<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>marielle &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/marielle/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Apr 2025 23:25:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Câmara cassa mandato de Chiquinho Brazão, acusado de envolvimento na morte de Marielle Franco</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-cassa-mandato-de-chiquinho-brazao-acusado-de-envolvimento-na-morte-de-marielle-franco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 23:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[brazão]]></category>
		<category><![CDATA[cassado]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=15175</guid>

					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (24), encerrar o mandato de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), preso desde março sob a acusação de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). O ato foi assinado pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), com aval da maioria da Mesa Diretora. A justificativa formal está no artigo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (24), encerrar o mandato de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), preso desde março sob a acusação de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). O ato foi assinado pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), com aval da maioria da Mesa Diretora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A justificativa formal está no artigo 55 da Constituição: ausência em mais de um terço das sessões sem autorização. Brazão, que teve prisão domiciliar concedida recentemente pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), não participou das sessões por estar encarcerado desde o início das investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do peso político do gesto, a decisão foi tomada sem alarde e sem provocação formal de partidos. Dos sete membros da Mesa, apenas Elmar Nascimento (União-BA), 2º vice-presidente, não assinou o ato. O silêncio público dos colegas indica alinhamento com a medida – e talvez uma tentativa de encerrar discretamente um dos capítulos mais constrangedores da atual legislatura.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2025/04/da11243cc7447c0b4c52c149368e24c2.jpeg" alt="" class="wp-image-15177"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ausências e posições contrárias: veja como votaram os deputados paraibanos sobre prisão de Chiquinho Brazão</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ausencias-e-posicoes-contrarias-veja-como-votaram-os-deputados-paraibanos-sobre-prisao-de-chiquinho-brazao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 10:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[ausências]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<category><![CDATA[paraibanos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=13156</guid>

					<description><![CDATA[Se o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) foi mantido preso, nesta quarta-feira (10), o mérito não pode ser atribuído em justa medida à bancada paraibana. A soma dos que votaram contra a manutenção da prisão do parlamentar suspeito de mandar matar a vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e o motorista Anderson Gomes com os que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Se o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) foi mantido preso, nesta quarta-feira (10), o mérito não pode ser atribuído em justa medida à bancada paraibana. A soma dos que votaram contra a manutenção da prisão do parlamentar suspeito de mandar matar a vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e o motorista Anderson Gomes com os que se ausentaram na votação chega a sete, dos 12 votos possíveis. Apenas cinco deputados paraibanos contribuíram para os 277 sufrágios favoráveis à prisão em flagrante de Brazão, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para manter a prisão preventiva, eram necessários os votos da maioria absoluta da Câmara (257 votos), o que foi conseguido com alguma vantagem. Entre os paraibanos, os únicos que votaram contra foram os deputados bolsonaristas Cabo Gilberto e Wellington Roberto, ambos do PL. Se ausentaram da votação dos deputados Damião Feliciano, Hugo Motta e Murilo Galdino, do Republicanos, além de Romero Rodrigues e Ruy Carneiro, do Podemos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os votos favoráveis à manutenção da prisão foram dados por Aguinaldo Ribeiro (PP), Luiz Couto (PT), Mersinho Lucena (PP), Gervásio Maia (PSB) e Raniery Paulino (Republicanos). A tendência, agora, é que os deputados votem a cassação do mandato do parlamentar, que já foi expulso do antigo partido, o União Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plenário da Câmara acompanhou parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), de autoria do deputado Darci de Matos (PSD-SC), que recomenda a manutenção da prisão preventiva por crime flagrante e inafiançável de obstrução de Justiça com o envolvimento de organização criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do deputado, é acusado de mandante do crime o irmão dele, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. O processo passou a tramitar no Supremo porque ambos têm foro privilegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O assassinato de Marielle ocorreu em março de 2018, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obstrução à Justiça<br></strong>Ao ler seu parecer em Plenário, o deputado Darci de Matos defendeu a manutenção da prisão do parlamentar