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	<title>psdb &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Tovar revela insatisfação com PSDB, indica debandada do partido e admite distanciamento de Bruno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 18:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSDB deve chegar às eleições do ano que vem sem nenhum deputado na Assembleia Legislativa da Paraíba. O prognóstico é do deputado estadual tucano Tovar Correia Lima, que já conta as horas para deixar a legenda. A revelação foi feita durante entrevista à rádio CBN, nesta terça-feira (17). O motivo da debandada é a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O PSDB deve chegar às eleições do ano que vem sem nenhum deputado na Assembleia Legislativa da Paraíba. O prognóstico é do deputado estadual tucano Tovar Correia Lima, que já conta as horas para deixar a legenda. A revelação foi feita durante entrevista à rádio CBN, nesta terça-feira (17). O motivo da debandada é a sequência de desacertos do partido em relação às tentativas de fusão ou mesmo federação, visando as eleições do ano que vem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa tem apenas dois deputados estaduais tucanos. Além de Tovar, apenas Camila Toscano integra as fileiras do partido. De acordo com o parlamentar, os dois devem tomar um rumo comum. As opções mais prováveis são o PSD, de Pedro e Cássio Cunha Lima, ou o Podemos, do deputado federal Romero Rodrigues. Este último, vale ressaltar, é dos políticos com quem Tovar tem melhor relação. Ele foi secretário da gestão de Rodrigues em três pastas diferentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto em comum com Romero, revelado pelo deputado, é o distanciamento em relação ao prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil). Este distanciamento já foi externado anteriormente, principalmente no período pré-eleitoral, no ano passado. Tovar não escondia de ninguém, naquele momento, o apoio a uma candidatura de Romero, o que não aconteceu. Ambos acabaram entrando na base de apoio a Bruno. Agora, começam novamente a se distanciar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre as eleições do ano que vem, na mesma entrevista, Tovar revelou não se opor a uma eventual candidatura de Cícero Lucena (PP) como representante da oposição. Atualmente, o prefeito da capital é visto com opção governista para o pleito. Em relação ao futuro, o deputado pretende disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa e já colocou o nome à disposição para a disputa da prefeitura de Campina Grande. </p>



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		<title>Com filiações ao PSD, Cássio e Pedro soltam a alça do caixão do PSDB na porta do cemitério</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/com-filiacoes-ao-psd-cassio-e-pedro-soltam-a-alca-do-caixao-do-psdb-na-porta-do-cemiterio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 11:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[cássio]]></category>
		<category><![CDATA[cunha lima]]></category>
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					<description><![CDATA[O clã Cunha Lima não pretende acompanhar os últimos suspiros do moribundo PSDB. Com as filiações anunciadas ao PSD, os dois largam a alça do caixão do &#8220;morto-vivo&#8221; na porta do cemitério. Essa realidade não é muito diferente do que vem ocorrendo em outros estados. A agremiação de Gilberto Kassab tem partido com tudo em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O clã Cunha Lima não pretende acompanhar os últimos suspiros do moribundo PSDB. Com as filiações anunciadas ao PSD, os dois largam a alça do caixão do &#8220;morto-vivo&#8221; na porta do cemitério. Essa realidade não é muito diferente do que vem ocorrendo em outros estados. A agremiação de Gilberto Kassab tem partido com tudo em busca do espólio tucano pelo Brasil afora. A máxima é a de que raspas e restos interessam. Em Pernambuco, jogou no bisaco a governadora Raquel Lyra. Agora, busca Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Eduardo Reidel, do Mato Grosso do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Paraíba, anunciou nesta quarta-feira (12) as filiações de Cássio Cunha Lima e Pedro Cunha Lima, ambos do PSDB. É uma realidade construída ao longo de anos de desgastes, fazendo com que o todo-poderoso PSDB de Fernando Henrique amargasse uma total inabilidade para ganhar eleições relevantes. Os últimos postos, no Estado, foram ocupados por Cássio, com o governo do Estado (2003 a 2009) e Senado (2011 a 2019). De lá para cá, nada mais. O próprio Cássio não conseguiu renovar o mandato em 2018 e Pedro foi derrotado na disputa pelo governo, em 2022. