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	<title>poder &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Áudios de Mauro Cid em poder da PF alertam sobre risco de escândalo em &#8216;rachadinha&#8217; para pagar despesas de Michelle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 May 2023 14:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[Áudios em poder da Polícia Federal devem trazer novas preocupações para a família Bolsonaro. Nos diálogos revelados pelo Uol, o ex-ajudante de ordem da Presidência da República na época em que Jair Bolsonaro (PL) comandava o país faz referências a suposta &#8220;rachadinha&#8221; para o pagamento de despesas da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A presidente do PL [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Áudios em poder da Polícia Federal devem trazer novas preocupações para a família Bolsonaro. Nos diálogos revelados pelo Uol, o ex-ajudante de ordem da Presidência da República na época em que Jair Bolsonaro (PL) comandava o país faz referências a suposta &#8220;rachadinha&#8221; para o pagamento de despesas da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. A presidente do PL Mulher teria usado durante vários anos o cartão de crédito de uma assessora parlamentar do Senado para o pagamento de despesas dela. Nos diálogos, Cid orienta assessoras a convencê-la a fazer um cartão no nome dela. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As conversas foram interceptadas pela Polícia Federal por meio da quebra de sigilo das comunicações de Mauro Cid, preso no dia 3 de maio por suspeitas de fraudar certificados de vacina da covid-19. A PF fez uma devassa nas transações financeiras de Mauro Cid e auxiliares do Palácio do Planalto e chegou a indícios da existência de um esquema de desvios de recursos públicos com o objetivo de bancar despesas da ex-primeira-dama. Ele mesmo, nos áudios, fala em fazer os depósitos para custear as despesas pessoais de Michelle Bolsonaro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório de análise da PF, revelado pelo Uol, os diálogos revelam a existência de uma &#8220;dinâmica sobre os depósitos em dinheiro para as contas de terceiros e a orientação de não deixar registros e impossibilidades de transferências&#8221;. A investigação detectou que a primeira-dama Michelle Bolsonaro usava um cartão de crédito vinculado à conta de uma amiga sua, Rosimary Cardoso Cordeiro, que era assessora parlamentar no Senado. Ao realizar quebras de sigilo bancário de Mauro Cid e outros funcionários do Planalto, a PF detectou depósitos em dinheiro vivo para Rosimary com o objetivo de custear as despesas com o cartão de crédito, tentando ocultar a origem dos recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, duas assessoras da primeira-dama, Cintia Borba Nogueira e Giselle dos Santos Carneiro da Silva, conversaram entre si e com Mauro Cid manifestando preocupação sobre irregularidades no pagamento de despesas de Michelle.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja o diálogo entre elas e Mauro Cid</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Então hoje é essa situação do cartão realmente é um pouco preocupante. O que eu sugiro para você é o seguinte. No momento que você for despachar com ela, é esse assunto. Você pode falar com ela assim sutilmente, né? (…) Mas eu acho que você poderia falar assim: dona Michelle, que é que a senhora acha da gente fazer um cartão para a senhora? Um cartão independente da Caixa. Pra evitar que a gente fique na dependência da Rosy. E aí a gente pode controlar melhor aqui as contas. (…) Pode alertá-las o seguinte, que isso pode dar problema futuramente, se algum dia, Deus o livre, a imprensa descobre que ela é dependente da Rose, pode gerar algum problema.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cintia Borba Nogueira</strong> (30/10/2020), em áudio enviado a Giselle Carneiro</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Coronel, bom dia. Ontem eu conversei com a senhora Adriana para saber se ela tinha falado com a dona Michelle né. Ela falou que conversou. Explicou, falou todos os problemas, preocupações, né. (…). Mas então o resultado foi que a dona Michelle ficou pensativa. Segundo a dona Adriana, ficou pensativa, mas que vai continuar com o cartão. E ela falou que tem, tem os comprovantes assim, né? Que esse cartão já era bem antes do presidente ser eleito. Mas de qualquer maneira, a dona Adriana falou que ela ficou pensativa, né? Ontem mesmo já fizemos uma compra, mas foi em outro cartão. Então eu estou vendo que realmente tá sendo de pouco uso o da Caixa. Mas por enquanto é isso. Obrigada, tchau.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Giselle Carneiro (25/11/2020)</strong>, em áudio enviado ao tenente-coronel Mauro Cid</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Giselle, mas ainda não é o ideal isso não tá? O Cordeiro conversou com ela, tá, também. E ela ficou com a pulga atrás da orelha mesmo: tá, é? É. É a mesma coisa do Flávio. O problema não é quando! É como deputado, rachadinha, essas coisas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mauro Cid</strong> (25/11/2020), em áudio enviado a Giselle</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se ela perguntar pra você ou falar alguma coisa ou comentar, é importante ressaltar com ela que é o comprovante que ela tem. É um comprovante de depósito, é comprovante de pagamento. Não é um comprovante dela pagando nem do presidente pagando. Entendeu? É um comprovante que alguém tá pagando. Tanto que a gente saca o dinheiro e dá pra ela pagar ou sei lá quem paga ali. Então não tem como comprovar que esse dinheiro efetivamente sai da conta do presidente. O Ministério Público, quando pegar isso aí, vai fazer a mesma coisa que fez com o Flávio, vai dizer que tem uma assessora de um senador aliado do presidente, que está dando rachadinha, tá dando a parte do dinheiro para Michelle.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mauro Cid </strong>(25/11/2020), em segundo áudio enviado a Giselle</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;E isso sem contar a imprensa que quando a imprensa caiu de pau em cima, vai vender essa narrativa. Pode ser que nunca aconteça? Pode. Mas pode ser que amanhã, um mês, um ano ou quando ele terminar o mandato dele, isso venha à tona.