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	<title>psd &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Em meio a articulações, Wellington Roberto e Mersinho podem pintar no PSD</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/em-meio-a-articulacoes-wellington-roberto-e-mersinho-podem-pintar-no-psd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 12:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[mersinho]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
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					<description><![CDATA[A semana de articulações em Brasília poderá levar os deputados federais Wellington Roberto (PL) e Mersinho Lucena (PP) para o PSD de Gilberto Kassab (SP). As conversas ocorreram em meio a discussões, também, sobre a filiação do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), ao MDB. O gestor pessoense passou a semana dividindo o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A semana de articulações em Brasília poderá levar os deputados federais Wellington Roberto (PL) e Mersinho Lucena (PP) para o PSD de Gilberto Kassab (SP). As conversas ocorreram em meio a discussões, também, sobre a filiação do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido), ao MDB. O gestor pessoense passou a semana dividindo o tempo entre reuniões em ministérios para discutir o envio de recursos para a capital e encontros com lideranças políticas visando as eleições do ano que vem. O gestor trabalha para disputar o governo do Estado em 2026. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O PSD, na Paraíba, é comandado pelo ex-deputado federal Pedro Cunha Lima, que também trabalha para se lançar na disputa pelo governo em 26. Ele concorreu com o governador João Azevêdo (PSB) em 2022 e chegou ao segundo turno, em uma eleição que parecia definida em prol do socialista ainda no primeiro turno. Para o próximo pleito, no entanto, há quem diga na oposição que ele poderá ser vice na chapa a ser encabeçada por Cícero ou disputará uma vaga na Câmara dos Deputados, abrindo espaço para que Romero Rodrigues (Podemos) componha a chapa com o gestor pessoense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento de Wellington e Mersinho, portanto, faz parte do processo de aproximação do grupo cicerista com o comandado pelo ex-governador Cássio Cunha Lima (PSD), pai de Pedro. Essa aproximação, diga-se de passagem, inclui o processo de afastamento do gestor em relação à base governista. O grupo comandado por João Azevêdo já tem Lucas Ribeiro (PP) como candidato e isso foi explicitado previamente para Cícero Lucena. Por causa disso, ele comunicou ao governador sua saída do antigo partido e passou a se aproximar de setores da oposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação sobre uma eventual filiação de Wellington e Mersinho ao PSD, no entanto, não deve ocorrer agora, já que ambos têm até abril do ano que vem para fazê-lo. Mersinho, vale ressaltar, disse que deve oficializar a mudança de sigla no momento da janela partidária, em março de 2026, quando os titulares de cargos proporcionais (deputados estaduais e federais) poderão fazê-lo sem risco de terem o mandato contestado. Até lá, a tendência é que as articulações se multipliquem. </p>



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		<title>Kassab abre o partido para todos os gostos: de ex-prefeito à influencer com 15 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 15:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[influencers]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD de Gilberto Kassab resolveu misturar todas as tribos para 2026. De um lado, influencers com milhões de seguidores. Do outro, políticos que conhecem os corredores do Congresso de olhos fechados. O pacote mais midiático da leva? MC Gui — cantor, boxeador, piloto da Nascar, condenado por danos morais e, agora, aspirante à vida [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O PSD de Gilberto Kassab resolveu misturar todas as tribos para 2026. De um lado, influencers com milhões de seguidores. Do outro, políticos que conhecem os corredores do Congresso de olhos fechados. O pacote mais midiático da leva? MC Gui — cantor, boxeador, piloto da Nascar, condenado por danos morais e, agora, aspirante à vida pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com mais de 15 milhões de seguidores, o novo filiado apareceu no card de boas-vindas do partido com a promessa de trabalhar por “ações sociais e ajuda às comunidades carentes”. Resta saber se a popularidade digital vai resistir ao teste da urna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PSD também filiou a professora e jornalista Paola Machado e o médico Fernando Gomes, que comanda o ambulatório de doenças do envelhecimento no Hospital das Clínicas e acumula mais de 2 milhões de seguidores nas redes. A lógica é simples: se tem público, tem potencial de voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nem só de likes vive a política. O partido também deu abrigo a nomes bem mais rodados: o ex-senador Heráclito Fortes (PI), o ex-prefeito de Araraquara Roberto Massafera, o ex-vice Coca Ferraz e o ex-vereador Diogo Pernoca engrossam a ala tradicional da legenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No meio do caminho, empresários, advogados e executivos também pegaram carona: Maciel da Rocha (alimentação), Rodrigo Spada (presidente da Febrafite), Ale Soares (advogado), Bruna Ituassu (médica), além dos executivos Erick Gomes, Robson Coringa e Dázio Vasconcelos.</p>