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não apenas isso. O grupo foi encolhendo dentro do partido, com a saída gradativa (programada ou não) de lideranças. O deputado federal Romero Rodrigues, primo de Cássio, foi o primeiro a sair. Inicialmente para o PSD, depois para o PSC, agora está no Podemos. Bruno Cunha Lima, prefeito de Campina Grande, deixou o partido para se filiar ao União Brasil, sigla pela qual foi reeleito em 2024. E a tendência, agora, é que grande parte das outras lideranças sigam caminho semelhante, casos dos deputados estaduais Camila Toscano, Fábio Ramalho e Tovar Correia Lima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E o que provocou isso? É bom lembrar que o PSDB polarizou com o PT do presidente Lula por longos 20 anos. A partir de 2015, voltou a carga em prol do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e a favor da operação Lava Jato. Só que acabou engolido, também, pelas denúncias e viu as então maiores lideranças do partido (Aécio Neves e Marconi Perilo) conhecerem o inferno. Para completar, viram o capital político ser dragado e absorvido pelo bolsonarismo. Quando acordou do pesadelo, não existia mais espólio e praticamente não existe mais partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, na sigla, a ordem agora é a debandada. O último a sair que apague a luz.</p>



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		<title>O último apague a luz: Raquel Lyra oficializa saída do PSDB e filiação ao PSD</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/o-ultimo-apague-a-luz-raquel-lyra-oficializa-saida-do-psdb-e-filiacao-ao-psd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 22:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[deixa]]></category>
		<category><![CDATA[psdb]]></category>
		<category><![CDATA[raquel lyra]]></category>
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					<description><![CDATA[A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, oficializa nesta segunda-feira (10) sua filiação ao PSD, em evento marcado para o Recife. A mudança de partido já havia sido definida no fim de fevereiro, marcando o encerramento de sua trajetória de nove anos no PSDB. As negociações com o PSD, partido presidido por Gilberto Kassab, vinham ocorrendo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, oficializa nesta segunda-feira (10) sua filiação ao PSD, em evento marcado para o Recife. A mudança de partido já havia sido definida no fim de fevereiro, marcando o encerramento de sua trajetória de nove anos no PSDB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As negociações com o PSD, partido presidido por Gilberto Kassab, vinham ocorrendo desde o início de 2024. Além de ingressar em uma sigla em ascensão nacional, Raquel também assumirá o comando do diretório estadual em Pernambuco. O MDB chegou a ser cogitado como destino, mas a governadora optou pelo PSD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevistas recentes, Raquel já vinha sinalizando seu afastamento do PSDB. À Folha de S.Paulo, em dezembro, ela declarou que o partido “foi ficando pequeno” e que isso demonstrava “que algo está errado”. Para ela, a legenda precisava “se reencontrar com a sua história e seus valores”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro, em entrevista à TV Bandeirantes, afirmou se sentir desconfortável com a atual posição do PSDB no cenário político. &#8220;O PSDB não foi oposição ao governo Bolsonaro e se colocou, há cerca de um ano, como &#8216;farol da oposição&#8217; ao governo do presidente Lula, sem ter um projeto que pudesse apontar para o que queremos adiante&#8221;, disse, ressaltando que sua visão sempre foi respeitada dentro da sigla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de agora integrar um partido historicamente adversário do PT, Raquel Lyra tem feito acenos ao governo federal desde o início de sua gestão. Em 2022, evitou declarar voto no segundo turno da eleição presidencial, mas, já no exercício do cargo, passou a adotar uma postura de diálogo com o Palácio do Planalto. &#8220;Temos a sorte de ter na Presidência o nosso embaixador sentado na cadeira do Palácio do Planalto&#8221;, disse, em referência ao presidente Lula, também pernambucano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, lamentou a saída. “Ela sempre contou com nosso apoio e com os fundos partidários e eleitorais. O partido está convicto de que precisa construir uma forte alternativa eleitoral aos extremos. Somos e continuaremos a ser oposição ao governo lulo-petista, sem nos furtar a apontar também os erros do outro extremo”, afirmou. “O Brasil precisa de união, não precisa de adesismo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Raquel Lyra ingressou no PSDB em 2016 para disputar a Prefeitura de Caruaru, cidade que governou por dois mandatos. Antes disso, atuou como deputada estadual pelo PSB, sigla que hoje representa uma das principais forças políticas do estado — e seu principal adversário local.</p>



