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	<title>livro &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>João Azevêdo lança livro que traça ‘biografia’ do Estado da Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 13:20:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo lança, na próxima sexta-feira (27), uma obra que pretende se firmar como referência sobre o estado. Intitulado&#160;“Paraíba: Muito Além do Sol e do Mar”, o livro será apresentado às 17h, nos jardins do Museu da História da Paraíba. A publicação reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas e propõe um panorama [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo lança, na próxima sexta-feira (27), uma obra que pretende se firmar como referência sobre o estado. Intitulado&nbsp;<em>“Paraíba: Muito Além do Sol e do Mar”</em>, o livro será apresentado às 17h, nos jardins do Museu da História da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas e propõe um panorama da formação histórica e da diversidade cultural paraibana. Literatura, música, cinema, teatro, artes visuais, artesanato e turismo estão entre os temas abordados, além de um texto de abertura assinado pelo próprio governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra vai além da reconstituição histórica. Também se propõe a registrar o momento atual do estado, destacando avanços, inovação e o dinamismo econômico e cultural, ao mesmo tempo em que projeta perspectivas para o futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com edição bilíngue (português e inglês), o livro aposta em um projeto gráfico robusto, com forte conteúdo iconográfico e imagens em cores. A proposta é ampliar o alcance da publicação, mirando tanto o público local quanto leitores de fora do país — de estudantes e pesquisadores a turistas e interessados na cultura brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizador do projeto, Fernando Pedro afirma que a iniciativa busca evidenciar a dimensão cultural do estado. Segundo ele, a intenção é mostrar uma Paraíba que ultrapassa o estereótipo das paisagens litorâneas, destacando seu patrimônio histórico e a vitalidade de sua produção artística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra foi publicada pela Editora C/Arte, com patrocínio da CAGEPA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinam os capítulos: Jean Patrício (História), Hildeberto Barbosa Filho (Literatura), Rui Leitão (Música), André Cananéa (Cinema), Tarcísio Pereira (Teatro), Dyógenes Chaves (Artes Visuais), Marielza Rodriguez (Artesanato) e Anna Célia Macêdo (Turismo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com atuação desde 1989, a Editora C/Arte mantém sede em Belo Horizonte e presença em João Pessoa desde 2023. O catálogo ultrapassa 500 títulos, com foco em projetos voltados à valorização da cultura, da memória e do patrimônio brasileiros.</p>



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		<title>Na prisão, Braga Netto escreve livro de memórias com papel e caneta</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/na-prisao-braga-netto-escreve-livro-de-memorias-com-papel-e-caneta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 11:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[braga netto]]></category>
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					<description><![CDATA[A prisão parece ser um lugar inspirador para obras literárias. O líder fascista alemão Adolf Hitler escreveu “Mein Kampf”, em 1926. Já da cabeça de Graciliano Ramos, um dos maiores romancistas brasileiros, saiu &#8220;Memórias do Cárcere&#8221;, publicado postumamente em 1953. A primeira obra citada resultou na II Guerra Mundial. Um lixo. A segunda, uma obra [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A prisão parece ser um lugar inspirador para obras literárias. O líder fascista alemão Adolf Hitler escreveu “Mein Kampf”, em 1926. Já da cabeça de Graciliano Ramos, um dos maiores romancistas brasileiros, saiu &#8220;Memórias do Cárcere&#8221;, publicado postumamente em 1953. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira obra citada resultou na II Guerra Mundial. Um lixo. A segunda, uma obra prima, sobre a prisão de um homem sem qualquer denúncia formal. Agora, teremos a obra da vida do general Braga Netto, preso por suspeita de envolvimento em suposta trama golpista para assassinar o presidente Lula (PT), o vice, Geraldo Alckimin (PSB), e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com nota publicada neste domingo (20) pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, o general está escrevendo o livro com papel e caneta, já que é proibido de usar computador na prisão, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. Ele pretende publicar a obra no fim do ano, provavelmente após sentença do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vai revisitar do período de Colégio Militar em Belo Horizonte aos dias em que foi ministro de Jair Bolsonaro, terminando com um relato dos tempos no cárcere.</p>



