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	<title>licitações &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>PF, CGU e MPF deflagram operação contra fraudes em licitações na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pf-cgu-e-mpf-deflagram-operacao-contra-fraudes-em-licitacoes-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 11:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[patos]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União e o Ministério Público Federal deflagraram, na manhã desta quinta-feira (3/4), a segunda fase da Operação Outside, com o objetivo de apurar indícios de fraude em processo licitatório, sobrepreço e desvio de recursos públicos federais. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 14ª [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União e o Ministério Público Federal deflagraram, na manhã desta quinta-feira (3/4), a segunda fase da Operação Outside, com o objetivo de apurar indícios de fraude em processo licitatório, sobrepreço e desvio de recursos públicos federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 14ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Patos/PB. O trabalho busca averiguar indícios de fraude licitatória e desvio de recursos públicos federais repassados a município do estado para realização de obra. Os mandados foram cumpridos na cidade de Patos. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Investigações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação teve início em levantamento de informações e da análise de documentos relacionados à contratação da empresa responsável pela execução da obra. Logo após a deflagração da primeira fase da operação, ocorrida em 12 de julho de 2024, foram realizadas fiscalizações, tanto pela CGU quanto pela PF, confirmando indícios apontados na investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise da documentação coletada na primeira fase permitiu que a investigação evoluísse ao estágio atual, sendo identificada a participação de novos agentes nos fatos já descobertos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova fase da Operação tem como objetivo o aprofundamento da investigação, bem como apurar elementos que indiquem possível atuação ilícita de investigada, que, utilizando-se de sua posição na administração pública, teria favorecido interesses privados da empresa contratada para realização da obra. O objetivo principal é reverter ao erário os valores pagos indevidamente e a apuração de responsabilidade dos envolvidos nas irregularidades. O valor do contrato, após aditivos, alcança o montante de R$ 6.033.031,26.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto Social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado da Paraíba, principalmente na região do sertão paraibano, demanda por crescentes investimentos em obras estruturantes de mobilidade urbana, sendo os desvios de tais recursos de grande prejuízo para a população local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª fase da Operação Outside consiste no cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal em Patos (PB), município onde acontecem as diligências. O trabalho conta com a participação de auditores da CGU e policiais federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém a plataforma Fala.BR para o recebimento de denúncias. Quem tiver informações sobre esta operação ou quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico do Fala.BR. A denúncia pode ser anônima, para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.</p>



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		<item>
		<title>&#8220;Family First&#8221;: Polícia Federal cumpre mandados contra empresas suspeitas de fraudes em licitações</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/family-first-policia-federal-cumpre-mandados-contra-empresas-suspeitas-de-fraudes-em-licitacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 14:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28, a Operação Family First. A ação visa o combate a fraudes em processos licitatórios e contratos públicos envolvendo uma empresa de assessoria em licitações, sediada no município de Monteiro. De acordo com as investigações, a empresa prestava serviços de consultoria para a organização de licitações em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28, a Operação Family First. A ação visa o combate a fraudes em processos licitatórios e contratos públicos envolvendo uma empresa de assessoria em licitações, sediada no município de Monteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as investigações, a empresa prestava serviços de consultoria para a organização de licitações em prefeituras municipais. Foi constatado que diversas dessas licitações foram vencidas por uma distribuidora de alimentos controlada pela própria empresa. Ela era registrada em nome de familiares dos investigados, suspeitos de atuarem como &#8220;laranjas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o processo investigativo, identificou-se a participação de um dos envolvidos que atuava como pregoeiro ou presidente da comissão de licitação em alguns dos municípios que contrataram a empresa de assessoria. Há indícios de que esse indivíduo favoreceu a distribuidora, registrada em nome de terceiros, para que ela vencesse as licitações e celebrasse contratos públicos para fornecimento de cestas básicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 16ª Vara Federal da Paraíba expediu quatro mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos nas sedes das empresas envolvidas e nas residências dos sócios, todos localizados em Monteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se confirmadas a autoria e a materialidade dos crimes, os investigados poderão ser responsabilizados por fraude em licitação (art. 337-L do Código Penal), contratação direta ilegal (art. 337-E) e associação criminosa (art. 288), com penas que, somadas, podem ultrapassar 19 anos de reclusão, além de outras possíveis acusações, dependendo da análise do material apreendido.</p>



