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	<title>lucena &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Liminar suspende lei que obrigava prefeito de Lucena a divulgar agenda diária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 19:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>
		<category><![CDATA[lucena]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Onaldo Queiroga deferiu medida liminar que suspende os efeitos da Lei nº 1.186/2025, do município de Lucena, que obrigava o prefeito a divulgar diariamente sua agenda oficial com antecedência mínima de 24 horas, detalhamento de participantes e manutenção das informações por cinco anos. A decisão foi tomada no âmbito de Ação Direta de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Onaldo Queiroga deferiu medida liminar que suspende os efeitos da Lei nº 1.186/2025, do município de Lucena, que obrigava o prefeito a divulgar diariamente sua agenda oficial com antecedência mínima de 24 horas, detalhamento de participantes e manutenção das informações por cinco anos. A decisão foi tomada no âmbito de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 0810519-36.2025.8.15.0000, ajuizada pelo prefeito Leomax da Costa Bandeira e pela própria municipalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação sustenta que a lei é fruto de retaliação política, motivada pela quebra de uma oligarquia que dominava a política local há mais de 30 anos. A atual gestão, eleita em 2020, afirma enfrentar dificuldades impostas pela oposição, que detém maioria na Câmara Municipal. “Estão se utilizando de projetos de lei inconstitucionais para dificultar a governabilidade”, alegam os autores da ADI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Onaldo Queiroga, ao analisar os requisitos para a concessão da medida liminar, apontou que há “fumaça do bom direito” na argumentação do prefeito e risco de dano irreparável à administração pública, caso a norma continue em vigor. “A imposição de uma rotina de divulgação tão detalhada e prévia, prima face, invade a esfera de organização e funcionamento interno da administração pública, que é prerrogativa do Poder Executivo”,ressaltou o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator, a norma questionada usurpa a competência do Executivo ao disciplinar internamente a divulgação de informações institucionais, que, segundo ele, deve ser regulada por decreto ou ato próprio do prefeito, respeitando a política de transparência e os limites constitucionais. Além disso, considerou que a exigência de divulgação antecipada poderia comprometer compromissos sigilosos, emergenciais ou estratégicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi considerado que o cumprimento imediato da lei poderia dar margem à abertura de processos políticos contra o prefeito por suposto descumprimento da norma, criando um “cenário de caos administrativo” e afetando a prestação de serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dos argumentos apresentados e da urgência reconhecida, Onaldo Queiroga determinou a suspensão imediata dos efeitos da Lei Municipal nº 1.186/2025, em decisão monocrática proferida ad referendum do Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba, que ainda analisará o mérito da medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara Municipal de Lucena será intimada a se manifestar em até cinco dias. Já o procurador-geral do Município terá três dias para apresentar sua manifestação. Após os prazos, será agendada data para julgamento colegiado da liminar. (Com informações do TJPB)</p>



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		<title>Município deve indenizar criança que tomou vacina contra a Covid destinada a adultos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/municipio-deve-indenizar-crianca-que-tomou-vacina-contra-a-covid-destinada-a-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 19:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Condenado]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de Lucena foi condenado a pagar indenização, por dano moral, no valor de R$ 6 mil, em virtude de ter sido aplicado em uma criança de nove anos de idade vacina contra a Covid-19 destinada a adultos. A sentença foi proferida pela juíza Giovanna Lisboa, da 3ª Vara Mista de Cabedelo, nos autos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O município de Lucena foi condenado a pagar indenização, por dano moral, no valor de R$ 6 mil, em virtude de ter sido aplicado em uma criança de nove anos de idade vacina contra a Covid-19 destinada a adultos. A sentença foi proferida pela juíza Giovanna Lisboa, da 3ª Vara Mista de Cabedelo, nos autos da ação nº 0800695-96.2022.8.15.0731.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo consta nos autos, no dia 07/01/2022 a Equipe de Saúde do Município aplicou na criança a vacina, fato que colocou em sério risco a integridade física da autora, uma vez que ela sofreu várias reações (vômitos, febre alta, mal-estar).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como se vê, o objeto da lide resume-se na pretensão de indenização por danos morais decorrentes do ato da comissão da Equipe de Saúde do Município de Lucena, ao não observar que a vacina inoculada no braço da menor era destinada para adultos, fato que causou aflição, em razão das fortes reações que a vacina causou a autora”, destaca a juíza na sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada ressaltou que a indenização não tem o objetivo de reparar a dor, mas de compensá-la de alguma forma, minimizando o sofrimento da beneficiária. “Verificada a ocorrência do dano moral, a culpa do promovido e a relação de causalidade, deve ser acolhido o pedido inicial de reparação por danos morais para a promovente.”, pontuou. Ainda cabe recurso. (com informações do TJPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Prefeitura de João Pessoa faz entrega de 160 apartamentos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/prefeitura-de-joao-pessoa-faz-entrega-de-160-apartamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 20:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cícero]]></category>