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		<title>Em livro, ministra do Supremo traz reflexões sobre resistir ao autoritarismo e retrocesso civil</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/em-livro-ministra-do-supremo-traz-reflexoes-sobre-resistir-ao-autoritarismo-e-retrocesso-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 10:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[ministra]]></category>
		<category><![CDATA[retrocesso civil]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), lançou nesta segunda-feira (2), no Rio de Janeiro, o livro Direito de/para todos, que traz reflexões sobre os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em contexto recente de ataques à democracia no país, a ministra defende que o conhecimento sobre as leis e o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), lançou nesta segunda-feira (2), no Rio de Janeiro, o livro Direito de/para todos, que traz reflexões sobre os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em contexto recente de ataques à democracia no país, a ministra defende que o conhecimento sobre as leis e o processo histórico de conquista delas é um passo importante contra retrocessos civilizatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todos os escritos e as palavras que levem as pessoas a pensarem um pouco no que significa a liberdade, a igualdade e a dignidade podem levar a uma resistência contra todas as formas de não democracia, de autocracia e de ditadura. Precisamos dessas bases para não repetir o retrocesso no processo civilizatório de conquistas de direitos”, disse a ministra, em entrevista à Agência Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra foi lançada oficialmente em cerimônia na Academia Brasileira de Letras. Antes disso, Cármen Lúcia, também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), participou das gravações do programa Trilha de Letras, da TV Brasil, na BiblioMaison, biblioteca do Consulado geral da França no Rio de Janeiro. O programa, apresentado por Eliana Alves Cruz, vai ao ar na quarta-feira da semana que vem (11).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um dos 30 artigos do livro é ilustrado com obras do artista plástico Candido Portinari. Há um histórico sobre a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e dos caminhos que levaram à criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos em dezembro de 1948. A ministra fala sobre repercussões do documento, como ele influenciou e se desdobrou em outros tratados, e defende a consulta e observação constante dos artigos para que os direitos sejam garantidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Espero que todas as pessoas que tenham alguma preocupação com os direitos humanos possam ver, pelas imagens do Portinari, um aporte de belezas e de reflexões sobre esses direitos. Eu espero que leiam e gostem principalmente de pensar nos direitos humanos, e de experimentar o que representa de concreto na vida das pessoas os direitos que a Constituição Brasileira assegura”, disse a ministra. (Agência Brasil)</p>



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		<title>Livro de Julian Lemos sobre Bolsonaro terá capítulo sobre Bebianno: &#8216;sei narrar muito do que tinha no celular dele&#8217;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/livro-de-julian-lemos-sobre-bolsonaro-tera-capitulo-sobre-bebianno-sei-narrar-muito-do-que-tinha-no-celular-dele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 22:49:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[julian lemos]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Julian Lemos (União Brasil) tem gerado frisson na imprensa paraibana e nacionalmente desde que revelou a intenção de escrever um livro contando tudo o que viu e registrou a respeito da caminhada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) do baixo clero, na Câmara dos Deputados, ao Planalto. Ele diz ter documentos e registros [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Julian Lemos (União Brasil) tem gerado frisson na imprensa paraibana e nacionalmente desde que revelou a intenção de escrever um livro contando tudo o que viu e registrou a respeito da caminhada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) do baixo clero, na Câmara dos Deputados, ao Planalto. Ele diz ter documentos e registros fotográficos com fatos capazes de causar muitas &#8216;saias justas&#8217; para o ex-gestor. Haverá, também, um capítulo dedicado a Gustavo Bebianno, advogado com quem partilhou muitas experiências e cujo celular, desaparecido, teria fatos gravíssimos contra Bolsonaro e os filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bebianno foi ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, no início do governo Bolsonaro e, assim como Lemos, foi fritado pelos filhos do ex-presidente. Ele faleceu em 2020, vítima de um infarto, e teria deixado um celular contendo informações comprometedoras contra o ex-mandatário. Durante a campanha de 2022, o deputado André Janones (Avante-MG) chegou a ameaçar divulgar detalhes que estariam no celular. Ele alegou, naquele momento, que tinha vários dos registros e prometeu divulgá-los, o que não aconteceu. Bolsonaro acabou sendo derrotado pelo presidente Lula (PT) e deixou o país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Julian Lemos assegura ter muitas informações também. &#8220;Sei narrar muito do que tinha naquele celular&#8221;, garante Lemos. Assim como Bebianno, o deputado participou da campanha de Bolsonaro desde quando ele era considerado um azarão sem chances de ganhar. E também assim como o ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, o parlamentar foi fritado primeiro pelos filhos do presidente (Carlos, Flávio e Eduardo Bolsonaro) e depois pelo mandatário. Diferente do colega, que morreu depois de ser escanteado, Lemos diz que se contentava em se trancar numa sala e &#8220;dar uma pisa nos três filhos&#8221; de Bolsonaro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao falar do que foi a gestão de Bolsonaro, Lemos diz que a formação do governo, após a vitória de 2018, foi um cabaré. &#8220;Não havia qualquer ordem ou critério para a escolha dos ministros. Para quem conhece bem João Pessoa, o deputado compara as discussões na transição com a castração dos porcos na feira de Oitizeiro. &#8220;Se alguém chegasse e dissesse: &#8216;bota fulano em tal pasta&#8217;! Era capaz de ele entrar, sem qualificação nenhuma. Eu mesmo, que Deus me perdoe, indiquei Damares Alves para a Secretaria da Mulher e o ministro do Turismo (Gilson Machado)&#8221;, recorda o deputado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Julian Lemos deve confiar a autoria do livro à jornalista Thais Oyama, a mesma que escreveu o livro Tormenta, de 2000, também sobre os desmandos do governo Bolsonaro. O deputado é o mesmo que recentemente revelou episódios de suposta agressão de Jair Bolsonaro contra a ex-primeira-dama, Michelle. </p>