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		<item>
		<title>Prefeitos de Santa Rita e Água Branca viram reus em ações que tramitam no Tribunal de Justiça</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/prefeitos-de-santa-rita-e-agua-branca-viram-reus-em-acoes-que-tramitam-no-tribunal-de-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 18:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[acusações]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[panta]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[santa rita]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba recebeu duas denúncias propostas pelo Ministério Público contra os prefeitos Everton Firmino Batista, de Água Branca, e Emerson Panta, de Santa Rita. Os processos foram julgados na sessão desta quarta-feira (7), conduzida pelo presidente da Corte, João Benedito da Silva. O prefeito Everton Firmino é acusado de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba recebeu duas denúncias propostas pelo Ministério Público contra os prefeitos Everton Firmino Batista, de Água Branca, e Emerson Panta, de Santa Rita. Os processos foram julgados na sessão desta quarta-feira (7), conduzida pelo presidente da Corte, João Benedito da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito Everton Firmino é acusado de irregularidades em processo licitatório, juntamente com o pregoeiro e diretor de tributos, Alerson José Rodrigues de Almeida. Este último é citado como responsável pela montagem de um pregão que acabou sem nenhuma proposta. Medida que acabou sendo usada para contratar empresa uma empresa específica, da preferência do gestor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito Everton Firmino, portanto, segundo a denúncia, concorreu para a prática delitiva, na medida em que nomeou a equipe de apoio e o pregoeiro Alerson José Rodrigues. Além do mais, autorizou a abertura do procedimento licitatório, querendo a contratação da empresa Nutricash, assinando, ainda, o Termo de Homologação e o Contrato n° 64/2017 e emitindo a ordem de fornecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator do processo, Márcio Murilo da Cunha Ramos, há elementos suficientes para o recebimento da denúncia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o prefeito Emerson Panta, de Santa Rita, é acusado de violar os ditames da Lei Federal nº 4.320/1964, ao determinar a execução de serviços de limpeza urbana às empresas Servicol &#8211; Serviços de Coleta e Construções e Geo Limpeza Urbana, sem prévio empenho; e autorizar pagamento de valores à empresa Servicol em montante superior ao previsto contratualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do processo, desembargador Fred Coutinho, disse, em seu voto, que a denúncia do Ministério Público preenche os requisitos previstos em lei. “Estou recebendo a denúncia em todos os seus termos em relação ao prefeito Emerson Panta, sem o afastamento do cargo”, frisou.</p>



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		<item>
		<title>&#8220;Livro Aberto&#8221;: Lindolfo Pires e Branco Mendes estão entre os alvos dos mandados de busca e apreensão da PF</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/lindolfo-pires-e-branco-mendes-estao-entre-os-alvos-dos-mandados-de-busca-e-apreensao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 10:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[208]]></category>
		<category><![CDATA[apuração]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Juventude Esportes e Lazer do governo da Paraíba, Lindolfo Pires, e o deputado estadual Branco Mendes (Republicanos) estão entre os alvos da Operação Livro Aberto, deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O secretário da Juventude Esportes e Lazer do governo da Paraíba, Lindolfo Pires, e o deputado estadual Branco Mendes (Republicanos) estão entre os alvos da Operação Livro Aberto, deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro na Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Os casos teriam ocorrido em 2018, último ano de gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça. Além dos dois agentes públicos, são investigados na mesma apuração o também deputado estadual Tião Gomes (PSB), os ex-deputados Edmilson Soares, Genival Matias (já falecido), Arthur Paredes Cunha Lima Filho e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Arthur Cunha Lima. Mas no caso destes últimos, não houve cumprimento de mandados de busca. A decisão do STJ também prevê a apreensão de recursos e bens até o limite de R$ 4 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cumprimento das medidas cautelares tem o objetivo de colher elementos informativos para investigação iniciada em 2019, que apura o possível pagamento de propina a agentes políticos no Estado da Paraíba. As investigações relacionadas a supostas irregularidades nos contratos da educação foram iniciadas através da operação Calvário, conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados foram cumpridos na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas. Em João Pessoa, os alvos foram abordados nos bairros de Miramar, Manaíra, Tambauzinho e Altiplano. Em Campina Trande, nos bairros do Monte Santo, Alto Branco, Centenário e Malvinas. No Estado vizinho, o cumprimento de mandados ocorreu na praia de Ponta de Pedras. Já em Alagoas, os alvos estavam no bairro de Canafístula, em Arapiraca. Também houve cumprimento de dois mandados em Lagoa Seca.</p>