concordando com a tese do Supremo de que a medida cautelar era necessária por atos de obstrução à Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Darci de Matos ressaltou que está “claramente configurado o estado de flagrância do crime apontado, seja por sua natureza de permanência, seja pelo fato de que os atos de obstrução continuavam a ser praticados ao longo do tempo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à não possibilidade de fiança, o relator seguiu jurisprudência do STF aplicada desde 2015, segundo a qual, se estiverem presentes os requisitos para a decretação da prisão preventiva nos casos concretos, não há lógica ou razoabilidade na concessão de fiança. “Em outras palavras, deveria ser afastada a afiançabilidade de um crime quando presentes os requisitos da preventiva”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se: <a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara mantém prisão de Chiquinho Brazão, acusado de mandar matar Marielle</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-mantem-prisao-de-chiquinho-brazao-acusado-de-mandar-matar-marielle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 23:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[chiquinho frazão]]></category>
		<category><![CDATA[mantém]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=13153</guid>

					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados manteve, por 277 votos favoráveis, a prisão em flagrante e sem fiança do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), detido no dia 24 de março pela Polícia Federal sob acusação de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Para manter a prisão preventiva, são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados manteve, por 277 votos favoráveis, a prisão em flagrante e sem fiança do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), detido no dia 24 de março pela Polícia Federal sob acusação de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Para manter a prisão preventiva, são necessários os votos da maioria absoluta da Câmara (257 votos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado foi preso por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do inquérito. A decisão foi seguida pela 1ª Turma do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plenário da Câmara acompanhou parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), de autoria do deputado Darci de Matos (PSD-SC), que recomenda a manutenção da prisão preventiva por crime flagrante e inafiançável de obstrução de Justiça com o envolvimento de organização criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do deputado, é acusado de mandante do crime o seu irmão, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. O processo passou a tramitar no Supremo porque ambos têm foro privilegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O assassinato de Marielle ocorreu em março de 2018, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Obstrução à Justiça<br>Ao ler seu parecer em Plenário, o deputado Darci de Matos defendeu a manutenção da prisão do parlamentar concordando com a tese do Supremo de que a medida cautelar era necessária por atos de obstrução à Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Darci de Matos ressaltou que está “claramente configurado o estado de flagrância do crime apontado, seja por sua natureza de permanência, seja pelo fato de que os atos de obstrução continuavam a ser praticados ao longo do tempo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à não possibilidade de fiança, o relator seguiu jurisprudência do STF aplicada desde 2015, segundo a qual, se estiverem presentes os requisitos para a decretação da prisão preventiva nos casos concretos, não há lógica ou razoabilidade na concessão de fiança. “Em outras palavras, deveria ser afastada a afiançabilidade de um crime quando presentes os requisitos da preventiva”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, para casos futuros, Matos disse reconhecer a necessidade de se aprofundar o debate em torno da impossibilidade de se conceder fiança nas prisões preventivas. “A nosso ver, deve-se entender como crimes inafiançáveis apenas quando considerados in abstracto, em face de definição constitucional e legal, de que são exemplos o racismo, a tortura, o tráfico, o terrorismo, a ação de grupos armados, aqueles contra a ordem constitucional e o Estado Democrático e os hediondos e equiparados”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o relator ponderou que as prerrogativas não devem ser mal usadas. “As prerrogativas existem para proteger a atuação parlamentar, em uma lógica de proteção dos interesses coletivos e não individuais”, ponderou Darci de Matos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Defesa<br>O advogado do deputado Chiquinho Brazão, Cleber Lopes, contestou que haja estado de flagrante para justificar a prisão do parlamentar. &#8220;Na CCJ, pretendeu-se construir a ideia de que havia estado de flagrância e que o crime era inafiançável. Se houvesse estado de flagrante, será que a Polícia Federal não o teria prendido em flagrante?&#8221;, questionou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chiquinho Brazão não participou virtualmente do debate em Plenário, segundo Lopes, porque não havia agente penitenciário ou conexão no presídio. &#8220;Ele está privado de participar deste ato&#8221;, disse o advogado. (Agência Câmara)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Polícia Federal prende três suspeitos de mandar matar Marielle e Anderson Gomes</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-federal-prende-tres-suspeitos-de-mandar-matar-marielle-e-anderson-gomes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2024 17:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anderson]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[brazão]]></category>