		<category><![CDATA[lucena]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de João Pessoa entregou, na manhã desta sexta-feira (19), 160 apartamentos do Residencial Vista Alegre III, no bairro Colinas do Sul. Com essa ação, a gestão chegou à marca de 928 famílias beneficiadas com o sonho da casa própria. A entrega das chaves contou com a presença do prefeito Cícero Lucena (PP), do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de João Pessoa entregou, na manhã desta sexta-feira (19), 160 apartamentos do Residencial Vista Alegre III, no bairro Colinas do Sul. Com essa ação, a gestão chegou à marca de 928 famílias beneficiadas com o sonho da casa própria. A entrega das chaves contou com a presença do prefeito Cícero Lucena (PP), do vice-prefeito Leo Bezerra (PSB), do secretário nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional, Alfredo dos Santos, e de representantes da Caixa Econômica Federal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“É muito bom ver o depoimento de mães com seus filhos que agora vão poder morar em um lugar digno e que é seu. É o sonho de muitos e nos faz feliz ser parte dele. Sempre que couber à Prefeitura de João Pessoa estaremos trabalhando para fazer o bem às pessoas”, afirmou Cícero Lucena, destacando a parceria com o Governo Federal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os apartamentos do Residencial Vista Alegre III têm 47 m², com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, com cerâmica no piso e nas áreas molhadas (banheiro, cozinha e área de serviço) e uma vaga de garagem. Todos os apartamentos localizados no térreo são adaptados para pessoas com limite de acessibilidade. A área externa ainda conta com empraçamento com canteiros, bancos, parquinho e academia da terceira idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Vacinação de crianças com doses de adultos em Lucena mostra segurança do imunizante e desleixo da prefeitura</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/vacinacao-de-criancas-com-doses-de-adultos-em-lucena-mostra-seguranca-do-imunizante-e-desleixo-da-prefeitura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 20:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[lucena]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Estado e o Ministério da Saúde voltaram suas atenções para a cidade de Lucena, na Região Metropolitana de João Pessoa. No alvo, o episódio em que pelo menos 48 crianças receberam vacina da Pfizer com doses destinadas aos adultos e ainda com data de validade vencida em grande parte delas. A prefeitura, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo do Estado e o Ministério da Saúde voltaram suas atenções para a cidade de Lucena, na Região Metropolitana de João Pessoa. No alvo, o episódio em que pelo menos 48 crianças receberam vacina da Pfizer com doses destinadas aos adultos e ainda com data de validade vencida em grande parte delas. A prefeitura, lógico, jogou a culpa para cima da técnica de enfermagem responsável pela aplicação. E ela tem, sim, culpa no cartório. Mas convenhamos, não pode ser o bode expiatório. Até que se prove o contrário, todos os responsáveis pela Saúde no município e o prefeito Léo Bandeira precisam ser responsabilizados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações indicam que a imunização de crianças com doses específicas para adultos começou em dezembro e se estendeu até o início deste mês. Só no último sábado (15) os casos ganharam repercussão, após denúncias feitas por pais, que relataram reações à vacina típicas do imunizante, visíveis até em adultos. Alguns relataram febre, outros dor no braço e outros ainda estes sintomas associados a sintomas de uma gripe normal. Até o momento, não há registro de agravamento nos casos dos vacinados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez visita nesta segunda-feira (17) ao município. Procurou e ouviu mães de crianças, mas chamou mais a atenção pelo alarde que fez em relação às possíveis consequências. Falou em risco de miocardite nos jovens, o que vai carecer de acompanhamento para que seja confirmada ou descartada. De qualquer forma, a entrevista do gestor acabou gerando apreensão entre membros dos órgãos que investigam o caso. Representantes da Secretaria de Saúde do Estado e dos Ministérios Públicos Federal e da Paraíba acompanham o caso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As primeiras informações mostram que a vacina é segura, mas sobretudo escancaram o grau elevado de desconhecimento e displicência da prefeitura. O prefeito Léo Bandeira se apressou em afastar a técnica de enfermagem que ministrou as doses. É verdade que pouco pode-se dizer em relação ao bom senso da servidora. Afinal, qualquer pessoa com um mínimo de noção saberia que o imunizante não estava liberado para esta faixa etária, muito menos na dosagem destinada aos adultos. Os pais também não poderiam se dar ao luxo de desconhecer o noticiário, mas, no caso deles, é aceitável pelo baixo nível de instrução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao Ministério Público Federal a servidora disse ter sido orientada pela Secretaria de Saúde a vacinar todos o que quisessem porque o imunizante estava para vencer. Não se sabe por que cargas d&#8217;água ela decidiu incluir crianças no leque de vacináveis. Contra a gestão ainda pesa a acusação de que a servidora atuava sozinha, acompanhada apenas de um motorista e sem nenhuma fiscalização. É o cúmulo do descaso e da falta de gestão. Para completar, a apuração mostrou que 36 das 48 crianças tomaram vacinas vencidas, o que aumenta ainda mais a responsabilidade dos gestores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito da cidade deve ser ouvido nesta terça-feira (18) pelos Ministérios Públicos Federal e da Paraíba. No encontro, ele precisa responder o porquê dos problemas gerados e, sobretudo, as providências que serão adotadas. Isso porque fatos do gênero costumam minar a confiança de muita gente boa que vem sofrendo com o assédio dos negacionistas que se posicionam contra a vacina. O que se viu até agora é que apesar da patacoada provocada pela administração pública de Lucena, nenhuma criança sofreu complicações mais sérias. Elas, lógico, precisam ser acompanhadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário Estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, disse que o governo estadual vai assumir a imunização na cidade. É um merecido atestado de desconfiança em relação à prefeitura. Em relação à vacina da Pfizer desenvolvida para as crianças, com dosagem específica para elas, todos os estudos indicam que ela é segura. Isso foi atestado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No mundo, pelo menos 10 milhões de crianças foram imunizadas com o imunizante sem o registro de nenhum efeito adverso grave. Ou seja, a vacina é confiável. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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