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		<title>Solon Benevides lança livro sobre facções criminosas e ideologia de poder no Brasil</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/solon-benevides-lanca-livro-sobre-faccoes-criminosas-e-ideologia-de-poder-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 22:24:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O advogado paraibano Solon Benevides lança nesta terça-feira (10) o livro &#8221; Investigación Postdoctoral: Facções Criminosas e Ideologia de Poder no Brasil&#8221;. A obra, publicada pela Editora UFPB, é resultante da atuação do autor como advogado na área de Direito Constitucional e Penal e como membro do Conselho Penitenciário do Estado da Paraíba no quadriênio [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O advogado paraibano Solon Benevides lança nesta terça-feira (10) o livro &#8221; Investigación Postdoctoral: Facções Criminosas e Ideologia de Poder no Brasil&#8221;. A obra, publicada pela Editora UFPB, é resultante da atuação do autor como advogado na área de Direito Constitucional e Penal e como membro do Conselho Penitenciário do Estado da Paraíba no quadriênio de 2017 a 2021 e agora renovado até 2025. A solenidade ocorrerá às 15h, de forma presencial, mas também transmitida pelo Youtube da instituição de ensino. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência fez o autor despertar para a preocupação nacional relativa à atuação das organizações criminosas no Brasil, em especial em razão de se perceber a ocupação de cargos políticos por seus membros – fenômeno chamado de “ideologia de poder”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro possibilita que o leitor conheça os principais aspectos das organizações criminosas: conceito, características, espécies e atividades desenvolvidas por elas, bem como sobre as raízes do crime organizado que, no Brasil, é um tema controvertido, porém, a origem remonta ao cangaço, que atuou em cidades do Sertão nordestino, em especial Alagoas, Pernambuco e Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor detalha ainda as maiores organizações criminosas no Brasil – Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) – e relata a ruptura ocorrida entre elas. A obra explora o crescimento das facções criminosas e ideologia de poder por meio de acontecimentos históricos relativos ao constitucionalismo e à democracia brasileira, tendo em vista que as instabilidades nesse meio não permitiram o amadurecimento das instituições políticas e, assim, deu-se espaço para o surgimento das organizações criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas, por sua vez, segundo o escritor, atuam, no Brasil, de forma exógena, na tentativa de corrupção de policiais, de membros do Ministério Público ou do próprio Judiciário para garantir a impunidade dos seus integrantes e, de forma endógena, quando se busca poder econômico subvertendo as instituições, seja por meio de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, superfaturamento de obras e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Solon Benevides, a obra é fruto do mundo jurídico, enfaticamente do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da UFPB, onde ele é professor, bem como do empenho da ex-reitora da UFPB, Profa. Margareth de Fátima Formiga Melo Diniz, e do atual reitor, Prof. Valdiney Veloso Gouveia, pela providência da edição e do lançamento do livro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capa da obra é assinada pelo “gênio que o Brasil exportou”, Flávio Tavares, e a apresentação do escrito é de autoria do Professor de Direito e delegado da Polícia Federal e chefe da divisão de repressão à corrupção daquela instituição, Fabiano Emidio de Lucena Martins. Solon Benevides ressalta sua “profunda gratidão pela colaboração de todos para o surgimento dessa obra”, a qual “tem como objetivo maior colaborar com o conhecimento prático e acadêmico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da assessoria da UFPB</p>



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