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	<title>live &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>&#8220;Insurreição&#8221; de Sérgio Queiroz na ala bolsonarista durou pouco e foi inflada e esvaziada por ele mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 10:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Quem assistiu à live do pastor Sérgio Queiroz (Novo), nesta segunda-feira (15), certamente saiu com a sensação de que foi enredado em uma grande pegadinha, repleta de contradições e embalada de forma midiática. E isso não confundiu apenas a imprensa, mas também fiéis admiradores do religioso e potenciais eleitores. Me explico melhor: o que se viu desde a semana passada, dias antes da vinda do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a João Pessoa, foi um Queiroz incomodado com as cobranças do partido Partido Liberal para anunciá-lo como vice na chapa que deverá ser encabeçada pelo ex-ministro Marcelo Queiroga (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O clímax dessa irritação teria sido o dia da visita do ex-presidente, a última sexta-feira (12). Sérgio Queiroz não escondeu o desconforto a partir da recepção de Bolsonaro, quando, junto com Queiroga e o deputado federal Cabo Gilberto (PL), recebeu uma bronca do ex-gestor. O ato contínuo incluiu agenda no Mercado de Mangabeira, um almoço, a entrega dos títulos de cidadania e, finalmente, um evento na Domus Hall no qual foi esquecido entre as autoridades com direito a fala. Tudo foi finalizado com a posição dele de adiar o anúncio da indicação do vice na chapa de Queiroga, frustrando os bolsonaristas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para completar, a live prevista pelo religioso para o sábado (13) também foi cancelada. Todas as imagens e gestos desde então mostravam um suposto desconforto dele com o ocorrido. E isso foi estimulado por ele mesmo até no tom da convocação para a live desta segunda-feira. Só que quem apareceu para falar não foi um Sérgio Queiroz chateado com o tratamento recebido nos últimos dias pela ala bolsonarista. Lá estava um homem fiel ao ex-presidente, que disse ter sido mal interpretado e que, pelo contrário, foi honrado por Bolsonaro. Uma postura inequívoca de alinhamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O figurino é completamente contrário ao arquétipo de contenda criado nos últimos dias pela imprensa e até estimulado pelo religioso, embora que não verbalizado. Houve, aparentemente, todo um cuidado por parte de Sérgio Queiroz para que o clima de tensão permanecesse no ar por estes dias, até ser esvaziado por ele mesmo. Ao fim e ao cabo, o que ficou foi a sensação de belicosidade vazia e que poderia ter sido dissipada ainda na sexta-feira, negando o desconforto. Como foi feito o contrário, temos aí um cartucho desperdiçado por Queiroz ainda na largada. </p>



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		<title>Participação de Sérgio Queiroz na chapa de Marcelo Queiroga sobe no telhado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/participacao-de-sergio-queiroz-na-chapa-de-marcelo-queiroga-sobe-no-telhado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 18:09:24 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">O pastor Sérgio Queiroz (Novo) marcou para esta segunda-feira (15) uma live nas redes sociais, às 20h. Em vídeo divulgado no Instagram, o religioso diz que fará um pronunciamento sobre os fatos ocorridos no Domus Hall, na última sexta-feira (12). Naquela oportunidade, diante do ex-presidente Jair Bolsonaro, o PL organizou uma festa para o que seria a formalização da chapa encabeçada pelo ex-ministro Marcelo Queiroga, representando o Partido Liberal, tendo Queiroz como vice. Só que o script não foi seguido à risca. Esquecido até pelo cerimonial, o religioso anunciou o adiamento da posição do seu partido em relação à eleição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queiroz promete explicar sua posição nesta segunda, três dias depois de deixar o noivo, Queiroga, &#8220;plantado em frente ao altar&#8221; à espera do sim. A posição do religioso, expressa na sexta-feira, frustrou os bolsonaristas que esperavam a consolidação da parceria. O problema é que as coisas não saíram como o esperado, a ponto de muita gente já achar que o pastor poderá anunciar nesta segunda a disposição de disputar as eleições deste ano em faixa própria, longe do guarda-chuva do ex-presidente, ocupado por Queiroga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O roteiro não é novo. Sérgio Queiroz fez o mesmo em 2022, quando disputou uma vaga no Senado e foi derrotado no cômputo geral. Só que em João Pessoa, ele conseguiu uma dianteira importante. Foram 107 mil votos, o que o deixou em posição confortável em relação aos outros postulantes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Só que, apesar disso, em um primeiro momento, Queiroz cogitou uma composição até mesmo ocupando a indesejada vaga de vice. Uma construção que exigiu a participação de Jair Bolsonaro na costura, pelo fato de o pastor ter participado do governo passado, quando ocupou cargos de segundo escalão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que na última sexta-feira, tudo colaborou para o estremecimento da relação. Primeiro com a recepção a Bolsonaro, no Aeroporto Castro Pinto. O momento foi considerado um show de desorganização, fazendo com que o ex-presidente passasse um pito em todos os aliados, inclusive Queiroz. O desconforto teve continuidade na visita ao Mercado de Mangabeira, seguido do almoço e da solenidade na Assembleia Legislativa. O show de horrores, para o pastor, foi fechado com o evento na Domus Hall, quando o nome dele não foi incluído entre as pessoas com direito a fala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ato contínuo foi que ele falou, mas para dizer que nada estava definido em relação à chapa. O Novo poderá indicar um novo integrante para a vaga de vice, mas ninguém se surpreenda se o anúncio for o de disputa em faixa própria. Tamanho maior que o de Queiroga para isso, ele tem. </p>