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		<item>
		<title>Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em Campina Grande e Aroeiras</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-federal-cumpre-madados-de-busca-e-apreensao-em-campina-grande-e-aroeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 14:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[aroeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Campina Grande]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[mandados]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal desencadeou nesta terça-feira (30) a operação Alquimia II. A ação, realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), apura supostas irregularidades em contratos celebrados entre os anos de 2021 e 2024, para o fornecimento de peças e serviços automotivos. Os negócios são decorrentes de pregões e adesões a registro de preços, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal desencadeou nesta terça-feira (30) a operação Alquimia II. A ação, realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), apura supostas irregularidades em contratos celebrados entre os anos de 2021 e 2024, para o fornecimento de peças e serviços automotivos. Os negócios são decorrentes de pregões e adesões a registro de preços, celebrados entre a Prefeitura Municipal de Aroeiras (PB) e empresa pertencente à investigado na primeira fase da Operação Alquimia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhos tiveram início a partir do levantamento de informações acerca das contratações da citada empresa pela Prefeitura de Aroeiras (PB), no qual foram identificadas irregularidades, tais como: direcionamento na contratação da empresa, burla ao caráter competitivo das licitações, sobrepreço e superfaturamento. A PF aprofundou a investigação, confirmando os apontamentos realizados pela CGU e identificando necessidade de fase ostensiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período analisado, 2021 a 2024, a empresa investigada recebeu pagamentos da Prefeitura de Aroeiras (PB) que totalizaram R$ 3.296.454,60, dos quais R$ 1.384.584,89 foram provenientes de repasses federais para as áreas de assistência social, educação e saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto Social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, Aroeiras (PB) possui uma população de cerca de 18 mil habitantes, sendo 54,8 % com rendimento mensal per capita de até 1/2 salário-mínimo, portanto, com alto índice de dependência das áreas de assistência social, educação e saúde. Deste modo, o desvio de recursos destinados ao financiamento desses serviços impacta negativamente e diretamente o atendimento de pessoas carentes do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diligências</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Alquimia II consiste em cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em Aroeiras (PB) e Campina Grande (PB). O trabalho conta com a participação de policiais federais e três auditores da CGU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém a plataforma Fala.BR para o recebimento de denúncias. Quem tiver informações sobre esta operação ou sobre quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico. A denúncia pode ser anônima, para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cadastro deve seguir, ainda, as seguintes orientações: No campo “Sobre qual assunto você quer falar”, basta marcar a opção “Operações CGU”; e no campo “Fale aqui”, coloque o nome da operação e a Unidade da Federação na qual ela foi deflagrada.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Ministério Público processa empresas suspeitas de fraude em Cacimba de Areia</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-processa-empresas-suspeitas-de-fraude-em-cacimba-de-areia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 20:04:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[mppb]]></category>
		<category><![CDATA[processa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública contra duas empresas pertencentes a um mesmo núcleo familiar por atos de corrupção praticados contra a administração pública, que provocaram prejuízo de R$ 843,9 mil aos cofres do Município de Cacimba de Areia. O valor é referente a empenhos e pagamentos feitos, sem licitação ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública contra duas empresas pertencentes a um mesmo núcleo familiar por atos de corrupção praticados contra a administração pública, que provocaram prejuízo de R$ 843,9 mil aos cofres do Município de Cacimba de Areia. O valor é referente a empenhos e pagamentos feitos, sem licitação ou formalização de procedimento de contratação direta, realizados nos anos de 2020, 2021, 2022 e 2023. Também são réus na ação os proprietários das duas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi ajuizada pelo 4º promotor de Justiça de Patos, Carlos Davi Lopes Correia Lima (que tem