		<category><![CDATA[irmãos]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=12974</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal prendeu, neste domingo (24), três acusados de serem os mandantes do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e do motorista Anderson Gomes. Os presos foram Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio; Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal prendeu, neste domingo (24), três acusados de serem os mandantes do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e do motorista Anderson Gomes. Os presos foram Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio; Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio. A operação recebeu o nome de Murder Inc. A ação apura, ainda, a tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão sendo cumpridos ainda 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, todos na cidade do Rio de Janeiro. A ação conta com a participação da Procuradoria-Geral da República e do Ministério Público do Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também apoiam a operação a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ação tem como alvos os autores intelectuais das execuções. São apurados ainda os crimes de organização criminosa e obstrução de justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Brasil tenta contato com as defesas dos acusados. Domingos Brazão disse, em entrevista ao UOL em janeiro deste ano, que não conhecia e não lembrava da vereadora Marielle Franco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Chiquinho Brazão havia divulgado nota no dia 20 de março, depois que a acusação de ser o mandante vazou na imprensa. A nota diz que ele estava “surpreendido pelas especulações” e afirmou que o convívio com Marielle sempre foi “amistoso e cordial”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, a irmã de Marielle e ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, agradeceu o empenho da PF, governo federal, Ministério Público e ministro do STF Alexandre de Moraes. &#8220;Estamos mais perto da Justiça&#8221;, considera Anielle. &#8220;Só Deus sabe o quanto sonhamos com esse dia! Hoje é mais um grande passo para conseguirmos as respostas que tanto nos perguntamos nos últimos anos: quem mandou matar a Mari e por quê?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também nas redes sociais, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, destacou que medidas tomadas desde o início do mandato do presidente Lula foram decisivas para o esclarecimento do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. &#8220;O Governo Federal seguirá cumprindo o seu papel para combater essas quadrilhas violentas que cometem graves crimes contra as famílias brasileiras. A continuidade das investigações vai com certeza esclarecer vários outros crimes&#8221;, afirmou Pimenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alexandre de Moraes homologa delação de Ronnie Lessa e caso Marielle fica mais próximo de solução</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/alexandre-de-moraes-homologa-delacao-de-ronnie-lessa-e-caso-marielle-fica-mais-proximo-de-solucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 22:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Delação]]></category>
		<category><![CDATA[homologação]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<category><![CDATA[ronnie lessa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=12921</guid>

					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou, nesta terça-feira (19), a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa. Ele é apontado como autor dos disparos que mataram a ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (Psol), e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018. O caso se arrasta desde então [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou, nesta terça-feira (19), a delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa. Ele é apontado como autor dos disparos que mataram a ex-vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (Psol), e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018. O caso se arrasta desde então sem que os mandantes do crime sejam conhecidos. A informação foi confirmada pelo ministro Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Supremo recebeu no último dia 11 parte da investigação sobre os assassinatos. O caso foi distribuído nesta quarta-feira (13) ao ministro Alexandre de Moraes. &#8220;Eu acabo de estar com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, que me comunicou oficialmente que ele homologou a colaboração premiada do ex-policial Ronnie Lessa depois de ter passado ontem em uma audiência com o ministro auxiliar de Alexandre de Moraes&#8221;, disse o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ele confirma todos os termos da colaboração premiada, essa que tramita em segredo de Justiça e esse ministro não teve acesso a ela. Mas nós sabemos que essa colaboração, que é um meio de obtenção de provas, nos traz elementos importantíssimos que nos levam a crer que brevemente teremos a solução do assassinato da vereadora Marielle Franco&#8221;, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes, a investigação tramitava no STJ. O deslocamento ao Supremo costuma ocorrer quando são citados pessoas