<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>licitação &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/licitacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Thu, 03 Apr 2025 21:47:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Operação Outside: &#8220;beijos&#8221; e &#8220;cheiros&#8221; eram senha para pagamento de propina em Patos, revela Polícia Federal</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-outsider-beijos-e-cheiros-eram-senha-para-pagamento-de-propina-em-patos-revela-policia-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 20:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[beijos]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[patos]]></category>
		<category><![CDATA[propina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=14740</guid>

					<description><![CDATA[A segunda fase da Operação Outside, desencadeada nesta quinta-feira (3), revelou um intrincado esquema de pagamento de propinas a uma servidora da prefeitura de Patos. A investigação é um desdobramento da primeira fase da operação, deflagrada em setembro de 2024, que teve como objetivo apurar indícios de fraude em processo licitatório, sobrepreço e desvio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A segunda fase da Operação Outside, desencadeada nesta quinta-feira (3), revelou um intrincado esquema de pagamento de propinas a uma servidora da prefeitura de Patos. A investigação é um desdobramento da primeira fase da operação, deflagrada em setembro de 2024, que teve como objetivo apurar indícios de fraude em processo licitatório, sobrepreço e desvio de recursos públicos federais relacionados à obra de restauração da Alça Sudeste e da Avenida Manoel Mota, no município sertanejo. A obra foi orçada, inicialmente, em cerca de R$ 5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação é coordenada, em conjunto, por Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União (CGU). Foram cumpridos nesta quinta-feira quatro mandados de busca e apreensão no município de Patos, no Sertão paraibano, expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal na Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta nova fase, apuram-se elementos que indicam suposta atuação ilícita de uma servidora da Prefeitura Municipal de Patos, que, valendo-se de sua posição na administração pública, teria favorecido interesses privados da empresa responsável pela obra. Além da servidora, investigada por corrupção ativa, outras três pessoas são investigadas por suposta corrupção passiva. O nome da profissional não foi revelado e também não é apontada a participação de outros agentes públicos da prefeitura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as condutas identificadas estão, por exemplo, o repasse de informações privilegiadas e o tratamento diferenciado à empresa executora. Em contrapartida, a servidora teria recebido, de forma habitual, vantagens econômicas indevidas, pagas pelos administradores da empresa. O código para o recebimento de propina, segundo a investigação, era o uso de termos como &#8220;beijos&#8221; e &#8220;cheiros&#8221;, inclusive em espécie, solicitados pela servidora pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso confirmadas a autoria e a materialidade dos fatos, os investigados poderão responder pelos crimes de advocacia administrativa (artigo 321 do Código Penal), corrupção passiva (artigo 317 do Código Penal) e corrupção ativa (artigo 333 do Código Penal).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome da operação dado pela Polícia Federal, Outside, tem relação com alça, algo que é “por fora”, em alusão à obra na Alça Sudeste, no entorno da cidade de Patos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MPF denuncia suspeitos de fraude em licitação para construção de escola</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-denuncia-suspeitos-de-fraude-em-licitacao-para-construcao-de-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 12:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[mpf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=13896</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A denúncia, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A <strong><a href="https://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-fraude-a-licitacao-em-pedra-branca/view">denúncia</a></strong>, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de se associarem criminalmente para fraudar licitação que envolvia recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os acusados teriam manipulado o processo licitatório para beneficiar a empresa DEL Engenharia, resultando em prejuízos ao caráter competitivo da licitação.<br><br>Conforme a acusação, os demandados formaram um conluio para fraudar a Tomada de Preços destinada à construção de uma escola com seis salas de aula e quadra no referido município. Dois dos empresários denunciados organizaram um esquema para pagar outras empresas para que desistissem da licitação. O objetivo era garantir que a DEL Engenharia fosse a vencedora. Os outros dois denunciados são o próprio dono da DEL Engenharia e um funcionário dele.<br><br>A denúncia relata que foram realizados pagamentos a várias empresas para que desistissem da licitação. Esses pagamentos foram feitos de forma a não serem identificados, utilizando contas de terceiros. Também foi fornecido documento vencido para gerar a desclassificação de empresa, tudo para garantir que a empresa DEL Engenharia fosse beneficiada na licitação.<br><br>Apesar dos esforços, a DEL Engenharia não conseguiu ser habilitada, mas o esquema retirou várias empresas da competição, prejudicando o caráter competitivo da licitação.<br><br>Na denúncia, o MPF pede a condenação dos quatro envolvidos pelos crimes de associação criminosa, cuja pena é reclusão de 1 a 3 anos; frustração do caráter competitivo da licitação, com pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa; além do crime de lavagem de dinheiro, por terem ocultado e dissimulado a origem de valores provenientes da infração penal, utilizando a conta bancária de terceiros. A pena para esse crime é reclusão de 3 a 10 anos e multa.<br><br>O MPF também considerou inadequado qualquer acordo de não persecução penal, argumentando que essa medida não é suficiente para a reprovação e prevenção do crime, conforme estabelece o artigo 28-A do Código de Processo Penal. Além disso, a denúncia ressalta que um dos empresários já foi denunciado em várias ações penais na esfera federal, sendo considerado um criminoso habitual. (Com informações do MPF)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Livro Aberto&#8221;: PF mira licitações da Educação no último ano do governo de Ricardo Coutinho</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/livro-aberto-pf-mira-licitacoes-da-educacao-no-ultimo-ano-do-governo-de-ricardo-coutinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 10:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[apuração]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=13516</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (11) a “Operação Livro Aberto”. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro na Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Os casos teriam ocorrido em 2018, último ano de gestão do ex-governador Ricardo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (11) a “Operação Livro Aberto”. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro na Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Os casos teriam ocorrido em 2018, último ano de gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PT). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça. A decisão também inclui indisponibilidade de bens, valores, dinheiro e ativos dos investigados visando recompor o erário público em valores que superam 4 milhões de reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cumprimento das medidas cautelares tem o objetivo de colher elementos informativos para investigação iniciada em 2019, que apura o possível pagamento de propina a agentes políticos no Estado da Paraíba. Os nomes dos alvos da operação não foram revelados pela PF. Também não houve divulgação da estimativa de prejuízo decorrentes dos supostos crimes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações relacionadas a supostas irregularidades nos contratos da educação foram iniciadas através da operação Calvário, conduzidas pelo Gr upo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados foram cumpridos na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas. Em João Pessoa, os alvos foram abordados nos bairros de Miramar, Manaíra, Tambauzinho e Altiplano. Em Campina Trande, nos bairros do Monte Santo, Alto Branco, Centenário e Malvinas. No Estado vizinho, o cumprimento de mandados ocorreu na praia de Ponta de Pedras. Já em Alagoas, os alvos estavam no bairro de Canafístula, em Arapiraca. Também houve cumprimento de dois mandados em Lagoa Seca. <br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alvo de operação da PF, prefeito culpa defunta por suposta fraude em licitação</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/alvo-de-operacao-da-pf-prefeito-culpa-defunta-por-suposta-fraude-em-licitacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 17:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[coremas]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[defunta]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=13002</guid>