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		<title>Pedro Cunha Lima assume comando do PSD na Paraíba com aval de Kassab</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pedro-cunha-lima-assume-comando-do-psd-na-paraiba-com-aval-de-kassab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Cunha Lima]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
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					<description><![CDATA[​A nova composição do diretório estadual do PSD na Paraíba será oficialmente apresentada na manhã desta segunda-feira (28), em João Pessoa. O ex-deputado federal Pedro Cunha Lima assume a presidência do partido no estado, após articulação conduzida com o aval do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab.​ Com o movimento, o PSD paraibano passa a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">​A nova composição do diretório estadual do PSD na Paraíba será oficialmente apresentada na manhã desta segunda-feira (28), em João Pessoa. O ex-deputado federal Pedro Cunha Lima assume a presidência do partido no estado, após articulação conduzida com o aval do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o movimento, o PSD paraibano passa a ser liderado por nomes ligados ao grupo político dos Cunha Lima e por ex-integrantes do PSDB, partido ao qual Pedro era filiado. A nova direção inclui Julyana Soares Ribeiro e Janaína Silva Araújo nas vice-presidências e Matheus França Costa de Almeida como secretário-geral. Completam a executiva Dawan Lincoln de Sousa Alves (primeiro-tesoureiro), Fábio Araújo Viana (segundo-tesoureiro) e Joel Moura Filho (vogal).​</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimônia de oficialização contará com a presença de Gilberto Kassab e ocorre em meio a um cenário de movimentações internas que devem impactar as estratégias eleitorais do partido para 2026.</p>



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		<title>Chegada do PSD fortalece oposição para 2026 e grupo deve ter mais tempo de TV que candidato de João</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/chegada-do-psd-fortalece-oposicao-para-2026-e-grupo-deve-ter-mais-tempo-de-tv-que-candidato-de-joao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 10:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[fortalecido]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[As filiações de Pedro e Cássio Cunha Lima ao PSD, anunciadas nesta semana, tendem a provocar uma grande mudança na correlação de forças no Estado, visando as eleições do ano que vem. Os dois são, respectivamente, ex-deputado federal e ex-senador, e fazem planos para o retorno à política. O que muda em relação a 2022, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">As filiações de Pedro e Cássio Cunha Lima ao PSD, anunciadas nesta semana, tendem a provocar uma grande mudança na correlação de forças no Estado, visando as eleições do ano que vem. Os dois são, respectivamente, ex-deputado federal e ex-senador, e fazem planos para o retorno à política. O que muda em relação a 2022, quando Pedro disputou o comando do governo do Estado e foi derrotado, é a base de apoio que agora se apresenta para dar sustentação à postulação do agora ex-tucano. Muito provavelmente, a oposição terá mais tempo de TV que os governistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Explico: em 2022, Pedro entrou na corrida eleitoral com uma candidatura desacreditada e cresceu durante a campanha, levando a disputa para o segundo turno. Com uma maior base de apoio e com a caneta na mão, o governador João Azevêdo (PSB) conseguiu ser efetivo na reta final e foi reeleito. Ele conquistou 1.184.799 votos (52,33%), contra 1.079.450 votos (47,67%)  do então tucano Pedro Cunha Lima. O quadro agora muda porque o PSD, que tem 42 deputados federais na Câmara Federal, sai da base governista e vai para a oposição. A senadora Daniella Ribeiro, inclusive, anunciou a desfiliação da sigla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E não para por aí. Ao PSD são somadas siglas fortalecidas como União Brasil (59 deputados), MDB (42), PRD e o resultado da provável fusão de Podemos, PSDB e Cidadania, o que deve contribuir com mais 30 deputados federais. Isso sem falar na possibilidade de aliança, ainda no primeiro turno, com o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro, que tem 99 deputados. Esta última aliança vai depender de uma necessária antecipação de apoio a quem se apresentar como candidato da extrema-direita. Na eleição passada, Pedro evitou a antecipação de apoios, procurando não ser ligado nem ao presidente Lula nem a Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as eleições do ano que em, ainda não está claro quem será o candidato da oposição, nem se toda essa articulação será confirmada. Apesar disso, três nomes despontam como potenciais para a disputa. São eles, o próprio Pedro Cunha Lima, o ex-governador e ex-senador Cássio Cunha Lima e ainda o senador Efraim Filho, do União Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da base governista, os nomes mais cotados são o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP); o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), caso ele assuma o governo; o presidente da Assembleia, Adriano Galdino (Republicanos), ou Deusdete Queiroga (PSB), caso João Azevêdo decida por uma solução caseira e queira se manter no governo até o fim da gestão. Atualmente, a tendência é que ele dispute o Senado. Em todos os casos, o cenário eleitoral para 2026 é mais espinhoso que o de 2022. </p>