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mauro Cid</strong> (25/11/2020), em terceiro áudio enviado a Giselle</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;E sobre as flores da Patrícia Abravanel, ela falou que é para o Cid fazer o pagamento. Mas ele tinha me falado na semana passada que quando for esses pagamentos de terceiros, é pra gente pegar o dinheiro com ele e fazer o pagamento por aqui, tá? Então eu vou pedir para ele para sacar esse dinheiro e peço o Vanderlei para pegar lá para a gente fazer o… Vai ter que ser feito um depósito, né? No número daquela conta que você me passou, tá?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cintia Borba </strong>(4/10/2021), em áudio enviado a Giselle</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Giselle, bom dia! É, é esse, esse pagamento, o coronel tinha passado para a gente, mas eu acho que esse banco digital a gente não consegue fazer pagamento. E transferência nós não podemos fazer. Então vê o que que nós podemos fazer. Se entregamos o dinheiro para vocês. Ou se você tem alguma outra conta, Banco do Brasil, alguma coisa que a gente possa fazer o depósito, tá bom Giselle? Bom dia aí, obrigado.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Osmar Crivelatti </strong>(8/11/2021), militar subordinado a Mauro Cid na Ajudância de Ordens, em áudio enviado a Giselle</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Boa noite, Vand e Cintía. PD (Primeira-dama) falou, eu perguntei para ela se ela queria transferir Pix, né? Tanto para Bia. Daí, ela falou: não, vamos fazer agora tudo depósito, que, aí pede pro Vanderlei fazer o depósito, a gente consegue o dinheiro e faz o depósito. Só que ela não falou como conseguiu o dinheiro, se o dinheiro está com ela, se a gente pega na AJO. Não falou, tá? Ela falou que assim não fica registrado nada, vamos fazer depósito. Então a gente tem que começar a ter esse hábito do depósito, então né?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Giselle Carneiro </strong>(30/11/2021), em áudio enviado a Cíntia, assessora do Planalto, e pessoa de nome Vanderlei</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outro lado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pelo Uol, o advogado de Mauro Cid, Bernardo Fenelon, afirmou que &#8220;a defesa técnica, por respeito ao Supremo Tribunal Federal, se manifestará apenas nos autos do processo&#8221;. Também procurada, a assessoria da ex-primeira-dama Michelle não respondeu até a publicação desta matéria.Em nota publicada em rede social, o ex-secretário de Comunicação e advogado Fábio Wajngarten afirmou que &#8220;não há nada de ilegal nas transações efetuadas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Conforme já amplamente explicado, os pagamentos de fornecedores informais, pequenos prestadores de serviços, eram feitos em dinheiro afim de proteger dados do presidente. Muitos sequer sabiam que o contratante/tomador dos serviços era a primeira-dama&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do Uol</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Solon Benevides lança livro sobre facções criminosas e ideologia de poder no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 22:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O advogado paraibano Solon Benevides lança nesta terça-feira (10) o livro &#8221; Investigación Postdoctoral: Facções Criminosas e Ideologia de Poder no Brasil&#8221;. A obra, publicada pela Editora UFPB, é resultante da atuação do autor como advogado na área de Direito Constitucional e Penal e como membro do Conselho Penitenciário do Estado da Paraíba no quadriênio de 2017 a 2021 e agora renovado até 2025. A solenidade ocorrerá às 15h, de forma presencial, mas também transmitida pelo Youtube da instituição de ensino. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência fez o autor despertar para a preocupação nacional relativa à atuação das organizações criminosas no Brasil, em especial em razão de se perceber a ocupação de cargos políticos por seus membros – fenômeno chamado de “ideologia de poder”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro possibilita que o leitor conheça os principais aspectos das organizações criminosas: conceito, características, espécies e atividades desenvolvidas por elas, bem como sobre as raízes do crime organizado que, no Brasil, é um tema controvertido, porém, a origem remonta ao cangaço, que atuou em cidades do Sertão nordestino, em especial Alagoas, Pernambuco e Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor detalha ainda as maiores organizações criminosas no Brasil – Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) – e relata a ruptura ocorrida entre elas. A obra explora o crescimento das facções criminosas e ideologia de poder por meio de acontecimentos históricos relativos ao constitucionalismo e à democracia brasileira, tendo em vista que as instabilidades nesse meio não permitiram o amadurecimento das instituições políticas e, assim, deu-se espaço para o surgimento das organizações criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas, por sua vez, segundo o escritor, atuam, no Brasil, de forma exógena, na tentativa de corrupção de policiais, de membros do Ministério Público ou do próprio Judiciário para garantir a impunidade dos seus integrantes e, de forma endógena, quando se busca poder econômico subvertendo as instituições, seja por meio de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, superfaturamento de obras e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Solon Benevides, a obra é fruto do mundo jurídico, enfaticamente do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da UFPB, onde ele é professor, bem como do empenho da ex-reitora da UFPB, Profa. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz, e do atual reitor, Prof. Valdiney Veloso Gouveia, pela providência da edição e do lançamento do livro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capa da obra é assinada pelo “gênio que o Brasil exportou”, Flávio Tavares, e a apresentação do escrito é de autoria do Professor de Direito e delegado da Polícia Federal e chefe da divisão de repressão à corrupção daquela instituição, Fabiano Emidio de Lucena Martins. Solon Benevides ressalta sua “profunda gratidão pela colaboração de todos para o surgimento dessa obra”, a qual “tem como objetivo maior colaborar com o conhecimento prático e acadêmico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da assessoria da UFPB</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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