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	<title>pedido &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Deputado paraibano assina pedido de impeachment do ministro Flávio Dino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 18:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[alvo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal paraibano Cabo Gilberto (PL) é um dos 44 parlamentares que assinaram um pedido de abertura de processo de impeachment contra o ministro Flávio Dino (Justiça). A lista inclui ainda parlamentares que integram partidos da base do presidente Lula (PT), a exemplo de MDB, PSD e União Brasil. As siglas, juntas, lideram oito [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal paraibano Cabo Gilberto (PL) é um dos 44 parlamentares que assinaram um pedido de abertura de processo de impeachment contra o ministro Flávio Dino (Justiça). A lista inclui ainda parlamentares que integram partidos da base do presidente Lula (PT), a exemplo de MDB, PSD e União Brasil. As siglas, juntas, lideram oito ministérios. Mas a maioria absoluta dos assinantes são filiados ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições do ano passado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento para o pedido foi o não ter envia das imagens do dia 8 de janeiro em sua completude para a CPI que investiga os atos no Congresso Nacional. As solicitações foram feitas pelo presidente da comissão, o deputado Arthur Maia (União-BA). Dino respondeu que parte delas foi apagada pela prestadora de serviço que faz o monitoramento das filmagens. Isso porque o contrato não previa o armazenamento por um longo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, segundo o ministro, só estava preservado o que foi solicitado anteriormente pelas autoridades policiais. A justificativa, no entanto, não convenceu a oposição que alega que o não envio &#8220;comprova&#8221; que houve &#8220;fortes indícios de conduta ativa para exclusão das imagens&#8221;. Neste contexto, tenta enquadrar o ministro no crime de Fraude Processual. Apesar do barulho, sem maioria na Câmara, o pedido tende a não prosperar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Flávio Dino foi, certamente, o mais convocado entre os auxiliares do presidente Lula para dar explicações no Congresso. Em todos os casos, usou de ironia frente às perguntas dos deputados e senadores da oposição, rebatendo todos os pontos das críticas apresentadas pelos interlocutores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja quem assinou o pedido:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja lista de assinantes:<br>Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP)<br>Coronel Assis (UNIÃO/MT)<br>Rodrigo Valadares (UNIÃO/SE)<br>Mauricio Marcon (PODE/RS)<br>Sivia Waiãpi (PL/AP)<br>Carla Zambeli (PL/SP)<br>General Girão (PL/RN)<br>Coronel Chisóstomó (PL/RO)<br>Dr Frederico (PATRIOTA/MG)<br>Messias Donato (REPUBLICANOS/ES)<br>Capitão Alden (PL/BA)<br>Nikolas Ferreira (PL/MG)<br>Junio Amaral (PL/MG)<br>Bia Kicis (PL/DF)<br>Zucco (REPUBLICANOS/RS)<br>Dr. Jaziel (PL/CE)<br>Zé Trovão (PL/SC)<br>Daniel Freitas (PL/SC)<br>Delegado Caveira (PL/PA)<br>Gilvan da Federal (PL/ES)<br>Maurício do Vôlei (PL/MG)<br>Marcos Pollon (PL/MS)<br>Marcelo Moraes (PL/RS)<br>André Fernandes (PL/CE)<br>Evair Vieira de Melo (PP/ES)<br>Delegado Éder Mauro (PL/PA)<br>Amália Barros (PL/MT)<br>Bibo Nunes (PL/RS)<br>Cabo Gilberto Silva (PL/PB)<br>Adilson Barroso (PL/SP)<br>Sargento Gonçalves (PL/RN)<br>Mario Frias (PL/SP)<br>Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)<br>Marcio Alvino (PL/SP)<br>Sanderson (PL/RS)<br>Gustavo Gayer (PL/GO)<br>Pezenti (MDB/SC)<br>Coronel Meira (PL/PE)<br>Roberta Roma (PL/BA)<br>Julia Zanatta (PL-SC)<br>Caroline de Tori (PL-SC)<br>Sargento Fahur (PSD/PR)<br>Pastor Eurico (PL-PE)<br>Daniela Reinehr (PL-SC)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>MPF reforça pedido de liminar para que Justiça suspenda matrícula do reitor da UFPB por meio do sistema de cotas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-reforca-pedido-de-liminar-para-que-justica-suspenda-matricula-do-reitor-da-ufpb-por-meio-do-sistema-de-cotas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 10:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[pedido]]></category>
		<category><![CDATA[Ufpb]]></category>
		<category><![CDATA[valdiney veloso]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) reforçou, na semana passada, o pedido de liminar em ação civil pública movida contra o reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Valdiney Velôso Gouveia. Na petição, distribuída para a 3ª Vara da Justiça Federal, a procuradora da República, Janaína Andrade, pede que a universidade seja obrigada a excluir Velôso [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) reforçou, na semana passada, o pedido de liminar em ação civil pública movida contra o reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Valdiney Velôso Gouveia. Na petição, distribuída para a 3ª Vara da Justiça Federal, a procuradora da República, Janaína Andrade, pede que a universidade seja obrigada a excluir Velôso da lista de aprovados para o curso de Engenharia de Produção da instituição, bem como desconsidere a aprovação dele no Sisu (Sistema de Seleção Unificada), <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-processa-valdiney-veloso-e-pede-que-justica-mande-ufpb-cancelar-matricula-do-reitor-conseguida-atraves-de-cota/">conseguida por meio do uso do sistema de cotas</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recente posicionamento da procuradora ocorreu em resposta a citação feita pelo juízo da 3ª Vara da Justiça Federal, direcionada ao reitor, à universidade e ao MPF. Destes, apenas o reitor não se pronunciou, ficando a defesa da manutenção da matrícula a cargo da instituição de ensino comandada pelo próprio Valdiney Veloso. Entre os argumentos apresentados, a instituição alegou a inexistência de irregularidade na seleção que beneficiou o reitor e suposto &#8220;descabimento da ação civil pública&#8221; e &#8220;ilegitimidade ativa do Ministério Público Federal&#8221; para propor a demanda judicial. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Velôso foi aprovado no Sisu 2022 com o uso do benefício destinado a candidatos oriundos da rede pública de ensino. O reitor fez 638,9 pontos e gerou polêmica na comunidade universitária. O movimento do dirigente para se beneficiar com o regime de cotas fez com que o candidato Erick Rangel, de 17 anos, ficasse sem a vaga na instituição de ensino. O jovem passou a integrar a lista de espera do curso de Engenharia de Produção.&nbsp;<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-abre-investigacao-contra-reitor-da-ufpb-por-usar-politica-de-cota-em-aprovacao-no-sisu/">Rangel mora na Bahia e a situação dele foi um dos fatos alegados pelo MPF para a abertura da investigação através de uma Notícia de Fato.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Ação Civil Pública, a procuradora entende que houve mal uso do sistema de cotas, que, na visão dela, enquanto ação afirmativa, tem o objetivo de “facilitar o acesso ao ensino superior de pessoas que, em decorrência de suas condições sócio-econômicas, egressos de escolas públicas, teriam presumida dificuldade de concorrer em igualdade com os demais concluintes do 2º grau”. Na visão dela, o reitor da UFPB não&nbsp;<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-aponta-ilegalidade-e-recomenda-que-ufpb-nao-efetive-matricula-do-reitor-aprovado-com-uso-do-regime-de-cotas/">pode ser enquadrado neste quesito, mesmo tendo concluído o ensino médio em escola pública, pelo fato de ter outras graduações já concluídas, inclusive através do ensino público</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tese do Ministério Público foi contestada, em resposta à Justiça, pela Universidade Federal da Paraíba. A instituição alega que para &#8220;estas cotas (no edital do SISU, as cotas L5), não se admite análise subjetiva de condições econômicas e/ou sociais de cada candidato. Tampouco se pode investigar outros requisitos, como ter graduação prévia. Existem vários tipos de cotas na Lei, com diferentes requisitos. Nesta cota específica, o requisito é único e objetivo: ser egresso de escola pública&#8221;. Diz ainda que a aprovação respeitou todo o disposto no edital que regulamenta a seleção. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No pedido de liminar, reforçado na semana passada, o MPF pede que a UFPB se abstenha de realizar a matrícula do atual reitor da instituição no Curso de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira &#8211; Bacharelado &#8211; Noturno &#8211; 2º Semestre da UFPB; exclua Valdiney Velôso da lista de aprovados e determine à Universidade Federal da Paraíba que, desconsiderando &#8220;a aprovação de VALDINEY VELÔSO GOUVEIA, proceda com a matrícula do aluno que se encontre melhor classificado na lista de aprovados pelo sistema<br>de cotas àqueles candidatos que, independentemente da renda, tenham cursado o ensino médio em escolas públicas&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os pronunciamentos das partes, resta à Justiça Federal decidir sobre a manutenção ou não da matrícula do reitor. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Bolsonaro esquece Luís Barroso e pede impeachment de Alexandre de Moraes</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/bolsonaro-esquece-luis-barroso-e-pede-impeachment-de-alexandre-de-moraes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 22:17:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alxandre de moraes]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) arrumou um inimigo para chamar de seu no Supremo Tribunal Federal (STF). Depois de semanas de tensionamento com Luís Roberto Barroso, que preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele voltou suas atenções para o ministro Alexandre de Moraes, justamente o que mais ameaça o núcleo bolsonarista. Ele é autor [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) arrumou um inimigo para chamar de seu no Supremo Tribunal Federal (STF). Depois de semanas de tensionamento com Luís Roberto Barroso, que preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele voltou suas atenções para o ministro Alexandre de Moraes, justamente o que mais ameaça o núcleo bolsonarista. Ele é autor das decisões que determinaram a prisão do ex-deputado Roberto Jefferson e a busca e apreensão em endereços de Sérgio Reis. Por isso, o magistrado virou alvo de pedido de impeachment impetrado pelo presidente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um funcionário do Palácio do Planalto entregou nesta sexta-feira (20) ao Senado o pedido. O pedido foi protocolado no fim da tarde. A pretensão inicial do presidente era inserir Barroso no pedido, mas ele recusou, por ora. O presidente alega que os dois extrapolam os limites constitucionais. A movimentação gerou uma crise entre os poderes. O presidente do Supremo, Luiz Fux, chegou a cancelar a participação em uma reunião entre os poderes que teria a participação do presidente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vinham atuando como bombeiros. As articulações caíram por terra depois das decisões de Moraes contra bolsonaristas. No pedido, Bolsonaro requer a destituição de Alexandre de Moraes da condição de ministro do Supremo Tribunal Federal e a inabilitação de dele para exercício de função pública durante oito anos. A tramitação do pedido depende de decisão do presidente do Senado. O parlamentar já disse que a análise do pedido &#8220;não é algo recomendável&#8221; para o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jair Bolsonaro viajou na manhã desta sexta para Iporanga, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Um interlocutor do presidente afirmou que auxiliares do Planalto conseguiram convencê-lo a não ir pessoalmente ao Senado para fazer a entrega do pedido. Bolsonaro é investigado em cinco inquéritos — quatro no Supremo Tribunal Federal e um no Tribunal Superior Eleitoral.</p>



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