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		<title>PSD lamenta desfiliação de Daniella, agradece contribuição e diz que convidará Pedro para comandar o partido</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/psd-lamenta-desfiliacao-de-daniella-agradece-contribuicao-e-diz-que-convidara-pedro-para-comandar-o-partido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 16:43:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[daniella]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
		<category><![CDATA[ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A direção nacional do PSD divulgou nota nesta quarta-feira (12) lamentando a saída da senadora Daniella Ribeiro do partido. A parlamentar comunicou que deixará a sigla por ter dificuldade de convivência política com o grupo Cunha Lima. Ela é a atual presidente da agremiação e recebeu apelo para permanecer onde estava. O desconforto para a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A direção nacional do PSD divulgou nota nesta quarta-feira (12) lamentando a saída d<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/em-meio-a-aproximacao-dos-cunha-lima-com-o-psd-daniella-ribeiro-anuncia-desfiliacao-do-partido/">a senadora Daniella Ribeiro do partido.</a> A parlamentar comunicou que deixará a sigla por ter dificuldade de convivência política com o grupo Cunha Lima. Ela é a atual presidente da agremiação e recebeu apelo para permanecer onde estava. O desconforto para a parlamentar surgiu com o anúncio, pela direção do partido, da filiação do ex-senador Cássio Cunha Lima e do ex-deputado Pedro Cunha Lima, que deixam os quadros do PSDB no Estado. Os dois são adversários políticos de Daniella. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O PSD lamenta a desfiliação da senadora Daniella Ribeiro, que realiza um excelente mandato em defesa dos interesses paraibanos e brasileiros. Foi responsável por importantes contribuições para o desenvolvimento do PSD no Estado da Paraíba e o partido certamente sentirá falta de sua presença e seus posicionamentos firmes na bancada no Senado&#8221;, disse a nota emitida pela assessoria da agremiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Diante do anúncio da desfiliação, a direção nacional do PSD convidará Pedro Cunha Lima para assumir a direção do partido na Paraíba&#8221;, ressaltou a nota.</p>



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		<title>PSD filia ex-vereadores de João Pessoa e foca composição de bancada na Câmara da Capital</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/psd-filia-ex-vereadores-de-joao-pessoa-e-foca-composicao-de-bancada-na-camara-da-capital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Dec 2023 16:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[disputa]]></category>
		<category><![CDATA[filiação]]></category>
		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD realizou neste sábado (16) evento de filiação de lideranças visando a disputa eleitoral de 2024, em João Pessoa. O partido será comandado por Antônio Alves, mais conhecido por Arroz. A solenidade foi comandada pela senadora Daniella Ribeiro, presidente do partido no âmbito estadual. Estiveram presentes, também, o prefeito Cícero Lucena (PP), o vice-governador [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O PSD realizou neste sábado (16) evento de filiação de lideranças visando a disputa eleitoral de 2024, em João Pessoa. O partido será comandado por Antônio Alves, mais conhecido por Arroz. A solenidade foi comandada pela senadora Daniella Ribeiro, presidente do partido no âmbito estadual. Estiveram presentes, também, o prefeito Cícero Lucena (PP), o vice-governador Lucas Ribeiro (PP) e o presidente da Câmara de João Pessoa, Dinho Dowsley (Avante). Este último, em seu discurso, lembrou o deputado federal Rômulo Gouveia (já falecido), peça chave nas articulações para a criação do partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O partido anunciou a filiação, neste sábado, de lideranças como os ex-vereadores Tavinho Santos, Amadeu Rodrigues e Fernando Grotão. Coube a Dinho, no papel de convidado, dar as boas-vindas aos ex-parlamentares. Ele lembrou que para o ano que vem, a Câmara terá duas vagas a mais e brincou ao dizer que &#8220;essas duas já têm dono&#8221; e que &#8220;são do PSD&#8221;. O parlamentar pessoense aproveitou para agradecer, também, a Cícero Lucena por ele ter abraçado pautas como a revitalização do Centro Histórico e a bolsa proposta para beneficiar cuidadores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O PSD foi o primeiro partido a anunciar apoio à reeleição do prefeito Cícero Lucena, que tentará se manter no poder no próximo pleito. A sigla filiou 50 lideranças neste sábado, mas preferiu não revelar todos os nomes por questões estratégicas. O partido da senadora Daniella Ribeiro trabalha, também, com a perspectiva de lançamento de candidatura própria em Campina Grande no ano que vem. A parlamentar tem o nome cotado para a empreitada. </p>