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		<title>PSDB se reúne com MDB para discutir fusão em meio a pressões feitas por Aécio. Na Paraíba, siglas estão juntas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/psdb-se-reune-com-mdb-para-discutir-fusao-em-meio-a-pressoes-feitas-por-aecio-na-paraiba-siglas-estao-juntas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 21:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[fusão]]></category>
		<category><![CDATA[mdb]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSDB e o MDB iniciam, nesta quarta-feira (29), conversas visando uma possível fusão. Os dois partidos já foram uma única sigla, separada há quase quatro décadas. A discussão agora ganhou força entre os tucanos por causa de pressões feitas pelo deputado federal Aécio Neves (MG) e enfrenta a resistência do presidente nacional da sigla, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O PSDB e o MDB iniciam, nesta quarta-feira (29), conversas visando uma possível fusão. Os dois partidos já foram uma única sigla, separada há quase quatro décadas. A discussão agora ganhou força entre os tucanos por causa de pressões feitas pelo deputado federal Aécio Neves (MG) e enfrenta a resistência do presidente nacional da sigla, o ex-governador de Goiás, Marconi Perilo. Este último preferia um composição com o PSD, de Gilberto Kassab (SP). Na Paraíba, as duas siglas já atuam como parceiras desde o segundo turno das eleições de 2022. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas semanas, as divergências entre os grupos de Aécio e Perillo se intensificaram. A proximidade com o PSD, atualmente na base do governo federal, desagrada Aécio, pois poderia dificultar seus planos de disputar uma vaga no Senado no próximo ano. Em Minas Gerais, seu reduto eleitoral, o PSD abriga figuras de peso, como o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Marconi Perillo tem como objetivo voltar ao governo de Goiás, mas no MDB enfrentaria a candidatura consolidada do vice-governador Daniel Vilela, aliado do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), um de seus principais adversários políticos. Em entrevista ao jornal O Globo, Perillo afirmou que as possibilidades ainda estão em análise e que mantém diálogo com outras siglas, como Solidariedade e Podemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pelo blog, o senador paraibano Veneziano Vital do Rêgo (MDB) disse desconhecer a reunião desta quarta. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fusão pode frear debandada<br></strong>Com recursos financeiros e tempo de TV atrativos, o PSD vinha negociando com governadores tucanos que buscam reeleição em 2026, como Raquel Lyra (Pernambuco) e Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul). Nesse cenário, a possibilidade de fusão entre PSDB e MDB pode interromper os convites que vinham sendo feitos a ambos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora Lyra e Riedel ainda não tenham anunciado oficialmente suas saídas do PSDB, estavam sendo cortejados e não descartavam mudar de partido. Agora, aguardam o desfecho das negociações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Raquel Lyra, uma eventual saída do PSDB poderia abrir caminho para uma reaproximação com o presidente Lula (PT), de quem seu partido é opositor. A fusão entre PSDB e MDB poderia influenciar essa dinâmica, especialmente se levasse a nova federação para a base governista. Caso contrário, Lyra manteria o impasse, já que seu objetivo é reduzir a influência do prefeito João Campos (PSB) junto ao governo federal, pensando na disputa pelo governo pernambucano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como MDB e PSD fazem parte da base governista, a tendência é que a fusão tire o PSDB da oposição, o que resolveria os dilemas de Lyra e Riedel.</p>



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		<item>
		<title>Direção nacional do PSDB aciona STF para derrubar Galdino, mas dirigente paraibano aponta erro e promete retirar ação</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/direcao-nacional-do-psdb-aciona-stf-para-derrubar-galdino-mas-dirigente-paraibano-aponta-erro-e-promete-retirar-acao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 10:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[adriano galdino]]></category>
