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	<title>partido &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>51% dos prefeitos paraibano candidatos à reeleição mudaram de partido para a disputa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 10:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[disputa]]></category>
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		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos prefeitos paraibanos que podem e estão dispostos a disputar a reeleição trocou de partido para isso. A informação faz parte de levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado nesta quinta-feira (15). Os números apontam que 73 gestores paraibanos pretendem submeter o nome novamente à avaliação popular, de um total de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos prefeitos paraibanos que podem e estão dispostos a disputar a reeleição trocou de partido para isso. A informação faz parte de levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado nesta quinta-feira (15). Os números apontam que 73 gestores paraibanos pretendem submeter o nome novamente à avaliação popular, de um total de 81. Ou seja, há oito que não vão para a disputa pelos mais diversos motivos. Entre os alegados estão &#8220;falta de vontade&#8221; e &#8220;impedimento judicial&#8221;. Os números paraibanos são maiores que os nacionais. O PSB, com 22, será o partido com mais candidatos à reeleição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números foram apresentados pelo presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. No plano nacional, a pesquisa ouviu 80% dos gestores que podem se reeleger nas prefeituras brasileiras (2.753 dos 3.450) e 34% informaram a mudança de partido visando às eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já quanto ao comportamento na campanha eleitoral, a CNM questionou o que traz melhores resultados na disputa municipal, na avaliação dos gestores (que puderam escolher mais de uma opção). Entre os que responderam, 83% apontaram ações em redes sociais particulares, 74,3% deles disseram apoio político de autoridades estaduais e federais e 71,8% listaram contato direto (corpo a corpo) na campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a coletiva, Ziulkoski sinalizou que a mudança de partido pode garantir a eleição de novos prefeitos, inclusive recrutados da iniciativa privada, mas isso pode impactar nas políticas públicas. &#8220;Desde 2000, primeiro ano de reeleição de prefeitos no Brasil, em média 62% dos prefeitos que podem concorrer se candidatam efetivamente. Dos que encaram um novo processo eleitoral, 72% se reelegeram&#8221;, mostrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 4,5 mil prefeitos responderam à pesquisa, mas a CNM realizou um recorte incluindo apenas aqueles que podem se reeleger. Desses, 88% pretendem concorrer ao pleito e apenas 7,8% não participarão das próximas eleições por diversos motivos, principalmente falta de interesse. &#8220;A região com maior possibilidade de reeleição é o Centro-Oeste, em que 91% responderam que vão concorrer. Na região Norte, 98% vão concorrer. A região Sul apresentou o menor número de intenção, só 80%, quase 20% a menos em relação a Norte e Centro-Oeste&#8221;, relatou. O Estado do Rio Grande do Sul é o com o menor percentual de prefeitos que decidiram se candidatar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trocas partidárias pela reeleição<br>&#8220;Uma questão interessante entre os candidatos que pretendem concorrer à reeleição, é que 58,7% estão filiados a quatro partidos políticos&#8221;, sinalizou Ziulkoski. A maioria dos prefeitos que declararam ter trocado de partido em busca da reeleição em 2024 escolheu migrar para o PSD. Com 189 ingressos e 63 partidas, o partido ficou com saldo positivo de 126. Em seguida, vem o MDB (+53), o Republicanos (+40), o União (+30), o PT (+19) e o PL (+13).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pior saldo, ainda considerando esse grupo de prefeitos, ficou com o PRD (-63). À pesquisa, apenas 14 prefeitos afirmaram que trocaram sua filiação pelo partido, enquanto 77 deixaram o PRD (originário da fusão do Patriota com o PTB) e irão concorrer por outras siglas. Em seguida, os piores desempenhos foram registrados para o PSDB (-61), o PDT (-42), o PODE (-42), o Cidadania (-39) e o Solidariedade (-37). &#8220;O governo do Estado tem muito mais influência nos partidos que a União. Em Estados onde o governador atua direta ou indiretamente, o partido cresce&#8221;, comentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale pontuar que, em números absolutos, o União foi o partido com maior debandada de prefeitos aptos à reeleição, perdendo 86. No entanto, como outros 116 ingressaram na sigla, o saldo foi positivo (+30).