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	<title>parlamentares &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Supremo decide nesta sexta se libera emendas impositivas de deputados e senadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 18:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A pedido do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi marcado para sexta-feira (28) o início do julgamento sobre a decisão em que ele homologou o plano de trabalho do Congresso para aumentar a transparência e a rastreabilidade das emendas parlamentares ao Orçamento da União. A decisão do ministro está valendo, mas precisa [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A pedido do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi marcado para sexta-feira (28) o início do julgamento sobre a decisão em que ele homologou o plano de trabalho do Congresso para aumentar a transparência e a rastreabilidade das emendas parlamentares ao Orçamento da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do ministro está valendo, mas precisa ser referendada pelo plenário da Corte, conforme o regimento interno. A sessão virtual sobre o tema está marcada para começar nesta sexta-feira (28) e terminar às 23h59 da próxima quarta-feira (5).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pedido do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi marcado para sexta-feira (28) o início do julgamento sobre a decisão em que ele homologou o plano de trabalho do Congresso para aumentar a transparência e a rastreabilidade das emendas parlamentares ao Orçamento da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do ministro está valendo, mas precisa ser referendada pelo plenário da Corte, conforme o regimento interno. A sessão virtual sobre o tema está marcada para começar nesta sexta-feira (28) e terminar às 23h59 da próxima quarta-feira (5).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês passado, Flávio Dino suspendeu emendas parlamentares para ONGs devido à falta de transparência. Em dezembro, por exemplo, ele havia bloqueado as transferências de R$ 4,2 bilhões em emendas de comissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O total previsto para emendas parlamentares no Orçamento de 2025, que ainda não foi aprovado, chega a R$ 52 bilhões, uma alta em relação a 2024, quando a cifra foi de R$ 49,2 bilhões. Há dez anos, em 2014, esse valor era de R$ 6,1 bilhões. (Agência Brasil)</p>



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		<title>Gaeco apura uso de fundo partidário e verbas parlamentares para financiar paraibanos em atos antidemocráticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 19:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), está investigando o suposto uso de verbas parlamentares e do fundo partidário para financiar atos antidemocráticos. A suspeita é que parte dos recursos destinados ao custeio de transporte, alimentação e segurança de grupos inconformados com o resultado das eleições [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), está investigando o suposto uso de verbas parlamentares e do fundo partidário para financiar atos antidemocráticos. A suspeita é que parte dos recursos destinados ao custeio de transporte, alimentação e segurança de grupos inconformados com o resultado das eleições de 2022 estaria vindo de recursos públicos. Neste domingo (8), apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e vandalizaram as sedes dos Três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário), em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com informações colhidas pelo blog, os recursos públicos viriam de verbas estaduais e federais. O suporte teria sido dado tanto para a manutenção de acampamentos golpistas na Paraíba, como para a ida de paraibanos para participar dos atos terroristas em Brasília. Um dos promotores ouvidos pelo blog manifestou preocupação com o que foi visto em Brasília, com o ataque às instituições democráticas. Grupos radicalizados invadiram o Supremo Tribunal Federal (STF), o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Em todos, foram destruídos móveis, obras de arte e vidraças. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pelo blog, o coordenador do Gaeco, Octávio Paulo Neto, não negou a existência da investigação, mas evitou dar detalhes sobre a apuração que acontece de forma sigilosa. Nas redes sociais, ele manifestou preocupação com os ataques aos símbolos da República. &#8220;Se o povo invade STF, Congresso e Planalto, botar fogo no fórum e promotoria é cafezinho&#8230; vai virar baderna. Uma República e uma democracia subsistem de seus símbolos&#8221;, publicou o promotor, sobre a imagem de uma bandeira do Brasil em preto e branco com os dizeres &#8220;sem anistia&#8221; onde originariamente se lê &#8220;Ordem e Progresso&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações coordenadas pelo Gaeco têm focado lideranças partidárias e parlamentares que, eventualmente, venham usando dinheiro público para fomentar os atos antidemocráticos. Pelo histórico de eficiência das apurações do MPPB, podem esperar que em breve teremos novidades.</p>



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		<title>Achou ruim o aumento do &#8220;fundão eleitoral&#8221;? Veja como votaram os paraibanos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/achou-ruim-o-aumento-do-fundao-eleitoral-veja-como-votaram-os-paraibanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 09:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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		<category><![CDATA[deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[A aprovação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 chamou a atenção nesta quinta-feira (15) não apenas por ser o último compromisso dos parlamentares antes do recesso. O texto prevê a ampliação de recursos para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha — fundo eleitoral destinado ao financiamento de campanhas políticas. São [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A aprovação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 chamou a atenção nesta quinta-feira (15) não apenas por ser o último compromisso dos parlamentares antes do recesso. O texto prevê a ampliação de recursos para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha — fundo eleitoral destinado ao financiamento de campanhas políticas. São nada menos que R$ 5,7 bilhões para o ano de eleições presidenciais, quase o triplo do registrado em 2018 e 2020, anos eleitorais em que o fundo era de R$ 2 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema ganhou destaque nas discussões nas redes sociais desde então, lógico que de forma negativa. O motivo não poderia ser outro: momento de crise econômica e de prioridades que vão além da mera necessidade eleitoral. O país tem mais de 14 milhões de pessoas procurando emprego e muito mais do que isso no grupo dos desalentados, justamente aqueles que já não buscam oportunidades formais por entender que não conseguem. Por isso, a repercussão do aumento tem sido tão negativa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Da Paraíba, votaram contra o texto da LDO com o ajuste os deputados federais Gervásio Maia (PSB) e Frei Anastácio (PT). Foram a favor os deputados Aguinaldo Ribeiro(PP), Rafafá (PSDB), Efraim Filho (DEM), Leonardo Gadelha (PSC) Wilson Santigo (PTB), Julian Lemos (PSL) e Hugo Motta (Republicanos). Não estiveram presentes na votação Edna Henrique (PSDB), Wellington Roberto (PL) e Damião Feliciano (PDT). Já no Senado foram a favor o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e as senadoras Nilda Gondim (MDB) e Daniella Ribeiro (PP). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento da sessão, o projeto foi aprovado pelos deputados. Depois, pelos senadores. Pela manhã, o texto já havia passado pela Comissão Mista de Orçamento. Concluída a votação da LDO, os parlamentares poderão entrar no recesso de julho a partir do próximo dia 18, conforme estabelece a Constituição. Em seu parecer, o relator, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), incluiu um dispositivo que prevê que, além de ser composto por uma parte das emendas de bancada estaduais, o fundo receberá 25% dos recursos que a Justiça Eleitoral teve em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A LDO estabelece as diretrizes para elaboração do Orçamento do ano que vem, incluindo as previsões de receitas e despesas e a meta fiscal. O Orçamento 2022 propriamente dito deve ser enviado pelo governo para apreciação do Congresso até 31 de agosto.</p>



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