repasses, que vem comprometendo a oferta de serviços essenciais. Dos 223 municípios paraibanos, 200 aderiram ao movimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estados que aderiram ao movimento “Sem FPM não dá. Dia 30 vamos parar!” foram Paraíba, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Paraná, Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso Sul e Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os gestores reivindicam a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que institui o adicional de 1,5% do FPM no mês de março; e a compensação de R$ 6,8 bilhões pelas perdas dos municípios com a redução do ICMS sobre combustíveis, aprovada no ano passado, ainda sob o governo Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais</p>



<p class="wp-block-paragraph">O FPM é a principal receita de sete em cada dez municípios brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">51% dos municípios estão com as contas públicas no vermelho. No primeiro semestre do ano passado, a proporção era de 7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2.362 cidades registraram déficit primário nos primeiros seis meses de 2023. O número é quase sete vezes o registrado em igual período do ano passado (342).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada R$ 100 arrecadados por pequenos municípios, R$ 91 são utilizados para pagamento de pessoal e custeio da máquina pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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