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	<title>polícia civil &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Polícia Civil descobre &#8216;imobiliária do crime&#8217;, tocada por traficantes que expulsam moradores de condomínios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 12:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma operação da Polícia Civil da Paraíba escancarou um drama cada vez mais comum em condomínios da Região Metropolitana de João Pessoa: a atuação de uma verdadeira “imobiliária do crime”, operada por facções que não apenas vendem entorpecentes, mas também controlam apartamentos como se fossem donos legítimos. A operação deflagrada nos condomínios Canaã e São [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma operação da Polícia Civil da Paraíba escancarou um drama cada vez mais comum em condomínios da Região Metropolitana de João Pessoa: a atuação de uma verdadeira “imobiliária do crime”, operada por facções que não apenas vendem entorpecentes, mas também controlam apartamentos como se fossem donos legítimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação deflagrada nos condomínios Canaã e São Rafael, no Bairro das Indústrias, revelou que traficantes têm expulsado moradores de suas próprias casas para lucrar com aluguéis ilegais. “Eles tomam o imóvel e passam a gerir como um negócio, seja para armazenar drogas, seja para alugar e tirar dinheiro dos outros”, afirmou o delegado Alan Terruel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esquema é tão perverso quanto organizado: apartamentos financiados por bancos viram moeda nas mãos das facções. Os proprietários são intimidados ou obrigados a sair, enquanto intermediários, como corretores de fachada, colocam os imóveis no mercado sem que ninguém desconfie da origem criminosa do “negócio”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta manhã, a Polícia Civil cumpriu 10 mandados de busca e apreensão para frear a atuação do grupo. As investigações continuam para identificar todos os envolvidos nessa engrenagem, que transforma a vida de famílias em tragédia e a moradia em ferramenta de poder para o tráfico.</p>



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		<title>Acusado de assediar mulheres em feiras públicas é preso após monitoramento da Polícia Civil</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/acusado-de-assediar-mulheres-em-feiras-publicas-e-preso-apos-monitoramento-da-policia-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 15:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[preso]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil prendeu em flagrante, nessa quinta-feira (29), um homem acusado de praticar ataques contra mulheres na cidade de Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba. Ele é suspeito de envolvimento em pelo menos 20 casos de assédio e ameaça. O trabalho investigativo foi conduzido pela equipe coordenada pelo delegado Sylvio Rabello. Segundo as investigações, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil prendeu em flagrante, nessa quinta-feira (29), um homem acusado de praticar ataques contra mulheres na cidade de Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba. Ele é suspeito de envolvimento em pelo menos 20 casos de assédio e ameaça. O trabalho investigativo foi conduzido pela equipe coordenada pelo delegado Sylvio Rabello.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as investigações, o homem costumava frequentar a feira pública da cidade. Lá, invadia banheiros femininos, se masturbava diante das vítimas e, em alguns casos, as ameaçava com uma faca. Após os ataques, deixava a cidade por um tempo e só retornava semanas depois, o que dificultava a sua localização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, ele voltou a Mamanguape e alugou uma casa vizinha à residência de uma família com quatro mulheres. Passou a observar a rotina das moradoras, especialmente do banheiro. Uma das vítimas flagrou a tentativa de invasão e procurou a delegacia. A denúncia levou à prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O acusado já vinha sendo monitorado. A denúncia feita por uma das vítimas foi fundamental para confirmar os indícios e viabilizar a prisão”, explicou o delegado Sylvio Rabello. Ele destacou ainda a relevância do canal de denúncias anônimas da Polícia Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suspeito está custodiado na Delegacia de Mamanguape, à disposição da Justiça. A polícia acredita que mais vítimas possam aparecer nos próximos dias. O caso segue em investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Denúncias podem ser feitas de forma sigilosa pelo número 197, da Polícia Civil.</p>



