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	<title>lewandowski &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Lewandowski aceita convite de Lula e vai comandar o Ministério da Justiça</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 10:18:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou o convite do presidente Lula (PT) e será o novo ministro da Justiça. A informação ainda não foi oficializada pelo governo, mas foi confirmada por interlocutores da reunião ocorrida nesta quarta-feira (10), no Palácio do Planalto, na qual estiveram presentes Lula, Lewandowski eo o atual [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou o convite do presidente Lula (PT) e será o novo ministro da Justiça. A informação ainda não foi oficializada pelo governo, mas foi confirmada por interlocutores da reunião ocorrida nesta quarta-feira (10), no Palácio do Planalto, na qual estiveram presentes Lula, Lewandowski eo o atual ministro, Flávio Dino. Este último teve o nome aprovado para ocupar a vaga deixada por Rosa Weber no Supremo. Dino deve assumir a nova cadeira em fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-ministro do STF se aposentou da Corte em abril de 2023, após completar 75 anos. A agenda oficial da Presidência da República aponta que Lula se reunirá com Flávio Dino e Lewandowski novamente na quinta-feira (11), durante a manhã. O anúncio da nomeação deverá ser feito logo na sequência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome de Lewandowski era o preferido de Lula, que assistiu a uma disputa que envolvia o interesse de Flávio Dino em emplacar Ricardo Cappelli, secretário-executivo do Ministério da Justiça, no cargo, e do PT, que tentava conduzir o atual advogado-geral da União, Jorge Messias, para o posto. Capelli vai se encontrar nesta quinta-feira com o Dino, às 10h. A aliados, ele expressou que não tem vontade de ir para outro cargo, como a Secretaria Nacional de Segurança Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lewandowski foi ministro do Supremo entre 2006 e 2023 e era, na Corte, um dos críticos da operação Lava Jato. Ele se aposentou de forma antecipada, ano passado, antes da votação da ação que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O magisstrado foi substituído, na Corte Eleitoral, pelo ministro Nunes Marques, que votou a favor do ex-presidente. </p>



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		<title>Por maioria, Supremo declara inconstitucionalidade do &#8216;orçamento secreto&#8217;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/por-maioria-supremo-declara-inconstitucionalidade-do-orcamento-secreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 16:51:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[fim]]></category>
		<category><![CDATA[lewandowski]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta segunda-feira (19), considerar inconstitucionais as emendas RP9, que ficaram conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;. O placar foi apertado: foram seis votos contrários ao mecanismo gestado no Congresso Nacional e cinco que entenderam ser possível a manutenção, desde que houvesse transparência. A decisão ocorre poucos dias após Câmara dos Deputados [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta segunda-feira (19), considerar inconstitucionais as emendas RP9, que ficaram conhecidas como &#8220;orçamento secreto&#8221;. O placar foi apertado: foram seis votos contrários ao mecanismo gestado no Congresso Nacional e cinco que entenderam ser possível a manutenção, desde que houvesse transparência. A decisão ocorre poucos dias após Câmara dos Deputados e Senado aprovarem lei que estabelecia critérios para a partilha do dinheiro. A previsão orçamentária para o próximo ano seria de R$ 20 bilhões. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O voto que liquidou a fatura foi dado pelo ministro Ricardo Lewandowski. Ele seguiu o entendimento da relatora da matéria, a ministra Rosa Weber, presidente da Corte. Aos votos dos dois, se juntaram os de Edson Fachin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Luis Roberto Barroso. Pela manutenção do orçamento secreto, com mais transparência, se manifestaram os ministros André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. As regras definiram os montantes a serem distribuídos, mas sem estabelecer os critérios para a distribuição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento iniciado na semana passada foi interrompido quando o placar estava 5 a 4 pela inconstitucionalidade e retomado nesta segunda-feira (19) com o voto de Ricardo Lewandowski. Ao apresentar o voto nesta segunda, Lewandowski acompanhou a relatora e consolidou a maioria no sentido de que a falta de transparência do &#8220;orçamento secreto&#8221; viola a Constituição. Lewandowski afirmou que, apesar dos esforços, o Congresso não conseguiu se adequar às exigências e aos parâmetros constitucionais de transparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o ministro, apesar de ter havido ampliação da publicidade transparência na gestão das emendas de relator, os atos editados até o momento não conseguiram resolver, de forma adequada, questões importantes como a identificação de quem pediu e quem se beneficiou dos recursos, além de medidas de rastreabilidade do dinheiro. Ele entendeu também que houve &#8220;avanços significativos&#8221; na legislação aprovada na semana passada, mas insuficientes para reverter a incompatibilidade com a Constituição. Último a se manifestar, Gilmar Mendes disse entender que a oferta de mais transparência resolveria a questão. </p>



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