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Partidos com mais candidatos à reeleição<br>Já considerando as migrações partidárias, quatro partidos possuem 58,7% dos prefeitos que vão concorrer à reeleição e que responderam à pesquisa. São eles: PSD (20,4%), MDB (15,1%), PP (12,1%) e União (11,1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os prefeitos entrevistados pela CNM, 2.443 (88,7%) informaram que pretendem concorrer à reeleição, enquanto 214 (7,8%) disseram que não têm a pretensão de disputar o pleito; 68 (2,5%) estão indecisos e 28 (1,0%) não responderam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Cartaxo rebate nota da Secretaria de Mulheres do PT e nega &#8220;violência política&#8221; contra Cida Ramos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/cartaxo-rebate-nota-da-secretaria-de-mulheres-do-pt-e-nega-violencia-politica-contra-cida-ramos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 17:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[luciano cartaxo]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado estadual Luciano Cartaxo (PT) rebateu, nesta terça-feira (20), as críticas da Secretaria Nacional de Mulheres do Partido dos Trabalhadores. A reação ocorre um dia depois de o grupo ter divulgado nota com críticas ao que chamou de violência política e de gênero do parlamentar em relação à também deputada Cida Ramos. Os dois [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado estadual Luciano Cartaxo (PT) rebateu, nesta terça-feira (20), as críticas da Secretaria Nacional de Mulheres do Partido dos Trabalhadores. A reação ocorre um dia depois de o grupo ter divulgado nota com críticas ao que chamou de violência política e de gênero do parlamentar em relação à também deputada Cida Ramos. Os dois concorrem internamente à indicação da sigla para a disputa da prefeitura da capital. No revide de Cartaxo em relação à nota, ele &#8220;lamentou o uso político de uma pauta tão séria e urgente na sociedade, como o caso da violência de gênero&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luciano Cartaxo e Cida Ramos travam atualmente uma guerra interna com vantagem para a parlamentar, pelo menos no diretório municipal. Ao todo, nove tendências do partido anunciaram apoio à pré-candidatura dela e fazem críticas ao deputado. Esta é a segunda vez que eles se enfrentam visando o comando da prefeitura de João Pessoa. Da última, por partidos diferentes, Cartaxo saiu vencedor das urnas. Foi na eleição de 2016. E é justamente neste passado que ele se apega para dizer que tem mais chaces de ser eleito se for o escolhido pelo partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à rádio CBN João Pessoa e questionado sobre isso, Cartaxo defendeu ser o melhor nome para a disputa, tendo em vista que foi prefeito da cidade entre 2013 e 2020 e que estaria mais bem posicionado em pesquisas internas. Alegou, ainda, que o partido corre riscos de não eleger ninguém no estado, caso não seja o escolhido para a disputa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a nota da Secretaria de Mulheres (<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/secretaria-nacional-de-mulheres-do-pt-divulga-nota-com-criticas-a-cartaxo/">confira aqui</a>), Luciano Cartaxo divulgou nota na qual diz ter recebido com tristeza as acusações feitas pelo grupo. &#8220;Não há qualquer registro de declaração pública ou privada da minha parte proferindo qualquer discurso desrespeitoso à também pré-candidata a prefeita, a companheira Cida Ramos. Da minha parte o que existem são afirmações sobre a viabilidade eleitoral entre as duas pré-candidaturas, questionamento feito repetidas vezes em entrevistas à imprensa paraibana. A violência de gênero e a violência política de gênero são questões seríssimas e não devem ser usadas para fins políticos, apoiadas em fatos inexistentes&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele disse ainda que, enquanto deputado, tem trabalhado para contribuir no combate a estas violências. &#8220;Por isso, apresentamos Projetos de Lei em defesa das mulheres, como a PL 181/23, que protege a mãe-solo contra a discriminação no trabalho, e o PL 618/23, que incentiva a participação das mulheres na construção civil&#8221;, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira a íntegra da nota abaixo:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com grande surpresa e tristeza recebi estas acusações infundadas ao meu respeito. Não há qualquer registro de declaração pública ou privada da minha parte proferindo qualquer discurso desrespeitoso à também pré-candidata a prefeita, a companheira Cida Ramos. Da minha parte o que existem são afirmações sobre a viabilidade eleitoral entre as duas pré-candidaturas, questionamento feito repetidas vezes em entrevistas à imprensa paraibana. A violência