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		<title>Ministério Público aponta defasagem de 5,6 mil policiais civis e ajuíza ação contra o Estado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-aponta-defasagem-de-56-mil-policiais-civis-e-ajuiza-acao-contra-o-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 19:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cobra]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Estadual (MPPB) ajuizou uma ação civil pública em face do Estado da Paraíba para obrigá-lo a suprir o déficit de policiais na estrutura da Polícia Civil. O objetivo, segundo o órgão, é garantir o direito fundamental à segurança pública e a eficiência da administração pública. Dados de 2024 revelam que apenas 2.289 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Estadual (MPPB) ajuizou uma ação civil pública em face do Estado da Paraíba para obrigá-lo a suprir o déficit de policiais na estrutura da Polícia Civil. O objetivo, segundo o órgão, é garantir o direito fundamental à segurança pública e a eficiência da administração pública. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados de 2024 revelam que apenas 2.289 policiais civis estavam em atividade na Paraíba, quando a Lei Estadual 8.672/2008 prevê um contingente de 7.925 profissionais. Em razão disso, o MPPB requereu tutela de urgência para que seja feita a convocação imediata dos candidatos aprovados dentro do ponto de corte no último concurso para a corporação para que eles realizem o Curso de Formação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi proposta pelos promotores de Justiça que atuam no Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap/MPPB), Cláudia de Souza Cavalcanti Bezerra Viegas (coordenadora), Túlio César Fernandes Neves e Cláudio Antônio Cavalcanti. Ela tramita na 4ª Vara de Fazenda Pública da Capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explicaram os integrantes do Ncap, a ação é um desdobramento de processo aberto após o recebimento de denúncia anônimas. Segundo os promotores de Justiça, a investigação constatou o déficit de profissionais, apesar do concurso realizado em 2021. Isso porque o certame previa apenas 1.400 vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo com todas essas nomeações, a defasagem ainda persistiria. Além disso, o Estado limitou as nomeações aos aprovados dentro do número de vagas do edital, deixando de convocar candidatos classificados no ponto de corte, impedindo que eles realizassem o Curso de Formação e pudessem ser posteriormente nomeados. A cláusula de barreira do edital impede a convocação de todos os aprovados e prejudica o preenchimento do quadro de servidores. A defasagem de policiais civis prejudica a elucidação de crimes, com apenas 42% dos homicídios sendo solucionados no estado. É urgente a ampliação do efetivo da Polícia Civil para que sejam garantidos a investigação adequada dos crimes e o combate à impunidade”, explicou o promotor de Justiça Túlio Fernandes.</p>



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		<title>Gaeco e Polícia Civil deflagram operação contra acusados de tráfico de drogas, de armas e lavagem de dinheiro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/gaeco-e-policia-civil-deflagram-operacao-contra-acusados-de-trafico-de-drogas-de-armas-e-lavagem-de-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba e a Polícias Civis da Paraíba e do Rio de Janeiro desencadearam, nesta quarta-feira (19), a operação Renita. A ação mira uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, de armas de fogo, homicídios e lavagem de dinheiro. O grupo, de acordo com as investigações, tem atuação nas cidades de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba e a Polícias Civis da Paraíba e do Rio de Janeiro desencadearam, nesta quarta-feira (19), a operação Renita. A ação mira uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, de armas de fogo, homicídios e lavagem de dinheiro. O grupo, de acordo com as investigações, tem atuação nas cidades de Bayeux, Santa Rita, João Pessoa e Cabedelo, todas cidades da Região Metropolitana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, estão sendo cumpridos 38 mandados de prisão preventiva e 50 mandados de busca e apreensão nas cidades de Bayeux, Cabedelo, João Pessoa, Santa Rita, Gurinhém e no Rio de Janeiro. Todos foram expedidos pela 2ª Vara de Entorpecentes da Capital. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação é coordenada pela Polícia Civil em parceria com a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Unidade de Inteligência Policial (Unitepol) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba. As investigações continuam em andamento e outras medidas poderão ser adotadas, conforme o desenrolar dos fatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cidade do Rio de Janeiro, estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva com o apoio operacional da Polícia Civil do Rio de Janeiro. As investigações começaram há cerca de um ano desde a chegada de facção carioca na região metropolitana e que desencadeou uma série de homicídios decorrente de disputas por áreas dominadas pelo tráfico de drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Renita” significa resiliência, resistência, persistência, obstinação e esse é o compromisso da Polícia Civil e do Ministério Público com a sociedade paraibana para combater a criminalidade e garantir a paz e a tranquilidade da população.</p>