com prerrogativa de foro na corte nas investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Constituição Federal prevê que, em processos criminais, os ocupantes de determinados cargos serão julgados por tribunais específicos e não por um juiz de primeira instância, como aconteceria num processo normal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo está sob sigilo e não há informação de quem seria o envolvido que motivou o deslocamento do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vereadora foi assassinada no centro do Rio, na noite de 14 de março de 2018. O carro em que Marielle estava —e que era conduzido por Anderson— foi alvejado por 13 tiros. Os motivos e os mandantes do crime permanecem desconhecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram presos. O primeiro foi acusado de ser o autor dos disparos, enquanto o segundo, de dirigir o veículo usado no assassinato. (Com informações da Folha de São Paulo)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ronnie Lessa, apontado como assassino de Marielle e Anderson, fecha acordo de delação premiada</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ronnie-lessa-apontado-como-assassino-de-marielle-e-anderson-fecha-acordo-de-delacao-premiada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 18:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[delação premiada]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<category><![CDATA[ronnie lessa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=12523</guid>

					<description><![CDATA[Apontado nas investigações como executor dos assassinatos de Marielle e Anderson Gomes, o ex-policial militar do Rio de Janeiro, Ronie Lessa, fechou acordo de delação premiada com a Polícia Federal. A revelação foi feita pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, neste domingo (21). Lessa está preso desde 2019, um ano depois do assassinato da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Apontado nas investigações como executor dos assassinatos de Marielle e Anderson Gomes, o ex-policial militar do Rio de Janeiro, Ronie Lessa, fechou acordo de delação premiada com a Polícia Federal. A revelação foi feita pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, neste domingo (21). Lessa está preso desde 2019, um ano depois do assassinato da vereadora e do motorista na saída de um evento político. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A delação de Lessa ocorre meses após o mesmo ser feito por outro suspeito, Élcio Queiroz, que confessou ter dirigido o carro no dia da abordagem às vítimas. De acordo com o colunista, o ex-policial tem dado muitos detalhes à polícia federal sobre o ocorrido. É que depois de quase seis anos, muito se sabe sobre os assassinos, mas não há informações seguras sobre os mandantes. Lessa teve armas apreendidas na casa dele, no condomínio Vivendas da Barra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, Andrei Rodrigues, chefe da PF, deu o prazo de março para a solução do crime — mês em que ele completa seis anos. Ou seja, no limite em mais 70 dias se saberá o mandante. A declaração do dirigente ocorreu após cobranças da família da ex-vereadora do Rio. A colaboração de Lessa, contudo, ainda precisa de uma homologação no STJ. Sua delação liquida o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caso Marielle segue indefinido após cinco anos do crime</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/caso-marielle-segue-indefinido-apos-cinco-anos-do-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 11:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anderson gomes]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
		<category><![CDATA[vereadora]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=9650</guid>

					<description><![CDATA[O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completa cinco anos nesta terça-feira (14) e segue sem resposta sobre o mandante do crime. As investigações levaram a prisão de dois executores: o policial militar reformado Ronnie Lessa, por ter atirado na vereadora, e do motorista, o ex-policial militar Elcio de Queiroz. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completa cinco anos nesta terça-feira (14) e segue sem resposta sobre o mandante do crime. As investigações levaram a prisão de dois executores: o policial militar reformado Ronnie Lessa, por ter atirado na vereadora, e do motorista, o ex-policial militar Elcio de Queiroz. Os motivos e os líderes do atentado permanecem desconhecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Já se passaram cinco anos: é muito tempo”. O desabafo é de Marinete Silva, mãe de Marielle Franco, e resume o sentimento de familiares, amigos, ativistas, e de qualquer pessoa indignada com o crime. “Hoje, o mundo inteiro quer saber quem mandou matar Marielle. Isso não é uma questão a ser resolvida apenas para a família”, complementa a mãe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio processo de investigação passou a ocupar um lugar central no noticiário. A Polícia Civil teve cinco delegados responsáveis pelo caso na Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro. No Ministério Público Estadual, três equipes diferentes atuaram no caso durante esses anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última mudança aconteceu há 10 dias, quando o procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, escolheu sete novos promotores para integrar a força-tarefa coordenada por Luciano Lessa, chefe do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As trocas constantes de comando receberam críticas de familiares