de gênero e a violência política de gênero são questões seríssimas e não devem ser usadas para fins políticos, apoiadas em fatos inexistentes. Enquanto deputado tenho trabalhado para contribuir no combate a estas violências. Por isso apresentamos Projetos de Lei em defesa das mulheres, como a PL 181/23, que protege a mãe-solo contra a discriminação no trabalho, e o PL 618/23, que incentiva a participação das mulheres na construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É com profundo lamento que recebo essa declaração, que, além de esvaziar uma pauta que é séria e urgente, não engrandece o debate democrático acerca do potencial da candidatura que o nosso partido pode apresentar para melhorar a vida da população da Capital. Fui prefeito de João Pessoa, eleito e reeleito. Entreguei uma série de obras na saúde, na educação e no urbanismo, tendo concluído a gestão com 70% de aprovação, o que reforça minha viabilidade política frente aos futuros candidatos, independente se estes são homens ou mulheres. É neste contexto que reforço minha viabilidade política, que em nada tem a ver com promoção de violência de gênero. São argumentos racionais, baseados em números e pesquisas.&#8221;</p>



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		<item>
		<title>Veneziano filia prefeito de Mulungu ao MDB e promete atenção a alianças em João Pessoa e Campina Grande</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/veneziano-filia-prefeito-de-mulungu-ao-mdb-e-promete-atencao-a-aliancas-em-joao-pessoa-e-campina-grande/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 15:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Campina Grande]]></category>
		<category><![CDATA[filiação]]></category>
		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
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					<description><![CDATA[O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) tem feito o dever de casa em busca da viabilização da candidatura à reeleição, em 2026. Ele assumiu o comando do partido logo após a morte do ex-senador José Maranhão, durante a pandemia, e, desde então, vem trabalhando para fortalecer a sigla. Ao todo, o número de prefeitos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) tem feito o dever de casa em busca da viabilização da candidatura à reeleição, em 2026. Ele assumiu o comando do partido logo após a morte do ex-senador José Maranhão, durante a pandemia, e, desde então, vem trabalhando para fortalecer a sigla. Ao todo, o número de prefeitos filiados saiu de nove, em 2021, para 31, com a entrada, nesta terça-feira (31), do prefeito de Mulungu, Melquíades Nascimento, ex-PDT. A maior indefinição da sigla em relação ao pleito deste ano, no entanto, está em João Pessoa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Veneziano esteve em evento promovido por Cícero Lucena (PP), nesta segunda-feira (31). Posou para fotos, destinou emendas para o Folia de Rua da capital, mas não se comprometeu com apoio. Ao blog, o parlamentar, que é vice-presidente do Senado, disse que vai se deter sobre o assunto mais adiante, no mês de março. Além de Lucena, que é pré-candidato à reeleição, o deputado federal Ruy Carneiro (Podemos) briga pelo apoio da agremiação. A escolha, segundo o parlamentar, vai depender de vários fatores e um deles é a perspectiva de uma possível retribuição em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, os dois vereadores eleitos pelo MDB na capital estão na base de apoio de Cícero. São eles Mikika Leitão e Coronel Sobreira. O dirigente diz que ambos serão ouvidos a respeito, mas deixa claro que este será apenas um dos ingredientes na discussão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação está mais definida em relação a Campina Grande, onde o partido já se colocou na base de apoio do prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil). A composição ocorreu logo depois do primeiro turno das eleições do ano passado, quando Veneziano aderiu à candidatura do ex-deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB). O tucano acabou derrotado pelo governador João Azevêdo (PSB), mas o gesto serviu para aproximar os dois grupos políticos. Na cidade, o partido vai brigar pela indicação do vice na chapa.</p>



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		<item>
