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	<title>motim &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Motim da oposição para salvar Bolsonaro dura 30 horas e exige postura dura de Hugo Motta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 12:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[motim]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) demorou 30 horas para retomar o comando da Câmara dos Deputados, após motim da oposição na Casa, que tenta a todo custo livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da prisão. O ex-mandatário cumpre prisão domiciliar desde a última segunda-feira (4), por causa do descumprimento de medidas cautelares impostas pelo ministro [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) demorou 30 horas para retomar o comando da Câmara dos Deputados, após motim da oposição na Casa, que tenta a todo custo livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da prisão. O ex-mandatário cumpre prisão domiciliar desde a última segunda-feira (4), por causa do descumprimento de medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O roteiro para recuperar a cadeira no Legislativo incluiu, entre outras coisas, ameaça de suspensão dos mandatos dos amotinados por seis meses e processo na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento envolveu, ainda, a interferência do antecessor no cargo, o deputado Arthur Lira (PP-AL). No movimento, parlamentares da oposição ocuparam as mesas dos plenários da Câmara e Senado na terça-feira (5), impedindo a realização de sessões. Em esquema de revezamento, eles passaram a madrugada no local, que foi isolado pela polícia legislativa, com permissão de entrada apenas de parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o motim, os bolsonaristas buscaram pressionar a cúpula do Congresso a pautar a anistia ao ex-presidente e aos participantes do 8 de Janeiro, além do impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que decretou a prisão, e amarras à atuação da corte, principalmente em relação a investigação e processos contra parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Motta e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), passaram o dia em reunião com o PL e com os demais partidos na tentativa de um acordo para desocupação dos plenários de votações, mas as negociações emperraram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apoiado por líderes de 17 partidos, incluindo os governistas, o presidente da Câmara anunciou que abriria a sessão no plenário da Casa às 20h30 desta quarta, o que só ocorreu após as 22h, depois da intervenção de Lira. O entendimento era o de que Motta deveria sentar em sua cadeira e que qualquer negociação com os bolsonaristas não poderia ocorrer sob a chantagem da ocupação do plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando conseguiu abrir a sessão, entre gritos de &#8220;anistia já&#8221; e &#8220;sem anistia&#8221;, Motta discursou por cerca de dez minutos e, em seguida, encerrou a sessão. O presidente afirmou que a sua presença tinha o objetivo de garantir &#8220;a respeitabilidade desta mesa, que é inegociável&#8221;. &#8220;Nós tivemos um somatório de acontecimentos recentes que nos trouxeram a esse sentimento de ebulição. É comum? Não? Estamos vivendo tempos normais? Também não. Mas é justamente nessa hora que nós não podemos negociar a nossa democracia&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como conclusão da confusão, deputados bolsonaristas disseram que foi firmado com Motta um acordo para votar a anistia dos acusados de tentativa de golpe de estado, incluindo o ex-presidente. Também falaram em votar o fim do foro privilegiado, para tirar as ações contra parlamentares do Supremo. Os deputados da base governista, no entanto, dizem que nenhum acordo neste sentido foi fechado. Até agora Hugo Motta não se pronunciou sobre a existência ou não de acordo. Ele se resumiu a dizer que não haveria acordo em meio à coação praticada pelos oposicionistas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O que tem havido, de fato, é uma inqueitude que ameaça a liderança do parlamentar paraibano, que precisará de pulso forte para comandar a pauta da Casa. </p>



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		<title>Paraíba: política contamina debate sobre reajustes de policiais e há quem não descarte risco de motim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 20:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[motim]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia militar]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Os movimentos gestados na polícia a gente sabe como começam, mas ninguém nunca sabe como terminam&#8221;. A observação foi feita por um coronel reformado em conversa com o blog, em resposta a um questionamento sobre risco de motim na Paraíba. Os policiais militares e bombeiros iniciaram no fim do ano passado um movimento visando a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os movimentos gestados na polícia a gente sabe como começam, mas ninguém nunca sabe como terminam&#8221;. A observação foi feita por um coronel reformado em conversa com o blog, em resposta a um questionamento sobre risco de motim na Paraíba. Os policiais militares e bombeiros iniciaram no fim do ano passado um movimento visando a compensação de persas salariais, bem como a incorporação de benefícios para inativos. O movimento perdeu força após uma contrapartida do governo do Estado com propostas vistas como positivas em um primeiro momento, mas que se tornaram fonte de questionamentos posteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal líder do movimento dos policiais tem sido o deputado Cabo Gilberto (PSL), com a participação também do comunicador Nilvan Ferreira (PTB). Ambos são pré-candidatos ao governo do Estado. A favor do movimento tem pesado a insatisfação da tropa com o resultado da votação da Lei de Proteção Social aprovada na Assembleia Legislativa no ano passado. A queixa dos fardados é que ela não prevê a paridade e integralidade nos vencimentos do pessoal inativo com os da ativa. Ou seja, ao ir para a inatividade, o policial perde hoje mais de 40% dos vencimentos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Este tem sido um tema constante na mesa das negociações. Num primeiro momento, o governador João Azevêdo (Cidadania) apresentou a proposta de incorporação de 80% do programa Bolsa Desempenho para os inativos, além de 10% de reajuste linear para PMs, Bombeiros, Policiais Civis e Agentes Carcerários. Houve recusa da tropa e o governo elevou a proposta para 100% em quatro anos, além de benefícios relacionados aos plantões e vale refeição. Outros pontos foram apresentados como vantagem, a ponto de várias lideranças darem como certo um acordo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que as discussões de bastidores têm jogado para longe a possibilidade de um acordo. A guerra de narrativas tem sido travada por meio das redes sociais, com vídeos gravados por lideranças favoráveis e contrárias à proposta do governo. O cabo Gilberto gravou áudio orientando os policiais militares a não aceitarem os plantões e entregarem os cargos. Outros, mais próximos ao governo, defendem o que consideram avanços nas propostas do gestor. Uma nova reunião das lideranças militares vai acontecer neste sábado (8), quando será tirada a posição que será apresentada ao governador na reunião de segunda-feira (10).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história recente tem mostrado um acirramento grande entre as categorias ligadas aos policiais militares e os governos, principalmente em estados geridos por adversários do presidente Jair Bolsonaro (PL). O caso mais trágico ocorreu no Ceará há dois anos, quando policiais amotinados entraram em confronto com o senador Cid Gomes (PDT). O parlamentar levou um tiro e o movimento saiu do controle. O risco de o mesmo ocorrer por aqui existe, o que aumenta a responsabilidade dos responsáveis pelas negociações. Por isso, a hora é de retirar a política eleitoral do debate, serenar os ânimos e buscar o entendimento. </p>



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