e movimentos sociais nesses cinco anos, e levaram a suspeitas de obstrução nas investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio de 2019, a Polícia Federal apontou que foram dados depoimentos falsos para dificultar a solução dos homicídios. Procuradoras abandonaram o caso em julho de 2021, com a afirmação de que houve interferência externa na investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo comando do MPRJ disse estar comprometido em &#8220;não chegar a uma conclusão açodada, divorciada da realidade, mas de realizar um trabalho técnico e sério, voltado para identificar todos os envolvidos”. Sobre os mandantes e o motivo dos assassinatos, afirma que as dificuldades são maiores por ser “um crime onde os executores são profissionais, que foram policiais militares, que sabem como se investiga”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prisões<br></strong>O avanço mais consistente no caso aconteceu em março de 2019, quando Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa foram presos no Rio de Janeiro. O primeiro é acusado de ter atirado em Marielle e Anderson, o segundo, de dirigir o carro usado no assassinato. Quatro anos depois, eles continuam presos, mas não foram julgados. Procurado pela reportagem, o Tribunal de Justiça do Rio informou que é esperado “o cumprimento de diligências requeridas pela promotoria e pela defesa para que seja marcada a data do julgamento”.<br>Sobrevivente<br>Fernanda Chaves, ex-assessora de Marielle Franco, foi a única sobrevivente do atentado. Ela estava no carro quando a parlamentar e o motorista foram atingidos. Fernanda diz que apenas o delegado que assumiu o caso entre 2018 e o início de 2019, Giniton Lages, a chamou para prestar depoimento. Ela só voltou a ser procurada em janeiro desse ano pelo Ministério da Justiça, quando participou de uma reunião com assessores da pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você chegar a cinco anos sem que se tenha levado adiante o julgamento dos que estão acusados e presos por conta do assassinato? Sem ter uma investigação que leve aos mandantes? É muito humilhante, eu acho que é vergonhoso para o Estado não entregar essa resposta. O Rio de Janeiro, quando a Marielle foi assassinada, estava sobre intervenção federal, militarizado. No centro da cidade, do lado da Prefeitura, as vias eram cobertas por câmeras. E cinco anos depois você não tem um avanço. Giniton saiu do caso, as promotoras deixaram o caso alegando interferência. Isso é gravíssimo”, acusa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inquérito federal<br></strong>A reunião de Fernanda marca uma mudança de postura do governo federal em relação ao caso. A federalização das investigações esteve em pauta desde o início e chegou a constar em um pedido da então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em setembro de 2019. A tentativa não avançou após proibição do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do desinteresse do governo federal na época e da preocupação dos familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro desse ano, o ministro da Justiça, Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal (PF) abrisse um inquérito paralelo para auxiliar as autoridades fluminenses. Ontem (13), o ministro disse que o caso é uma prioridade da corporação e que pretende identificar todos os envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que eu posso afirmar é que o trabalho está evoluindo bem. Mas é claro que, sobre o resultado, nós teremos nos próximos meses a apresentação dos investigadores daquilo que foi possível alcançar. Não é possível nesse momento fixar prazos, nem que momento isso finalizará. Mas eu posso afirmar que há prioridade, há uma equipe dedicada na Polícia Federal só para isso e eu tenho, sim, a expectativa e a esperança, que é de todos nós, que a PF vai ajudar a esclarecer definitivamente esse crime”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça por Marielle e Anderson<br></strong>Para aumentar a pressão sobre as investigações, foi criado em julho de 2021 o Comitê Justiça por Marielle e Anderson. Ele é formado pelos familiares das vítimas, pela Justiça Global, Terra de Direitos, Coalizão Negra por Direitos e Anistia Internacional Brasil. Esta última organizou e participou de campanhas desde que os assassinatos aconteceram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a diretora-executiva Jurema Werneck, as autoridades do Rio estão falhando há cinco anos com as famílias das vítimas e a sociedade como um todo. Ela defende que a solução do caso é fundamental para o país mostrar que está comprometido no combate aos crimes políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ministro da Justiça diz que vai cooperar. A gente só tem que confiar que dessa vez vão colaborar de fato. E que dessa vez vão contribuir para o Rio de Janeiro e o Brasil superarem essa ineficiência crônica de elucidação de homicídios. E principalmente elucidação de homicídios políticos. O Brasil é o quarto país do mundo que mais mata ativistas. Portanto, o ministro da Justiça, além de elucidar esse crime, precisa estabelecer políticas e mecanismos consistentes para que o Brasil deixe de estar entre os campeões do mundo de assassinatos políticos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa visão é compartilhada por organismos internacionais, que pressionam o Brasil a solucionar o atentado. Jan Jarab, representante da ONU Direitos Humanos para a América do Sul, defende que é preciso inserir o caso em um contexto mais amplo de ataques contra defensores dos direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Devemos evitar a impunidade. No sentido amplo da palavra, não só sobre quem executa os atos violentos, mas também quando há pessoas por trás. Mas também é importante a prevenção, primária e secundária, e as medidas de segurança física. E intervir quando já existem ameaças, quando existem crimes de ódio verbal. Que não se banalizem essas formas de agressão verbal, principalmente no âmbito das redes sociais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperanças renovadas<br>Meia década de tristeza, angústia e ansiedade. Mas não de desistência. É dessa forma que amigos e familiares renovam as esperanças de que, com o apoio de diversos setores da sociedade civil, não será preciso passar mais um ano sem a resposta sobre “Quem mandou matar Marielle?”