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					<description><![CDATA[Um movimento político do PSDB surpreendeu duplamente nesta terça-feira (30). A direção nacional da sigla entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a eleição do segundo biênio da Assembleia Legislativa, que decidiu antecipadamente pela escolha do atual presidente, Adriano Galdino (Republicanos). A primeira surpresa decorre do fato de a votação antecipada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um movimento político do PSDB surpreendeu duplamente nesta terça-feira (30). A direção nacional da sigla entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a eleição do segundo biênio da Assembleia Legislativa, que decidiu antecipadamente pela escolha do atual presidente, Adriano Galdino (Republicanos). </p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira surpresa decorre do fato de a votação antecipada ter ocorrido, em 2023, com apoio dos três deputados tucanos da Casa (Tovar Correia Lima, Camila Toscano e Fábio Ramalho). Mas essa não foi a única &#8220;novidade&#8221; no caso: pouco depois de formalizada a ação, dirigentes paraibanos disseram que ela não deveria ter sido proposta e prometeram retirá-la. Isso porque o alvo deveria ter sido outro estado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A &#8220;trapalhada&#8221; foi relatada pelo jornalista Wallisson Bezerra em seu blog. Na ação assinada pelo presidente nacional do partido, Marconi Perilo, a agremiação alega que a eleição interna para o segundo biênio deve ser realizada em momento próximo ao início do terceiro ano da legislatura. A escolha no caso paraibano ocorreu de forma antecipada, no início do ano passado, quando Galdino conseguiu aval dos colegas para permanecer no comando da Casa por quatro anos. O caso terá como relator o ministro Edson Fachim, mas só se o PSDB mantiver a demanda judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do PSDB na Paraíba, Fábio Ramalho, disse que a ação movida pela Executiva Nacional da legenda contra a posse de Galdino foi um “equívoco do jurídico da sigla”. A alegação foi a de que a ação teria como alvo a situação de outro estado, que não teve o nome revelado pelo partido. Ramalho prometeu que vai pedir à direção nacional a retirada da demanda judicial. </p>



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		<item>
		<title>FHC pede voto contra Bolsonaro sem declarar apoio a Lula&#8230; simplesmente porque não precisa</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/fhc-pede-voto-contra-bolsonaro-sem-declarar-apoio-a-lula-simplesmente-porque-nao-precisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 18:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[FHC]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
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					<description><![CDATA[A carta de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pedindo claramente voto contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou a atenção nesta quinta-feira (22) por ele não ter declarado apoio a Lula (PT), mas nem precisava. O movimento do ex-presidente da República ocorre em meio aos anúncios em série de apoios ao petista feitos por tucanos históricos. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A carta de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) pedindo claramente voto contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou a atenção nesta quinta-feira (22) por ele não ter declarado apoio a Lula (PT), mas nem precisava. O movimento do ex-presidente da República ocorre em meio aos anúncios em série de apoios ao petista feitos por tucanos históricos. O primeiro foi um hoje ex-militante do PSDB, o candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Ele foi seguido pelo ex-senador Aloysio Nunes, pelos ex-ministros da Justiça José Carlos Dias e Miguel Reale Jr, além do ex-secretário de Direitos Humanos José Gregori.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na carta divulgada por Cardoso, ele não citou diretamente Jair Bolsonaro como nome a ser combatido, mas também não precisaria. &#8220;Peço aos eleitores que votem no dia 2 de outubro em quem tem compromisso com o combate à pobreza e à desigualdade, defende direitos iguais para todos independentemente da raça, gênero e orientação sexual, se orgulha da diversidade cultural da nação brasileira, valoriza a educação e a ciência e está empenhado na preservação de nosso patrimônio ambiental, no fortalecimento das instituições que asseguram nossas liberdades e no restabelecimento do papel histórico do Brasil no cenário internacional&#8221;, afirma FHC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FHC não recomenda voto em um candidato específico, mas os predicados sobre a indicação excluem completamente Jair Bolsonaro. De pronto, pode ser direcionado ao ex-presidente Lula, bem como a Ciro Gomes (PDT) ou Simone Tebet (MDB), sendo esta última a postulante