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	<title>marcelo &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Delegado expulso dos Estados Unidos por atuação na prisão de Ramagem atuou na Paraíba, nomeado por Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Alvo de críticas dos bolsonaristas nas redes sociais, o delegado Marcelo Ivo de Carvalho, pivô da prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), nos Estados Unidos, já atuou na Paraíba, nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje preso. Ele foi “convidado” pelo governo americano a deixar o país por ter, supostamente, manipulado o sistema de imigração [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Alvo de críticas dos bolsonaristas nas redes sociais, o delegado Marcelo Ivo de Carvalho, pivô da prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), nos Estados Unidos, já atuou na Paraíba, nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje preso. Ele foi “convidado” pelo governo americano a deixar o país por ter, supostamente, manipulado o sistema de imigração para extraditar Ramagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcelo Ivo é adido da PF em Miami e teve participação no caso que levou à prisão do ex-delegado federal e ex-deputado Alexandre Ramagem, na semana passada pelo ICE, a agência de imigração dos EUA. Ramagem, que é considerado foragido no Brasil, foi solto dois dias depois, na quarta (15). O delegado retorna já nesta terça ao país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso&#8221;, diz um post da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, que foi publicado pelas redes sociais nesta segunda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, Marcelo Ivo atuou na Paraíba nomeado por Jair Bolsonaro em 2022, ano em que o ex-presidente tentou a reeleição e foi derrotado pelo presidente Lula (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ivo foi nomeado superintendente regional da Polícia Federal na Paraíba em 21 de janeiro de 2022. A nomeação se deu no contexto das mudanças de comando promovidas pela gestão bolsonarista na estrutura regional da corporação. Tomou posse em 6 de maio daquele ano, em João Pessoa, substituindo o delegado Gustavo Paulo Leite de Souza, designado para função nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O delegado permaneceu no cargo por cerca de oito meses. Marcelo Ivo foi designado, em março de 2023, para exercer a função de oficial de ligação junto ao ICE (sigla em inglês para Serviço de Imigração e Alfândega), em Miami. Esse tipo de missão para os policiais federais brasileiros tem um período específico. No caso da função junto ao ICE, era de dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A permanência do delegado —que antes foi superintendente da PF na Paraíba— foi prorrogada, até agosto de 2026, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 13 de janeiro de 2023, já no início do governo Lula, Ivo foi exonerado junto com outros 17 superintendentes da PF em todo o país, em uma troca ampla de comando regional promovida pela nova gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão do governo norte-americano de mandar o delegado Pedro Ivo de volta para o Brasil, ele se tornou alvo de ataques dos bolsonaristas nas redes sociais. A alegação é a de que ele teria agido para que Ramagem fosse extraditado, por ser fugitivo no Brasil. O ex-deputado tenta conseguir o status de refugiado nos Estados Unidos, alegando perseguição política na Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ramagem foi condenado por envolvimento na trama golpista, que tentava impedir a posse do presidente Lula em 2023 e que resultou no quebra-quebra nas sedes dos Três Poderes no 8 de janeiro daquele ano.</p>



