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	<title>país &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Florestas ardem em chamas e há mais &#8216;cadeiradas&#8217; que meio ambiente no debate político</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 10:27:30 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Desde domingo (15), o assunto na política nacional é a cadeirada dada pelo apresentador José Luiz Datena no ex-coach Pablo Marçal no debate da TV Cultura. Ambos são candidatos a prefeito de São Paulo, a maior cidade da América Latina. Em nenhum momento, antes ou depois do confronto, os dois falaram sobre medidas para o meio ambiente. Isso enquanto o país arde em chamas. Daí alguém pode assumir o papel de defensor e dizer que não há florestas a serem preservadas na capital paulista, assim como na maioria das metrópoles brasileiras. Mas é justamente aí que está o problema. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, assim como em João Pessoa, o debate ambiental tem ganhado pouco ou nenhum espaço. A capital paraibana é conhecida de forma inapropriada como uma das cidades mais verdes do mundo. Foi uma estratégia de marketing montada três décadas atrás em bases pouco seguras. A verdade é que tirando os oásis verdes da Mata do Buraquinho e do Parque Arruda Câmara, resta uma cidade onde dá-se pouca atenção à arborização. Isso é visto principalmente nos bairros que cresceram muito rápido e mais distantes das áreas centrais, onde os canteiros centrais dão espaço tímido à arborização. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É desafio para qualquer um procurar árvores em Mangabeira, Valentina, Colinas do Sul&#8230; Você vai até encontrar áreas privadas aqui e ali, mas elas são poucas. E esse é um tema que precisa urgentemente ser travado nos debates políticos, sob pena de degradação mais rápida da qualidade de vida. </p>



<p class="wp-block-paragraph">João Pessoa, por sorte, não tem sofrido com a fumaça das queimadas. Isso graças ao movimento dos ventos, vindos do mar. Uma sorte que os municípios do Litoral Norte não têm tido, já que os canaviais ainda hoje são submetidos a queimadas injustificáveis. Nas escolas de Rio Rinto e Mamanguape, alunos e professores rotineiramente usam máscaras por causa da fumaça de queimadas tocadas por usinas com modus operandi medievais. Isso porque as queimadas prejudicam a terra e os animais silvestres nas localidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o país, as queimadas têm virado um pesadelo para fazendeiros muitas vezes responsáveis pelo início das chamas. Em São Paulo, os incêndios provocaram prejuízo estimado em R$ 1 bilhão, segundo o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). No Norte do país, eles ocorrem principalmente provocadas por pessoas interessadas na ocupação das terras para a realização de grilagem. Efeito similar ocorre no Cerrado e no Pantanal. A destruição destas matas, vale ressaltar, resulta não apenas em fumaça, mas também no aquecimento e na eliminação de nascentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por tudo isso, é inacreditável que o tema meio ambiente não ocupe espaço equivalente ao usado para discutir urbanismo, educação ou segurança. Pagaremos um preço por isso.</p>



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		<title>Desemprego cai para 7,8%, menor patamar desde 2015</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/desemprego-cai-para-78-menor-patamar-desde-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 16:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desocupação (desemprego) no Brasil ficou em 7,8% no trimestre encerrado em agosto deste ano. Esse é o menor patamar do índice desde fevereiro de 2015 (7,5%). A taxa mostra a proporção de pessoas que buscaram emprego e não conseguiram no período em relação à força de trabalho, que é a soma de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação (desemprego) no Brasil ficou em 7,8% no trimestre encerrado em agosto deste ano. Esse é o menor patamar do índice desde fevereiro de 2015 (7,5%). A taxa mostra a proporção de pessoas que buscaram emprego e não conseguiram no período em relação à força de trabalho, que é a soma de empregados e desempregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa recuou em relação tanto ao trimestre anterior &#8211; encerrado em maio deste ano (8,3%) &#8211; quanto ao trimestre finalizado em agosto de 2022 (8,9%). Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) foram divulgados nesta sexta-feira (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população desocupada chegou a 8,4 milhões, apresentando recuos de 5,9% (menos 528 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 13,2% (menos 1,3 milhão de pessoas) em relação ao ano anterior. Para o IBGE, esse é o menor contingente desde junho de 2015 (8,5 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a população ocupada (99,7 milhões) cresceu 1,3% no trimestre (mais 1,3 milhão de pessoas) e 0,6% (mais 641 mil pessoas) no ano. O nível da ocupação, isto é, o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, ficou em 57%, acima do trimestre anterior (56,4%) e estável em relação ao ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real habitual foi calculado em R$ 2.947, apresentando estabilidade no trimestre e crescimento de 4,6% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 288,9 bilhões) foi recorde da série histórica, crescendo 2,4% frente ao trimestre anterior e 5,5% na comparação anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carteira assinada<br></strong>O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado &#8211; sem considerar trabalhadores domésticos &#8211; chegou a 37,25 milhões, o maior total desde fevereiro de 2015 (37,29 milhões). Em relação ao trimestre anterior, a alta é de 1,1% (mais 422 mil pessoas), enquanto na comparação com o ano anterior o avanço é de 3,5% (mais 1,3 milhão) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O total de empregados sem carteira no setor privado (13,2 milhões) também cresceu no trimestre (2,1% ou mais 266 mil pessoas), mas ficou estável no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo aconteceu com os trabalhadores domésticos (5,9 milhões de pessoas), que cresceram ante o trimestre anterior (2,8%). Houve estabilidade em relação ao trimestre encerrado em agosto de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de trabalhadores por conta própria (25,4 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 2,0% no ano (menos 509 mil pessoas). Já o item empregadores (4,2 milhões de pessoas) ficou estável nas duas comparações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade atingiu 39,1 % da população ocupada (ou 38,9 milhões de trabalhadores informais), acima dos 38,9% no trimestre anterior, mas abaixo dos 39,7% no mesmo trimestre de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Subutilização<br></strong>A população subutilizada, isto é, que poderia trabalhar mais do que trabalha, ficou em 20,2 milhões de pessoas, quedas de 2,2% no trimestre e 15,5% no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população fora da força de trabalho, ou seja, aqueles com mais de 14 anos que não trabalham nem procuram emprego, foi de 66,8 milhões, uma queda de 0,5% ante o trimestre anterior (menos 347 mil pessoas) e uma alta de 3,4% (mais 2,2 milhões) na comparação anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a população desalentada, ou seja, aquela que gostaria de trabalhar, mas não procurou emprego por vários motivos, representou 3,6 milhões de pessoas, uma estabilidade em relação ao trimestre anterior e uma queda de 16,2% (menos 692 mil pessoas) na comparação com o ano passado. É o menor contingente desde setembro de 2016 (3,5 milhões). (<strong>Agência Brasil</strong>)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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