apoiada pela sigla tucana. A candidata a vice na chapa é a deputada federal Mara Gabrilli, do PSDB. Essa ligação, vale ressaltar, é o que torna difícil um apoio direto de Fernando Henrique a Lula. O movimento, no entanto, contribuir para a construção do conceito de frente ampla, almejada pelos petistas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-presidente, apesar disso, vem sendo cortejado há alguns dias pela campanha de Lula para que manifeste seu apoio já no primeiro turno, dentro da proposta de formar uma frente ampla contra o atual presidente. Nesta semana, diversas figuras públicas do entorno do ex-presidente já anunciaram voto em Lula, como o diretor-geral da fundação que leva seu nome, Sergio Fausto.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>PSDB: de partido nacional a federação de interesses particulares</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/psdb-de-partido-nacional-a-federacao-de-interesses-particulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 10:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[dória]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[psdb]]></category>
		<category><![CDATA[tebet]]></category>
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					<description><![CDATA[A cúpula do PSDB deve se reunir nesta segunda (23) com o ex-governador João Doria para tentar convencê-lo a desistir da disputa presidencial. O movimento é visto pelas principais lideranças do partido como tábua de salvação para os projetos regionais, no pleito deste ano. Trocando em miúdos, eles entendem que não vale a pena gastar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cúpula do PSDB deve se reunir nesta segunda (23) com o ex-governador João Doria para tentar convencê-lo a desistir da disputa presidencial. O movimento é visto pelas principais lideranças do partido como tábua de salvação para os projetos regionais, no pleito deste ano. Trocando em miúdos, eles entendem que não vale a pena gastar parte substancial das verbas do fundo eleitoral com uma candidatura que, até agora, não demonstrou pujança suficiente para rivalizar com o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), líderes das pesquisas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento das lideranças do partido, entre elas o deputado federal mineiro e ex-presidenciável Aécio Neves, representa também o ajoelhamento da sigla à máxima de que deixou de ser um partido grande para se transformar em federação de interesses particulares. Ou seja, um partido sem qualquer pretensão nacional. O objetivo do presidente da agremiação, Bruno Araújo (PE), é potencializar as candidaturas para deputado federal e senador. Esse será o caminho para garantir a permanência da sigla em boa colocação na divisão futura do bolo orçamentário destinado às campanhas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E os dirigentes têm pressa para que isso aconteça. Eles querem evitar que o embate se estenda até a convenção partidária, entre julho e agosto, além de deixar claro que o partido avalia a senadora Simone Tebet (MDB-MS) como mais viável para enfrentar o cenário de polarização. A conversa, que deve ser em São Paulo, antecede outro encontro da Executiva marcado para amanhã, quando Tebet deve ser avalizada, ou não, pela direção tucana. Na tentativa de demover Doria, correligionários têm dito que o paulista pode ser vice da senadora, mas ele resiste. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo aliados do ex-governador, Doria deve pedir que o partido adie a decisão e lhe dê mais tempo para que possa crescer nas pesquisas de intenção de voto — no último Datafolha, ele aparece com 3%, contra 1% de Tebet. No encontro, deve haver uma apresentação de uma pesquisa quantitativa e qualitativa do Instituto Paulo Guimarães, utilizada como argumento para a possível escolha de uma candidatura de Tebet por PSDB, MDB e Cidadania. Uma das justificativas é que a senadora tem menor rejeição. Doria tem reclamado que não teve acesso aos dados. O choro do tucano, no entanto, não deve demover os aliados. </p>



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			</item>
		<item>