		<title>Cabo Gilberto isenta Bolsonaro e culpa Wellington Roberto por crise no PL. &#8220;O presidente sabe o que está acontecendo&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/cabo-gilberto-isenta-bolsonaro-e-culpa-wellington-roberto-por-crise-no-pl-o-presidente-sabe-o-que-esta-acontecendo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 18:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cabo gilberto]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Cabo Gilberto não tem escondido o descontentamento com o também deputado federal Wellington Roberto. O primeiro é presidente do PL em João Pessoa e o segundo, o presidente estadual. No meio da polêmica está a disputa pela prefeitura da capital, com a indicação do ex-ministro Marcelo Queiroga (Saúde) para a missão. O [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Cabo Gilberto não tem escondido o descontentamento com o também deputado federal Wellington Roberto. O primeiro é presidente do PL em João Pessoa e o segundo, o presidente estadual. No meio da polêmica está a disputa pela prefeitura da capital, com a indicação do ex-ministro Marcelo Queiroga (Saúde) para a missão. O movimento provocou revolta em parte significativa da sigla, que atribui a &#8220;desordem&#8221; ao dirigente estadual. O Cabo Gilberto, por exemplo, acusa Roberto de estar enganando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a respeito das chances Queiroga. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contato com o blog, Gilberto disse que Bolsonaro não tem culpa do que tem ocorrido em João Pessoa e atribui a Wellington Roberto um movimento, segundo ele, para enfraquecer a sigla. O nome de Queiroga foi lançado pelo presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, nesta semana, contrariando as expectativas do grupo formado pelo comunicador Nilvan Ferreira e pelos deputados Cabo Gilberto e Wallber Virgolino. Os três formaram um grupo chamado por eles de &#8220;triunvirato&#8221;, em referência aos dois blocos criados para a governança na Roma Antiga. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A indicação (de Marcelo Queiroga) é de Wellington Roberto, que agiu por trás para tirar nossa autoridade (sic) como presidente municipal, enganando Bolsonaro mais uma vez, e o (ex) presidente Bolsonaro não disse que ele (Queiroga) era o indicado. O (ex) presidente Bolsonaro disse que ele é um que se coloca como candidato a prefeito da capital. O presidente não disse que esse aqui é meu candidato. E o presidente sabe o que está acontecendo aqui. Quem apresentou foi o presidente Valdemar&#8221;, disse o Cabo Gilberto, alegando também não ter apego a partido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabo Gilberto disse em entrevista à imprensa que se dependesse do partido, ele não teria sido eleito. O caso tem a ver com a história da disputa passada, quando recebeu poucos recursos da verba partidária. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Insatisfações e ameaças de desistência: sem dinheiro, clima é de poucos amigos no PL da Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/insatisfacoes-e-ameacas-de-desistencia-sem-dinheiro-clima-e-de-poucos-amigos-no-pl-da-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2022 21:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[desistência]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[wellington roberto]]></category>
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					<description><![CDATA[A desistência do estudante de medicina Antônio Cristóvão de Araújo Silva Neto, o Queiroguinha (PL), de disputar o cargo de deputado federal foi divulgada neste espaço no dia 19 deste mês. No instante seguinte à publicação, um deputado influente, de outro partido, em contato com o blog, sentenciou: &#8220;o problema foi promessa vultosa de recursos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/sem-explicacao-do-motivo-queiroguinha-desiste-da-candidatura-a-deputado-federal/">desistência do estudante de medicina Antônio Cristóvão de Araújo Silva Neto, o Queiroguinha (PL)</a>, de disputar o cargo de deputado federal foi divulgada neste espaço no dia 19 deste mês. No instante seguinte à publicação, um deputado influente, de outro partido, em contato com o blog, sentenciou: &#8220;o problema foi promessa vultosa de recursos versus frustração de expectativa&#8221;. Àquela altura, nas rodas políticas, as informações já eram de que o comandante do PL, na Paraíba, Wellington Roberto, deputado federal e candidato à reeleição, havia feito promessas que não poderia atender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queiroguinha, filho do ministro Marcelo Queiroga (Saúde), apenas silenciou. Com isso, um dos maiores defensores da reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu de cena e chegou a apagar postagens das redes sociais, segundo o apurado pelo blog. Aquela era apenas a ponta do iceberg que ganharia corpo dias depois, com vários outros postulantes dizendo, nos bastidores, que não permanecerão na disputa e acusando o mandatário do partido de fechar as torneiras. Todos estavam esperançosos em relação ao Fundão Eleitoral. Tinha candidato a deputado federal acreditando que receberia inacreditáveis R$ 1,5 milhão para a campanha. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais nomes do partido para a disputa deste ano conversou com o blog. Pediu reserva da fonte e desfiou um rosário de críticas à condução do processo (e principalmente da partilha do dinheiro) na Paraíba. Disse que assumiu compromissos e que agora está tendo que atuar com pouca &#8220;munição&#8221;. As críticas são mais fortes entre os candidatos à Câmara dos Deputados, mas os estaduais andam bastante chateados. As primeiras informações sobre o fato foram publicadas pelo jornalista João Paulo Medeiros, do Blog Pleno Poder, no dia 23, e neste sábado (27), o jornalista Maurílio Júnior trouxe cópias de conversas no WhatsApp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seca de recursos ocorre em meio a especulações sobre o poderio do partido para as eleições deste ano. A sigla tem priorizado a reeleição de Bolsonaro e tem um candidato também ao governo do Estado, caso do comunicador Nilvan Ferreira. As projeções, entre os articulistas políticos, indicam que o partido não conseguirá fazer mais do que um deputado federal, o que é um perigo para a sobrevivência política de Wellington Roberto. Isso o estaria motivando a secar a fonte dos correligionários. O deputado silenciou sobre as cobranças dos aliados. O fato é que se os recursos não chegarem nos próximos dias, mais desistências virão. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>PSDB: de partido nacional a federação de interesses particulares</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/psdb-de-partido-nacional-a-federacao-de-interesses-particulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 10:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[dória]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[psdb]]></category>
		<category><![CDATA[tebet]]></category>
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					<description><![CDATA[A cúpula do PSDB deve se reunir nesta segunda (23) com o ex-governador João Doria para tentar convencê-lo a desistir da disputa presidencial. O movimento é visto pelas principais lideranças do partido como tábua de salvação para os projetos regionais, no pleito deste ano. Trocando em miúdos, eles entendem que não vale a pena gastar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cúpula do PSDB deve se reunir nesta segunda (23) com o ex-governador João Doria para tentar convencê-lo a desistir da disputa presidencial. O movimento é visto pelas principais lideranças do partido como tábua de salvação para os projetos regionais, no pleito deste ano. Trocando em miúdos, eles entendem que não vale a pena gastar parte substancial das verbas do fundo eleitoral com uma candidatura que, até agora, não demonstrou pujança suficiente para rivalizar com o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), líderes das pesquisas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento das lideranças do partido, entre elas o deputado federal mineiro e ex-presidenciável Aécio Neves, representa também o ajoelhamento da sigla à máxima de que deixou de ser um partido grande para se transformar em federação de interesses particulares. Ou seja, um partido sem qualquer pretensão nacional. O objetivo do presidente da agremiação, Bruno Araújo (PE), é potencializar as candidaturas para deputado federal e senador. Esse será o caminho para garantir a permanência da sigla em boa colocação na divisão futura do bolo orçamentário destinado às campanhas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E os dirigentes têm pressa para que isso aconteça. Eles querem evitar que o embate se estenda até a convenção partidária, entre julho e agosto, além de deixar claro que o partido avalia a senadora Simone Tebet (MDB-MS) como mais viável para enfrentar o cenário de polarização. A conversa, que deve ser em São Paulo, antecede outro encontro da Executiva marcado para amanhã, quando Tebet deve ser avalizada, ou não, pela direção tucana. Na tentativa de demover Doria, correligionários têm dito que o paulista pode ser vice da senadora, mas ele resiste. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo aliados do ex-governador, Doria deve pedir que o partido adie a decisão e lhe dê mais tempo para que possa crescer nas pesquisas de intenção de voto — no último Datafolha, ele aparece com 3%, contra 1% de Tebet. No encontro, deve haver uma apresentação de uma pesquisa quantitativa e qualitativa do Instituto Paulo Guimarães, utilizada como argumento para a possível escolha de uma candidatura de Tebet por PSDB, MDB e Cidadania. Uma das justificativas é que a senadora tem menor rejeição. Doria tem reclamado que não teve acesso aos dados. O choro do tucano, no entanto, não deve demover os aliados. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Aliados de João Azevêdo dizem que destino partidário do governador será definido ainda neste mês</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/aliados-de-joao-azevedo-dizem-que-destino-partidario-do-governador-sera-definido-ainda-neste-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 12:06:30 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">A dualidade expectativa versus realidade tem incomodado o staff do governador João Azevêdo (Cidadania). O grupo gostaria de ter mais tempo para definir o destino do gestor, para qual partido ele deve se mudar ou se permanece onde está. Acontece que o modelo de eleições com 45 dias de duração tem apressado a busca por uma definição. Isso porque há convites de partidos na mesa e variáveis a ser apreciadas. As três possibilidades principais são a permanência no Cidadania ou mudança para PSD ou PSB. Em todos os casos, o governador mantém a disposição de ceder o palanque para o ex-presidente Lula (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe cenário perfeito, mas um conjunto de vantagens e desvantagens em cada uma das opções. A permanência no Cidadania vai depender da formação ou não de uma federação com o PSDB. Em caso positivo, vamos para o passo seguinte: com quem fica o comando do bloco? Se com o grupo de João Azevêdo, os tucanos baterão em retirada, já que trabalham pela candidatura ao governo do deputado federal Pedro Cunha Lima. Se ficar com Pedro, já que ele não se opõe à candidatura de João Dória à Presidência, o grupo de João sai. Menos provável, mas ainda possível, seria João com o comando e sem a obrigação de votar em Dória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no caso do PSD, há convite do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. A sigla não deve ter candidato à Presidência da República. O nome do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), perdeu força. Kassab andou cortejando o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), mas tudo indica que ele não vai topar a parada. Daí, restaria a João Azevêdo resolver o racha interno do partido. O ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, flertou o grupo de Azevêdo, mas recuou e voltou para Pedro. O que ninguém contesta é que se João se filiar, parte do PSD segue Romero para o PSDB e João assume o partido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, e com um cenário mais tranquilo, estaria o PSB. A sigla é o antigo lar do governador e ele não teria dificuldades para o retorno. O presidente estadual da sigla, Gervásio Maia, tem feito um trabalho de reaproximação do governador. Ele era mais alinhado ao ex-governador Ricarado Coutinho, porém, a proximidade foi transformada troca de acusações após a explosão das denúncias da operação Calvário, com denúncias do Ministério Público da Paraíba. Ao blog, um dos auxiliares mais próximos ao governador disse que até a segunda quinzena deste mês o quadro estará definido. A conferir. </p>



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		<title>Indefinição sobre partido de Bolsonaro retarda definição de candidaturas da oposição na Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 11:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Alguns dos nomes colocados para a disputa das eleições, neste ano, tinham um sentimento: o de que o dia 22 de novembro serviria de start para a movimentação deles na Paraíba. A data era a escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro para a filiação ao PL, do versátil em termos políticos Valdemar da Costa Neto. O adiamento da definição do gestor coloca na caixa das almas, ao menos por enquanto, o trabalho de definição de uma ou mais candidaturas para fazer frente ao governador João Azevêdo (Cidadania) no pleito do ano que vem, quando o gestor tentará a reeleição. Isso porque a definição nacional terá influência no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desistência do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD), mesmo que ainda não oficial, criou instabilidade para o bloco oposicionista. Ele era o favorito de Bolsonaro para a disputa na Paraíba, mesmo assim, fraquejou na caminhada para a corrida eleitoral. O ex-gestor agora faz virtual caminho de aproximação com João Azevêdo. A concretização deste entendimento coloca o bloco oposicionista num mato sem cachorro. Eles terão que reiniciar a procura por alguém capaz de liderar o bloco e não há nomes que se apresentem de forma natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas lideranças ouvidas pelo blog, vale ressaltar, veem a demora de Bolsonaro para escolher o destino como o principal dificultador para uma rápida definição do candidato. A partir do momento que ele vencer a desconfiança com o PL ou migrar para outra sigla, o caminho será restabelecido. Isso porque se terá real dimensão, na Paraíba, de quem efetivamente estará com o capitão reformado do Exército nas eleições do ano