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	<title>LDO &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Governo nega perda de prazo para publicação da LDO e pede que Assembleia processe vetos do governador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 23:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Estado negou, nesta quinta-feira (14), que tenha perdido o prazo para a sanção do governador João Azevêdo (PSB) ao texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. A nota responde à polêmica gerada após o Executivo publicar o conteúdo um dia depois de o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo do Estado negou, nesta quinta-feira (14), que tenha perdido o prazo para a sanção do governador João Azevêdo (PSB) ao texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. A nota responde à polêmica gerada após o Executivo publicar o conteúdo um dia depois de o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), ter promulgado a íntegra do texto aprovado na Casa. A diferença é que o texto assinado pelo chefe do Executivo contém vetos significativos ao material. A contestação do governo ocorreu através de nota editada pela Procuradoria-Geral do Estado da Paraíba (PGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conflito entre os órgãos do Estado ocorreu claramente por divergência de entendimentos. O governo alega que o tempo maior para a publicação do texto no Diário Oficial do Estado (DOE) decorre de uma portaria editada pela Assembleia Legislativa que suspendeu os prazos dos processos legislativos entre os dias 1º e 31 de julho de 2025. Em virtude disso, segundo o procurador-geral do Estado, Fábio Brito, houve um tempo maior para que o Executivo se manifestasse em relação ao texto aprovado na Assembleia. O prazo para análise do governo, em geral, é de 15 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os vetos do governador, há o que previa a correção no duodécimo aos poderes em 4,83% para 2026. O governador também vetou mudanças acrescentadas pelos deputados para ampliar para 1,5% da Receita Corrente Líquida (RCL) deste ano o percentual para servir às emendas positivas estaduais do orçamento de 2026; e que essas emendas fossem transferidas aos beneficiários até o dia 15 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a íntegra da nota</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NOTA DE ESCLARECIMENTO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">PGE ESCLARECE QUE NÃO HOUVE PERDA DE PRAZO PARA VETO DA LDO 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral do Estado da Paraíba vem esclarecer que não houve perda do prazo<br>para exercício da prerrogativa constitucional de veto pelo Governador em relação à Lei de<br>Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fundamento para essa posição encontra-se na Portaria nº 001/2025, expedida pela<br>Secretaria Legislativa da Assembleia Legislativa da Paraíba e publicada no Diário do Poder<br>Legislativo em 20/06/2025, que estabeleceu expressamente: &#8220;Fica suspensa a contagem<br>dos prazos em curso dos processos legislativos durante o período de 01 de julho de 2025 a<br>31 de julho de 2025&#8243;, correspondente ao recesso parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A interpretação adotada pela Consultoria de Assuntos Legislativos do Governo do Estado<br>baseia-se em documentação oficial emitida pela própria Secretaria da ALPB, que confirma<br>que, durante o período de recesso parlamentar, ocorre a suspensão da contagem de todos<br>os prazos relacionados às etapas do processo legislativo, incluindo aqueles destinados à<br>sanção ou veto pelo Chefe do Poder Executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, seguindo rigorosamente a orientação estabelecida pela ALPB, o Governo do<br>Estado procedeu à contagem do prazo para exercício do veto observando a mesma<br>metodologia adotada nos anos anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Governo do Estado tem convicção de que o Poder Legislativo processará os vetos<br>apresentados em conformidade com os procedimentos regulamentares estabelecidos,<br>garantindo assim a segurança jurídica e a confiança legítima necessárias ao bom<br>funcionamento institucional e a harmonia entre os Poderes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fábio Brito Ferreira<br>Procurador-Geral do Estado</p>