		<title>Bruno Farias integra grupo que conduzirá a formação da federação entre Cidadania e PSDB</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/bruno-farias-integra-grupo-que-conduzira-a-formacao-da-federacao-entre-cidadania-e-psdb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 17:55:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O vereador de João Pessoa, Bruno Farias, foi um dos escolhidos para coordenar os próximos passos da federação partidária que será formada entre Cidadania e PSDB. A indicação foi feita pela Direção Nacional do Cidadania, sigla à qual o parlamentar é filiado há mais de uma década. O trabalho prevê, entre outras coisas, o reflexo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O vereador de João Pessoa, Bruno Farias, foi um dos escolhidos para coordenar os próximos passos da federação partidária que será formada entre Cidadania e PSDB. A indicação foi feita pela Direção Nacional do Cidadania, sigla à qual o parlamentar é filiado há mais de uma década. O trabalho prevê, entre outras coisas, o reflexo do alinhamento na Paraíba, estado onde o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) é candidato ao governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de confirmar a decisão, Farias se apressou em dizer que a posição seguida por ele não mudará o alinhamento com o prefeito Cícero Lucena (PP). “Sigo como líder do prefeito (na Câmara de João Pessoa) e reitero que vou caminhar cuidadosamente pela sua orientação nas eleições de 2022, mantendo os princípios de coerência que sempre pautaram minha carreira”, disse o vereador. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A designação de Bruno Farias como um dos responsáveis por conduzir a federação foi feita pelo presidente nacional da legenda, o ex-senador Roberto Freire (SP). Com a federação, Cidadania e PSDB funcionarão como um único partido e as regras valerão também para a eleição municipal, em 2024. </p>



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		<title>João Azevêdo deixa o Cidadania em caso de federação do partido dele com PSDB, apostam aliados e adversários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jan 2022 15:06:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma bolsa de apostas se formou em torno do futuro político do governador João Azevêdo (Cidadania). O motivo é a perspectiva de formação de uma federação envolvendo o atual partido dele e um PSDB repleto de expoentes da oposição na Paraíba. Caso efetivamente isso ocorra, quem muda de partido, considerando que os dois grupos são [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma bolsa de apostas se formou em torno do futuro político do governador João Azevêdo (Cidadania). O motivo é a perspectiva de formação de uma federação envolvendo o atual partido dele e um PSDB repleto de expoentes da oposição na Paraíba. Caso efetivamente isso ocorra, quem muda de partido, considerando que os dois grupos são antagônicos e não conseguiriam conviver de forma harmoniosa? Lideranças tucanas e até mesmo aliados do gestor acreditam que o melhor caminho seria João Azevêdo trocar de sigla. Os destinos sugeridos seriam o retorno ao PSB ou migração para o PSD.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista recente, o deputado federal e virtual candidato ao governo, Pedro Cunha Lima (PSDB), apostou na tese de saída do governador. Ela é sustentada por outras lideranças locais ligadas à sigla tucana. A visão do presidente estadual do Cidadania, Ronaldo Guerra, porém, é outra. O secretário-chefe de Gabinete do governador entende que uma possível federação deve dar ao gestor o comando das ações sobre o PSDB e o Cidadania no Estado. E aí, neste caso, os incomodados que se mudem. Entenda-se por incomodado o grupo hoje cristalizado como principal oposição a Azevêdo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista inclui Pedro Cunha Lima, mas também os deputados federais Ruy Carneiro e Edna Henrique, além dos estaduais Tovar Correia Lima e Camila Toscano. Isso porque a convivência deles num mesmo guarda-chuva seria improvável. Os dois partidos são adversários no plano estadual e também no plano municipal. As regras da federação impõem que haja espelhamento também nas eleições municipais. Os dois partidos se confrontaram em praticamente todo o estado em 2020, com o Cidadania elegendo 42 prefeitos e o PSDB, 23. Junto com os deputados, certamente muitos dos prefeitos seguiriam pela porta de saída do partido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Herdaríamos uma massa falida&#8221;, disse uma liderança governista ao analisar o cenário. Isso ocorreria porque um dos pressupostos para a formação de uma federação e que funcionaria como &#8220;regra de ouro&#8221; é que o partido que comanda o Estado assumiria o controle da &#8220;junção&#8221; no contexto local. Os tucanos enxergam de uma outra forma. Eles lembram que a legislação que dá suporte à criação da federação prevê a construção de um estatuto único, com regras a serem definidas pelos partidos e chanceladas pela Justiça Eleitoral. &#8220;Não existe regra de ouro, nem de prata, nem de bronze. A regra será criada ainda&#8221;, disse um deputado tucano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ingrediente que dificulta o entendimento tem sido lembrado tanto por governistas como por oposicionistas. No plano