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		<title>Gaeco desencadeia operação e cumpre mandados contra lideranças comunitárias envolvidas a fações criminosas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/gaeco-desencadeia-operacao-e-cumpre-mandados-contra-liderancas-comunitarias-envolvidas-a-facoes-criminosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 11:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[grupos criminosos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), desencadeou nesta quinta-feira (30) a operação Hemera, que visa o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra lideranças comunitárias ligadas a grupos criminosos. A ação é feita em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Militar, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), desencadeou nesta quinta-feira (30) a operação Hemera, que visa o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra lideranças comunitárias ligadas a grupos criminosos. A ação é feita em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Militar, com autorização do Tribunal de Justiça da Paraíba. A iniciativa Tribunal de Justiça da Paraíba. O grupo, de acordo com MPPB, estaria envolvido em uma série de delitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação visa responsabilizar os suspeitos por uma gama de crimes, incluindo estelionato (art. 171, § 2º, I, CP), falsidade ideológica (art. 299, CP), invasão de propriedade (art. 161 do Código Penal), furto de energia (art. 1º, § 1º, da Lei nº 12.850/2013), constituição e integração de organização criminosa (art. 2º, caput da Lei 12.850/13), além de outros crimes conexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Muitos destes também se introjetam nos ambientes públicos, através dos seus padrinhos políticos, que em razão desta simbiose, com facções, com movimentos sociais, pretendem que eles tenham bases e que aí então se perpetuem no poder. O que é extremamente grave. O que está acontecendo é extremamente grave. E estas áreas com domínio territorial são infelizmente recorrentes e revelam a putrefação do Estado&#8221;, disse o coordenador do Gaeco, Octávio Paulo Neto, se referindo à suposta relação dos suspeitos com o poder público de &#8220;simbiose espúria e criminosa&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Investigações apontam que os delitos são perpetrados por um grupo que se disfarça sob a fachada de liderança social, utilizando-se de bandeiras legítimas para estabelecer alianças com facções criminosas. O objetivo é invadir territórios, tanto públicos quanto privados, desalojando moradores e angariando recursos financeiros através de atividades ilícitas, promovendo assim a expansão e fortalecimento de seu domínio territorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, estão sendo executados seis mandados judiciais de busca e apreensão na cidade de João Pessoa-PB. A operação mobiliza 15 equipes formadas por integrantes do Gaeco, PMPB e PCPB, totalizando aproximadamente 58 agentes de segurança pública empenhados nesta ação de combate ao crime organizado. Mais informações poderão ser dadas pelos órgãos caso haja necessidade de informar a população sobre a ação conjunta.</p>



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		<item>
		<title>Filho 04 de Bolsonaro é alvo de operação que investiga grupo suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/filho-04-de-bolsonaro-e-alvo-de-operacao-que-investiga-grupo-de-estelionato-e-lavagem-de-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 11:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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		<category><![CDATA[jair renan]]></category>
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					<description><![CDATA[O filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (24). Além de Jair Renan Bolsonaro, a Polícia Civil do Distrito Federal bateu na porta de dois outros suspeitos de envolvimento em suposto esquema de de estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (24). Além de Jair Renan Bolsonaro, a Polícia Civil do Distrito Federal bateu na porta de dois outros suspeitos de envolvimento em suposto esquema de de estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/cicero-lucena-concentra-agenda-no-bairro-do-valentina/">. De olho na reeleição, Cícero Lucena concentra agenda no bairro do Valentina</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-mp-que-aumenta-salario-minimo-e-amplia-isencao-do-ir/">. Câmara aprova MP que aumenta salário mínimo e amplia isenção do IR</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há dois mandados em dois endereços ligados Jair Renan: um apartamento em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, e outra no Sudoeste, área nobre de Brasília. Ao todo, os agentes cumprem cinco mandados de busca e apreensão de dois de prisão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os alvos da operação está o instrutor de tiros de Jair Renan, Maciel Carvalho, de 41 anos, considerado o mentor do esquema. Ele já foi alvo de duas outras ações da Polícia Civil do Distrito Federal, com as operações &#8216;&#8221;Succedere&#8221; e &#8220;Falso Coach&#8221;. Maciel foi