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		<item>
		<title>Aliados de João Azevêdo dizem que destino partidário do governador será definido ainda neste mês</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/aliados-de-joao-azevedo-dizem-que-destino-partidario-do-governador-sera-definido-ainda-neste-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 12:06:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[psb]]></category>
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					<description><![CDATA[A dualidade expectativa versus realidade tem incomodado o staff do governador João Azevêdo (Cidadania). O grupo gostaria de ter mais tempo para definir o destino do gestor, para qual partido ele deve se mudar ou se permanece onde está. Acontece que o modelo de eleições com 45 dias de duração tem apressado a busca por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A dualidade expectativa versus realidade tem incomodado o staff do governador João Azevêdo (Cidadania). O grupo gostaria de ter mais tempo para definir o destino do gestor, para qual partido ele deve se mudar ou se permanece onde está. Acontece que o modelo de eleições com 45 dias de duração tem apressado a busca por uma definição. Isso porque há convites de partidos na mesa e variáveis a ser apreciadas. As três possibilidades principais são a permanência no Cidadania ou mudança para PSD ou PSB. Em todos os casos, o governador mantém a disposição de ceder o palanque para o ex-presidente Lula (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe cenário perfeito, mas um conjunto de vantagens e desvantagens em cada uma das opções. A permanência no Cidadania vai depender da formação ou não de uma federação com o PSDB. Em caso positivo, vamos para o passo seguinte: com quem fica o comando do bloco? Se com o grupo de João Azevêdo, os tucanos baterão em retirada, já que trabalham pela candidatura ao governo do deputado federal Pedro Cunha Lima. Se ficar com Pedro, já que ele não se opõe à candidatura de João Dória à Presidência, o grupo de João sai. Menos provável, mas ainda possível, seria João com o comando e sem a obrigação de votar em Dória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no caso do PSD, há convite do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. A sigla não deve ter candidato à Presidência da República. O nome do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), perdeu força. Kassab andou cortejando o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), mas tudo indica que ele não vai topar a parada. Daí, restaria a João Azevêdo resolver o racha interno do partido. O ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, flertou o grupo de Azevêdo, mas recuou e voltou para Pedro. O que ninguém contesta é que se João se filiar, parte do PSD segue Romero para o PSDB e João assume o partido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, e com um cenário mais tranquilo, estaria o PSB. A sigla é o antigo lar do governador e ele não teria dificuldades para o retorno. O presidente estadual da sigla, Gervásio Maia, tem feito um trabalho de reaproximação do governador. Ele era mais alinhado ao ex-governador Ricarado Coutinho, porém, a proximidade foi transformada troca de acusações após a explosão das denúncias da operação Calvário, com denúncias do Ministério Público da Paraíba. Ao blog, um dos auxiliares mais próximos ao governador disse que até a segunda quinzena deste mês o quadro estará definido. A conferir. </p>