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		<title>Vaiado e xingado, paraibano Marcelo Queiroga vive dias de anti-herói após fracasso do governo Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 18:41:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo]]></category>
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					<description><![CDATA[Talvez o distanciamento histórico faça justiça ao cardiologista paraibano Marcelo Queiroga. Ele assumiu o Ministério da Saúde em meio a uma crise gerada por uma pandemia agravada pela incompetência galopante do antecessor, Eduardo Pazuello. Àquela altura, em 2021, mais de 400 mil pessoas já haviam morrido. O país precisava vacinar e fazer isso com urgência. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Talvez o distanciamento histórico faça justiça ao cardiologista paraibano Marcelo Queiroga. Ele assumiu o Ministério da Saúde em meio a uma crise gerada por uma pandemia agravada pela incompetência galopante do antecessor, Eduardo Pazuello. Àquela altura, em 2021, mais de 400 mil pessoas já haviam morrido. O país precisava vacinar e fazer isso com urgência. O trabalho foi feito com relativa eficiência. E mesmo contando algumas omissões e negacionismos, as vacinas foram aplicadas e a Covid-19 deixou de ser o fantasma que assustou o país por dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isso tudo não foi o suficiente para impedir que Queiroga fosse hostilizado e perdesse as estribeiras nesta quinta-feira (3). Durante palestra no 8º Congresso Norte/Nordeste de Secretarias Municipais de Saúde, evento que reúne secretários de Saúde de todo o país, ele foi vaiado pela quase totalidade dos presentes. A cena vexatória poderia talvez ser contornada pelo ex-ministro, mas ele pôs mais brasa na fogueira e começou a criticar os presentes. A resposta foi uma vaia maior ainda, quase ensurdecedora e tomou todo o auditório. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E por que isso? Simplesmente porque o ministro resolveu a certa altura do histórico da gestão trocar o jaleco pela política. De tom ameno e pacificador, se transformou em uma figura radical e negacionista, em vários momentos. O gestor foi ao longo do tempo que passou na parta se moldando à personalidade do presidente Jair Bolsonaro (PL). Isso fez com que ele nunca aceitasse a orientação da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde) sobre a ineficácia da cloroquina para tratar Covid-19. Isso só para citar um caso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Sergipe, nesta quinta, ele poderia lembrar um pouco do trabalho positivo que fez no Ministério da Saúde, mas preferiu o confronto. &#8220;Disseram que iam comprar respirador. Não compraram nenhum. Zero. É assim que vocês querem unir o Brasil? Vocês vão ter a resposta em breve&#8221;, disse o ministro enquanto era vaiado. Ele ainda fez críticas à Venezuela, país que é alvo frequente do discurso bolsonarista, dizendo que aqueles que o vaiavam deveriam conhecer o Projeto Acolhida em Roraima, destinado a receber imigrantes da nação vizinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele saiu do palco acompanhado de seguranças e acenou com as mãos de maneira irônica em direção às pessoas que o vaiavam. O evento foi encerrado mais cedo devido ao clima de animosidade. Queiroga foi o quarto ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro e tende a deixar a pasta de forma melancólica. Talvez no futuro, quando as pessoas se perguntarem quem era o ministro da Saúde na época da pandemia, aquele Queiroga do início do trabalho seja mais lembrado que o de agora. </p>



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		<title>Queiroga rejeita novamente laudo que atesta inutilidade do &#8216;kit covid&#8217; e pede novos estudos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/queiroga-rejeita-novamente-laudo-que-atesta-inutilidade-do-kit-covid-e-pede-novos-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2022 13:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Cloroquina]]></category>
		<category><![CDATA[kit covid]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo]]></category>
		<category><![CDATA[queiroga]]></category>
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					<description><![CDATA[Lembra o entendimento do Ministério da Saúde de que as vacinas contra a Covid-19 não têm efetividade e nem seguraça, mas que a cloroquina tem? Pois é, ele continua ativo no órgão. Quatro meses depois de a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao Sistema Único de Saúde (Conitec) aprovar e ter rejeitado relatório que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Lembra o entendimento do Ministério da Saúde de que as vacinas contra a Covid-19 não têm efetividade e nem seguraça, mas que a cloroquina tem? Pois é, ele continua ativo no órgão. Quatro meses depois de a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao Sistema Único de Saúde (Conitec) aprovar e ter rejeitado relatório que contraindica o uso do chamado &#8220;kit Covid&#8221; na rede pública de saúde, o ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) decidiu pedir mudanças no texto. O composto de medicamentos inclui a hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina, todos comprovadamente ineficazes para o atratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro, como saída, vai indicar a necessidade de reformulação da parte que fala sobre tratamento inicial de pacientes sob argumento de que o trecho &#8220;perdeu objeto&#8221;, já que surgiram novos medicamentos para combater a doença. Na avaliação de Queiroga, é preciso incluir no rol de medicamentos abordados no protocolo remédios como o baricitinibe, incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na semana passada. O ministro, porém, mantem outros trechos do documento, acolhendo em parte o recurso dos médicos que elaboraram as diretrizes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão chegou à mesa de Queiroga depois que o então secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos (Sctie), Hélio Angotti, rejeitou o documento &#8220;Diretrizes Brasileiras para o Tratamento Medicamentoso Ambulatorial e Hospitalar do Paciente com Covid-19&#8221;, aprovado pela Conitec em dezembro. Em nota técnica para sustentar sua decisão de rejeitar o protocolo, divulgada em janeiro, Angotti argumentou que vacinas contra a Covid-19 não tinham efetividade nem segurança demonstradas, mas que a hidroxicloroquina sim. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A afirmação contraria estudos sobre o tema e a posição da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Após a ampla repercussão negativa, Angotti recuou e suprimiu de seu documento a tabela que estabelecia a comparação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações de O Globo</p>



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