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	<title>monteiro &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>MPF revela que seis anos após inauguração da transposição, esgotos continuam sendo lançados nos canais em Monteiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 11:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis anos separam a inauguração da chegada das águas da transposição à Paraíba e os dias de hoje. Mas tanto naquela época como agora, parte do esgoto produzido na cidade de Monteiro, no Cariri, tem os canais da transposição como destino final. O caso é acompanhado pelo Ministério Público Federal (MPF), que revelou nesta semana, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Seis anos separam a inauguração da chegada das águas da transposição à Paraíba e os dias de hoje. Mas tanto naquela época como agora, parte do esgoto produzido na cidade de Monteiro, no Cariri, tem os canais da transposição como destino final. O caso é acompanhado pelo Ministério Público Federal (MPF), que revelou nesta semana, em pleno Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), que o problema permanece. As obras des esgotamento sanitário do loteamento Boa Vista, no município, prometidas pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) não saíram do papel. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova vistoria será feita pelo MPF neste mês. O loteamento fica próximo ao Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf &#8211; Eixo Leste, Meta 3L). Em reunião realizada nessa segunda-feira, a Cagepa informou que ainda não realizou a contratação de empresa de engenharia que irá executar as obras de esgotamento sanitário do loteamento. Por outro lado, a Companhia garantiu que já executou a rede coletora de esgoto da travessa Alfredo Silva, evitando que os efluentes das casas da região fossem lançados indevidamente na galeria pluvial (águas de chuvas) do Município de Monteiro e viessem a poluir o Rio Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cagepa esclareceu também, na reunião, que removeu ligações clandestinas de esgoto no trecho da galeria pluvial compreendido entre o centro da cidade de Monteiro e o mercado municipal, todavia, não o fez após este ponto e a travessa Alfredo Silva. Após questionamentos do engenheiro do MPF, restou evidenciado na reunião que, embora em menor quantidade, ainda há derramamento de esgoto in natura no leito do Rio Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda no encontro virtual, a Prefeitura Municipal de Monteiro informou que não está realizando os procedimentos de limpeza e desobstrução do canal de água pluvial situado nas proximidades do canal da transposição do São Francisco, segundo foi acordado no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novos compromissos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Município de Monteiro se comprometeu a iniciar, em até 15 dias, a limpeza do canal pluvial, de forma periódica, enquanto a Cagepa se comprometeu a enviar documentação ao MPF comprovando o andamento do procedimento de contratação da empresa que realizará a obra no loteamento, além de prazo de execução e todas as informações pertinentes, bem como os relatórios de análise da qualidade da água, também no prazo de 15 dias. A Cagepa também se comprometeu a realizar, no prazo de um mês, vistoria para verificar a existência de ligações clandestinas que lançam esgoto bruto no canal do Pisf.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prejuízos à sociedade </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a procuradora da República Janaina Andrade, é sempre necessário rememorar que a transposição teve elevado investimento de recursos públicos, na ordem de R$ 15 bilhões, e também um dano elevadíssimo à bacia doadora nos aspectos do meio ambiente natural e social. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Verificou-se, na reunião, que a atuação dos órgãos no tocante às obras complementares ao Pisf é deficitária. No Dia Mundial do Meio Ambiente é importante exortar os gestores que a discussão acerca do problema do esgotamento em Monteiro é tardia, já que a legislação que obriga o saneamento básico nas cidades é bastante antiga. E vale lembrar que as condicionantes das licenças de instalação e de operação do Pisf ainda não foram cumpridas”, declarou a representante do MPF. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“E para além disso, é importante considerar na linha da meta 6 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável que a falta de saneamento básico traz enormes prejuízos à saúde da população”, acrescentou a procuradora. (Com informações do MPF)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Prefeita de Monteiro assina TAC com Ministérios Públicos por gastos com empresa promotora das festas juninas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jun 2022 12:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[junina]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeita de Monteiro, Anna Lorena (PL), assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os Ministérios Públicos de Contas (MPC), da Paraíba (MPPB) e Federal (MPF) por causa dos gastos com a promoção das festas juninas. Uma análise realizada pelo Ministério Público de Contas, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), mostrou que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A prefeita de Monteiro, Anna Lorena (PL), assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os Ministérios Públicos de Contas (MPC), da Paraíba (MPPB) e Federal (MPF) por causa dos gastos com a promoção das festas juninas. Uma análise realizada pelo Ministério Público de Contas, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), mostrou que o poder público terceirizou a realização dos eventos com pagamento de R$ 1,2 milhão à empresa. Pelo entendimento entre as partes, para os próximos anos, o município terá que adotar critérios rígidos para fechar contratos do gênero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o procurador do MPC, Bradson Camelo, o órgão entende que o contrato trata de uma concessão de espaço público para empresa privada, ou seja, um ativo da Prefeitura Municipal com alto potencial de geração de lucro, o que não justificaria, em tese, o alto aporte financeiro realizado pelo município. A empresa Fábio Almeida Coelho, selecinada no certame, foi contratada para exploração dos espaços públicos do município para a realização do evento, através de captação de recursos por meio de comercialização de cotas de patrocínio e apoio financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Camelo disse ainda que a medida visa implementar uma cultura de transparência e economicidade para a realização dos festejos juninos para os anos seguintes. Ele disse que, neste caso, a cota de patrocínio municipal só existirá nos casos em que fique demonstrado ser necessária para viabilizar o melhor modelo de evento, de acordo com um prévio projeto básico e estudo de viabilidade. Ainda, restou compromissado que os contratos de concessão de espaços públicos para exploração comercial de eventos detalharão a obrigatoriedade, a forma e periodicidade da prestação de contas da empresa contratada. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do MPC, assinaram o TAC o promotor Diogo D&#8217;Arrolla Pedrosa Galvão, da 2ª Promotoria de Justiça de Monteiro; a procuradora da República, Janaína Andrade, do MPF, e o procurador-geral do Município, Sérgio Aquino. A festa na cidade se estende até o dia 28 e tem atrações como Wesley Safadão, Xand Avião e Bell Marques. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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