nacional, o PSDB pretende bancar a candidatura do governador de São Paulo, João Dória. Na Paraíba, João Azevêdo demonstra interesse em um palanque conjunto com o ex-presidente Lula (PT). Apesar de as disputas locais serem, em geral, relativamente descoladas na nacional, dificilmente o PSDB concordará com a &#8220;traição&#8221; paraibana. Isso poderá dificultar a vida do governador na construção interna dos entendimentos. Outro ponto é que João desaloja os tucanos no Estado, mas ganha pouco com isso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E tem coisa mais grave. As discussões entre PSDB e Cidadania envolvem, também, a possibilidade de uma incorporação do partido do governador pela sigla tucana. Isso seria ainda mais difícil de administrar. A preço de hoje, as discussões sobre a formação da federação estão 80% encaminhadas, segundo lideranças dos dois partidos. A regra prevê também que o fechamento do acordo, caso ocorra, se dê até o mês de março, quando se abre a janela para a transferência partidária. De um lado ou do outro, a debandada em caso de acerto final será inevitável. </p>



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		<title>Pedro Cunha Lima deve trocar de partido caso PSDB forme federação partidária com o Cidadania de João Azevêdo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pedro-cunha-lima-deve-trocar-de-partido-caso-psdb-forme-federacao-partidaria-com-o-cidadania-de-joao-azevedo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2021 20:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[candidato]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Cunha Lima]]></category>
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					<description><![CDATA[No último sábado (25), publiquei matéria neste espaço dizendo que a federação partidária que está sendo discutida entre PSDB e Cidadania poderia colocar o governador João Azevêdo (Cidadania) e o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) no mesmo palanque. As reações foram imediatas. O chefe de Gabinete do Estado, Ronaldo Guerra, que também é presidente [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">No último sábado (25), publiquei matéria neste espaço dizendo que a federação partidária que está sendo discutida entre PSDB e Cidadania poderia colocar o governador João Azevêdo (Cidadania) e o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) no mesmo palanque. As reações foram imediatas. O chefe de Gabinete do Estado, Ronaldo Guerra, que também é presidente estadual do Cidadania, correu a responder com um &#8220;nunca!&#8221; Passados dois dias, chega a vez de o próprio Pedro dizer em entrevista à rádio Arapuan que mudará de partido caso haja a composição e o governador não decida ele mesmo trocar de sigla. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática de lado a lado indica que há mais divergências que convergências entre as lideranças e que, principalmente, ninguém pretende arredar o pé da disputa. Daí surge duas vertentes: João deixa o Cidadania ou Pedro deixa o PSDB? Eu diria que tudo vai estar atrelado ao projeto nacional ao qual os dois se alinhem. Mesmo Pedro anunciando que deixará o ninho tucano para ter a liberdade de disputar o governo, não é absurdo imaginar João Azevêdo deixando o Cidadania. Isso ocorrerá caso a permanência no partido inviabilize o alinhamento nacional buscado com o PT do ex-presidente Lula. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para João Azevêdo, uma federação unindo PSDB e Cidadania traria como peso a obrigação de apoiar o palanque do pré-candidato a presidente, João Dória. O governador de São Paulo ganhou as prévias internas no partido e pretende disputar a Presidência contra o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), e o ex-presidente Lula. O petista é o preferido pelo governador paraibano para compor a aliança visando as eleições deste ano. Ele tem o apoio de parte do partido, na Paraíba, enquanto uma outra parcela da sigla pensa em candidatura própria, investindo no nome do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um caminho ventilado para João Azevêdo nos papos políticos é o PSD, presidido no estado pelo ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. O ex-gestor e João Azevêdo têm dialogado sobre a possiblidade de aliança. O apoio dele é desejado também ipelo primo, Pedro Cunha Lima. A sinalização de Rodrigues, no entanto, parece seguir em direção ao staff do atual governador. Os desdobramentos para o ano que vem parecem previsíveis, apesar do efeito surpresa que compõe toda análise política. O que se tem para hoje, gritado aos quatro ventos, é que João Azevêdo e Pedro Cunha Lima serão adversários em 2022. </p>



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