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		<title>Live em que Bolsonaro associou vacina da Covid a Aids é excluída por Facebook e Instagram</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/live-em-que-bolsonaro-associou-vacina-da-covid-a-aids-e-excluida-por-facebook-e-instagram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 09:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[aids]]></category>
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		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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					<description><![CDATA[Após uma grande polêmica no país, o Facebook e o Instagram derrubaram, na noite deste domingo (24), a live semanal do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) transmitida na última quinta-feira (21). Nela, o gestor associava as vacinas da Covid-19 à contaminação pela Aids. O vídeo não está mais disponível nem no Facebook nem no Instagram. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Após uma grande polêmica no país, o Facebook e o Instagram derrubaram, na noite deste domingo (24), a live semanal do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) transmitida na última quinta-feira (21). Nela, o gestor associava as vacinas da Covid-19 à contaminação pela Aids. O vídeo não está mais disponível nem no Facebook nem no Instagram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com porta-voz da companhia, de acordo com a Folha de São Paulo, o motivo para a exclusão foram as políticas da empresa relacionadas à vacina da Covid-19. &#8220;Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas.&#8221; Recentemente, o presidente tentou através de Medida Provisória limitar a exclusão de conteúdos que contrariassem a política de segurança das plataformas, mas ela foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal e devolvida pelo Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua live semanal, Bolsonaro leu uma suposta notícia que alertava que &#8220;vacinados [contra a Covid] estão desenvolvendo a síndrome da imunodeficiência adquirida [Aids]&#8221;. Médicos, no entanto, afirmam que a associação entre o imunizante contra o coronavírus e a transmissão do HIV, o vírus da Aids, é falsa e inexistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a primeira vez que a empresa remove uma live semanal do presidente. Até hoje o Facebook só tinha derrubado um post de Bolsonaro relacionado à pandemia: um vídeo de março de 2020 em que ele citava o uso de cloroquina para o tratamento da doença e defendia o fim do isolamento social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Em live, após recuo, Bolsonaro mantém tom conciliador, sugere plantio de verduras e que as pessoas apaguem as luzes</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/em-live-apos-recuo-bolsonaro-mantem-tom-conciliador-sugere-plantio-de-verduras-e-que-as-pessoas-apaguem-as-luzes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 23:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou de tom conciliador na live semanal, nesta quinta-feira (9), nas redes sociais. Depois de ter adotado postura ameaçadora e indicado a intenção de uma ruptura democrática nos atos do 7 de Setembro, ele moderou o discurso. Em nota, mais cedo, procurou colocar água na fervura e negou a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) usou de tom conciliador na live semanal, nesta quinta-feira (9), nas redes sociais. Depois de ter adotado postura ameaçadora e indicado a intenção de uma ruptura democrática nos atos do 7 de Setembro, ele moderou o discurso. Em nota, mais cedo, procurou colocar água na fervura e negou a intenção de dar um golpe. Atribuiu os discursos contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao &#8220;calor do momento&#8221; e garantiu que não teve a &#8220;intenção de agredir quaisquer dos Poderes&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na live desta quinta, o presidente buscou conversar sobre amenidades. Lembrou de quando, ainda criança, plantava uma horta em casa e ajudava na alimentação da família e pediu para as pessoas apagarem as luzes por causa do risco de apagão. Ele comentou a contrariedade, também, de apoiadores que esperavam que ele tivesse dado um golpe de estado. Justificou que é chefe da nação e, por isso, não poderia adotar medidas que trouxessem prejuízos para a população. O gestor alegou ainda que espera que os caminhoneiros suspendam a paralisação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As amenidades desta quinta-feira contrastam com o tom belicoso da última terça-feira. Em ato político em São Paulo, Bolsonaro afirmou que não mais cumpriria decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. &#8220;Dizer a vocês que, qualquer decisão do senhor Alexandre de Moraes, este presidente não mais cumprirá. A paciência do nosso povo já se esgotou, ele tem tempo ainda de pedir o seu boné e ir cuidar da sua vida. Ele, para nós, não existe mais&#8221;, declarou Bolsonaro a um público de apoiadores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O tom ameaçador dos discursos gerou reação em setores do empresariado e nos órgãos que compõem os três Poderes. Houve reação dura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux. Reação com tom mais ameno do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Procurador-geral da República, Augusto Aras. Todos, com maior ou menor fervor, defenderam a democracia e fizeram críticas à beligerância estimulada pelo presidente, </p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação da &#8220;Declaração à Nação&#8221; foi um conselho a Bolsonaro do ex-presidente Michel Temer. Na manhã desta quinta, Bolsonaro mandou um avião para São Paulo, a fim de buscar o ex-presidente para um almoço no qual discutiram a crise institucional. Temer orientou Bolsonaro a divulgar um &#8220;manifesto de pacificação&#8221;. No texto, o presidente credita a crise institucional a &#8220;discordâncias&#8221; em relação a decisões de Alexandre de Moraes e afirma que essas questões &#8220;devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a carta</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Declaração à Nação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.