					<description><![CDATA[O prefeito de Coremas, no Sertão, Irani Alexandrino, adotou uma linha de defesa curiosa para se livrar da acusação de suposta fraude em licitação no município, apurada pela Polícia Federal. Ele disse em entrevista à CBN, nesta terça-feira (26), logo após o cumprimento de mandados de busca e apreensão pela PF na cidade e em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Coremas, no Sertão, Irani Alexandrino, adotou uma linha de defesa curiosa para se livrar da acusação de suposta fraude em licitação no município, apurada pela Polícia Federal. Ele disse em entrevista à CBN, nesta terça-feira (26), logo após o cumprimento de mandados de busca e apreensão pela PF na cidade e em João Pessoa, que a culpa das supostas irregularidades é da  sua antecessora, Chaguinha (PDT), morta em 2021. Alexandrino era vice-prefeito e chegou ao poder com a vacância do cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação da Polícia Federal aponta indícios de direcionamento em licitações realizadas pelo ente municipal para a aquisição de medicamentos entre os anos de 2017 e 2022. A manipulação teria ocorrido para favorecer uma empresa vinculada aos investigados. O nome não foi revelado. O prejuízo causado ao erário, com isso, teria sido de R$ 1.133.771,87, sendo que boa parte destes recursos foi veio do Fundo Nacional de Saúde (FNS). </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como já estava licitado a gente continuou comprando na farmácia. Não tem nada a ver comigo. Em 2022, nós fizemos uma nova licitação. A gestão não tem nada a ver”, disse o prefeito. Durante o cumprimento dos mandados expedidos pela 8ª Vara Federal de Sousa/PB, foram encontrados carros de alto padrão em poder dos suspeitos. O nome da operação, Galeno, faz referência a Cláudio Galeno, um proeminente médico e filósofo romano de origem grega que viveu na cidade de Pérgamo entre 129 d.C e 216 d.C, sendo considerado o “Pai da Farmácia”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operação da PF apura suposta fraude na compra de medicamentos na prefeitura de Coremas entre 2017 e 2022</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-da-pf-apura-suposta-fraude-na-compra-de-medicamentos-na-prefeitura-de-coremas-entre-2017-e-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 10:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[coremas]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=12995</guid>