preso durante a operação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo agiria a partir de um laranja e de empresas fantasmas, usadas pelo alvo da operação desta quinta-feira e seus comparsas. A apuração da reportagem aponta ainda que o grupo usava a falsa identidade de Antônio Amâncio Alves Mandarrari, usada para abertura de conta bancária e proprietário de pessoas jurídicas usadas como laranjas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigados teriam forjado relações de faturamento e outros documentos das empresas investigadas, usando dados de contadores sem o consentimento deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação é conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Gaeco, PF e PC desencadeiam operação contra suspeitos de estimular ataques em escolas na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-libertatis-gaeco-pf-e-pc-desencadeiam-operacao-contra-suspeitos-de-estimular-ataques-em-escolas-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 11:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Combate a Crimes Cibernéticos; o Grupo de Operações Especiais Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), e a Polícia Federal (PF) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (03/05) a Operação Libertatis. Trata-se de continuação de operação anterior realizada junto ao Ministério da Justiça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Combate a Crimes Cibernéticos; o Grupo de Operações Especiais Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), e a Polícia Federal (PF) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (03/05) a Operação Libertatis. Trata-se de continuação de operação anterior realizada junto ao Ministério da Justiça para a suspensão da rede social Volo. A plataforma digital estava sendo utilizada por usuários para aterrorizar a população, com informações falsas e extremistas sobre massacres nas escolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, sendo um na sede de uma empresa na cidade de João Pessoa, suspeita de hospedar o domínio da rede social Volo. Quatro pessoas foram alvos de buscas, sendo três na cidade de Campina Grande e uma no município de Lagoa Seca. Elas são suspeitas de criar perfis falsos na rede social, utilizando dados falsos para disseminar mensagens extremistas de apologia a vários crimes, em especial ataques a escolas, sempre com justificativa do uso de liberdade de expressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações continuam em andamento e outras medidas poderão ser adotadas, conforme o desenrolar dos fatos. A Polícia Civil, o Ministério Público e a Polícia Federal reiteram o compromisso com a sociedade de combater a criminalidade e garantir a paz e a tranquilidade da população. Outras informações de interesse social sobre a operação poderão ser divulgadas oportunamente à imprensa. (com informações do MPPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Polícia Civil da Paraíba cria canal para denúncias anônimas sobre ameaças e ataques a escolas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-civil-da-paraiba-cria-canal-para-denuncias-anonimas-sobre-ameacas-e-ataques-a-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 19:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil da Paraíba lançou nesta quarta-feira, 12 de abril, uma ferramenta de denúncia anônima para contribuir com investigações que levem à prisão de pessoas envolvidas em ameças e ataques a escolas no estado. Denominado Escola Segura, o projeto é interligado ao site 197.pc.pb.gov.br que já recebe denúncias anônimas para os demais crimes. No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil da Paraíba lançou nesta quarta-feira, 12 de abril, uma ferramenta de denúncia anônima para contribuir com investigações que levem à prisão de pessoas envolvidas em ameças e ataques a escolas no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Denominado Escola Segura, o projeto é interligado ao site 197.pc.pb.gov.br que já recebe denúncias anônimas para os demais crimes. No endereço eletrônico, o usuário da ferramenta deve clicar no link específico e fazer o registro. O procedimento é absolutamente seguro e sigiloso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o delegado-geral, André Rabelo, o espaço destinado exclusivamente para esse tipo de denúncia vai agilizar as investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Porque, dessa forma, nós centralizamos os dados em um ambiente virtual específico, único, com as informações que nos ajudem a chegar aos criminosos&#8221;, disse Rabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil está investigando todos os fatos que tenham ligação com eventuais ameaças às escolas da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A internet não é mundo sem lei. Ela deixa rastros e nós sabermos como chegar aos autores desse tipo de crime&#8221;, concluiu André Rabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Secom-PB</p>



