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	<title>prioridade &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Mulheres em situação de violência terão prioridade em processos no TJPB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 10:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O caso das agressões domésticas do paraibano DJ Ivis contra a influencer Pâmela Hollanda causou mais do que apenas indignação em todo o Brasil. Ele fez com que os órgãos de proteção acelerassem mudanças. Uma das decisões favoráveis às mulheres foi a adotada pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Saulo Benevides. O desembargador [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O caso das agressões domésticas do paraibano DJ Ivis contra a influencer Pâmela Hollanda causou mais do que apenas indignação em todo o Brasil. Ele fez com que os órgãos de proteção acelerassem mudanças. Uma das decisões favoráveis às mulheres foi a adotada pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Saulo Benevides. O desembargador  determinou que os processos de violência doméstica serão incluídos entre aqueles que devem ser cumpridos com prioridade, via oficiais de justiça. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a decisão, ele homologou o parecer da juíza auxiliar da vice-presidência do Tribunal de Justiça, Michelini Jatobá. A decisão atende a um pedido de providência da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência do Poder Judiciário estadual, que tem como coordenadora a juíza Anna Carla Falcão da Cunha Lima Alves. O processo administrativo também é assinado pelos juízes Antônio Gonçalves Ribeiro Júnior (titular do Juizado de Violência Doméstica de Campina Grande) e Caroline Silvestrini de Campos Rocha (titular da 2ª Vara Mista da Comarca de Sousa), também coordenadores da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência do TJPB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É cediço que o implemento das intimações via aplicativos de mensagens tem prestado substancial ajuda na tramitação dos processos e viabilizado o cumprimento de alguns atos processuais, contudo, os processos submetidos à competência da violência doméstica guardam algumas particularidades como a alteração de endereço e números telefônicos pelas vítimas, até como forma de salvaguardarem-se de seus agressores”, pontua uma das parte do processo administrativo deferido pelo presidente do TJPB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido de providência altera o Ato da Presidência nº 12/2021 e pontua, ainda, a determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), quando da realização da Justiça Pela Paz em Casa, que acontecerá entre os dias 16 e 20 de agosto. Em seu parecer, a juíza Micheline Jatobá destacou que a recente Lei nº 13.894/2019, alterou o Código de Processo Civil (CPC), determinando que os processos judiciais em que uma das partes seja vítima de violência doméstica e familiar devem ter prioridade de tramitação, em qualquer juízo ou tribunal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A legislação vem reconhecer, assim, que a solução dos casos que envolvem violência doméstica e familiar deve tramitar mais celeremente, diante da necessidade de preservar não somente a integridade física e psíquica das vítimas, mas a própria estabilidade da família, em suas relações”, sustentou a magistrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Micheline Jatobá continua dizendo que a prioridade no trâmite deve abranger todos os seus atos e termos, pois somente assim se mostrará uma ferramenta eficiente para a ruptura do ciclo de violência doméstica e familiar, que afeta milhares de mulheres no Brasil e centenas, na Paraíba. “A demora na tramitação é fator pernicioso, que agrava a situação de vulnerabilidade dessas vítimas e que são penalizadas pelos seus agressores pelo simples fato de levarem seus dramas pessoais ao conhecimento das autoridades”, argumentou a magistrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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