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		<title>João Azevêdo terá reunião virtual com Kassab, mas PSD não é o único destino provável do governador</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-tera-reuniao-virtual-com-kassab-mas-psd-nao-e-o-unico-destino-provavel-do-governador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 10:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
		<category><![CDATA[kassab]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (Cidadania) vai se reunir nesta terça-feira (1º) com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab (SP). O prato principal da conversa será uma possível filiação do gestor paraibano na legenda. O movimento provocaria uma dança das cadeiras na sigla, hoje comandada pelo ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. O ex-gestor chegou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (Cidadania) vai se reunir nesta terça-feira (1º) com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab (SP). O prato principal da conversa será uma possível filiação do gestor paraibano na legenda. O movimento provocaria uma dança das cadeiras na sigla, hoje comandada pelo ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. O ex-gestor chegou a ensaiar uma aproximação com o governador, mas recusou para apoiar a pré-candidatura de Pedro Cunha Lima (PSDB). Caso João e seu grupo se filiem ao PSD, a situação de Rodrigues ficará insustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As articulações para a aproximação entre João Azevêdo e Gilberto Kassab estão sendo feitas por Eva Gouveia, secretária Executiva de Articulação Política do Estado. A viúva do ex-deputado Rômulo Gouveia chegou a levar para reunião com o governador vários filiados ao partido e aliados de Romero, em movimento ocorrido antes de o ex-prefeito bater em retirada do que seria uma aliança com o governador. As costuras feitas pela secretária visam a possibilidade de filiação do governador ao PSD, partido que faz movimento nacionalmente visando uma aproximação com o ex-presidente Lula (PT), virtual candidato a presidente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os caminhos que podem ser seguidos pelo governador ainda são acompanhados de uma grande interrogação. Entre os aliados mais próximos, o sentimento é o de que não haverá possibilidade de permanência no Cidadania em caso da construção de uma federação com o PSDB. A sigla, aqui na Paraíba, é controlada pelo PSDB do deputado federal Pedro Cunha Lima. Mesmo que o grupo fique sob o controle de João Azevêdo, será inevitável a desfiliação de grande parte das lideranças. Os grupos são antagônicos em praticamente todos os municípios. Além disso, Azevêdo não apoiaria João Dória, pré-candidato do partido a presidente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o caminho mais tranquilo seria o desembarque do Cidadania. Os destinos mais palatáveis seriam PSD ou PSB. Uma destas legendas, inclusive, deve abrigar o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (ex-PSDB). O ex-tucano é cotado para vice de Lula. O alinhamento, inevitavelmente, traria o ex-presidente Lula para o palanque de João Azevêdo, apesar da resistência de parte dos petistas no Estado. De acordo com informações de bastidores, a definição sobre o destino de João Azevêdo deve sair nos próximos 15 dias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento dos governistas é o de que as articulações e os movimentos visando as eleições precisam ser definidos com brevidade, dado o período curto para a campanha eleitoral. Atualmente, são apenas 45 dias, o que os candidatos acham pouco para a construção de uma candidatura. Além de João Azevêdo, são lembrados como potenciais candidatos a vice-governadora Lígia Feliciano (PDT), o deputado federal Pedro Cunha Lima, o comunicador Nilvan Ferreira (PTB), e o ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT). </p>



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		<title>Movimento de Rodrigo Pacheco rumo ao PSD impacta Romero, mas dificilmente o partido terá candidato a presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 11:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[filiação]]></category>
		<category><![CDATA[prejuízo]]></category>
		<category><![CDATA[psd]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo pacheco]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O movimento do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), rumo ao PSD de Gilberto Kassab (SP) deve trazer impactos para as pretensões do ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, que pretende disputar o governo pela sigla. O ex-gestor tem dialogado com deputados e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Paraíba, visando a criação de uma trincheira para enfrentar o governador João Azevêdo (Cidadania). A lógica é que se o morador da Granja Santana se aproxima do ex-presidente Lula (PT), a regra do jogo empurra Rodrigues para Bolsonaro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema nessa equação é justamente o surgimento do fator Rodrigo Pacheco. O senador tem encontrado dificuldades para o crescimento no DEM e vê a ida para o PSD como possibilidade de um salto na ainda curta carreira política. Se você me perguntar se eu acho que ele será candidato, vou dizer que não. A eleição para o próximo ano tende a ser mais desidratada em termos de candidaturas. O surgimento de uma terceira via não parece uma coisa muito fácil de acontecer. Muitos dos cotados antes para a disputa já perceberam isso e correram. A polarização entre Lula e Bolsonaro gera dificuldades para um nome novo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, o movimento de uma pré-candidatuta nacional, no caso de Pacheco, tende a impor dificuldades para as questões paroquiais. Como vai ser a conversa de Romero Rodrigues com bolsonaristas como o deputado Cabo Gilberto (PSL) e o comunicador Nilvan Ferreira (PTB)? Ele receberia apoio e ofereceria o quê? E é ainda pior. Quem garante que o partido de Kassab não vai usar uma eventual candidatura de Pacheco para depois pular o muro rumo à postulação do ex-presidente Lula? São questões difíceis de responder hoje. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os partidos do centrão, a disputa de cargos majoritários não é prioridade. E por um motivo simples: elas são caras e têm pouca perspectiva de sucesso. Melhor investir na eleição de deputados federais, o que contribui para a formação do índice para ter mais recursos do fundo eleitoral. O movimento de Rodrigo Pacheco, neste momento, traz apenas prejuízos para Romero Rodrigues. </p>



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