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Infelizmente, a gente vive em um país onde muitas pessoas são assassinadas e seguem sem saber quem mandou matar e o porquê. Mas eu acho que o Brasil merece dar essa resposta para democracia”, diz Anielle Franco, irmã da vereadora e ministra da Igualdade Racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu preciso acreditar nas instituições, eu preciso acreditar que esse resultado vai ser apresentado. Eu não posso acreditar em um país que tenha autoridades e instituições funcionando, em um Estado Democrático de Direito, que não entrega essa resposta. Eu preciso acreditar nisso, eu tenho esperança”, diz Fernanda Chaves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu entendo hoje que fazer justiça por Marielle não tem só a ver com o final de um inquérito. Isso o Estado brasileiro deve à família e à sociedade”, defende Mônica Benício, viúva de Marielle. “É a gente poder viver numa sociedade onde ‘Marielles’ não sejam assassinadas, mas possam florescer no seu máximo de potência. É a gente ter uma sociedade em que não haja racismo, LGBTfobia, machismo. Ou seja, que todos os corpos possam viver e ter igualdade de direitos, que todas as vidas possam importar igualmente aos olhos do Estado e aos olhos da sociedade. Quando a gente tiver essa sociedade, fizemos justiça por Marielle”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cronologia do caso<br></strong>14 de março de 2018: Marielle Franco e Anderson Gomes são assassinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">15 de março de 2018: Giniton Lages assume a Delegacia de Homicídios do Rio e o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">21 de março de 2018: O MPRJ escolhe um grupo de promotores para a apuração do crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">01 de setembro de 2018: Entra no caso o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ). Acontece a primeira troca de promotores do MPRJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">25 de setembro de 2018: Orlando Curicica, encarcerado no Presídio Federal de Mossoró por crimes ligados à milícia, menciona o ‘Escritório do Crime’ para os investigadores. Uma testemunha cita o vereador Marcello Siciliano por suposto envolvimento na morte de Marielle. Siciliano foi preso, mas o envolvimento dele foi descartado depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">11 de outubro de 2018: Investigações do MPRJ identificam biotipo do executor do crime e rastreiam novos locais por onde circulou o carro usado no crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">11 de março de 2019: A primeira fase de investigações é encerrada. Ronnie Lessa e Élcio Queiroz são denunciados por homicídio doloso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">12 de março de 2019: Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa são presos no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">25 de março de 2019: Giniton Lages é substituído por Daniel Rosa na Delegacia de Homicídios do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">23 de maio de 2019: Polícia Federal aponta que foram dados depoimentos falsos para dificultar a solução dos homicídios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">11 de setembro de 2019: A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pede a federalização das investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">10 de março de 2020: Justiça do Rio determina que Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz sejam levados a júri popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">27 de maio de 2020: Superior Tribunal de Justiça (STJ) nega a federalização das investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">17 de setembro de 2020: Delegado Daniel Rosa deixa o caso. Moisés Santana assume o lugar dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">05 de julho de 2021: Terceira troca na Delegacia de Homicídios: sai Moisés Santana, entra Edson Henrique Damasceno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">02 de fevereiro de 2022: Quarta troca: Edson Henrique Damasceno é substituído por Alexandre Herdy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">30 de agosto de 2022: Supremo Tribunal Federal (STF) nega recursos das defesas de Ronnie Lessa e Élcio Vieira, e mantém decisão sobre júri popular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">22 de fevereiro de 2023: O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anuncia abertura de inquérito da Polícia Federal para investigar assassinatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">04 de março de 2023: MP do Rio define novos promotores do caso Marielle Franco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/sueton</a>i</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
