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	<title>personal &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>TJPB mantém suspensão de lei que proibia academias de cobrarem personal trainers pelo uso de suas instalações</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 20:32:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) manteve, nesta quarta-feira (29), a decisão liminar que suspendeu parte da lei estadual que proibia academias e outros estabelecimentos de cobrarem de profissionais de saúde e de educação física pelo uso de suas instalações. A decisão foi confirmada pelo Órgão Especial da Corte, por maioria de votos, referendando [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) manteve, nesta quarta-feira (29), a decisão liminar que suspendeu parte da lei estadual  que proibia academias e outros estabelecimentos de cobrarem de profissionais de saúde e de educação física pelo uso de suas instalações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi confirmada pelo Órgão Especial da Corte, por maioria de votos, referendando a liminar concedida anteriormente pela desembargadora <strong>Túlia Neves</strong>. O caso é analisado em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pelo <strong>Sindicato das Academias e Empresas de Prática Esportiva da Paraíba (SADEPE-PB)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade sustenta que a lei estadual invadiu competência exclusiva da União, ao legislar sobre <strong>direito civil</strong> e <strong>condições para o exercício profissional</strong>, e ainda afronta princípios constitucionais como <strong>propriedade privada</strong>, <strong>livre concorrência</strong> e <strong>livre iniciativa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o sindicato argumenta que o Estado não pode interferir em relações contratuais entre academias e profissionais, já que se trata de uma relação <strong>civil e não de consumo</strong>. Segundo o SADEPE, a interpretação da norma vinha sendo ampliada por órgãos de fiscalização — como o PROCON-JP —, que chegaram a proibir academias de cobrar pelo uso de seus espaços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao manter a liminar, a desembargadora relatora Túlia Neves reconheceu a presença dos requisitos jurídicos necessários: o <em>fumus boni iuris</em> (plausibilidade do direito invocado) e o <em>periculum in mora</em> (risco de dano na demora).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, ela destacou que a lei, “ao pretender regulamentar relações privadas sob o pretexto de proteção ao consumidor, aparenta invadir a esfera legislativa da União”. A magistrada também observou que a medida impõe restrições econômicas que podem comprometer a sustentabilidade das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Diante da densidade dos argumentos apresentados e do risco de lesão grave e de difícil reparação aos estabelecimentos representados pelo sindicato autor, a concessão da medida liminar é medida que se impõe”, afirmou a relatora. Com a decisão do Órgão Especial, <strong>os efeitos da Lei nº 13.694/2025 seguem suspensos</strong> até o julgamento definitivo da ação.</p>



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