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		<title>Gaeco e PC revelam que delegado e advogada cobravam propina via cartão de crédito para &#8216;livrar&#8217; criminosos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/gaeco-e-pc-revelam-que-delegado-e-advogada-cobravam-propina-via-cartao-de-credito-para-livrar-criminosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 16:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">A operação Proditor, desencadeada em conjunto por Polícia Civil e Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), revelou um novo modus operandi na execução do crime: a cobrança de propina via cartão de crédito. Entre os alvos da investigação estão um delegado, um escrivão e uma advogada, esta última responsável pela arrecadação do dinheiro para o pagamento do esquema criminoso. De acordo com as investigações, o esquema serviu até para livrar traficante da prisão em flagrante. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação desencadeada nesta sexta-feira (10) teve o objetivo foi dar cumprimento a 14 mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão, em quatro cidades da Paraíba e de Pernambuco. Até o momento, a investigação aponta para 10 pessoas, sendo um delegado, um escrivão, sete agentes e uma advogada. De acordo com a PC e o Gaeco, apurou-se que os investigados acertavam entre eles o recebimento de valores indevidos para falsear a verdade em procedimentos policiais. O material apreendido poderá fornecer elementos capazes de alcançar outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram encontrados, durante a investigação, elementos probatórios indicadores da prática de crimes de corrupção, peculato e extorsão, entre outros. Na operação, foi constatado que as propinas dirigidas a agentes públicos eram coletadas pela advogada, por meio de uma maquineta de cartão de crédito, possibilitando, inclusive, o parcelamento, logicamente com juros, para que não fosse lavrado os autos de prisão em flagrante e demais atos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão sendo cumpridos mandados judiciais em dezesseis locais, nas cidades paraibanas de João Pessoa, Santa Rita, Bayeux, além de Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. A operação conta com a participação de 96 agentes públicos, sendo 13 delegados de Polícia, 57 agentes e escrivães, além de 26 integrantes do Gaeco.</p>



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		<title>Justiça suspende concurso da Polícia Civil e determina mudança em edital</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-suspende-concurso-da-policia-civil-e-determina-mudancas-em-edital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 11:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma decisão liminar da 4ª Vara da Fazenda Pública da capital determinou, nesta quinta-feira (3), a suspensão do concurso público da Polícia Civil da Paraíba. A parte atingida pela medida é a relacionada aos cargos de Perito Oficial Médico-Legal Especialista: Psiquiatria e Patologia. Ao todo, 50 vagas estavam sendo ofertadas no certame. A juíza Luciana [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma decisão liminar da 4ª Vara da Fazenda Pública da capital determinou, nesta quinta-feira (3), a suspensão do concurso público da Polícia Civil da Paraíba. A parte atingida pela medida é a relacionada aos cargos de Perito Oficial Médico-Legal Especialista: Psiquiatria e Patologia. Ao todo, 50 vagas estavam sendo ofertadas no certame. A juíza Luciana Celle Gomes de Morais Rodrigues acatou, na decisão, a pedido formulado pelo Sindicato dos Médicos da Paraíba e pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). </p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades pediram a adequação das vagas do concurso público da Polícia Civil para os cargos de Perito Oficial Médico-Legal. Na ação civil pública, o Simed questionou o fato de o edital dividir as duas áreas. A alegação é a de que em certames anteriores não havia subdivisão. Na ação, de novembro de 2021, o sindicato defende que o concurso respeite a Lei Orgânica e Estatuto da Polícia Civil (Lei Complementar n° 85/2008), que não traz essa divisão diferenciando o Perito Oficial Médico-Legal Geral do Perito Oficial Médico-Legal especialista em Psiquiatria e Patologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade informa que os artigos 250 e 251 da referida lei estabelece como única condição para ocupação do cargo a formação em nível superior em Medicina. Isso impediria que edital criasse cargo específico que exija título de especialista como requisito adicional para a posse. A juíza, ao analisar o caso, entendeu que o edital do concurso faz subdivisão de vagas de maneira equivocada. “É preciso ter-se em mente que a norma editalícia deve se pautar em conformidade com a legislação atinente ao caso, sobretudo no que diz respeito aos requisitos exigidos para preenchimento dos cargos”, disse a magistrada na decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O concurso da Polícia Civil da Paraíba teve as provas aplicadas entre os dias 13 e 20 de fevereiro deste ano. Ao todo, foram oferecidas 1.400 vagas para nível superior para diversos cargos. Foram 95.424 inscritos no certame.</p>



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