que vem. O partido a ser escolhido por ele será o destino de grande parte das lideranças simpáticas à pauta conservadora ou mesmo esperançosas em, talvez, reeditar a onda de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As opções a Romero na oposição incluem o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) e até mesmo o comunicador Nilvan Ferreira (PTB). Destes, o nome de Pedro ganha mais força em um grupo que inclui o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), mesmo sendo hoje mais próximo a Romero. Tudo vai depender da construção que seja traçada. Agora, poucas peças serão mudadas até que Bolsonaro defina o destino nas eleições do ano que vem. Além do PL, o PP chegou a ser cogitado como opção de filiação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O empecilho com o PL diz respeito aos arranjos locais do partido. A sigla se comprometeu com o apoio ao sucessor do governador João Dória (PSDB), em São Paulo. Em Pernambuco, o partido tem aliança alinhavada e sólida com o PSB do governador Paulo Câmara. Essas composições têm chateado Bolsonaro, que quer o partido totalmente alinhado com ele. A tradição mostra que essa realidade nos partidos do centro é dificilmente conseguida, principalmente dentro de uma construção na qual Bolsonaro não figura como o líder das pesquisas para as eleições do ano que vem.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em compasso de espera, João segue sem ser incomodado rumo à disputa pela reeleição&#8230;</p>



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		<title>Após se descrever como &#8220;do centrão&#8221;, Bolsonaro aponta PP como provável destino</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-se-descrever-do-centrao-bolsonaro-aponta-pp-como-provavel-destino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 16:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[pp]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apontou o PP como provável destino para a disputa das eleições do ano que vem. A sigla, ícone de um centrão antes hostilizado pelos bolsonaristas, tem ganhado espaços generosos no governo. Nesta semana, o presidente nacional do partido, Ciro Nogueira (PI), foi anunciado pelo gestor como novo ministro da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apontou o PP como provável destino para a disputa das eleições do ano que vem. A sigla, ícone de um centrão antes hostilizado pelos bolsonaristas, tem ganhado espaços generosos no governo. Nesta semana, o presidente nacional do partido, Ciro Nogueira (PI), foi anunciado pelo gestor como novo ministro da Casa Civil. O único ponto fora da curva e que pode dificultar o projeto de retorno à sigla é que o capitão reformado do Exército explicou que quer ir para uma agremiação que possa controlar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tentei e estou tentando um partido que eu possa chamar de meu e possa, realmente, se for disputar a Presidência, ter o domínio do partido. Está difícil, quase impossível&#8221;, afirmou Bolsonaro em uma entrevista à Rádio Grande FM, de Mato Grosso do Sul, transmitida também por uma das redes sociais do presidente. &#8220;Então, o PP passa a ser uma possibilidade de filiação nossa&#8221;, destacou, em meio às especulações de que outro provável destino dele será o DC, do eterno candidato a presidente José Maria Eymael.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Bolsonaro se aproximou ainda mais do centrão em um momento de extrema fragilidade, quando se vê ameaçado por mais de cem pedidos de impeachment e pelo avanço da CPI da Covid sobre supostos casos de corrupção envolvendo o governo. Ele tem encontrado dificuldade nas trativas para se filiar ao Patriota, que vive hoje uma guerra interna para a definição dos destinos da sigla. O presidente ainda é assombrado pela escalada da impopularidade, que contrasta com o crescimento do ex-presidente Lula (PT) nas pesquisas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A proximidade com o senador Ciro Nogueira e com o PP foi construída à medida que Bolsonaro viu a popularidade embicar, principalmente por causa da péssima gestão do governo na pandemia. A nomeação do progressista para o governo demandará a recriação de um ministério, no caso do Trabalho e Previdência, para abrigar Onyx Lorenzoni, desalojado da Secretaria-Geral de Governo. Esta última pasta será ocupada por Luiz Eduardo Ramos, que deixou a Casa Civil para garantir a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possível ida de Bolsonaro para o PP vai gerar problemas para o partido, na Paraíba. A sigla tem construído uma aproximação com o governador João Azevêdo (Cidadania), que, por outro lado, trabalha para atrair o apoio do ex-presidente Lula para a disputa. </p>



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