</li><li>Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.</li><li>Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.</li><li>Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.</li><li>Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.</li><li>Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.</li><li>Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.</li><li>Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.</li><li>Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.</li><li>Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jair Bolsonaro<br>Presidente da República federativa do Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Em live, Octávio e Dallagnol discutem efeito do envio de investigações de corrupção para a Justiça Eleitoral</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/em-live-octavio-e-dallagnol-discutem-efeito-do-envio-de-investigacoes-de-corrupcao-para-a-justica-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2021 15:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Deltan Dallagnol]]></category>
		<category><![CDATA[eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
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					<description><![CDATA[Os últimos anos foram marcados por um efeito interessante. Primeiro, os órgãos de persecução criminal investigaram e denunciaram supostos crimes cometidos por políticos. Depois, em um segundo momento, vários dos suspeitos conseguiram via Supremo Tribunal Federal (STF) levar os casos para a ceara eleitoral. A Corte formou entendimento de que os casos que tenham conexão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os últimos anos foram marcados por um efeito interessante. Primeiro, os órgãos de persecução criminal investigaram e denunciaram supostos crimes cometidos por políticos. Depois, em um segundo momento, vários dos suspeitos conseguiram via Supremo Tribunal Federal (STF) levar os casos para a ceara eleitoral. A Corte formou entendimento de que os casos que tenham conexão eleitoral devem ser analisados pelas cortes eleitorais. O efeito disso, alegam representantes dos Ministérios Públicos Federal e da Paraíba, é o risco de impunidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema será abordado em live na próxima terça-feira (29), às 19h, com a participação do coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), do Ministério Público da Paraíba, Octávio Paulo Neto, e dos ex-integrantes da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon. Os três, vale ressaltar, têm como fazer relatos de casos sob a alçada deles que tramitavam na ceara criminal e tiveram que ser enviados para o eleitoral. O caso mais recente foi o do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), alvo da operação Calvário, do MPPB. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento comum entre os integrantes dos órgãos de persecução criminal é que a Justiça Eleitoral não está aparelhada para as questões eleitorais com conexão criminal. &#8220;Por mais boa vontade que haja dentro do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), a concepção da Justiça Eleitoral foi para ter um pleito minimamente civilizado&#8221;, ressaltou Paulo Neto.  Ele diz que o Artigo 350 do Código Eleitoral, que trata do crime de falsidade, não contempla as nuances necessárias para o enfrentamento do problema. Isso porque a falsidade contemplada lá trata de verba lícita. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Faz de conta que o PCC (Primeiro Comando da Capital) queira eleger um deputado e daí, então, injete dinheiro na candidatura deste deputado aí. E esse dinheiro é fruto de transações ilícitas: tráfico de drogas, tráfico de armas, roubo e tal. Será que isso vai ser julgado pelo eleitoral? A falsidade como eu falei e bem ilustrei do (artigo) 350 se cinge a dinheiro lícito. O dinheiro que a pessoa, por ventura, tenha passado para o candidato e que o candidato não tenha computado na prestação de contas. Mas a origem do dinheiro é lícita&#8221;, explicou Octávio Paulo Neto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo valeria, na opinião dele, para os casos em que um fornecedor que, para conseguir um contrato, passe a adiantar propinas para um gestor. &#8220;A partir do momento em que o camarada se condiciona ao favorecimento, se condiciona ao repasse de um contrato ou uma fração do Estado, isso deixa de ser falsidade, é corrupção, é adiantamento de propina&#8221;, opina o promotor, acrescentando que nestes casos o dinheiro pode ser usado para eleição, mas também para o enriquecimento ilícito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As queixas no Ministério Público da Paraíba não são diferentes das que ocorrem nacionalmente, vindas dos ex-integrantes da Lava Jato. Vários dos casos que foram apontados como fruto de corrupção e passaram a ser investigados na ceara criminal acabaram migrando para a eleitoral. São os casos dos ex-governadores tucanos Geraldo Alckmin (SP) e Marconi Perilo (GO). Também é alvo de denúncia que migrou para o eleitoral o senador José Serra, do PSDB de São Paulo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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