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		<title>Paraíba: deputados aprovam LDO com previsão orçamentária de R$ 15,3 bilhões para 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 18:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovada]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[LDO]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da Paraíba deverá ter um orçamento de R$ 15,3 bilhões para investimento no ano que vem. A previsão está presente na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada nesta terça-feira (14) na Assembleia Legislativa da Paraíba. Com isso, os parlamentares ficam livres para entrar de férias. O montante aprovado é 7% maior que o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo da Paraíba deverá ter um orçamento de R$ 15,3 bilhões para investimento no ano que vem. A previsão está presente na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada nesta terça-feira (14) na Assembleia Legislativa da Paraíba. Com isso, os parlamentares ficam livres para entrar de férias. O montante aprovado é 7% maior que o executado neste ano, previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), aproveitou para destacou o avanço que são as emendas impositivas. Segundo ele, elas vão ajudar os municípios no mais diversos setores. Outro que destacou o assunto emenda impositiva em seu discurso, foi o presidente da Comissão de Orçamento, o deputado Branco Mendes (Podemos). Ele diz que a medida representa avanço na relação entre deputados e o Executivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto da LDO contempla, entre outras coisas, a projeção das metas de resultados fiscais para o período 2023-2025. O texto foi relatado pelo deputado Wilson Filho (Republicanos). Segundo o parlamentar, foram apresentadas 92 emendas. Cinco delas de texto, 88 emendas de meta. Das emendas, três foram rejeitadas. A proposta do percentual para as Emendas Impositivas passa de 0,5% para 0,7%. “O papel de um relator é de consenso. Analisamos cada uma das emendas, debatemos em audiência, tivemos uma extensa quantidade e alterações ao texto apresentado”, disse o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A LDO é o instrumento utilizado pelo Poder Executivo para estabelecer nas principais diretrizes da Administração Pública as suas metas e prioridades no que se refere aos programas que o Governo pretende executar no exercício seguinte, principalmente para a elaboração do Orçamento. Ela antecede e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda na manhã de hoje a Comissão de Orçamento realizou reunião onde o relatório final da LDO foi aprovado. Participaram da reunião o presidente Branco Mendes, o relator Wilson Filho, e os deputados Júnior Araújo, Buba Germano, Ricardo Barbosa e Camila Toscano.</p>



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		<title>Com salário mínimo de R$ 1.294, Congresso recebe proposta da LDO para 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional recebeu na tarde de quinta-feira (14) o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2023 (PLN 5/2022). A peça elaborada pelo governo federal prevê um salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem, de R$ 1.337 para 2024 e de R$ 1.378 para 2025. Atualmente o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Congresso Nacional recebeu na tarde de quinta-feira (14) o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2023 (PLN 5/2022). A peça elaborada pelo governo federal prevê um salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem, de R$ 1.337 para 2024 e de R$ 1.378 para 2025. Atualmente o valor é de R$ 1.212.&nbsp;Para que isso ocorra, o índice inflacionário precisa recuar. O mês de março fechou uma inflação de 11,3% em 12 meses. O governo, no entanto, que o fechamento do ano seja com inflação de 7,1%. Qualquer índice superior a isso deve refletir no falor final do novo mínimo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento traz ainda outros dados macroeconômicos, prevendo, por exemplo,&nbsp;crescimento da economia de 2,5% (produto interno bruto) e inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 3,3%. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme o projeto, o governo estima fechar o ano novamente no vermelho, com déficit primário de R$ 65,9 bilhões.&nbsp; Trata-se de uma redução em relação a 2022, que tem previsão de déficit de R$ 79,4 bilhões na Lei Orçamentária Anual. Confirmada a previsão, será o décimo ano consecutivo em que as despesas governamentais vão superar as receitas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A peça orçamentária elenca prioridades que devem ser adotadas pelo governo federal na elaboração do Orçamento &nbsp;de 2023. Entre elas, estão ações ligadas à agenda da primeira infância; à geração de emprego e renda, à segurança hídrica e ao programa Casa Verde e Amarela.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Planejamento<br></strong>Prevista na Constituição de 1988, a LDO define as metas e prioridades da administração pública federal para o próximo exercício, além de orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).&nbsp;A lei contém ainda a estrutura e a organização do Orçamento; regras relativas às transferências de recursos, à dívida pública federal e à política de aplicação dos recursos das agências financeiras oficiais de fomento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A peça tem que ser aprovada pelos parlamentares até 17 de julho de cada ano; caso contrário, o Congresso não pode entrar em recesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto do Executivo será enviado agora à&nbsp;Comissão Mista de Orçamento (CMO), onde há discussões, apresentação de emendas e votação de relatórios.&nbsp;Na relatoria, há alternância entre Câmara dos Deputados e Senado. Desta vez, a função caberá a um senador. No ano passado, o relator foi o deputado&nbsp;Juscelino Filho (DEM-MA)&nbsp;O último senador a relatar a LDO, em 2020, foi Irajá (PSD-TO).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Senado</p>



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