atribuições na defesa do patrimônio público e fundações), e tramita na 5ª Vara Mista de Patos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São réus na ação a Construtora Phoenix Araújo Ltda (GTA Construtora) e sua proprietária, Geane Tagi de Araújo; e a Construlider Empresa de Material de Construções &amp; Construtora Ltda-ME e seu proprietário, José Ailton Tiburtino Nóbrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação é um desdobramento de dois inquéritos civis, cujas investigações apontaram que José Ailton cometia, desde 2011, fraudes em licitações e desvios de recursos públicos, com foco de atuação em Cacimba de Areia e que ele já é réu em quatro ações de improbidade administrativa findas ou em tramitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explicou o promotor de Justiça, para possibilitar os desvios de recursos públicos, José Ailton constituiu a empresa Construlider, que, desde de agosto de 2018, está proibida de contratar com o poder público, em virtude do trânsito em julgado de condenação por ato de improbidade administrativa nos autos da Ação 0002235-51.2014.8.15.0261 (2ª Vara Mista de Piancó). “Como a Construlider se tornou uma velha conhecida dos órgãos de controle e do Poder Judiciário, José Ailton criou uma nova empresa, em abril de 2021: a GTA Construtora e utilizou o nome de sua companheira para a nova empreitada ilícita: Geane Tagi de Araújo, que exerce a profissão de manicure. Tanto a Construlider como a GTA Construtora são empresas de fachada. Não possuem sede, funcionários, veículos registrados, não declaram RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) etc”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lei Anticorrupção Empresarial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O promotor de Justiça também explicou que a ação civil pública tem como objetivo responsabilizar os réus nos termos da Lei Anticorrupção Empresarial (Lei 12.846/13), que possibilita a punição objetiva das pessoas jurídicas por ato de corrupção praticado contra a Administração Pública, sem a necessidade de comprovação do dolo dos dirigentes ou proprietários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a Lei Anticorrupção, como ficou conhecida, exige uma postura ética do setor privado em seu relacionamento com o setor público, no intuito de coibir práticas fraudulentas e ilegais, bem como atos de corrupção ou qualquer conduta prejudicial à Administração Pública. “As pessoas jurídicas alvos da ação fraudaram licitações e contratos administrativos. Ambas são empresas fictícias que receberam da Prefeitura de Cacimba de Areia R$ 843.903,00 nos anos de 2020, 2021, 2022 e 2023. A GTA Construtora foi criada para possibilitar a continuidade das fraudes, pois a Construlider estava proibida de contratar com o poder público desde agosto de 2018. Não se trata de um ato isolado de corrupção, mas de desvios reiterados por anos. Esse quadro gera profunda repulsa no meio social e desconfiança da honra das pessoas jurídicas, dos agentes políticos e servidores públicos, sobretudo do Poder Judiciário, cuja decisão transitada em julgado foi solenemente ignorada”, disse, justificando a necessidade de reparação também do dano moral coletivo causado pelos réus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedidos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPPB requer a tutela cautelar de indisponibilidade dos bens dos demandados (pessoas físicas e jurídicas) no valor da lesão efetiva (R$ 843.903,00), acrescido o valor de indenização pelos danos morais coletivos (R$ 421.951,50), o que totaliza, portanto, R$ 1.265.854,50. Requer também a concessão de medida antecipatória para que as pessoas jurídicas Construlider e GTA Construtora sejam proibidas de contratar com o poder público enquanto a ação tramita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mérito, o Ministério Público pede que a ação seja julgada procedente para que as pessoas jurídicas demandadas sejam condenadas nas sanções do artigo 19 da Lei 12.846/13: o perdimento/ressarcimento dos valores que representem vantagem ou proveito direto obtidos da infração, na devida proporção e valor desviado por cada um dos promovidos, no total de R$ 843.903,00; a dissolução compulsória da Construlider Material de Construção e GTA Construtora; a proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas e de instituições financeiras públicas ou controladas pelo poder público pelo prazo máximo de cinco anos e a reparação dos danos morais coletivos causados pelos graves atos de corrupção, indenizando a sociedade de Cacimba de Areia no valor de R$ 421.951,50, correspondente à metade do dano material causado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme ressaltou o promotor de Justiça, a desconsideração da personalidade jurídica das empresas foi requerida em virtude da utilização abusiva da personalidade jurídica, com a finalidade de estender a obrigação de reparar os danos materiais e morais coletivos aos sócios Geane Tagi de Araújo e José Ailton Tiburtino da Nóbrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPPB requer ainda a citação dos requeridos, pessoas físicas e jurídicas, para apresentarem resposta à ação, seguindo-se a tramitação em conformidade com os ritos da Lei 7.347/85 e do Código de Processo Civil, bem como a condenação dos réus nas custas e despesas processuais. (Com informações da assessoria do MPPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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