					<description><![CDATA[A Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta terça-feira (26/03) a Operação Galeno. A ação tem como objetivo combater os crimes de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no município de Coremas/PB. As investigações apontam indícios de que licitações realizadas pelo ente municipal para fornecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta terça-feira (26/03) a Operação Galeno. A ação tem como objetivo combater os crimes de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no município de Coremas/PB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontam indícios de que licitações realizadas pelo ente municipal para fornecimento de medicamentos entre os anos de 2017 e 2022, foram direcionadas para favorecer uma empresa vinculada aos investigados, totalizando pagamentos que alcançaram R$ 1.133.771,87, sendo que boa parte destes recursos foi advinda do Fundo Nacional de Saúde (FNS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram expedidos cinco mandados de busca e apreensão pela 8ª Vara Federal de Sousa/PB, os quais foram cumpridos nos municípios de Coremas e João Pessoa, ambos no estado da Paraíba. Os nomes dos alvos não foram revelados pela corporação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome da operação, Galeno, faz referência a Cláudio Galeno, um proeminente médico e filósofo romano de origem grega que viveu na cidade de Pérgamo entre 129 d.C e 216 d.C, sendo considerado o &#8220;Pai da Farmácia&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Operação Antifake&#8221;: Gaeco, PM e PC cumprem mandados judiciais no Sertão</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-antifake-gaeco-pm-e-pc-cumprem-mandados-judiciais-no-sertao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 12:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Conceição]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[ibiara]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[sertão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=12719</guid>

					<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público do Estado da Paraíba (Gaeco/MPPB), a Polícia Militar e a Polícia Civil da Paraíba, órgãos vinculados à Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, desencadearam, na manhã desta terça-feira (20/02), a “Operação Antifake”. A finalidade da força-tarefa é dar cumprimento a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público do Estado da Paraíba (Gaeco/MPPB), a Polícia Militar e a Polícia Civil da Paraíba, órgãos vinculados à Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, desencadearam, na manhã desta terça-feira (20/02), a “Operação Antifake”. A finalidade da força-tarefa é dar cumprimento a mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário da Paraíba, especificamente pelo Juízo de Direito da Vara Única da Comarca de Conceição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a investigação, a operação é voltada ao combate de fraudes em procedimentos licitatórios, diante da existência de fortes indícios de direcionamento das licitações envolvendo a contratação de empresa para a prestação do serviço de coleta de resíduos sólidos do Município de Conceição e de um esquema de corrupção que teria acarretado o desvio de verbas públicas do Município de Ibiara, em razão da existência de reiterados pagamentos a serviços que não teriam sido efetivamente prestados ou então prestados a menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão sendo cumpridos oito mandados judiciais de busca e apreensão, em endereços de cinco investigados e de duas empresas, sendo uma na cidade de Conceição-PB e outra na cidade de Ibiara-PB. O trabalho conta com a participação de 24 integrantes do Gaeco (incluindo membros e servidores), de 26 integrantes da Polícia Militar e 23 da Polícia Civil (delegados e policiais), formando uma efetivo de 83 agentes públicos. (Com informações do MPPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TCE rejeita recurso e mantém suspensão de licitação de R$ 30 milhões para contratação de empresa de coleta de lixo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tce-rejeita-recurso-e-mantem-suspensao-de-licitacao-de-r-30-milhoes-para-contratacao-de-empresa-de-coleta-de-lixo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 23:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[rejeita]]></category>
		<category><![CDATA[TCE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=10317</guid>

					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou nesta quinta-feira (11) o recurso da prefeitura de Bayeux contra decisão que anulou licitação de R$ 30 milhões para a contratação de empresa de coleta de lixo. A tentativa de reconsideração foi feita pela prefeita Luciene Andrade Marinho, mais conhecida como Luciene de Fofinho, na 1ª Câmara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou nesta quinta-feira (11) o recurso da prefeitura de Bayeux contra decisão que anulou licitação de R$ 30 milhões para a contratação de empresa de coleta de lixo. A tentativa de reconsideração foi feita pela prefeita Luciene Andrade Marinho, mais conhecida como Luciene de Fofinho, na 1ª Câmara da Corte. A concorrência era destinada à execução de serviços de limpeza urbana no município. O órgão fracionário do TCE manteve, portanto, o entendimento inicial pela irregularidade do certame, conforme voto do relator Fábio Nogueira acompanhado à unanimidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com data 06 de julho de 2022, consta contratada a empresa LIMPMAX Construções e Serviços Eireli, CNPJ nº 10.557.524/0001-31, indicada vencedora da licitação pelo valor global de R$ 30.559.610,40, com mensal de R$ 1.018.653,68, e com prazo de vigência por 30 meses, prorrogável no limite de 60 meses, fls. 4012/4024. Trata-se de uma contratação irregular, considerando em destaque que o valor máximo estimado no Edital de Concorrência para o feito seria de R$ 12.585.641,76”, diz relatório da auditoria do TCE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão desta quinta-feira deu-se com o retorno do processo à pauta de julgamentos, após pedido de vista do conselheiro Fernando Catão. A prefeita, agora, tem prazo de 60 dias para recolhimento voluntário de uma multa de R$ 5 mil, sob pena de cobrança judicial. A 2ª Câmara também vai encaminhar cópia de sua decisão ao Ministério Público Estadual “para a adoção de medidas a seu cargo, na hipótese de julgá-las necessárias”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a decisão inicial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">DECISÃO DA PRIMEIRA CÂMARA<br>Vistos, relatados e discutidos os autos do Processo TC n° 07590/22, ACORDAM, à unanimidade, os Membros da 1ª CÂMARA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DA PARAÍBA, na sessão realizada nesta data, em:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>DECLARAR A IRREGULARIDADE da Concorrência n° 002/2022, do contrato dela decorrente, promovidos pela Prefeitura Municipal de Bayeux, sob a responsabilidade da Sra. Luciene Andrade Marinho;</li>



<li>APLICAR MULTA PESSOAL a Sra. Luciene Andrade Marinho, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), equivalente a 80 (oitenta inteiros) Unidades Fiscais de Referência do Estado da Paraíba – UFR PB1, com supedâneo no inciso II, artigo 56 da LOTCE PB, assinando-lhe o prazo de 60 (sessenta) dias para o recolhimento voluntário, sob pena de cobrança executiva desde já recomendada;</li>



<li>ENVIAR CÓPIA DA DECISÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL com vistas à adoção de medidas a seu cargo, na hipótese de julgá-las necessárias.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério Público aponta irregularidades e recomenda que prefeitura de Santa Rita suspenda licitação do lixo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-aponta-irregularidades-e-recomenda-que-prefeitura-de-santa-rita-suspenda-licitacao-do-lixo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 18:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[santa rita]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=8265</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba recomendou ao Município de Santa Rita que suspenda a abertura dos envelopes de habilitação de empresas à Concorrência Pública 006/2022, a qual seria realizada nesta segunda-feira (17/10). A medida foi adotada pela Promotoria de Justiça de Santa Rita devido a irregularidades no edital que, segundo o órgão ministerial, comprometem o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba recomendou ao Município de Santa Rita que suspenda a abertura dos envelopes de habilitação de empresas à Concorrência Pública 006/2022, a qual seria realizada nesta segunda-feira (17/10). A medida foi adotada pela Promotoria de Justiça de Santa Rita devido a irregularidades no edital que, segundo o órgão ministerial, comprometem o caráter competitivo do certame aberto para a contratação de empresa de execução de serviços de limpeza urbana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação foi expedida pela promotora de Justiça que atua na área do patrimônio público em Santa Rita, Anita Bethânia Silva da Rocha, após analisar o edital e seus anexos publicados pelo Município no último dia 14 de setembro. A situação chegou ao conhecimento da Promotoria a partir de notícia de fato recepcionada pela Ouvidoria do MPPB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a recomendação, a concorrência é a modalidade mais ampla de licitação, pois permite a participação de qualquer licitante interessado na realização de obras e serviços e na aquisição de qualquer tipo de produto. “Justamente por permitir a participação de qualquer licitante interessado é a modalidade que apresenta exigências mais rígidas para a fase de habilitação&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As inconsistências</strong><br>No entanto, na análise do edital, foram identificadas inconsistências no projeto básico apresentado, bem como irregularidades no edital e ausência de apresentação de documentação necessária, em desacordo com a legislação vigente. A promotora de Justiça, então, recomendou ao prefeito de Santa Rita que suspendesse o processo e, no prazo de 30 dias, realizasse as retificações necessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Santa Rita, atendendo à recomendação ministerial, deve alterar o edital, realizando a anotação de responsabilidade técnica no projeto básico; solicitando certidão negativa estadual e acervo técnico dos itens mais onerosos; e consignando os horários das prestações de serviços bem como a retificação dos valores ofertados aos colaboradores, em conformidade com o piso da categoria (nos termos do acordo do sindicato dos trabalhadores de limpeza urbana da região).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A promotora de Justiça Anita Rocha também recomendou ao Município que remeta à Promotoria os documentos comprobatórios de toda a licitação, bem como as retificações realizadas e a nova data para apresentação das propostas e abertura dos envelopes. “O descumprimento da recomendação acarretará a tomada das medidas cabíveis no sentido de compelir o Município a preservar a legalidade, a publicidade, a ampla competitividade e os demais princípios constitucionais relativos às licitações”, diz trecho do instrumento extrajudicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do MPPB</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
